Lista de Poemas
Não tive tempo de te amar
Não tive tempo de te amar
Eu vejo que não tive tempo,
Não tive tempo, de te amar
Agora, passo meu tempo,
Do tanto que tenho, a chorar !
Sobra-me tempo agora
Do tempo que eu não tinha,
Que eu faço com ele agora,
Se agora tu, não és minha !
Os dias eram pequenos
Quando tempo, eu não tinha
Agora eles são um veneno
Quando chega a tardinha
Na lentidão se arrastam
Segundos, minutos, horas
As pingas já não me bastam
Pra saudade ir embora ...
O tempo que era curto
Agora, encompridou
Igual repentino surto
Minha alma aniquilou
E como passar o tempo
Na marasma lentidão
Até parece contratempo
Ou falha na abstração !
São Paulo, 18/06/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Em Defesa de Jesus !
Em Defesa de Jesus !
Até hoje, o Bom Jesus
É maltratado e ofendido
Pior que a morte na cruz
É dizê-lo gay, pelo assumido.
Imputar-lhe tal desonra
Só néscio, pode fazê-lo,
ELE, que pautou pela honra,
A retidão e o desvelo.
É querer justificar
Sua conduta imoral,
Contrária a acasalar
Macho e fêmea animal.
Demasiado obscuro
Este seu procedimento,
Somente um ser imaturo
Teria tal comportamento,
Se todos compartilhassem
Da conduta libertina,
Talvez os seres acabassem,
- Sem a criação Divina !
Sem direito a defesa
Foi julgado à revelia
Se encarnado, com certeza
ELE próprio, defender-se-ia.
Que me diz disso, senhor Gay
Que crucificou sem sentença,
Pior que aquele tempo, tua lei.
-Receberás a recompensa.
Porangaba,06/06/2015
ArmandoA. C. Garcia
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Olá,JusBrasileiro
Jesus,hoje, seria gay. E você o desprezaria
Por:Leonardo Sakamoto É possível perceber uma diminuição no apoio popular à efetivação de determinados direitos por con...
CamilaVaz - 04 de Junho de 2015
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Esta noite acordei exatamente à zero hora e não pude dormir por não ter-me manifestado em defesa do amado Jesus, após ler o artigo titulado acima.Levantei e escrevi a defesa que você acaba de ler. Em seguida fui para postá-la no JUSBRASILEIRO, onde indevidamente, por Camila Vaz havia sido postado, o artigo de Leonardo Sakamoto. Felizmente, foi tarde de mais, pois o artigo acabara de ser removido do site do JUSBRASILEIRO, não irei reproduzi-lo, mas se você tiver coragem pode acessar o blog desse tal Leonardo Sakamoto.
Como precioso diamante ... Brasil !
Comoprecioso diamante
...Brasil !
Comoprecioso diamante
Deum valor incalculável
É-nosdesviado a jusante
Nafilosofia *inoculável
Apropagar-se por contágio
Emnosso meio cultural
Estranhaforma de pedágio
Destapolítica nacional !
Nãoé novidade pra ninguém
Tãogrande falta de estrutura
Motivode estarmos aquém
Deuma extremada cultura
Ogoverno emite títulos
Nataxa de onze por cento ao ano
Paraemprestar por capítulos
Aseis por cento. Cinco, é dano
Nafrágil contabilidade
Deempréstimos às empreiteiras,
E emtamanha liberalidade
Faza limpa em nossas carteiras
Prafazer obras, sabe aonde?
EmCuba, Panamá, Uruguai
Argentina,Equador, Bolívia
Venezuela,Peru, uai ....
Moçambique,e Nicaraguá
Enosso dinheiro, assim se esvai
Semsaber se ele tem retorno
E aperda na captação. Não cai.
