Lista de Poemas
[O Outro]
Muitas dessas pessoas devem sentir o que eu sinto esse sentimento de inadequação, esse não-pertencimento
(talvez, todos juntos, num grande abraço da cidade inteira, no meio da rota do planeta pelo universo, num momento diante do sol, nos ajudaria)
Uma amiga diz que é a vista embaçada, não ver
o seio...
Eu não sou escritor. Não sou poeta. Não sou artista. O artista é aquele que se utiliza da linguagem para criar mensagens, conteúdos, novos significados. Eu sou uma pessoa que se utiliza desesperadamente da linguagem para criar-me a mim mesmo, para outorgar conteúdo e significado a mim mesmo. Quando e se alcançar meu objetivo, não precisarei mais escrever. Não sou um poeta, não sou um escritor, não, não sou um artista.
E às vezes viver é um mar de doçura.
Vontade de vadiar o dia todo
Eu sempre quis que uma mulher se apaixonasse por mim
(mulher)
Eu sou alguém que não sabe quem é e tenta se inventar com palavras, fora esse esforço, sou mudo—isso é ser poeta?
Sou um homem quebrado.
Talvez de alguma forma mais humano
Que todos os outros homens, funcionando.
Eu não sou teu inimigo
Sou apenas outro.
Uma voz tentando dizer alguma coisa.
Na escuridão—ou na luz
Tão ofuscante que cega—na escuridão.
Alguém tentando nascer.
Talvez uma menina.
Talvez um menino. Algo de bom
Algo de gentil. Talvez uma flor...
Para ser cuidada. Poderia ser sua filha
Poderia ser
Seu maior sonho de amor.
A poesia serve para desmascarar.
[Filtros]
muito filtro, entre eu e a vida.
Mas uma vida humana não é justamente a experiência desses
filtros?
A vida—experiência absurda—não é sempre necessariamente
mediada?
A vida humana só é se mediada.
Somos todos vazios,
Sem existência fixa.
A gente vai sempre virando
apenas mais uma vida,
perdida
ARRISCAR TUDO
Todos os recursos
Concentrar todos os esforços
Lançar tudo fora
Um homem deve dedicar sua vida àquilo pelo qual se esquece
se perde
diante do abismo
pisa
no vazio
Nada tem sentido
Tudo é um fim em si mesmo.
Derreter no coração todos os sentidos.
Nesta terra não há jardim que não tenha sido construído sobre os quintos dos infernos.
A pessoa nunca é em termos absolutos. Nenhum de nós é.
Somos sempre em termos relativos. Em relação ao outro: espelhos uns dos outros. Poderíamos ser qualquer um de nós.
Isso é ser livre?
Toda pessoa que se preze é uma fracassada.
Na Noruega há um Joe Doe que passa os dias olhando pela janela a neve cair, sem vontade de sair de casa. Ele teria coisas para fazer, responder emails e telefonemas, o trabalho se acumulando. Eu não me importo com isso, não o julgo, não o condeno. Acho que ele tem todo o tempo do mundo, o direito a todo esse tempo: não sinto ansiedade, nem culpa, não me envolvo. Agora eu sou esse Joe Doe no Rio de Janeiro:
No meio da tarde, levanto e saio: nada realmente para fazer, apenas a atração pela luz e pelo abismo. Apenas o descaso pelo falatório.
[Essa é a imagem da minha vida].
Mas não saio com a experiência de um vazio interno, um oco. Não é para o exílio que saio, e sim para a VIDA. Agora, quando saio, carrego o mundo comigo: sou eu o vivo, são eles os mortos.
[Não. O Amor nos une a todos: somos todos vivos e mortos: homo caritas est].
[Abgrund]
Tout enfant, j’ai senti dans mon coeur deux sentiments
contradictoires: l’horreur de la vie et l’extase de la vie.
Abyssus infinitudinis
Imagino usar sempre um hábito azul.
Caitanya Atman
Tudo é consciência
Caitanya Caitanya
A poesia em chamas
incapaz de explicar sua própria estranheza
[Poesia]
Arrombar a roda da linguagem.
