EU NEM ACREDITAVA NO AMOR

Tua ausência,
há mais de ano ainda

me apavora;

ao ruído do relógio
na parede, de madrugada, é como
se eu sentisse teu respirar e teu pulso
ainda presentes na hora:

sempre deixo
a luz apagada, para não ver,
com meus olhos, o vazio que a luz
tras diante do espelho

de minha cômoda
vazia, onde guardo os tristes
poemas que tenho andado a fazer
com a dor quem em mim
brota!
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