Escritas

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Valter Bitencourt Júnior

Valter Bitencourt Júnior

Vezo

Furtarei a tua fragrância...
Sinto todos os dias
O teu aroma!...
Vou me banhar no teu corpo,
Todas as noites de jasmim!
Só para degustar o teu
Perfume.

Valter Bitencourt Júnior
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Vilma Oliveira

Vilma Oliveira

A LOUCURA

Meu olhar se desprende num minuto
A mente chamuscada em brasa...
Voa o pensamento e cria asas...!
No íntimo: solidão, saudade e luto!!

Corro numa derrocada louca!
Como se os dias não tivessem fim...
As noites vazias calam em mim
O último beijo teu na minha boca!

Quisera eternizar essa loucura
Numa torre nebulosa e escura
Nesse meu castelo de rainha;

Sem mais coroas, reis nem tronos,
Sem o desconsolo, esse abandono,
A sorrir todas as almas com a minha!

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POETA ALEXSANDRE SOARES DE LIMA

POETA ALEXSANDRE SOARES DE LIMA

ATIVIDADE



Ah, tem pessoas... Acreditem!
Que só conseguem viver uma vida feliz se recebem elogios.
Mas elas não sabem, na verdade,
Que esta vida não traz felicidade.
Porque a gente coloca os nossos sonhos
Nas mãos de outras pessoas
E só percebemos que somos capazes
Se alguém nos elogiar.
E não é por aí...
A certeza, o sonho de se concretizar a felicidade está em acreditar na gente.
Nós devemos ser o agente
E não viver na passividade,
Devemos ter atividade!
Atividade começa em acreditar em nós
Porque se você diz que Deus existe
E não acredita em você,
Então você vive uma vida
Que é impossível de se viver.
Você não vive uma vida,
Você a cada dia se lamenta...
Saia do lamento!
Olhe para você e se alegre
Com a paz da alma, a paz do firmamento
Dentro de si,
A glória de Deus em sua vida.
Deus quer te ver mais feliz
Com muito sucesso naquilo que você faz!
E não dependa dos elogios de ninguém!

( Autor: Poeta Alexsandre Soares de Lima).
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rianribeiro

rianribeiro

No regresso do mundo

Teus olhos, perdidos entre os meus, vai cortando os nevoeiros, afastando brumas.

Tudo é encanto, e em nós dois vamos nos traduzindo em amor.

No regresso do mundo, podemos descansar um no outro.

E chorar nossa dor pelos mesmos olhos. Amar pelo mesmo coração. E quando partir, ir com os mesmos pés. Morrer pelo mesmo corpo. Sangrar pela mesma pele.
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laertgoulart

laertgoulart

Me parece estranho

Me parece estranho,
como alguma coisa fora do lugar. 
Me parece estranho...
A intolerância à cultura de um povo,
uma etnia que já está inserida
na formação desse povo,
povo que forma a mesma nação!
Me parece estranho,
algo que falta noção...
Me parece estranho,
um ataque a sua própria origem ...
Sendo quem é, e negar...
É negar a própria existência!
Disfarçado em doutrinas,
o diabo escreve torto
por linhas certas.
Me parece estranho.


Petrópolis 20/06/2020
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rianribeiro

rianribeiro

A todos os amigos

Quero, sim, que me amem, mas que amem sem pressa e sem medo, amem manso, e falem-me com entusiasmo sobre como é linda as flores na primavera. Quero que, me amando, se calem as vezes, e ao me verem triste não se afastem, não guardem nenhuma pena de mim por eu ser sozinho. E que, quando eu divagar, no meio de alguma conversa, não me repreendam nem julguem falso meu amor: outras vozes me chamam do mundo.
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tallesmedeiros