Nateia de **peitas ou suborno
Dessasempresas geniais
Qu’deviamdar emprego no entorno
Mantendono país os capitais
Aoinvés disso, vão financiar
Noexterior, com nosso capital
Ondeperdemos cinco por cento
Entrecaptação e empréstimo
Semsaber se o nosso dinheiro
Voltaráum dia pro Brasil
Bolíviadeu o golpe pioneiro
Emesmo assim, lhe fomos dúctil
DeCuba, nem preciso falar
Porser fruta da mesma uva
Semretorno, por lá vai ficar
Noninho da formiga saúva
Osfinanciamentos são feitos
PeloBNDS às empreiteiras
Prafazerem obras noutros leitos
Decamarilhas estrangeiras
Considerandoa vulnerabilidade
Dosfinanciamentos concedidos
Nocalote não têm responsabilidade
Visamapenas lucros auferidos
Nopaís que desmandos consente,
Faltagrana, que vai pro estrangeiro,
Nasaúde e segurança, ausente
Naeducação... um nevoeiro !
Edesse desmando gritante
Seráque um dia volta o dinheiro
Muiprecioso e tão importante
Comoa água, o é ao bombeiro
Odinheiro que o BNDS empresta
Deveriasó ser para obras aqui
Fazê-lasnoutro país, não presta
Porquea conta, recai donde flui
Mãotenho o condão de pitonisa
Maso bilhão e seiscentos a Cuba
Eudigo, sem sombra de guisa
Serácalote, que o governo entuba !
Descubra...de calote em calote
Quempagará a conta ao final,
Tue eu, já sofremos o bote
Nointolerável imposto abissal
Estarrecedoramentese constata
Atriste situação do país,
Estáassando a nossa batata
...Pudemos tapar o nariz .
Coloqueigasolina, e pude ver
Alíquotad’imposto debitado
Quarentae sete e noventa e três
Pagamosna nota, a cada vez
Queabastecemos o veículo,
Essaalíquota nos é cobrada
Mesmoque seja um triciclo,
Tambémele, não tem escapada!
Aminha alma caiu aos pés
Aoolhar a nota explicativa
Quarentae sete e noventa e três
Prapagar conta executiva
Eviva o Brasil de arapucas
Queo povo, as contas pagará
Masse ele entrar em sinucas
Logo,logo as amargará
Omesmo não acontecerá
Comos ilustres do Lava-Jato
Quemde nós viver, então verá,
Elessão espertos que nem rato !
Aexemplo, temos o mensalão
Quasetodo mundo já na rua
Pensoque compensa ser ladrão
NestePaís da falcatrua !
*difundida;transmitida
**dádivafeita com o intento de subornar
São Paulo, 09/03/2015
Armando A. C. Garcia
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MULHER !...
MULHER !...
(Replay)
Tu és um misto de ternura
A imagem que emoldura
A alma e o coração
Tu és a anônima obreira
Mãe, mulher e companheira
Que levanta ao sol nascer
Numa luta de coragem
Tu és a prima imagem
És o esteio do lar
Todos buscam teu abrigo
Pois todos contam contigo
Para a palavra final
És a rainha do lar
E nunca deixas faltar
O equilíbrio e a razão
Labutas em desigual
Tua razão principal
Em tudo está presente
Dás duro o dia inteiro
Em casa e no canteiro
A realidade confundes
Tens a tarefa dobrada
Nunca te dizes cansada
Nem negas o teu amor
Mulher que fala e faz
Dá conta e é capaz
De ser mãe e companheira
Na tristeza ou na alegria
No amor ou na folia
O corpo exausto! Só..
Mulher, mãe ou namorada
És eterna apaixonada
A amante insana, a viver!
Mulher de vários talentos
Não ouças os meus lamentos
Neste dia a ti consagrado
És espelho da candura
Refletes a formosura
Dizes ao mundo quem és !
São Paulo, 07 de março de 2005 (data dacriação)
Armando A. C. Garcia
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HOMENAGEM AO DIA DA MULHER - Aceitem minhas desculpas por não produzir um textonovo, na verdade não o faço, porque para mim ele é perfeito. Sem narcisismo.Abraços poéticos no vosso dia. Armando A. C.Garcia
Como precioso diamante ... Brasil !
Como precioso diamante
...Brasil !
