Lista de Poemas
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kauana gonçalvez
PROCURO-TE
procuro-te
em tudo que é divino
pois carrego dentro de mim
a promessa de te amar
pressinto tua chegada
mansa e serenizada:
como o pouso de uma borboleta nos ombros de uma criança.
imagino-te aqui,
anjo desconhecido
e crescem versos na minha alma
e lírios sobre os meus pés.
em tudo que é divino
pois carrego dentro de mim
a promessa de te amar
pressinto tua chegada
mansa e serenizada:
como o pouso de uma borboleta nos ombros de uma criança.
imagino-te aqui,
anjo desconhecido
e crescem versos na minha alma
e lírios sobre os meus pés.
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7
Adilson Adão
Aos Sonhadores Poetas
Poesia não é só arte,
É arte e filosofia.
É refletir sobre a terra ou marte,
Saltando versos com euforia!
É brincar com a vida e a morte,
Mas com palavras... Em teoria.
Nela pesa a dor de um enfarte,
Ou encantos de amor e alegria.
É cantar inteira ou em parte
Uma bela musica... Não! Sinfonia.
Só beleza leva ao desgaste,
É no sentido que se avalia,
Não basta levar o estandarte,
Tem que montar uma alegoria!
Não há quem recuse escutar-te,
Mas escrever-te é monotonia.
Mas o que importa se ao recitar-te
Bater no peito uma calmaria?
Pois qualquer um pode desenrolar-te,
Basta sonhar e um poema se cria
É arte e filosofia.
É refletir sobre a terra ou marte,
Saltando versos com euforia!
É brincar com a vida e a morte,
Mas com palavras... Em teoria.
Nela pesa a dor de um enfarte,
Ou encantos de amor e alegria.
É cantar inteira ou em parte
Uma bela musica... Não! Sinfonia.
Só beleza leva ao desgaste,
É no sentido que se avalia,
Não basta levar o estandarte,
Tem que montar uma alegoria!
Não há quem recuse escutar-te,
Mas escrever-te é monotonia.
Mas o que importa se ao recitar-te
Bater no peito uma calmaria?
Pois qualquer um pode desenrolar-te,
Basta sonhar e um poema se cria
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8
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
EU HOJE AMOR
Eu hoje amor, só quero
Viajar em torno de ti
Navegar pelos teus suspiros
Mergulhar pelos teus gemidos
Velejar pelo teu lindo corpo
Naufragar pelos teus braços
Ancorar pelos teus sorrisos
Renascer pelos teus desejos
Voltar a navegar no teu fulgor
No teu desejo, no teu amor.
Viajar em torno de ti
Navegar pelos teus suspiros
Mergulhar pelos teus gemidos
Velejar pelo teu lindo corpo
Naufragar pelos teus braços
Ancorar pelos teus sorrisos
Renascer pelos teus desejos
Voltar a navegar no teu fulgor
No teu desejo, no teu amor.
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7
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
PERGUNTA À LUA ?
Quero saber quem eu sou
Vou perguntar à lua
Às estrelas, à chuva, ao sol
Mas só o mar respondeu
Disse-me que eu nasci para amar-te
Não és apenas um sonho
O primeiro dia que te vi
Despertaste a minha alma
A minha serenidade ficou como a chuva
Num dia de tempestade
Despertaste o vulcão que existia em mim
Um fogo de alegrias e tristezas
De alegria por poder ver-te e tocar-te
Mas de tristeza por não poder ter-te
Mais ao meu lado.
Vou perguntar à lua
Às estrelas, à chuva, ao sol
Mas só o mar respondeu
Disse-me que eu nasci para amar-te
Não és apenas um sonho
O primeiro dia que te vi
Despertaste a minha alma
A minha serenidade ficou como a chuva
Num dia de tempestade
Despertaste o vulcão que existia em mim
Um fogo de alegrias e tristezas
De alegria por poder ver-te e tocar-te
Mas de tristeza por não poder ter-te
Mais ao meu lado.
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7
2
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
AMOR NOITE FRIA
Nesta noite fria
Fiquei a gelar sem ti
Senti-me vazia
Pressa na escuridão
A falta do teu calor
Do toque das tuas mãos
Que me leva a viajar para longe
Escuto uma melodia doce da chuva
Embalando-me e levando-me em direção a ti.