UM DIA EU SILENCIO
Eu confundo vida e morte?
A morte não é.
Volta: um salto para a terra.
A linguagem são todas as máscaras.
O silêncio profundo é essa balbúrdia.
Poesia:
Eu me enlaço com o mundo pelo amor.
O prazer aos porcos, eu quero o amor.
Tudo o que está acontecendo não está acontecendo comigo.
(escrevo no escuro, olhos atentos, sem enxergar nada
no leito do papel
sombras)
Abyssus infinitudinis
A sensação de que todo o meu dia—toda a minha vida—está sendo mastigada, na boca, e depois regurgitada: enfim apta para ser vivida.
como se purificada, humanizada, feita ouro
Em casa, uma coleção de bocas
dentes
pernas
olhos
(a coisa mais linda
são olhos de gente)
ninguém de fato existe—fragmentos
coletados
colados por algum tempo, só aparência
o conteúdo é sempre o mesmo
cacos de espelho
o mundo inteiro meu espelho
eu não sou inteligente.
A inteligência é que pousa em mim, pensando.
O pensamento é que se pensa.
Sou todas as Consciências.
Doidivanas
Indivíduo imprudente, estouvado; adoidado, doidelo, girolas.
E agora?
Cala a boca e trabalha.
[Cala a boca e ama]
Ímpar
nem cachorro, nem demônio
nada
que tenha par
estranho
e no entanto anda
e fala
[Equilibrista]
É aqui onde eu queria chegar: quanto mais específico se torna o meu saber do mundo, mais levantam-se hipóteses de especificidades totalmente outras e mais aumenta minha convicção da miséria de tal especificidade observada.
O que me espanta é que a maioria acredita no jogo que está jogando, não percebe que se trata de um imenso teatro de um Deus ... nada maléfico, que apenas está nos dando pistas para sair de seu labirinto. Inclusive todos me fornecem pistas para sair do labirinto, todos e tudo. Mas você é um dos que encontrei que mais tem consciência, contudo, de que tudo isso é um teatro labiríntico ou um labirinto teatral.
Quando a gente fica mais madura, fica um pouco horrorizada quando pensa como éramos inconseqüentes, como brincamos de equilibrista à beira do precipício. Olhando para trás, pensamos: somente nossa inocência pode ter nos salvado do desastre.
Como é uma vida nova, receio perdê-la. Receio assustar-me, preocupar-me, angustiar-me, cair em ansiedade—como se para salvar-me eu viesse a botar tudo a perder. Então quero proteger este meu reino interior recém alcançado. Quero protegê-lo e não quero fazer nada, com medo de precipitar-me. Só quero me guiar pelo amor, e dele não quero me afastar—mesmo que pareça que naufragarei contra os rochedos.
Não quero ser útil, não quero produzir, quero apenas ser e amar. Apenas amar.
A verdade é que sempre aspirei à derrota. Sempre busquei a derrota— flertei com o fracasso; o fracasso sempre me seduziu. O fracasso como método de ascese.
Peixe arredio, criatura das profundezas e das madrugadas,
Conformada com amores apenas prometidos,
países maravilhosos para não serem visitados,
vida apenas se for em versos:
Esta sou eu, por dentro e por fora. Meu querido,
Durante as noites tenho tido sonhos que revelam o mundo interior, que descolam a identidade do corpo, que me mergulham no que há aquém da linguagem.
A parte também é infinita, porque o todo é infinito.
(Ao invés de nada, tudo)
Tem muita visceralidade, uma visão do fenômeno poético vinculada à decomposição escatológica da linguagem.
Esse é o diário de um suicida.
Eu sou a cor dourada.
Invente um projeto doido para sua vida:
Gigantesco, Insensato.
[Abelhas]
Ele é apenas uma sombra, no fundo, seu medo tem fundamento. Intui que não existe, sabe que vai morrer. Quem existe sou eu: não mais a Morte, mas a Bem-Aventurança.
A pessoa viva deseja. A morta ama.
Eu sou sempre-viva porque todos os dias me despedaço por ele.
