Lista de Poemas
GRAÇA QUE GANHEI DE GRAÇA
Dei graças as graças não obtidas
Pois isso já é uma graça recebida
A graça que de graça não é permitida
Somente a graça trabalhada é merecida
E a graça que te foi prometida
É viver de graça em graça a vida.
Pois isso já é uma graça recebida
A graça que de graça não é permitida
Somente a graça trabalhada é merecida
E a graça que te foi prometida
É viver de graça em graça a vida.
👁️ 128
UM VERME QUERENDO SER VERME
Um verme insignificante
Parou para rezar
Perguntando para Deus
Quando poderia andar.
Cansado de rastejar
Queria ar puro respirar
Sair de dentro do homem
E também homem se tornar.
Deus respondeu ao verme
Que ainda estava em oração
Muitos homens insatisfeitos
Querem ser mais que criação.
Agem muitas vezes contra
A outros filhos meus
Achando-se maior que gente
Querendo ser igual a Deus.
Tu que és tão pequeno
Foi te dado grande função
Deixar o homem no lugar dele
Promovendo sua educação.
Para o homem se lembrar
Que sofisticadas armas
Não conseguem eliminar
Os pequenos agentes do carma.
O verme nunca havia pensado
O que tinha como missão
Agradeceu muito acanhado
Orgulhoso da ocupação.
Parou para rezar
Perguntando para Deus
Quando poderia andar.
Cansado de rastejar
Queria ar puro respirar
Sair de dentro do homem
E também homem se tornar.
Deus respondeu ao verme
Que ainda estava em oração
Muitos homens insatisfeitos
Querem ser mais que criação.
Agem muitas vezes contra
A outros filhos meus
Achando-se maior que gente
Querendo ser igual a Deus.
Tu que és tão pequeno
Foi te dado grande função
Deixar o homem no lugar dele
Promovendo sua educação.
Para o homem se lembrar
Que sofisticadas armas
Não conseguem eliminar
Os pequenos agentes do carma.
O verme nunca havia pensado
O que tinha como missão
Agradeceu muito acanhado
Orgulhoso da ocupação.
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QUIRODÁCTILOS
Os filhos do meu Pai
São os dedos da sua mão
Cada um é diferente
Cada qual tem sua função
Não importa ele estando
Na mais baixa posição
O que importa para o Pai
É que todos sejam irmãos.
Na mão de quatro dedos
Tem no mínimo o mindinho
O anelar que está do lado
É dele seu vizinho
Na família tem o médio
Que é o pai de todos
O indicador mal educado
Em todas as festas fura bolo
Mas a mão com quatro dedos
Não serve pra segurar
Nem pode matar piolho
Se faltar o polegar.
São os dedos da sua mão
Cada um é diferente
Cada qual tem sua função
Não importa ele estando
Na mais baixa posição
O que importa para o Pai
É que todos sejam irmãos.
Na mão de quatro dedos
Tem no mínimo o mindinho
O anelar que está do lado
É dele seu vizinho
Na família tem o médio
Que é o pai de todos
O indicador mal educado
Em todas as festas fura bolo
Mas a mão com quatro dedos
Não serve pra segurar
Nem pode matar piolho
Se faltar o polegar.
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GABRIEL
É um anjo tentando
Encontrar entre tantos
Outros mostrando
Aos futuros anjos
Que tudo que é anjo
Nascem humanos
E um dia podem voar.
Entre os quase anjos
Segue andando
E filosofando vai pensando
Coisa normal
De pensar para anjo:
“Como na Terra
Não sabem que os anjos
Já foram humanos
Cansados de andar”?!
Enquanto caminha
Usa o tempo para advogar
Pelos anjos esquecidos
Que ainda humanos
Não sabem voar.
Sente falta da harpa
E com suas asas guardadas
Celebra dançando
Na ponta dos pés
A missão recebida
Pelo Filho do Homem
Encontrar outro anjo
Pronto para voar.
Procura nos cantos
E em cada encontro
Uma foto ele tira
Dos que foram escolhidos
Pelo Filho do Homem
Que estão quase prontos
Para serem arcanjos
Sobrevoar toda a Terra
Ajudando os humanos
Que ainda não sabem
Que podem voar.
Encontrar entre tantos
Outros mostrando
Aos futuros anjos
Que tudo que é anjo
Nascem humanos
E um dia podem voar.
Entre os quase anjos
Segue andando
E filosofando vai pensando
Coisa normal
De pensar para anjo:
“Como na Terra
Não sabem que os anjos
Já foram humanos
Cansados de andar”?!
Enquanto caminha
Usa o tempo para advogar
Pelos anjos esquecidos
Que ainda humanos
Não sabem voar.
Sente falta da harpa
E com suas asas guardadas
Celebra dançando
Na ponta dos pés
A missão recebida
Pelo Filho do Homem
Encontrar outro anjo
Pronto para voar.
Procura nos cantos
E em cada encontro
Uma foto ele tira
Dos que foram escolhidos
Pelo Filho do Homem
Que estão quase prontos
Para serem arcanjos
Sobrevoar toda a Terra
Ajudando os humanos
Que ainda não sabem
Que podem voar.
👁️ 120
O COMEÇO DO FIM
A alegria de estar livre
Que retirada na pandemia
Durou pouco
E me fez deixar a liberdade
Que tanto queria
Enrolada no protocolo
Que eu esqueci
Sob quem estava ao lado
Na maca a direita da minha
Que também entubado
Segurava o seu
Protocolo apoiado
Sobre o peito insuflado
Sem nenhum leito vago
Em quaisquer outros lados
Da maca que ele
Também estava amparado.