Fiquei a gelar sem ti
Senti-me vazia
Pressa na escuridão
A falta do teu calor
Do toque das tuas mãos
Que me leva a viajar para longe
Escuto uma melodia doce da chuva
Embalando-me e levando-me em direção a ti.
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7
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
PERCO-ME DE TI
Perco-me pelos carris do teu corpo
Enquanto a minha poesia te veste
Onde moras em silêncio em todos
Os espaços da minha branca pele
E em todas as palavras da minha boca
Embrulhadas entre o mel e o fel
Intensos fogos nos consomem a carne
Santifica a tua boca enquando me chamas
Lançando sementes no meu coração
Num caminho feito até a lua de nudez
Universo dos teus braços em abraços
Desta fome sentida unhas cravadas em ti
Vestindo-me de alegria no verbo amar
Despindo- te com os olhos em palavras
Que tanto gostas amor de me ouvir dizer
Semeaste de mel a primavera no meu peito
Enquanto me perdia pelos carris de ti
No metal quente do teu corpo.


422
7
1
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
MATAR A DOR
Para matar a dor, o sofrimento
Finjo que não a sinto, que não a vejo
Parece um tempo lento e venenoso
Mata-me aos poucos o corpo, a alma
Infinito a cada minuto, suplica e finge
Ruídos da noite, sombras sussurradas
Perdida andava a minha alma, a minha mente
Numa estrada, num caminho, num trilho
Cheia de solidão, dias cinzentos, noites sombrias
Adormecidas, perdidas, esquecidas, feridas, magoadas
Rompi o silêncio que jazia na minha alma, deixei o sol entrar.
Finjo que não a sinto, que não a vejo
Parece um tempo lento e venenoso
Mata-me aos poucos o corpo, a alma
Infinito a cada minuto, suplica e finge
Ruídos da noite, sombras sussurradas
Perdida andava a minha alma, a minha mente
Numa estrada, num caminho, num trilho
Cheia de solidão, dias cinzentos, noites sombrias
Adormecidas, perdidas, esquecidas, feridas, magoadas
Rompi o silêncio que jazia na minha alma, deixei o sol entrar.
600
7
2
Carla Furtado Ribeiro
EM SILÊNCIO
Em silêncio tudo está pacificado.
Só o vento,
De folha em folha deambula,
Como um anjo alado ...
2 006
8
2
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
HÁ PESSOAS
Há pessoas que amamos
Que nos mentem
Que nos magoam
Que nos iludem
Que nos enganam
Que nos traem
E muitas vezes acham que pedir
Desculpas vai fazer esquecer.!
Que nos mentem
Que nos magoam
Que nos iludem
Que nos enganam
Que nos traem
E muitas vezes acham que pedir
Desculpas vai fazer esquecer.!
601
7
Jacy Morais
Opção
De ti
Não quero
Nada
Que não
Seja
Apenas tua
Vida...
Da vida
Não quero
Nada
Que seja
Branco
Frio
Ou estéril
E não
Importa
Se assassino
Tua liberdade
Com a minha
Poesia...
Não quero
Trincar
O cristal
Servindo
Restos
De banquete
Nem a ferrugem
Do tempo
Manchando
A seda
Da alma
E se amar é:
Rasgar o peito
Então não tem
Outro jeito
Prefiro sorver
Cada gota
De sangue
Que sobreviver
No cárcere tosco
Da hipocrisia!
by*Jacy Morais
Não quero
Nada
Que não
Seja
Apenas tua
Vida...
Da vida
Não quero
Nada
Que seja
Branco
Frio
Ou estéril
E não
Importa
Se assassino
Tua liberdade
Com a minha
Poesia...
Não quero
Trincar
O cristal
Servindo
Restos
De banquete
Nem a ferrugem
Do tempo
Manchando
A seda
Da alma
E se amar é:
Rasgar o peito
Então não tem
Outro jeito
Prefiro sorver
Cada gota
De sangue
Que sobreviver
No cárcere tosco
Da hipocrisia!
by*Jacy Morais
1 243
8
2
afonso rocha
Lá longe em Maringá
Digo ao Vento
todos os dias
o teu nome...
na esperança que o ouças...
e perco-me no pensamento
ávido de ti...