Todos os dias bebo meu próprio sangue por ele. Você se sacrificaria por mim?
Mais cedo ou mais tarde, tem um dia em que o teto cai, a gente rola para dentro do próprio ralo. Minha amiga: eu fico aqui, de boca aberta, esperando, torcendo. Você terá coragem de passar por esse ralo? Você vem jorrar em minha boca?
Eu não escrevo poemas; eu sou um poema. Eu escrevo pessoas. Por exemplo, agora, estou escrevendo você.
Enquanto você se transforma em palavras, eu te transformo em pessoa. Sei que é difícil de entender, mas é assim mesmo. Você é como um molde de cera, um equilíbrio de passagem. Assim que esvaziarse toda em palavra e seu frágil molde derreter pelo meu fogo, vai perceber surpresa que em seu lugar você agora é: ouro. Vida nova.
Vida viva. Ouro aéreo: luz: o universo iluminado. Vai se sentir virada do avesso. Grata: esse trabalho quem faz sou eu.
Mas é preciso que você queira. É preciso que você me deseje obscenamente. Venha, minha amiga, sejamos cachorras.
Não se assuste. Minha função é pôr a mão na sua caixa de marimbondos. Libertar suas abelhas vermelhas, ferozes. Você multiplicada, dividida, em milhões de abelhas douradas pelo espaço aberto. Você suportará seu próprio zumbir?
Eu posso perfeitamente mastigar abelhas vivas. Quer ver?
Rosa Ao Crepúsculo
Essa moça tem pernas e coxas e braços e, sobretudo, uma barriga. E dentro da barriga ela
tem um estômago. E tudo isso me comove e me faz escrever sobre ela.
Porque escrever sobre ela é escrever sobre mim.
E eu rezo—eu rezo mesmo—para poder escrever sobre mim.
É que eu preciso, mas tenho medo.
Mas eu escrevo.
E escrevo sobre mim escrevendo sobre a moça.
Que sou eu.
Que nem nome tem.
Mas que tem cabelos e pernas, e cabelos nas pernas, e um calcanhar que dói depois de tanto
andar no sapato vermelho de salto.
Meu Deus, ela é completa!
Ela tem um calcanhar.
E agora queria me ajoelhar e beijar seu calcanhar.
Seu calcanhar duro e machucado.
Ela é pobre.
Ela está no ponto de ônibus, parada.
São seis horas da tarde, mais ou menos.
Eu a encontro no ponto de ônibus, parada.
Eu sou um homem bonito.
Eu estou segurando uma pasta.
O dia está bonito e se acaba.
Há algumas pessoas no ponto de ônibus.
Ela dá um passo à frente, como se fosse averiguar se seu ônibus está chegando—mas é
fingimento dela—e recua e vem a mim e pergunta se o Lapa já passou.
(Respiro aliviado.
Já escrevi o bastante para deixar de sentir angústia.)
Ela me perguntou isso e ficou lá, atrás dos seus olhos amarelos, esperando resposta.
Dejetos
é pela palavra.
Mas o SOLTO é mudo.
Todo esse esforço de linguagem:
mais próximo da página
do que supúnhamos.
Salto
da linguagem:
não-falo.
Como o fogo deixa cinzas,
deixo esses versos.
A poesia: dejetos.
[Flores]
Desde que morri, não tenho vontade de fazer nada.
Que eu saiba, não há nenhum caso na família.
Não tenho que ser: Sou.
Fui longe demais para voltar.
Se você espera, você espera para sempre.
É preciso estar presente, mas não apegado.
É preciso que a linguagem não agarre.
Vou repetindo: espaço, espaço chamado sala, espaço chamado quarto, objeto no espaço chamado cama, objeto no espaço chamado cortina, objeto sobre objeto no espaço chamado livro, livro sobre mesa que esta mão (minha) levanta...
Há em mim uma zona de cegueira, de cansaço, de descaso.
minha mão—minha—meu, mão
eu sou eu mesmo sem minha mão?
Deve ser muito doido ser gente.
Tem gente que demora muito para nascer.
Já é hora de me tornar quem realmente sou.
