Lista de Poemas
A voz da alma
A voz da alma
No prado o verde luzente
Onde a flor exala o perfume
No riacho transparente,
De peixes, vejo o cardume
Correntezas de harmonia
Na natureza em flor
São ornamento e magia
Da casa do Criador !
Vamo-nos distanciando
Do jardim que Deus nos deu
Os campos, vamos trocando
Pra morar em arranha-céu
Deixamos a paz, e a graça
A tranqüilidade, o encanto
Por cidades, onde escassa
A vegetação, é desencanto
Na floresta de concreto
Onde viver, custa tanto !
São Paulo, 12/01/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
No prado o verde luzente
Onde a flor exala o perfume
No riacho transparente,
De peixes, vejo o cardume
Correntezas de harmonia
Na natureza em flor
São ornamento e magia
Da casa do Criador !
Vamo-nos distanciando
Do jardim que Deus nos deu
Os campos, vamos trocando
Pra morar em arranha-céu
Deixamos a paz, e a graça
A tranqüilidade, o encanto
Por cidades, onde escassa
A vegetação, é desencanto
Na floresta de concreto
Onde viver, custa tanto !
São Paulo, 12/01/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 549
A dança das águas
A dança das águas
No rumo de nossas vidas
Saltitam emoções, sem par
Algumas, envergonhadas
Mal chegam a despertar
Às pessoas, em nossas vidas
As pudemos igualar
Umas, já nascem vencidas
Outras, para governar
As emoções são sentidas
Como o bolero das águas
Umas rolam na descida
Outras, remanso das tabuas
São Paulo, 18/01/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 645
Quando eu cri !
Quando eu cri !
Caminhando a meu lado
Eu, não te via Jesus
Um herege do pecado
Por fim, encontrou a luz !
No emaranhado da vida
Estava perdido sem ti,
A felicidade foi sentida
Quando em ti, eu cri !
Novo caminho trilhou
Meu coração tão sofrido
Depois que Te encontrou
Amor e paz ele ganhou
Transbordando de ternura
Nesta nova trajetória
Terei dias de ventura
De esperança e de glória
Uma nova realidade
O amor de Jesus criou
Com honra e dignidade
Minha vida rotulou
Tua luz, no firmamento
Ilumina a humanidade
E no sombrio momento
A mesma luz, nos invade.
São Paulo, 11/01/2013
Armando A. C. Garcia
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Caminhando a meu lado
Eu, não te via Jesus
Um herege do pecado
Por fim, encontrou a luz !
No emaranhado da vida
Estava perdido sem ti,
A felicidade foi sentida
Quando em ti, eu cri !
Novo caminho trilhou
Meu coração tão sofrido
Depois que Te encontrou
Amor e paz ele ganhou
Transbordando de ternura
Nesta nova trajetória
Terei dias de ventura
De esperança e de glória
Uma nova realidade
O amor de Jesus criou
Com honra e dignidade
Minha vida rotulou
Tua luz, no firmamento
Ilumina a humanidade
E no sombrio momento
A mesma luz, nos invade.
São Paulo, 11/01/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 573
Platônico amor
Platônico amor
Se tão grande era o desejo
Quão grande é a saudade
Cruel o dia que a não vejo
Calvário de ansiedade
À noite em vez das estrelas
O astro, de trevas se cobre
E, sem o endereço dela
A sombra da noite a encobre
Como é triste a minha sina
Quão triste o meu penar
A paixão me amofina
Sem puder-me declarar
E este platônico amor
Que acalanta meu desejo
Revela encanto e primor
Pelo tanto que a almejo
Estou carpindo a saudade
Na sinfonia do amor
Posso carpi-la à vontade
Porqu'dela, não sinto dor
De fragrância embriagado
Com o perfume do amor
Vivo feliz, deslumbrado
Meu desejo, tem fervor
Meu grande anseio por ela
Não tem preço, nem valor
Sem saber o nome dela
Confesso, o grande amor !