A todo o instante
beijo a Lua...
..........................................
e o Sol e o Mar...
são o meu conforto
todos os dias
o teu nome...
na esperança que o ouças...
e perco-me no pensamento
ávido de ti...
A todo o instante
beijo a Lua...
..........................................
e o Sol e o Mar...
são o meu conforto
1 843
8
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
NÃO CHORES QUANDO EU MORRER
Quando eu morrer, não chores
Eu não te poderei ouvir
Quando eu morrer, não peças perdão
Eu não te poderei perdoar
Quando eu morrer, não me tragas flores
Eu não sentirei o seu perfume
Quando eu morrer, não sintas saudades
Eu não as terei de certeza
Quando eu morrer, lembra-te
Dos momentos felizes
Serei uma poesia no teu coração
Quando eu morrer, não chores
Não lamentes a minha partida
Quando eu morrer não chores
Olha que o Outono leva as folhas
E eu vou florir no próximo Inverno
Quando eu morrer não chores
Porque eu serei eterna em teu coração
Quando eu morrer meus amores
Eu estarei em paz com Deus.
Eu não te poderei ouvir
Quando eu morrer, não peças perdão
Eu não te poderei perdoar
Quando eu morrer, não me tragas flores
Eu não sentirei o seu perfume
Quando eu morrer, não sintas saudades
Eu não as terei de certeza
Quando eu morrer, lembra-te
Dos momentos felizes
Serei uma poesia no teu coração
Quando eu morrer, não chores
Não lamentes a minha partida
Quando eu morrer não chores
Olha que o Outono leva as folhas
E eu vou florir no próximo Inverno
Quando eu morrer não chores
Porque eu serei eterna em teu coração
Quando eu morrer meus amores
Eu estarei em paz com Deus.
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7
José Tavares
Acreditar
Já tive medo da noite,
Já tive medo do escuro,
Quando isolado na sorte,
Me sentia um pouco inseguro.
Já li a bíblia e outras palavras,
Histórias de deuses demónios e fadas,
Mas vale a pena sempre acreditar,
Que entre a terra e o céu há um lugar para sonhar...
Pensei que já tinha visto tudo,
Mas o engano faz parte do erro,
Profeta que ditou a sorte do mundo,
E trazia consigo um grande segredo.
E a cada passo tudo acontece,
Esperando sempre que na mudança,
Os olhares atentos que nunca se esquece,
Como o riso espalhado de uma criança.
Mais uma vontade de querer acertar,
Nos vários conceitos que trazemos na mente,
Nas imagens irreais que pairam no ar,
Como barcos naufragados nas areias do tempo.
São lobos que uivam na madrugada,
Será a lua cheia que traz a má sorte?
E as cartas dos astros que não dizem nada,
É o fogo do triunfo a batalha da morte!
Mas vale a pena sempre acreditar,
Que há deuses perdidos à espera de glória,
E que há sempre alguém que nos tenta enganar,
Com a promessa do reino para nossa memória.
Já tive medo do escuro,
Quando isolado na sorte,
Me sentia um pouco inseguro.
Já li a bíblia e outras palavras,
Histórias de deuses demónios e fadas,
Mas vale a pena sempre acreditar,
Que entre a terra e o céu há um lugar para sonhar...
Pensei que já tinha visto tudo,
Mas o engano faz parte do erro,
Profeta que ditou a sorte do mundo,
E trazia consigo um grande segredo.
E a cada passo tudo acontece,
Esperando sempre que na mudança,
Os olhares atentos que nunca se esquece,
Como o riso espalhado de uma criança.
Mais uma vontade de querer acertar,
Nos vários conceitos que trazemos na mente,
Nas imagens irreais que pairam no ar,
Como barcos naufragados nas areias do tempo.
São lobos que uivam na madrugada,
Será a lua cheia que traz a má sorte?
E as cartas dos astros que não dizem nada,
É o fogo do triunfo a batalha da morte!
Mas vale a pena sempre acreditar,
Que há deuses perdidos à espera de glória,
E que há sempre alguém que nos tenta enganar,
Com a promessa do reino para nossa memória.
