Lista de Poemas
HARMONIA QUÂNTICA
... quem
dera ter o comportamento de ondas,
sem a razão senciente
e o julgo do olhar
conveniente;
as ondas
dançantes que a tudo tocam
imprevisível e irresistivelmente
excitadas,
a quântica
é ondulatória e tudo pode,
o homem é centralizado, cristalizado
em uma grandeza que
não tem,
e só pensa
que a tudo pode.
dera ter o comportamento de ondas,
sem a razão senciente
e o julgo do olhar
conveniente;
as ondas
dançantes que a tudo tocam
imprevisível e irresistivelmente
excitadas,
a quântica
é ondulatória e tudo pode,
o homem é centralizado, cristalizado
em uma grandeza que
não tem,
e só pensa
que a tudo pode.
113
NÃO CHOREM POR QUEM DESCANSA. CHOREM POR MORTOS VIVENTES!
...não chorem
por aquela que agora jaz,
porque eu digo que morrer em carne
é o maior alívio para
o sapiens,
e os que ela matou,
para desgraça de muitos ainda vivos,
ainda estão por aí arrastando destroços, vazios
e nadas!
por aquela que agora jaz,
porque eu digo que morrer em carne
é o maior alívio para
o sapiens,
e os que ela matou,
para desgraça de muitos ainda vivos,
ainda estão por aí arrastando destroços, vazios
e nadas!
143
A NOITE ESTAVA MORNAMENTE CALMA
Alguma coisa
naquela trepada que demos
sob a lua escondida
foi hestasiantemete
forte demais, fazendo que que
em meu orgasmo,
concentrassem-se,
em momeno único e inigualável,
o fogo, o desejo, o amor
e a paz!
naquela trepada que demos
sob a lua escondida
foi hestasiantemete
forte demais, fazendo que que
em meu orgasmo,
concentrassem-se,
em momeno único e inigualável,
o fogo, o desejo, o amor
e a paz!
116
OS DETALHES DAS QUEDAS
... a tentativa
de entendimento do que quer
que seja,
sobretudo
do que chamam de amor,
faz fazer
verdades fracas, insustentáveis
a mais que um palmo
do nariz;
a tudo se modifica
com volúveis ilusões, fantasias
e pensamentos
a tudo se destrói
quando aflora a fúria temporária
da inconsciência.
203
EU NEM ACREDITAVA NO AMOR
Tua ausência,
há mais de ano ainda
me apavora;
ao ruído do relógio
na parede, de madrugada, é como
se eu sentisse teu respirar e teu pulso
ainda presentes na hora:
sempre deixo
a luz apagada, para não ver,
com meus olhos, o vazio que a luz
tras diante do espelho
de minha cômoda
vazia, onde guardo os tristes
poemas que tenho andado a fazer
com a dor quem em mim
brota!
há mais de ano ainda
me apavora;
ao ruído do relógio
na parede, de madrugada, é como
se eu sentisse teu respirar e teu pulso
ainda presentes na hora:
sempre deixo
a luz apagada, para não ver,
com meus olhos, o vazio que a luz
tras diante do espelho
de minha cômoda
vazia, onde guardo os tristes
poemas que tenho andado a fazer
com a dor quem em mim
brota!
141
UM ANJO EM DIA DE DESCONTROLE
Foi de repente,
em um dia de chuva de verão,
ela chegou de repente
toda se ardendo em fogo incontente
e me pediu para
abraça-la, para beijá-la, para amá-la
e para fodê-la.
Estanquei
de repente, surpreso, mas logo
liberei a corrente e a levei
para cama
e aquele mar
estava tão trepidante e quente
que quase fez transbordar involuntariamente
minhas margens,
mas tinha de ser domado,
porque aquele mar se fora feito com chamas
de ego;
e então deixe pular,
dançar, e me simulei de um deus metedor,
e deixei esfregar, e chupar, e meter,
e esfregar mais
até que o mar se acalmou,
e eu ouvi o que queria ouvir com uma voz
fraca, suspirantes vindo daquele
corpo de anjo todo transpirado:
"Nossa, eu estou cansada!"
em um dia de chuva de verão,
ela chegou de repente
toda se ardendo em fogo incontente
e me pediu para
abraça-la, para beijá-la, para amá-la
e para fodê-la.
Estanquei
de repente, surpreso, mas logo
liberei a corrente e a levei
para cama
e aquele mar
estava tão trepidante e quente
que quase fez transbordar involuntariamente
minhas margens,
mas tinha de ser domado,
porque aquele mar se fora feito com chamas
de ego;
e então deixe pular,
dançar, e me simulei de um deus metedor,
e deixei esfregar, e chupar, e meter,
e esfregar mais
até que o mar se acalmou,
e eu ouvi o que queria ouvir com uma voz
fraca, suspirantes vindo daquele
corpo de anjo todo transpirado:
"Nossa, eu estou cansada!"
182
DAQUELE GRANDE AMOR
... daquele grande amor,
louco, embriagado, desenfreado
e daquelas chuvas
de fogo, daqueles passados tropeços
e daquelas passadas
tristezas,
tudo semeado
e colhido ao longo de mais
de oito anos,
ficou um vazio
tão grande, depois que te foste,
que nenhuma flor mais me encanta
e nenhum espinho mais
me machuca
à escura nódoa
da grande, fria e solitária noite
em que me encontro!
louco, embriagado, desenfreado
e daquelas chuvas
de fogo, daqueles passados tropeços
e daquelas passadas
tristezas,
tudo semeado
e colhido ao longo de mais
de oito anos,
ficou um vazio
tão grande, depois que te foste,
que nenhuma flor mais me encanta
e nenhum espinho mais
me machuca
à escura nódoa
da grande, fria e solitária noite
em que me encontro!
171
O SOM DA CHUVA
A luz do relâmpago
de teu rancor de teus rancores,
de teus ciúmes, de tuas chuvas de fogo
e de teu tão prometido
bem-querer
foi, aos poucos,
derrubando todas as paredes
de minha casa e todas as árvores
de minha escura
floresta,
e murchando
todas as flores de meu imenso,
colorido, e erótico jardim
secreto,
fazendo com que
o fim de teu amor, tão proclamado
por mim em nosso leito e em nossos
céus se aproximasse cada vez
mais perto do fim!
de teu rancor de teus rancores,
de teus ciúmes, de tuas chuvas de fogo
e de teu tão prometido
bem-querer
foi, aos poucos,
derrubando todas as paredes
de minha casa e todas as árvores
de minha escura
floresta,
e murchando
todas as flores de meu imenso,
colorido, e erótico jardim
secreto,
fazendo com que
o fim de teu amor, tão proclamado
por mim em nosso leito e em nossos
céus se aproximasse cada vez
mais perto do fim!
159
NUNCA MAIS
Nunca mais queiras
me enganar,
nunca mais
queiras me fazer crer
que realmente me amaste,
nunca mais
tente me devastar com teus ciúmes
e com tua mente e língua
carrascas,
nunca mais
tentes te demonstrar a mim
de um jeito que por tantos anos
tu nunca foste e não és:
never try to fool me again!
me enganar,
nunca mais
queiras me fazer crer
que realmente me amaste,
nunca mais
tente me devastar com teus ciúmes
e com tua mente e língua
carrascas,
nunca mais
tentes te demonstrar a mim
de um jeito que por tantos anos
tu nunca foste e não és:
never try to fool me again!
139
Comentários (7)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
Lindo e provocante!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*