São Paulo, 12/01/2013
Armando A. C. Garcia
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Se tão grande era o desejo
Quão grande é a saudade
Cruel o dia que a não vejo
Calvário de ansiedade
À noite em vez das estrelas
O astro, de trevas se cobre
E, sem o endereço dela
A sombra da noite a encobre
Como é triste a minha sina
Quão triste o meu penar
A paixão me amofina
Sem puder-me declarar
E este platônico amor
Que acalanta meu desejo
Revela encanto e primor
Pelo tanto que a almejo
Estou carpindo a saudade
Na sinfonia do amor
Posso carpi-la à vontade
Porqu'dela, não sinto dor
De fragrância embriagado
Com o perfume do amor
Vivo feliz, deslumbrado
Meu desejo, tem fervor
Meu grande anseio por ela
Não tem preço, nem valor
Sem saber o nome dela
Confesso, o grande amor !
São Paulo, 12/01/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 683
A paragens ignotas
A paragens ignotas
O pensamento conduz-me a paragens ignotas
De lugares e bandeiras que jamais vi
Nessas viagens as nuvens são minhas rotas
O esplendor, a magnificência que senti
Na vasta amplidão da quimera sideral
O piloto era eu, a nau, o pensamento
Passei sobre a França, Espanha e Portugal
Sempre desfraldando as velas ao vento,
Na sonambúlica viagem, fui o herói
Imortal dessa façanha tão inédita
Onde senti uma paz grandiosa e divina
Mundos novos, misteriosos e outros sóis
Abundância de amor e harmonia credita
Vemos aí, que a alma sendo grande é pequenina
São Paulo, 31/12/2012
Armando A. C. Garcia -
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O pensamento conduz-me a paragens ignotas
De lugares e bandeiras que jamais vi
Nessas viagens as nuvens são minhas rotas
O esplendor, a magnificência que senti
Na vasta amplidão da quimera sideral
O piloto era eu, a nau, o pensamento
Passei sobre a França, Espanha e Portugal
Sempre desfraldando as velas ao vento,
Na sonambúlica viagem, fui o herói
Imortal dessa façanha tão inédita
Onde senti uma paz grandiosa e divina
Mundos novos, misteriosos e outros sóis
Abundância de amor e harmonia credita
Vemos aí, que a alma sendo grande é pequenina
São Paulo, 31/12/2012
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👁️ 619
O regato cristalino
O regato cristalino
Com os olhos no infinito, em vão procuro
Tão longa a saudade, como o esquecimento
Minha alma, sem ela, está no escuro
E perdê-la, foi plangente sentimento
Incoerente e adverso foi o destino
Transmuda-se a razão, não a emoção
Como o regato que corre cristalino
A perda de um amor dói ao coração
Procuro-a nas estrelas, no sol e no ar
Nas noites de luar e nas de procelas
Procuro-a nas lembranças e ao pensar
Respondem as relíquias que sem cancelas
Lá, no auge da paixão puderam gravar
No meu cérebro, guardião das coisas belas !
São Paulo, 11/01/2013
Armando A. C. Garcia
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Com os olhos no infinito, em vão procuro
Tão longa a saudade, como o esquecimento
Minha alma, sem ela, está no escuro
E perdê-la, foi plangente sentimento
Incoerente e adverso foi o destino
Transmuda-se a razão, não a emoção
Como o regato que corre cristalino
A perda de um amor dói ao coração
Procuro-a nas estrelas, no sol e no ar
Nas noites de luar e nas de procelas
Procuro-a nas lembranças e ao pensar
Respondem as relíquias que sem cancelas
Lá, no auge da paixão puderam gravar
No meu cérebro, guardião das coisas belas !
São Paulo, 11/01/2013
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👁️ 735
Denso abismo
Denso abismo
Fanatismo é ilusão, é denso abismo
Que a luz da verdade de trevas cobre
E a razão sepulta despotismo
Da bendita equidade do rico ao pobre
Em copos desiguais que o satisfaça
O rico consome a mais que a sua parte
Ao pobre cabe o resíduo de uma taça
Tão pouco valem os louros da sua arte
Ao pobre desfeito o alento que anseia
Mergulha em religiões de mil promessas
E do falso fanatismo não receia
Da penúria cruel e da desventura
Quer afastar-se delas, bem de pressa
Caindo por vezes no conto da amargura!
São Paulo, 01/01/2013
Armando A. C. Garcia -
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Fanatismo é ilusão, é denso abismo
Que a luz da verdade de trevas cobre
E a razão sepulta despotismo
Da bendita equidade do rico ao pobre
Em copos desiguais que o satisfaça
O rico consome a mais que a sua parte
Ao pobre cabe o resíduo de uma taça
Tão pouco valem os louros da sua arte
Ao pobre desfeito o alento que anseia
Mergulha em religiões de mil promessas
E do falso fanatismo não receia
Da penúria cruel e da desventura
Quer afastar-se delas, bem de pressa
Caindo por vezes no conto da amargura!
