Lista de Poemas
Na Lua
Na Lua
A lua estava sozinha
Olhando para nós dois
Tu, pensavas que eras minha
O mesmo, pensamos os dois
São Paulo, 20/02/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
A lua estava sozinha
Olhando para nós dois
Tu, pensavas que eras minha
O mesmo, pensamos os dois
São Paulo, 20/02/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 617
Paixão imortal !
Paixão imortal !
Tu, foste sempre o meu maior encanto
Uma graça de amor que amo tanto
E ao longo dos anos inda sustento
O lindo encanto em meu pensamento.
Tu, a paixão imortal que perdura
E vai além da própria sepultura
Tivesses tu, o mesmo encanto
Ter-nos-ia coberto o mesmo manto.
E não estaria carpindo o meu pranto
Mas feliz, longe deste desencanto
Que tirou de mim o contentamento
Trazendo a angústia e, em aumento
A ansiedade e a atribulação,
Destino que deste ao meu coração !
Porangaba, 31/01/2013
Armando A. C. Garcia
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Tu, foste sempre o meu maior encanto
Uma graça de amor que amo tanto
E ao longo dos anos inda sustento
O lindo encanto em meu pensamento.
Tu, a paixão imortal que perdura
E vai além da própria sepultura
Tivesses tu, o mesmo encanto
Ter-nos-ia coberto o mesmo manto.
E não estaria carpindo o meu pranto
Mas feliz, longe deste desencanto
Que tirou de mim o contentamento
Trazendo a angústia e, em aumento
A ansiedade e a atribulação,
Destino que deste ao meu coração !
Porangaba, 31/01/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 538
Maldito ciúme
Maldito ciúme
O sangue na veia a crepitar raivoso
No peito o coração descompassado
Arfava em delírios os ares ansioso
Com o orgulho ferido e alquebrado
Sua alma cansada de sofrer curvada
No mar de angústias, de martírios tantos
Pranto que a desventura duplicada
Ávida lhe trouxe num infinito manto
O ciúme, monstro negro que traz crueza
A desgraça, a desventura o desamor
No espaldar das forças da natureza
De braços cruzados ostenta o furor
Que vai ruminando a mente, a razão
Profunda, gigante a mágoa que cria
O inferno em brasa em seu coração
É presa do abutre que o demônio envia
Num instante não lembra, no outro desperta
Abismos sombrios rondam-lhe a mente
A porta principal, deixou entreaberta
Passa horas cismando inconveniente
Traçando planos, conjecturando maldade
Se os seus sentimentos não puder refrear
Certamente cairá na criminalidade
O amor que sentiu, hoje é ódio a açoitar
E do profundo *pélago que a ira expele
Sangrento cotejo a vingança atiça
Empunha o revolver, aponta pra ele
Fechou-se a cortina, caiu a premissa.
- Abismo
São Paulo, 09/02/2013
Armando A. C. Garcia
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O sangue na veia a crepitar raivoso
No peito o coração descompassado
Arfava em delírios os ares ansioso
Com o orgulho ferido e alquebrado
Sua alma cansada de sofrer curvada
No mar de angústias, de martírios tantos
Pranto que a desventura duplicada
Ávida lhe trouxe num infinito manto
O ciúme, monstro negro que traz crueza
A desgraça, a desventura o desamor
No espaldar das forças da natureza
De braços cruzados ostenta o furor
Que vai ruminando a mente, a razão
Profunda, gigante a mágoa que cria
O inferno em brasa em seu coração
É presa do abutre que o demônio envia
Num instante não lembra, no outro desperta
Abismos sombrios rondam-lhe a mente
A porta principal, deixou entreaberta
Passa horas cismando inconveniente
Traçando planos, conjecturando maldade
Se os seus sentimentos não puder refrear
Certamente cairá na criminalidade
O amor que sentiu, hoje é ódio a açoitar
E do profundo *pélago que a ira expele
Sangrento cotejo a vingança atiça
Empunha o revolver, aponta pra ele
Fechou-se a cortina, caiu a premissa.
- Abismo
São Paulo, 09/02/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 654
A cruz de uma mãe
A cruz de uma mãe
No rosto a desventura
Quanta aflição e amargura
Já passou aquela mãe
Com o filho que ela tem
Vive perdido no jogo
Dia e noite está de fogo
Já não almoça, nem janta
Arrasta-se, quando levanta.
Droga e vício o domina
Da casa, confunde a esquina
Fica jogado ao relento
Toma chuva, toma vento.
A droga, é seu alimento
Sua força, seu sustento.
A rua, é o seu lugar
E a cama, pra se deitar !
A pobre mãe aflita,
Não sabe se chora, se grita
No seio desta desdita,
Apega-se à virgem bendita !
São Paulo, 05/02/2013
Armando A. C. Garcia
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No rosto a desventura
Quanta aflição e amargura
Já passou aquela mãe
Com o filho que ela tem
Vive perdido no jogo
Dia e noite está de fogo
Já não almoça, nem janta
Arrasta-se, quando levanta.
