Escritas

morrer é sempre divino

mgenthbjpafa21
Horror da floresta, 

Que me olhas pela fresta, 

Devora-me e morre de indigestão, ignoto da razão. 


Era um fumo de heroína 

Um charro de óleo e axe

Era uma panóplia, de repente, 

Em forma de cornucópia

Crescia em padrão circular

Sempre em direção ascendente.. 


O monstro da floresta 

Não tinha tolerância 

Já estava morto na ânsia 

Que lhe caiu quando olhou 

Pela aquela sinistra fresta 

Donde vigiava vítimas 

Não tóxicas, enganou-se nesta.


O horror do bosque repousa

E á roda dele, 

Os putre ingíridores 

Não terão sensores 

Não sentirão as dores

Apenas repousarão 

Numa camada tóxica 

Então um ouriço ou passarão 

Terão o mesmo destino

A cadeia ecológica concentra

E morrer é sempre divino

Como nós, obras do destino. 

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