1 008
8
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Estás só cansada
Estás só cansada do voo da mente
Ninguém sabe desta alma condenada
Que cala nas conversas de janela profanas
Mas finge sem fingimentos, versos de absintos
Poeta de labirintos de um jardim de sonhos
Nada espera que em ti já não exista
Nas ilusões da ideia das coisas
Cada um consiga o que é triste
Entre as ruínas dos fracos álamos
Tempo velho onde a juventude se perde
Tens sol se há sol, ramos se ramos buscas
Sorte se a sorte é dada, odisseia de pão sem vinho
Fica suspensa de palmilho sem andarilho na madrugada!
Ninguém sabe desta alma condenada
Que cala nas conversas de janela profanas
Mas finge sem fingimentos, versos de absintos
Poeta de labirintos de um jardim de sonhos
Nada espera que em ti já não exista
Nas ilusões da ideia das coisas
Cada um consiga o que é triste
Entre as ruínas dos fracos álamos
Tempo velho onde a juventude se perde
Tens sol se há sol, ramos se ramos buscas
Sorte se a sorte é dada, odisseia de pão sem vinho
Fica suspensa de palmilho sem andarilho na madrugada!
2 595
7
2
Mia Rimofo
NÃO SINTAS AMBIÇÃO
“Não sintas ambição na perfeição
Não te sintas pressionada a agradar
Sê quem és sem receio de o demonstrar
Sem máscaras ou dissimulações
Sem amarras ou obrigações
SÊ, apenas quem és e como és
Vive na dupla felicidade.”
Não te sintas pressionada a agradar
Sê quem és sem receio de o demonstrar
Sem máscaras ou dissimulações
Sem amarras ou obrigações
SÊ, apenas quem és e como és
Vive na dupla felicidade.”
688
7
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
RENASCER DAS CINZAS
Deixa que a água do chuveiro
Se misture com as tuas lágrimas
Deixa que a tua almofada
Seja testemunha dos teus soluços
Olha que tu és forte e corajosa/o
E Deus é testemunha da tua fraqueza
Da tua coragem, da tua luta
Neste teu novo renascer das cinzas
Se misture com as tuas lágrimas
Deixa que a tua almofada
Seja testemunha dos teus soluços
Olha que tu és forte e corajosa/o
E Deus é testemunha da tua fraqueza
Da tua coragem, da tua luta
Neste teu novo renascer das cinzas
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7
Pedro Rodrigues de Menezes
fim
no fim de cada garrafa
batem por mim tambores
os tambores da terra insólita
do sonho ao sono um passo
é sempre só mais um passo
breve e leve lúgubre papoila
nascendo da fome na boca
vívido lábio aceso na noite
amanhã não amanhecerei.
(Pedro Rodrigues de Menezes, fim)
batem por mim tambores
os tambores da terra insólita
do sonho ao sono um passo
é sempre só mais um passo
breve e leve lúgubre papoila
nascendo da fome na boca
vívido lábio aceso na noite
amanhã não amanhecerei.
(Pedro Rodrigues de Menezes, fim)
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7
Ladybird
Fantasmas
Talvez toda casa
seja um pouco
mal-assombrada
com fantasmas
espalhados pelos cantos
Eles podem ser o medo
de se encarar no espelho
ou aquilo que não te deixa
dormir à noite
Hoje convido minhas assombrações
para jantar
e digo a elas
que vai ficar tudo bem
seja um pouco
mal-assombrada
com fantasmas
espalhados pelos cantos
Eles podem ser o medo
de se encarar no espelho
ou aquilo que não te deixa
dormir à noite
Hoje convido minhas assombrações
para jantar
e digo a elas
que vai ficar tudo bem
1 932
7
4
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
FELIZES MOMENTOS
É bom sentir saudade, há pessoas
Que partem e deixam dentro de nós
Muitas lembranças de alegria e de dor
Há saudades que doem por algum tempo
E depois adormecem mas ficam no coração
Saudade, não é sinónimo de tristeza
É um sentimento belíssimo
Só a sente quem viveu grandes
E felizes momentos, amou verdadeiramente.
Que partem e deixam dentro de nós
Muitas lembranças de alegria e de dor
Há saudades que doem por algum tempo
E depois adormecem mas ficam no coração
Saudade, não é sinónimo de tristeza
É um sentimento belíssimo
Só a sente quem viveu grandes
E felizes momentos, amou verdadeiramente.