tallesmedeiros

Nuvens venusianas

Quando a madrugada chega, sinto que me comunico com o mais íntimo de mim mesma, os feixes de luzes da lua que sobre o telhado desajustado refletem sobre o espelho que está localizado no lado esquerdo da minha cama. O mesmo espelho que reflete  minh'alma, onde a luz e a escuridão conversam entre si. Ao lado do abajur está o meu cigarro—apenas um cigarro.Acendo pedindo aos astros para esquecê-la como quem implora mais uma chance para viver.Meu desalento é nítido . Meu coração está se rompendo,cada pedacinho é como um cristal que acabara de quebrar.
 No entanto,ainda acreditava no amor —mas ah!quem se apaixonaria por uma meretriz? o fato é que o amor correspondido não ficou para  todos os seres, somente aqueles escolhidos a dedo por Deus. Ainda assim, rogo, imploro e peço um pouco de compaixão a divindade —quero me sentir amada!Da minha cama eu sinto o frescor do vento tocando delicadamente sobre a minha pele, é um sinal de Deus.O telefone está tocando sobre a escrivaninha velha e de súbito dou um pulo da cama na esperança que fosse ela, entretanto, o amor decidiu da sua forma mais cruel dilacerar o meu coração que ainda insiste em bater.
  Desgraçadamente estou apaixonada, recordando o tempo em que passamos juntas sobre esta mesma cama que estou escrevendo agora, a mesma cama que ficou o seu cheiro de perfume francês.
  Nuvens venusianas derramem sobre mim uma intensa chuva rosada de amor. — Diana, tem compaixão pela tua devota, eu imploro!.Faço uma pequena oferenda para a deusa, fecho a janela do quarto e deito delicadamente sobre a cama com uma única certeza;  ela vai voltar.
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Paulo Faria

Paulo Faria

LÁGRIMAS DE SANGUE

Estranho este sentir...
Louca toda esta agonia,
Meu coração doí
Dele procedem flechas inflamadas,
Soltando lágrimas de sangue
Que vertem pelos olhos e pelas palavras.
De tanto querer doar
E não poder...
Dias e mais dias de amargura...
Ventos fortes sem direção
Cruzam nos meus caminhos.
As estrelas...
Derramam sementes da paixão,
Translucidas em um mar de solidão
De desejos e sonhos perdidos
Banhados numa tristeza sem fim.

In " Palavras Guardadas"
Paulo Faria
440
rianribeiro

rianribeiro

Como por ti não suspirar de amor

Teus braços teceram muros contra a dor

Tuas mãos morenas, são para mim mãos santas

Como por ti não suspirar de amor, quando teu corpo, no meu, se levanta?
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rianribeiro

rianribeiro

O teu amor fez-se semente em mim

O teu amor fez-se semente em mim, trazida pelo vento.

E as tuas raízes atravessaram meu peito, traduzindo-se na chuva.

Nossas almas se tocaram e confundiram-se, como se colocadas ao espelho.

E tu e eu era a mesma coisa, de modo que, a tua fala em mim, era a minha e teu gesto em meu corpo era o meu gesto.

E o nosso silêncio espalhado no mundo, era o jeito mais triste que tínhamos de ser.

Agora, quando as almas não mais se tocam e nao se confundem, quando as rosas não brotam ao fundo, tua fala descansa no meu peito, e tuas mãos abrem-se para o mundo.
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Ambrósia

Ambrósia

Teatro Familiar

Hora de acordar,
todos se levantam.
Mulher, ponha minha comida
pois não tenho mãos,
ou pernas,
ou o amor de palha que esvaiu
com o primeiro sinal de chuva.


Para dentro vai
o mais rápido possível
através da fenda:
Vitaminas, proteínas,
o que mais você tem?


Raiva.
A mulher tem raiva
mas é cristã,
fiel,
e um dia sonha em juntar sua cruz a de Jesus no céu.


Isto a faz aguentar,
continuar.
E as vezes em meio a noite
ou lavando os pratos
onde pode refletir.
Reflete.
E as vezes quando há muito tempo livre,
sonha.


E sonha.
Ecos distantes;
vozes familiares;
amor fraternal,
materno, puro.