São Paulo, 01/01/2013
Armando A. C. Garcia -
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👁️ 675
Onde andará
Onde andará...
Onde andará meu amor,
O das promessas descumpridas
Meu amor, onde andará !
Fui por outro preterido
Passei dias de amargura
Foi amor, nunca esquecido
Meu amor, onde andará.
Devaneios da juventude
Por certo, assim o dirá
Cada um com seu papel
Até Judas o cumpriu,
Uns trocam mel, pelo fel
Os caminhos percorridos
Certamente mostrarão
A transição dos sentidos
Conservo cheio de amor
O coração rejeitado
Para inundar de olor
As pedras que ela pisa
E ofuscar de beleza
O nome que a batiza
Com todo deslumbramento
Cobrirei ruas de flores
Nem que seja em pensamento
Neste singular desejo
Exótico por natureza
Ao meu, seu fado cotejo
Encantadora magia
Invadiu meu pensamento
Seu amor foi fantasia
O meu, eterno, infindável
Parece até mitologia
Este amor interminável
As sementes plantadas
Dentro do meu coração
O foram sempre regadas
Com o elixir do amor
Aquele que nunca fenece
E resiste ao clamor
É tão velha sua crença
Quão velho é este amor
Mesmo sem sua presença
É grandioso, de valor
Vai do zero ao infinito
A dosagem deste amor
Meu amor, onde andará.
Não vi mais sua presença
Porque será, porque será !
Onde andará, meu amor,
Meu amor, onde andará
Meu amor, onde andará...
São Paulo, 12/01/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 641
Perguntei
Perguntei
Perguntei às ondas do mar
Se ela, por ali passou
Perguntei à rosa dos ventos
Se a ouviram sussurrar
Perguntei às sombras do sol
Se sua trilha atravessou
Perguntei às sombras da lua
Se o luar manso ela cruzou
Perguntei à nuvem que passa
Se ela viu o meu amor
E ela, cheia de graça
Verteu lágrimas de dor !
São Paulo, 13/01/2013
Armando A. C. Garcia
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Perguntei às ondas do mar
Se ela, por ali passou
Perguntei à rosa dos ventos
Se a ouviram sussurrar
Perguntei às sombras do sol
Se sua trilha atravessou
Perguntei às sombras da lua
Se o luar manso ela cruzou
Perguntei à nuvem que passa
Se ela viu o meu amor
E ela, cheia de graça
Verteu lágrimas de dor !
São Paulo, 13/01/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 632
Estamos em guerra!
Estamos em guerra!
Estamos em guerra, estamos em guerra
Numa guerra sangrenta e desigual
Acabou a paz em nossa linda terra.
As grandes metrópoles estão sangrando
Morrendo centenas de nossos irmãos
Os cardeais, se não compactuam, silenciam
Deixando proliferar o crime, a fraude, o dolo
Todas as penas descumpridas se desviam
Do direito e da justiça. E, são consolo
À parte que praticou a injustiça
E, ainda, têm as leves penas reduzidas
Pelo sistema de progressão de penas,
As vítimas, ficam atônitas desprotegidas
Da justiça, que deveria dar-lhes apenas
O cumprimento da justiça pras suavizar
A dor sofrida, pela angústia d'amargura
Que muitas vezes leva nossos entes queridos
À consternação da fria sepultura !
E ver o criminoso sair impune, nos brios
É ato que fere a alma e a civilidade
À vítima ou à sua família, o governo
Nada paga, pela dor do sofrimento
Mas o criminoso tem um soldo moderno
De acerca de um salário e meio o provento
Mais que a paga daquele que sua a camisa
Estamos em guerra, numa guerra suja
O criminoso tem direito a visita íntima
Tem direito à saída de Natal, dia das mães
Nunca cumpre a pena integral, só um terço
O Brasil para o criminoso é um berço
A pobre da vítima, não tem a mesma sorte
Ou fica atrofiada, ou paralítica
Na maioria das vezes o destino é a morte
Ninguém a socorre, esta é a política
Praticada pelos cardeais da nossa corte
Já dizia a francesinha Jaqueline
No programa do velho Manuel da Nóbrega
Brasileiro é bonzinho... Brasileiro é bonzinho...