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7
1
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
ABRAÇO-TE NUM AMOR
As palavras que hoje escrevo
São as mesmas que eu senti ontem
Que elas naveguem entre as sílabas
De um mar de amor repleto de carícias
Que te acordam nas ondas de felicidade
E te sorriam como um belo jardim
Abraçando-te nas palavras escritas.
São as mesmas que eu senti ontem
Que elas naveguem entre as sílabas
De um mar de amor repleto de carícias
Que te acordam nas ondas de felicidade
E te sorriam como um belo jardim
Abraçando-te nas palavras escritas.
565
7
1
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
ENQUANTO SANGRAS FLORESCES
Enquanto não sagrarem as pedras
O sal das lágrimas não secarão
A raiz deixará de sentir saudades
E os meus olhos não conseguirão fechar
Retratos da minha alma esquecida
Macieira em flor, pomar de retalhos
No meio do nevoeiro em cinzentas águas
Solta a âncora para atracar nos abraços
Que bailam nas palavras, ventania de triste vida
Para bater no fundo da esperança despida
E ao longe vejo-te como as flores desejam luz
Tecendo o perfume dos dias que nada dizem
Nas pedras que sagram dos beijos já dados
Enquanto sangras floresces em sentimento
Nas velhas primaveras das almas que lavras.
O sal das lágrimas não secarão
A raiz deixará de sentir saudades
E os meus olhos não conseguirão fechar
Retratos da minha alma esquecida
Macieira em flor, pomar de retalhos
No meio do nevoeiro em cinzentas águas
Solta a âncora para atracar nos abraços
Que bailam nas palavras, ventania de triste vida
Para bater no fundo da esperança despida
E ao longe vejo-te como as flores desejam luz
Tecendo o perfume dos dias que nada dizem
Nas pedras que sagram dos beijos já dados
Enquanto sangras floresces em sentimento
Nas velhas primaveras das almas que lavras.
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7
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
ANJOS
“Que os anjos durmam
Sempre ao nosso lado
Em silêncio nos nossos sonhos”
Sempre ao nosso lado
Em silêncio nos nossos sonhos”
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7
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
MEU AMOR
Como posso viver longe de ti?
Como posso esquecer-me dos teus carinhos
Do teu corpo ardente, dos teus beijos
Da tua boca,do teu cheiro
Como posso esquecer o teu aroma
O teu olhar,o teu perfume envolvente
O calor das tuas mãos....?
Tu és o meu cavaleiro andante
Solitário, vagabundo, amante, amigo e confidente.!
Como posso esquecer-me dos teus carinhos
Do teu corpo ardente, dos teus beijos
Da tua boca,do teu cheiro
Como posso esquecer o teu aroma
O teu olhar,o teu perfume envolvente
O calor das tuas mãos....?
Tu és o meu cavaleiro andante
Solitário, vagabundo, amante, amigo e confidente.!
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Isabel Morais Ribeiro Fonseca
VESTE-ME O CORPO
Veste-me o corpo, a alma
Para ocultar todas as minhas cicatrizes
Vestido azul, borboletas em saudade
Memórias, pretéritos de mim
Pedra presa no mar, ausência de ti
Alastra-se numa escultura solitária
Entrega-se aos olhos que não vêem
Ao coração que nada sente
A boca sem sorrisos
Aos lábios que já não beijam
Mar revolto na minha escuridão
Veste-me a alma para não ficar despida
Veste-me com amor o meu corpo de ti
Rosas vermelhas despidas de mim
Pedras molhadas no sentimento de nós
Para ocultar todas as minhas cicatrizes
Vestido azul, borboletas em saudade
Memórias, pretéritos de mim
Pedra presa no mar, ausência de ti
Alastra-se numa escultura solitária
Entrega-se aos olhos que não vêem
Ao coração que nada sente
A boca sem sorrisos
Aos lábios que já não beijam
Mar revolto na minha escuridão
Veste-me a alma para não ficar despida
Veste-me com amor o meu corpo de ti
Rosas vermelhas despidas de mim
Pedras molhadas no sentimento de nós
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