Droga e vício o domina
Da casa, confunde a esquina
Fica jogado ao relento
Toma chuva, toma vento.
A droga, é seu alimento
Sua força, seu sustento.
A rua, é o seu lugar
E a cama, pra se deitar !
A pobre mãe aflita,
Não sabe se chora, se grita
No seio desta desdita,
Apega-se à virgem bendita !
São Paulo, 05/02/2013
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👁️ 633
Tento em vão
Tento em vão ...
Tento em vão recompor o alinhamento
Das tortuosidades de meus pensamentos
Porém, não há sintonia em meus intentos
E eu, perco-me em vis sentimentos
Já nu, despido de todas as mazelas
Longe das amarras, perto das estrelas
Na longitude dum oceano bravo
Tu, fizeste de meu peito teu escravo
São Paulo, 06/02/2013
Armando A. C. Garcia
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brisadapoesia.blogspot.com
Tento em vão recompor o alinhamento
Das tortuosidades de meus pensamentos
Porém, não há sintonia em meus intentos
E eu, perco-me em vis sentimentos
Já nu, despido de todas as mazelas
Longe das amarras, perto das estrelas
Na longitude dum oceano bravo
Tu, fizeste de meu peito teu escravo
São Paulo, 06/02/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 680
Horas agrimas
Horas agrimas
Sua alma está triste,
O coração, cheio de dor
Se a felicidade existe
Não foi em seu amor
Seu coração verte lágrimas
Não só p'la desunião
Mas pelas horas *agrimas
Após a separação
Ferido o íntimo sentimento
Com a alma esfacelada
A vida é um tormento
Felicidade, uma piada
Sua alma, cismou dela
Cismou o seu coração
Quebrou-se o encanto por ela
Desabou sua ilusão
Já debilitado sentiu
Os passos ferais da morte
Na aflição que surgiu
No ludíbrio da sorte
A custo exprime o que sente
Inóspita praia adentrou
Cruéis vagas ele pressente
Sem ela nos braços ... chorou !
* ódio; raiva
II
Sua alma verteu prantos,
Lágrimas de muita dor,
Derramados eram tantos
Quão grande foi o amor
Toda chama foi apagada
Na taça da desventura
Tem outro amor na parada
Hoje. É, de outra criatura
Nos braços de outro, talvez
Sossegue o seu coração
Que não teve a altivez
De cumprir sua missão
Erguendo os olhos aos céus
Procura apagar sua imagem
Domar os instintos seus
Difícil como um selvagem
Procura embalde esquecer
O mar em que se perdeu
Deste modo, melhor morrer
Já que a derrota venceu
Abismo profundo e insano
Que abala os céus e a mente
Só um esforço inumano
A tal ofensa consente !
São Paulo, 08/02/2013
Armando A. C. Garcia
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Sua alma está triste,
O coração, cheio de dor
Se a felicidade existe
Não foi em seu amor
Seu coração verte lágrimas
Não só p'la desunião
Mas pelas horas *agrimas
Após a separação
Ferido o íntimo sentimento
Com a alma esfacelada
A vida é um tormento
Felicidade, uma piada
Sua alma, cismou dela
Cismou o seu coração
Quebrou-se o encanto por ela
Desabou sua ilusão
Já debilitado sentiu
Os passos ferais da morte
Na aflição que surgiu
No ludíbrio da sorte
A custo exprime o que sente
Inóspita praia adentrou
Cruéis vagas ele pressente
Sem ela nos braços ... chorou !
* ódio; raiva
II
Sua alma verteu prantos,
Lágrimas de muita dor,
Derramados eram tantos
Quão grande foi o amor
Toda chama foi apagada
Na taça da desventura
Tem outro amor na parada
Hoje. É, de outra criatura
Nos braços de outro, talvez
Sossegue o seu coração
Que não teve a altivez
De cumprir sua missão
Erguendo os olhos aos céus
Procura apagar sua imagem
Domar os instintos seus
Difícil como um selvagem
Procura embalde esquecer
O mar em que se perdeu
Deste modo, melhor morrer
Já que a derrota venceu
Abismo profundo e insano
Que abala os céus e a mente
Só um esforço inumano
A tal ofensa consente !
São Paulo, 08/02/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 626
Voltei
Voltei ...
Voltei, como volta a primavera,
Como volta a luz de cada dia
Voltei, para dizer-te o que queria
Pois, falar de amor, não é quimera.
Dizer que amar-te-ei, por toda a vida
Seja na tristeza, ou na alegria,
Voltei, para falar o que queria
Que não te pude falar na partida.
Voltei, com o coração cheio de amor
Cheio de esperança, sorriso em flor
Como a primavera que é capaz
De florir os prados e serranias
Voltei, para amar-te todos os dias
Fazer-te feliz e amar-te em paz !
Porangaba, 31/01/2013
Armando A. C. Garcia
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Voltei, como volta a primavera,
Como volta a luz de cada dia
Voltei, para dizer-te o que queria
Pois, falar de amor, não é quimera.