O comportamento espelhado nessa vitrine
Vai puxando e aconchegando esse trenzinho
Houvesse mais civismo e patriotismo
Nos cardeais que regem esta nação
Criminoso, não teria tais benesses
Cumpriria a pena com todo rigorismo
Sem *sinecuras ou atos de perdão
Matam abruptamente, mesmo sem reação
Parece que têm prazer em tal ato cometer
Desprovidos de sentimentos no coração
Só improbidade carregam em seu ser
Afastados de Deus, o crime é seu prazer.
Se as benesses da Lei de Execuções penais
Responsabilizasse pelo ato, quem as profere
Certamente, não as concederia jamais,
Ou então, para concedê-las se infere
Nas periculosidades racionais
Se o advogado erra, pode ser punido
Punição igual, a merecer o julgador
Responsabilizá-lo por tal, é de bom sentido
Ninguém no mundo pode ser superior
Para poder errar, sem ser suprimido.
As consciências em prol do corporativismo
Calam-se e silenciam, emudecendo
Sabem que a voz do povo, logo olvida
Enquanto isso vão subindo, vão crescendo
Tirando proveito de quem sofre na vida !
- benesses
São Paulo, 27/09/2009
Armando A. C. Garcia -
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Estamos em guerra, estamos em guerra
Numa guerra sangrenta e desigual
Acabou a paz em nossa linda terra.
As grandes metrópoles estão sangrando
Morrendo centenas de nossos irmãos
Os cardeais, se não compactuam, silenciam
Deixando proliferar o crime, a fraude, o dolo
Todas as penas descumpridas se desviam
Do direito e da justiça. E, são consolo
À parte que praticou a injustiça
E, ainda, têm as leves penas reduzidas
Pelo sistema de progressão de penas,
As vítimas, ficam atônitas desprotegidas
Da justiça, que deveria dar-lhes apenas
O cumprimento da justiça pras suavizar
A dor sofrida, pela angústia d'amargura
Que muitas vezes leva nossos entes queridos
À consternação da fria sepultura !
E ver o criminoso sair impune, nos brios
É ato que fere a alma e a civilidade
À vítima ou à sua família, o governo
Nada paga, pela dor do sofrimento
Mas o criminoso tem um soldo moderno
De acerca de um salário e meio o provento
Mais que a paga daquele que sua a camisa
Estamos em guerra, numa guerra suja
O criminoso tem direito a visita íntima
Tem direito à saída de Natal, dia das mães
Nunca cumpre a pena integral, só um terço
O Brasil para o criminoso é um berço
A pobre da vítima, não tem a mesma sorte
Ou fica atrofiada, ou paralítica
Na maioria das vezes o destino é a morte
Ninguém a socorre, esta é a política
Praticada pelos cardeais da nossa corte
Já dizia a francesinha Jaqueline
No programa do velho Manuel da Nóbrega
Brasileiro é bonzinho... Brasileiro é bonzinho...
O comportamento espelhado nessa vitrine
Vai puxando e aconchegando esse trenzinho
Houvesse mais civismo e patriotismo
Nos cardeais que regem esta nação
Criminoso, não teria tais benesses
Cumpriria a pena com todo rigorismo
Sem *sinecuras ou atos de perdão
Matam abruptamente, mesmo sem reação
Parece que têm prazer em tal ato cometer
Desprovidos de sentimentos no coração
Só improbidade carregam em seu ser
Afastados de Deus, o crime é seu prazer.
Se as benesses da Lei de Execuções penais
Responsabilizasse pelo ato, quem as profere
Certamente, não as concederia jamais,
Ou então, para concedê-las se infere
Nas periculosidades racionais
Se o advogado erra, pode ser punido
Punição igual, a merecer o julgador
Responsabilizá-lo por tal, é de bom sentido
Ninguém no mundo pode ser superior
Para poder errar, sem ser suprimido.
As consciências em prol do corporativismo
Calam-se e silenciam, emudecendo
Sabem que a voz do povo, logo olvida
Enquanto isso vão subindo, vão crescendo
Tirando proveito de quem sofre na vida !
- benesses
São Paulo, 27/09/2009
Armando A. C. Garcia -
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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