Como precioso diamante
De um valor incalculável
É-nos desviado a jusante
Na filosofia *inoculável
A propagar-se por contágio
Em nosso meio cultural
Estranha forma de pedágio
Desta política nacional !
Não é novidade pra ninguém
Tão grande falta de estrutura
Motivo de estarmos aquém
De uma extremada cultura
O governo emite títulos
Na taxa de onze por cento ao ano
Para emprestar por capítulos
A seis por cento. Cinco, é dano
Na frágil contabilidade
De empréstimos às empreiteiras,
E em tamanha liberalidade
Faz a limpa em nossas carteiras
Pra fazer obras, sabe aonde?
Em Cuba, Panamá, Uruguai
Argentina,Equador, Bolívia
Venezuela,Peru, uai ....
Moçambique, e Nicaraguá
E nosso dinheiro, assim se esvai
Sem saber se ele tem retorno
E aperda na captação. Não cai.
Na teia de **peitas ou suborno
Dessas empresas geniais
Qu’deviam dar emprego no entorno
Mantendo no país os capitais
Ao invés disso, vão financiar
No exterior, com nosso capital
Onde perdemos cinco por cento
Entre captação e empréstimo
Sem saber se o nosso dinheiro
Voltará um dia pro Brasil
Bolívia deu o golpe pioneiro
E mesmo assim, lhe fomos dúctil
De Cuba, nem preciso falar
Por ser fruta da mesma uva
Sem retorno, por lá vai ficar
No ninho da formiga saúva
Os financiamentos são feitos
Pelo BNDS às empreiteiras
Pra fazerem obras noutros leitos
De camarilhas estrangeiras
Considerando a vulnerabilidade
Dos financiamentos concedidos
No calote não têm responsabilidade
Visam apenas lucros auferidos
No país que desmandos consente,
Falta grana, que vai pro estrangeiro,
Na saúde e segurança, ausente
Na educação... um nevoeiro !
E desse desmando gritante
Será que um dia volta o dinheiro
Mui precioso e tão importante
Como a água, o é ao bombeiro
O dinheiro que o BNDS empresta
Deveria só ser para obras aqui
Fazê-las noutro país, não presta
Porque a conta, recai donde flui
Não tenho o condão de pitonisa
Mas o bilhão e seiscentos a Cuba
Eu digo, sem sombra de guisa
Será calote, que o governo entuba !
Descubra...de calote em calote
Quem pagará a conta ao final,
Tu e eu, já sofremos o bote
No intolerável imposto abissal
Estarrecedor a mente se constata
A triste situação do país,
Está assando a nossa batata
...Pudemos tapar o nariz .
Coloquei gasolina, e pude ver
Alíquota d’imposto debitado
Quarenta e sete e noventa e três
Pagamos na nota, a cada vez
Que abastecemos o veículo,
Essa alíquota nos é cobrada
Mesmo que seja um triciclo,
Também ele, não tem escapada!
A minha alma caiu aos pés
Ao olhar a nota explicativa
Quarenta e sete e noventa e três
Pra pagar conta executiva
E viva o Brasil de arapucas
Que o povo, as contas pagará
Mas se ele entrar em sinucas
Logo, logo as amargará
O mesmo não acontecerá
Com os ilustres do Lava-Jato
Quem de nós viver, então verá,
Eles são espertos que nem rato !
A exemplo, temos o mensalão
Quase todo mundo já na rua
Penso que compensa ser ladrão
Neste País da falcatrua !
*difundida;transmitida
**dádivafeita com o intento de subornar
São Paulo, 09/03/2015
Armando A. C. Garcia
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Borboletas no jasmim !
Borboletas no jasmim !
Cirandam as borboletas no jardim,
Nos dependurados cachos de jasmim,
Tua alma escondida a assistir
O adejar apaixonado, a perquirir.
O mundo, é cheio de beleza natura
Tornando a terra azul, lá da altura,
Nas coisas singelas a formosura
À noite escura... a lua, empresta alvura !