Dizer que amar-te-ei, por toda a vida
Seja na tristeza, ou na alegria,
Voltei, para falar o que queria
Que não te pude falar na partida.
Voltei, com o coração cheio de amor
Cheio de esperança, sorriso em flor
Como a primavera que é capaz
De florir os prados e serranias
Voltei, para amar-te todos os dias
Fazer-te feliz e amar-te em paz !
Porangaba, 31/01/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 609
A idéia
A idéia
De que *absconsa estrela ela provém
Essa luz de incógnitos pensamentos
Que percorre nosso cérebro num vaivém
E misteriosa lança-nos a **barlaventos
Será que ela vem do incógnito psique
Da cripta escura da torre de marfim
Ou será que a idéia é o alambique
Que destila ação e emoção por fim
Ela, poderá ser nobre ou ignóbil
Espontânea, vil, livre ou natural
Maravilhosa ou de capcioso ardil
Porém, quando ela do além provém
Traz em si a graça e a leveza sem igual
Que só Deus nos pode dar e mais ninguém !
São Paulo, 26/11/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
* estrela que se oculta ao por do sol: pequena lâmpada
velada
** direção de onde sopra o vento
De que *absconsa estrela ela provém
Essa luz de incógnitos pensamentos
Que percorre nosso cérebro num vaivém
E misteriosa lança-nos a **barlaventos
Será que ela vem do incógnito psique
Da cripta escura da torre de marfim
Ou será que a idéia é o alambique
Que destila ação e emoção por fim
Ela, poderá ser nobre ou ignóbil
Espontânea, vil, livre ou natural
Maravilhosa ou de capcioso ardil
Porém, quando ela do além provém
Traz em si a graça e a leveza sem igual
Que só Deus nos pode dar e mais ninguém !
São Paulo, 26/11/2012
Armando A. C. Garcia
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* estrela que se oculta ao por do sol: pequena lâmpada
velada
** direção de onde sopra o vento
👁️ 664
Homenagem a São Paulo (replay)
Homenagem a São Paulo (replay)
A ti não chegaram às caravelas,
Mas de ti, partiram bandeirantes.
Como centro financeiro abres velas
Singrando o Brasil e America do Sul
És uma das mais globalizadas
Cidades no cenário mundial
Tua pujança, e luta das arcadas
São destemor e audácia sem igual
Teu povo, miscigenação de raças
Esculpindo ao mundo novas gentes
Longas ruas, jardins e praças
Repletas de arranha céus imponentes
No emaranhado, contrastas briosa
Com favelas que ninguém ousa falar
Por São Paulo ser grande e majestosa
És a locomotiva que roda sem parar
Berço do trabalho e da cultura
Acolhes o migrante e o estrangeiro
Dás esperança aquele que te procura
E teu povo, é um povo hospitaleiro
Tua marcha triunfal o Anchieta
Do além, certamente consagrou
Não foste traçada em prancheta
A força do destino te edificou
És o gigante, deste imenso país
Teu progresso está no imenso sucesso
E neste dia vinte e cinco de janeiro
Milhões de beijos ao teu povo hospitaleiro
Porangaba, 24/01/2012
Armando A. C. Garcia
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A ti não chegaram às caravelas,
Mas de ti, partiram bandeirantes.
Como centro financeiro abres velas
Singrando o Brasil e America do Sul
És uma das mais globalizadas
Cidades no cenário mundial
Tua pujança, e luta das arcadas
São destemor e audácia sem igual
Teu povo, miscigenação de raças
Esculpindo ao mundo novas gentes
Longas ruas, jardins e praças
Repletas de arranha céus imponentes
No emaranhado, contrastas briosa
Com favelas que ninguém ousa falar
Por São Paulo ser grande e majestosa
És a locomotiva que roda sem parar
Berço do trabalho e da cultura
Acolhes o migrante e o estrangeiro
Dás esperança aquele que te procura
E teu povo, é um povo hospitaleiro
Tua marcha triunfal o Anchieta
Do além, certamente consagrou
Não foste traçada em prancheta
A força do destino te edificou
És o gigante, deste imenso país
Teu progresso está no imenso sucesso
E neste dia vinte e cinco de janeiro
Milhões de beijos ao teu povo hospitaleiro
Porangaba, 24/01/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 569
Será que !
Será que !
Será que, o abstrato transcende as aparências
Ou estas sobrepõem-se ao contemplativo
Dos elementos que compõem as preferências
Que a mente, produz à nossa insistência
Será, que a obstinação de nossos pensamentos
A caminhos insólitos nos conduzem
Será! Que a concepção não tem entendimentos
Para analisar as fantasias que seduzem ?
Será, que as essências hibridas aninhadas
No âmago de nossos corações. Lá vão,
Deixando as vis solidões disfarçadas
No abstrata interseção dos desejos
Sonhos que nas ondas do mar se vão
De modo frenético, aos primeiros lampejos.
São Paulo, 22/01/2013
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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