Como o coração da Garota;
um espírito tímido,
a Flor em meio ao esgoto.
Não quer mais olhar afora;
de canto no cômodo,
um quarto escuro;
debaixo das cobertas:
Luz,
um mundo abafado da dor.
Nos cantos... Brota a Flor.
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Valter Bitencourt Júnior

Valter Bitencourt Júnior

Abismo, infinito

Tudo sai de si,
E a vida chuta
Desmancha-se de lágrimas
A única coisa
Que lhe resta.
Lágrimas! Lágrimas! Lágrimas!
Arde por dentro o coração.
Tudo corta deprimidamente
E o que vem a cabeça
A morte?
Você se encontra no esmo
É como uma pista
Em buracos
Desviando carros
Nessa vida tropeço
Em abismo
E caio no infinito.

Valter Bitencourt Júnior
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Valter Bitencourt Júnior

Valter Bitencourt Júnior

Geração

Bem vindo ao mundo
Suas primeiras palavras
- O choro...
Amamentou-se...
Bem vindo em casa
Sorria,
E assim aprendeu
A sorrir (que lindo!).
Não há mais boas vindas?
Já veio ao mundo!
(Amanhã e depois
Vai começar a sua história,
A nossa história... - Família)
O universo é uma escola
Imensa (boa sorte!).
Logo lhe jogam
No mundo
Para continuarem
Dando novas
Boas vindas.

Valter Bitencourt Júnior
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Paulo Sérgio Rosseto

Paulo Sérgio Rosseto

PORTO SEGURO

Disseram-me ser este
O berço histórico do Brasil
Um pedaço encantado de país
O enlace com as Américas
Num laço entre continentes
Lavado por um oceano de raízes

Seria mesmo o ninho da linhagem
A mãe que pariu um povo
Sofrido porem de insights felizes
Pois as caravelas não pararam aqui
Zarparam adentrando as terras
Velejaram entre as matas escuras
Esculpiram uma pátria inteira
De aldeias que tornaram cidades
O que antes era sertão
E as metrópoles tomaram espaços
Circundadas por rincões

Foram construídas as noites sertanejas
Estas repletas de heróis vilões de uma linguagem
E ímpares cheiros de presente e passado
Ainda que desprezemos a epifania
O progresso e nossa própria historia

Essa bacia de bordas de areia
Completa de agua de sal
Ostenta o brilho da lua
Ecoa as vozes do sol
Guarda os segredos das velas
Por onde estava eu e chegou Cabral
Quando então recoberta
Atrevia-se a estar desperta
Virgem, intacta, deserta
A orla inteira que lhe recobria

Nativos e visitantes
Punham os pés nas praias
Demarcaram-nas territórios seus
Foram-se dividindo aos pedaços
- Tantos para ti quase nada para mim
Fingíamos donos do ilusório escambo
Que desde outrem praticaram
Mea-culpa, praticamos

Essa minha geração até hoje
Demoramos a reconhecer que pecaram
Que pecamos sendo verdadeiros
Por atos fomos deixando-nos explorar, fenecer

Eu não sei onde se esconde essa gente
Mas sei por onde estiveram e vão
Se continuo íntegra, permaneço bela
Sou dessa aquarela a origem da nação
Miscigenados nos tornamos brasileiros!


www.psrosseto.com.br
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André Medeiros

André Medeiros

A Noite amanhece no pôr do sol.



 

Quando o sol se pôr

Te levarei uma cesta de flores de uma nova florada

Para desidratar tuas lágrimas.

 

Então as notícias serão melhores

O ar que respiramos mais leve,

E até mesmo o fim terá um gosto de recomeço.
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ERIMAR LOPES

ERIMAR LOPES

O MEU BOCADO DE AMOR SOB MEDIDA

Lindo ver a face da lua resplandecente em noite clara
Linda tua face que brilha e ofusca a lua rara
O que mais dizer de ti meu bem
Mulher que traz alegrias ao meu coração
Você que nas horas difíceis é o meu amparo na terra
Nunca desespera
Sempre firme
Sempre solícita
Dá o meu bocado de amor sob medida
Nunca falta
Nunca exagera
Como dose de remédio certo que cura a dor
Sua mansidão me acalma
Seus olhos humildes penetram minh'alma
E ela dorme doce e suavemente
Acolhida em teus braços no íntimo do teu seio.