- Janelas abertas aos corações
Levando ao alto as suas orações
Numa prece, em que o brilho da alma
Ascende, do planeta azul, ao céu
No sorriso das flores, está o véu
Que após a tempestade, te acalma.
São Paulo, 25/02/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Você sabe o que é leniência?
Você sabe oque é leniência?
Então leia
Você sabe o que é *leniência?
A que corrói nossa paciência,
E nosso governo bonzinho
Quer dar cheio de carinho
Às empreiteiras, coitadas...
Pelas poucas retiradas
Do erário da nação
Que quase falem a União
É tanta e tanta a *leniência
Que a gente perde a paciência
Com o governo da acessão
Querendo ajudar o ladrão,
Que deixou a Petrobrás
...A remar, só para trás
Após bilhões de reais
Tirar dos cofres nacionais
Agora, o governo tem pena
E com leniência as condena...
Com empréstimos, a juro baixo
Como se estivesse debaixo
Das empresas contratadas,
E do roubo desculpadas
Vez que as quer socorrer
Para as vilãs, não perder !...
Não sei qual a intenção
De socorrer o ladrão
Que ao invés de afastá-lo
Faz ... é acariciá-lo.
Neste jogo incompreensível
Tudo ou nada imprevisível,
Misterioso enigmático
De político matemático
É conturbada a paciência
Com a tal de leniência
Que significa brandura
Assim, se muda a figura
Daquele que sendo ladrão
Passa a ser um cidadão
Honesto, probo, correto
De baixo do mesmo teto.
E o pobre trabalhador
Encharcado de suor
Não tem água para o banho
E produz, a pouco ganho
Dele, o governo não lembra,
Mas ele sim, pode quebrar.
As empresas denunciadas
Não devem ser amparadas,
Às custas da sociedade
Isso é uma disparidade
E um dispêndio também
A um filho, de ninguém !
Se ás nossas custas, socorridas
Com leniências concedidas
Como de um pai para o filho.
- Malandro, aperta o gatilho!
São Paulo, 04/03/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
*brandura; suavidade; doçura; mansidão
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Do outro lado da cruz
Do outro lado da cruz
Do outro lado da cruz
Gemia a mãe de Jesus
Numa dor alucinante
Como se, no mesmo instante
A lança qu’filho perfura
Atingisse sua figura.
Tamanha era a aflição
Do seu pobre coração !
A dor, pra si transfigura
Assim, a frágil criatura
Sofre os escárnios também
Infligidos ao filho. E a mãe,
Sente na carne as agruras
Do corpo tinto de púrpura
Exangue, débil, exausto
Do filho em holocausto !
São Paulo, 22-02-2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Abandonado !
Abandonado!
Meu coração só tem lágrimas
Que vertem sem fluir
Tantas foram as manhãs
Sem olhar o teu sorrir
Diante de minha tristeza
Ao abandono esquecido
Nem tu, tiveste a nobreza,
De salvar este perdido.
Nos soluços, consumido
Pelo infortúnio no amor
Meu coração dolorido
Fenece do dissabor
Chora o passado e o presente
Dia e noite, noite e dia
De teu amor estar ausente
São suspiros de agonia !
De que vale o sofrimento
Se nada tem que iguale,
Aninhar meu pensamento
À quentura do teu xale !
São Paulo, 23/02/2015 (data dacriação)
Armando A. C. Garcia
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Eterno Anseio !
Eternoanseio ! Quandoteu peito a saudade chamuscar Nasimbiose substância do clamor Vemcompartilhar a emoção, amor Qu’eminstante algum te deixarei faltar Ecomo uma pluma a flutuar no ar Osteus lábios sentirão todo ardor Queferve em meu peito interior Nadimensão de tanto te desejar Eternamente,num eterno anseio Semprea te cobiçar, e nem sei porquê Nosdementes desejos, vejo só você Euquero, que esse sonho, altivo e forte Decididamente,marque minha sorte E dê-meteu amor, que a tudo sobreveio ! São Paulo, 24/02/2015 (data dacriação) Armando A. C. Garcia Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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