Escritas

Aqui nada há para ti

mgenthbjpafa21
Uma ideia corriqueira numa corredeira,

Entre a inteira a verdadeira ideia de morrer agora

O instante de tempo entre o intento e o fato consumado

Vai um imenso instante onde nada existe

Senão a inata sobrevivência, 

Que nos quebra, 

O corpo desiste,

Tola ideia persiste.


A mente arrependida, dizendo

De si para si, aqui nada há para ti

A não ser dôr, vigilância e abuso,

Um controle escaleno, obtuso.

Tudo o que não sofrerias no chão,  

Orientado para o intento, seu cão.


Iludes-te há já longo, oblongo.

Não há senão geometrias exóticas nessa ilusão

Tu, cão, que bem sabes que o fio é da navalha

A tralha tua, a rua nua e a espera curta, canalha.






















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