Que retirada na pandemia
Durou pouco
E me fez deixar a liberdade
Que tanto queria
Enrolada no protocolo
Que eu esqueci
Sob quem estava ao lado
Na maca a direita da minha
Que também entubado
Segurava o seu
Protocolo apoiado
Sobre o peito insuflado
Sem nenhum leito vago
Em quaisquer outros lados
Da maca que ele
Também estava amparado.
👁️ 113
VAIDADE
Narciso egoísta
Enxerga no mundo
Um palmo além do teu
Fazendo isso
Veja que o mundo também é meu
Enxerga no mundo
Um palmo além do teu
Fazendo isso
Veja que o mundo também é meu
👁️ 121
JESUS
Quando vier aqui
Venha me visitar
E se tiver muito ocupado
Deixa que vou Te encontrar.
Venha me visitar
E se tiver muito ocupado
Deixa que vou Te encontrar.
👁️ 106
AUTOQUÍRIA
Alma que me nega o corpo
Quer sozinha alcançar voo
E para o meu desgosto
Quer ficar livre de mim
Alma que refuga a carne
Diz não a luta
E só quer partir
Quer sozinha alcançar voo
E para o meu desgosto
Quer ficar livre de mim
Alma que refuga a carne
Diz não a luta
E só quer partir
👁️ 122
MÃE NOSSA SEMPRE MINHA
Minha Mãe Nossa Senhora
Põe fim nessa tristeza
Com tuas mãos tão benfazejas
E ampare-me nessa hora.
Tu és minha alegria
Na incerteza desse dia,
Segura a minha mão
E leve-me ao meu irmão.
Oremos a Teu Filho
Que morreu por nós na cruz,
Permita-me um suspiro:
Valha-me Senhor Jesus!
Senhora Mãe querida,
Do amor e do perdão,
Curai minhas feridas
E conduza-me a salvação.
Estrela que me guia,
Venho aqui Te devolver,
Minha alma machucada
Tão cansada de sofrer.
Achei que estava pronto,
Pra sozinho enfrentar,
Esse mundo tão perverso,
Sem antes me preparar.
Olha só o resultado
Que eu mesmo arrumei,
Grito para Ti desesperado:
Mãezinha! Eu errei!
Te peço outra chance...
Se puder me perdoar?
Que tudo seja como antes,
Sem nadica de nada mudar.
Oh! Meu Deus Te agradeço
Por me permitir voltar
Aos braços amorosos
Onde deveria sempre estar.
Põe fim nessa tristeza
Com tuas mãos tão benfazejas
E ampare-me nessa hora.
Tu és minha alegria
Na incerteza desse dia,
Segura a minha mão
E leve-me ao meu irmão.
Oremos a Teu Filho
Que morreu por nós na cruz,
Permita-me um suspiro:
Valha-me Senhor Jesus!
Senhora Mãe querida,
Do amor e do perdão,
Curai minhas feridas
E conduza-me a salvação.
Estrela que me guia,
Venho aqui Te devolver,
Minha alma machucada
Tão cansada de sofrer.
Achei que estava pronto,
Pra sozinho enfrentar,
Esse mundo tão perverso,
Sem antes me preparar.
Olha só o resultado
Que eu mesmo arrumei,
Grito para Ti desesperado:
Mãezinha! Eu errei!
Te peço outra chance...
Se puder me perdoar?
Que tudo seja como antes,
Sem nadica de nada mudar.
Oh! Meu Deus Te agradeço
Por me permitir voltar
Aos braços amorosos
Onde deveria sempre estar.
👁️ 96
MARIA
Maria!
Devolva-me à alegria
De ter Tua acolhida
Na desdita desse dia.
Maria!
Ampara-me e auxilia
Vinde a mim que Te suplica
Às seis horas desse dia.
Maria!
Que por Deus é tão bendita
Seja minha estrela guia
Na tormenta desse dia.
Maria!
Nessa minha romaria
Nessas ruas e nas trilhas
Abençoa-me mais um dia.
Devolva-me à alegria
De ter Tua acolhida
Na desdita desse dia.
Maria!
Ampara-me e auxilia
Vinde a mim que Te suplica
Às seis horas desse dia.
Maria!
Que por Deus é tão bendita
Seja minha estrela guia
Na tormenta desse dia.
Maria!
Nessa minha romaria
Nessas ruas e nas trilhas
Abençoa-me mais um dia.
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joaoeuzebio
2020-10-20
DESPREZO UM BELO POEMA AMAR SEM SER AMADO
Robson Wagner de Souza nasceu no Rio de Janeiro, em 08 de fevereiro de 1970, domingo de carnaval, às 13 horas.
Desde 1983 escreve poesias para conquistar as colegas de turma que apreciavam poesias.
Em 1987 ingressa no Colégio Dom Pedro II, ensino médio, em São Cristovão – Rio de Janeiro/RJ.
Sua vida acadêmica teve início no ano de 2006 na Universidade Augusto Motta, cursando engenharia civil, fazendo somente quatro períodos. Ingressou logo em seguida, ano de 2009, na Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, recomeçando o mesmo curso de engenharia civil, fazendo somente dois períodos.
Em 2011 retorna para Universidade Augusto Motta cursando um período de Arquitetura e Urbanismo.
No ano de 2014 começa a exercer a função de Mestre de Obras, responsável pela construção de dois prédios, na zona oeste do Rio de Janeiro. E logo em seguida, ano de 2015, se forma em Técnico de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente, Universidade Estácio de Sá.
No ano de 2017 deixa fluir toda sua vocação poética e nunca mais parou...
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