Erimar Lopes.
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pensador

pensador

Hoje

Por partes que tudo seja vão 
Por partes que sejam nulas as minhas escolhas e decisões erradas
e ao tempo, que por partes se aproxime o fim
Por partes a minha vida se afoga em esperanças que por partes acredito concretizarem
E que nada de bom aconteça em partes; por partes também à isso receio
 
Limites existem
talvez sejam por partes que eu quero
O que tanto quero
Reavalio a vida diariamente 
E sei que por partes nada há de se concretizar, por mais que eu queira
Sonhos são esquecidos, se tornam utopias 
Desejos são massacrados pela falta de opções, oportunidades, dificuldades 
 
Breve acontecimento, o de imaginar de ao menos estar em um território neutro
Em minha mente, das cotidianas imaginações 
Que por partes me corroem, me destroem
E por inteiro minha vida é esquecida
 
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Grégor Carlos Marcondes

Grégor Carlos Marcondes

Beijos

BEIJOS

Há beijos que fogem da boca,
escorregam com calma,
deslizam pela medula,
e alcançam a palma da alma

Beijos sorrateiros,
de aspecto desejante,
misteriosos e vultosos,
de sabor errante,

Há beijos que são carne viva,
de lábios rubros de fogo,
Beijos que queimam o juízo,
e calam o último rogo,

Beijos inesperados,
embora cem vezes suplicados,
são espontâneos como a poesia,
e a paixão dos desesperados,

Há beijos que nos transportam,
para onde o corpo fica mais quente,
as palavras não alcançam,
e o tempo não se sente

Não importa a cor do destino,
não haverá no mundo,
ainda que cheio de desatino,
amor, sem um beijo perdido pelo caminho...
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laertgoulart

laertgoulart

Sonhei sonhos.

Sonhei que estava sonhando...
No sonho eu sonhava 
com um sonho recorrente...
Era como se já tivesse
sonhado aquele sonho!
Foram memórias,
fatos vividos apenas em sonhos
e,
a cada sonho,
relembrava sonhos 
que nunca haviam acontecido...
Foram lembranças...
Lembranças de sonhos que tive 
apenas quando estava sonhando!

Petrópolis 4/08/2020 - 2:27 a.m.
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laertgoulart

laertgoulart

Parado no meio da vida

Parado no meio da vida 
separo o tempo 
pra fitar o infinito,
não sei se vou 
ou se ele virá até mim. 
Palavras ditas em silêncio, 
uma voz que não é minha 
sussurra em pensamento 
vai me dizendo...
Me diz o que fiz,
o que não deveria ter feito,
me diz até o que não fiz...
Apenas escuto em silêncio,
aguardo ansioso
quando ela me dirá 
o que fazer...
Parado no meio da vida
já não me interessa 
se fui ao infinito,
ou se o infinito que veio a mim. 

Petropolis 20/06/2020. 
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laertgoulart

laertgoulart

Ansiedade 240620

No inverno desejo verão,
no verão desejo inverno,
são vontades...
É querer o que não tem. 
No frio querer calor,
no calor querer frio!
Quero experimentar sensações,
ter agora,
o que posso ter se esperar...
Mas não quero esperar!
Só quem sabe a diferença 
do frio e do calor 
pode compreender. 
Só quem tem a ansiedade 
de não se contentar 
com o que tem,
sabe o que é não ter...

Petropolis 24/06/2020
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Vilma Oliveira

Vilma Oliveira

SE EU MORRER AMANHÃ...

Se eu morrer amanhã
Ninguém irá se lembrar
Nada de mim irá restar
Nem a caridade cristã!

Irão todos festejar...
Ao lado do meu caixão
Num festim quase malsão
Irão sequer lamentar!

E, num acre deletério,
Levar-me-á ao cemitério,
Para o corpo enterrar;

Numa cova funda e fria,
Qual funerária sombria,
Para sempre irei ficar!
               II
Até que se complete inteira
Degeneração putrefata
O verme psicopata
Dessa terra carniceira...

Mastiga, engole, come,
Com apetite voraz...
Roendo os ossos, quer mais!
Mata a sede e a fome...