Dei de dormir com a luz acesa.
Assim, enquanto durmo, minha mente parece acesa.
É minha a luz acesa.
Desconfio que seja.
Eu sou você?
Preencher completamente a minha forma—viver ao máximo.
Melhor perder todos os medos.
A poesia está além do dia.
O homem não nasce, passa a vida nascendo.
Há flores que desabrocham no outono, no inverno.
Palavras dão corpo.
[Tento-Carolina]
Meu Deus, está tudo pegando fogo
É da minha ferida que escorre o meu Amor
Prestar atenção nos vazios, nos imensos vazios que existem entre
todas as pessoas, os momentos, as palavras, as coisas.
Praticamente tudo é vazio
Só dias maravilhosos?
Encantei-me por uma árvore em frente ao
templo de Shiva. Era uma árvore comum, mas
com extraordinárias pequenas sementes
vermelhas que salpicavam o chão. Vivas,
lustrosas, rijas. Peguei um punhado e as trouxe
para cá; coloquei algumas numa pequena caixa
de mármore incrustado de pedras para Lakshmi.
No mês passado, caminhando na rua que sobe o
morro, encontrei as mesmas sementes! E apenas
hoje percebi e comprovei que a árvore no quintal
do prédio diante da minha janela (ao lado da
mangueira, perto da buganvília) é ela. A menos
de 10 metros da minha janela, da minha cama.
Como nascem dentro de cachos espiralados que
só se abrem no chão, nunca percebi as sementes
antes. Mas agora, atento, vejo os pontos
vermelhos entre a folhagem.
bead tree, bois de condori, peacock
flower-fence, colales, coral bean tree,
culalis, false wili wili, falso-sândalo,
kaikes, la’aulopa,
lera, lerendamu, lopa, metekam, olhode-dragão, paina, pitipitio, pomea, red
sandalwood tree,
redbeadtree, segavé, telengtúngd,
telentundalel,
vaivai,
vaivainivavalangi,
tento-carolina
O mundo manifesto.
O amor é uma chama que deve consumir tudo,
mas em mim sendo facilmente extinguida pelos caminhões
de areia dos pensamentos e sentimentos cotidianos
desistir do plano, como parte da estratégia;
desistir da estratégia
Tudo é impuro e belo
Tudo é perfeito e imperfeito
(Senti-me o que sou, sem mais, uma pessoa entre outras, finita e autorizada)
Teria a coragem de dizer que não me sinto, freqüentemente, uma pessoa?
Viver no limite daquilo que me limita.
(ontem, na festa da Carol, me vi
novamente tomando atitudes herdadas da minha mãe, e pela
primeira vez não me senti ridícula e tola, mas me aceitei, aceitando
assim minha mãe, e, novamente, assim, me aceitando)
deixar de vir a ser para ser—o que sou
todo futuro já aconteceu
Alço o coração ao alto, os braços abertos—sei que Deus quer me ajudar.
Eu não quero a redenção; eu já sou redimida,
Vim aprender a amar
Ah, olhar transparente!
Maravilha das maravilhas
salva:
Deleitar-se com a vida
Depois de sacrificá-la
Amor de perdição
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No trajeto produziu centenas de desenhos, expostos em Sommerville, Boston e cidade do México. Formado em Estudos Hispânicos pela Universidade de Massachusetts, rejeitou bolsa de pós-graduação em Harvard para lançar-se novamente ao desconhecido.
Estudou na Espanha e na Índia, tendo vivido diversos anos num ashram de Siddha Yoga.
Como poeta publicou, entre outros, Aura (2AB, 1997), Asa (Velocípede, 1999), e Passeio (Record, 2001), com o qual recebeu a Bolsa da Fundação Biblioteca Nacional para obra em formação. Também é autor de Memórias e curiosidades do bairro de Laranjeiras, Avenida Rio Branco – um projeto de futuro e Praça Tiradentes – do império às origens da cultura popular.
Tradutor de dezenas de livros e artigos de filosofia, história e arte contemporânea, além de poetas de língua inglesa e espanhola.
Vive e trabalha no Rio de Janeiro.
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