Na sombra dessa ossatura,
Jaz a treva mais escura,
Permanece a agonia;

Embora com a alma liberta,
Com a sepultura aberta,
Abraço a monotonia!
419
Tsunamidesaudade63

Tsunamidesaudade63

Mãe


E mesmo nessas noites mais escuras,
protegia-me do frio e até do vento,
sempre gentil, com palavras puras,
dizia-me: “Dorme, meu filho, tu és meu alento"...

Luzern, 04.08.2016, Joao Neves
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Teka Castro

Teka Castro

Lembranças inusitadas

Lembranças inusitadas

Domingo, dois dias do mês de agosto, de 2020, minhas filhas e afilhada de formatura, num conversé danado, na cozinha ao tomar café.
As lembranças delas como ex alunas do Lauro, as intrigas, a festa das nações, e outras emoções.
De repente, despertou em mim, lembranças de atuação como docente, no Rui Bloem, no Eusébio, no Dimensão, e no Laurão, onde dei aulas (lecionei) para a minha primogênita, e meu filho do meio.
Despertou lembranças de um dia ao sair com meu namorado, atual esposo, pai de meus filhos, do shopping Interlagos, fomos assaltados, e um dos assaltantes, pediu ao aouto que tudo me devolvesse, pois eu tinha sido a professora maneira no Bento, e eu era especial. Não sei a cor, o brilho do olhar, pois Deus me fez cegar naquela noite, só lembro das palavras que eu tinha sido a professora maneira, e que nada de ruim deveria acontecer comigo.
Perigo que a gente passa, mas a vida traça recompensas.
Lembrei-me de ir jantar com meus alunos do Rui Bloem, que fora um grande momento. Lembro de já terem furtado minha carteira em sala de aula, e depois o próprio aluno me devolver e, ainda pedir desculpas, além de tudo, um universo que meu mundo se inspirou.
E, as recordações que ficam.
Não sei mais como estão estes alunos, o futuro a eles o que inspirou?
Só sei que nos 32 anos de profissão, lembro de dar aulas para uma turma do magistério, coloquei um vidrinho escuro com uma substância, e as meninas ficaram perguntando o que era, após ficarem todas sentadas, e quietas, comecei minha aula, explicando que elas seriam futuras professoras de crianças, e criança apronta demais, e depois da aula, daquela aula, começaram a gostar da aula de Química.
Mas, foram bons tempos, onde os sentimentos eram outros, onde o coração pulsa forte ao lembrar.
E, ao trazer de volta rostos, gostos, pessoas, colegas e tudo mais.
Hoje prestes a me aposentar, 6 anos readaptada, sem lecionar, vivo das lembranças de muitas crianças, que hoje algumas se tornaram colegas de profissão, artes, língua portuguesa, ed.física, outros, casaram se tornaram pais e mães. Outros morreram pelo tráfico ou pela mão da polícia, outros estão na faculdade e fizeram suas vidas.
Outros diretores de pequenos curtas da própria Vila Missionária, e outros distanciados, onde nos vemos nas tais redes sociais.
E, assim, lembrando a cada um, numa algazarra gostosa, num café da manhã dominical, com Alexia Cristina, Anna Clara, filhas, e minha afilhada de formatura Tainá Soares.
São lembranças que os pesares da vida trazem com alegria, motivando o meu espírito ainda criança, na qual como docente, sempre existiu. Lembrando de Arnaldo, meu primeiro cadeirante do Filinto Müller, hoje com outro nome a escola de Diadema tem.
Lembrou dos sonhos, e que sempre componho em poesia, prosa os sentimentos que surgem em meu coração, a cada um dos meus dias.

Poesia manuscrita em São Paulo, 2 de agosto de 2020.

Ofereço a todos os colegas e ex alunos que estudaram nessas unidades escolares que acima citei. Bem como a todos, que me sem estar em sala de aula, auxiliava com um prosa, um sorriso, uma amizade.
Também para aqueles que se tornaram professores, e que fazem parte da grande engrenagem da Educação.
Tereza Cristina G Castro



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