Lista de Poemas
Sereia sob as rochas do Mar
uma tarde nublada ,um frio congelante
sob as rochas da praia secreta
uma sereia se deleita
enquanto as estrelas refletem ao mar.
na solidão encontra-se seu facinio
olhando para a terra que jamais alcançará,
com medo e infortunio jamais se libertara
sente o vento em seu rosto,
olha para o mar ,sua calda longa e cinzenta
uma beleza a irradiar
sob a lua prateada a abrilhantar.
se pergunta os motivos de sua existencia
em um lugar tão desconhecido
a espera de um sinal antes que anoiteça
lagrimas de tristeza deslizam seu belo rosto
na rocha ela espera,
sob a luz da lua que a reflete.
luciana A.Schlei
👁️ 3
Ecos do silêncio
Entre os escombros da vida, ecoa o silêncio,
Um vazio ensurdecedor que me assombra.
Palavras não ditas, sentimentos reprimidos,
Num mundo que parece tragar a própria alma.
Nas ruas movimentadas, há um estranho paradoxo,
Onde multidões se perdem na solidão profunda.
As vozes são abafadas pelo ruído do cotidiano,
E os ecos do silêncio refletem a essência e o profano.
Os olhares vazios em rostos desconhecidos,
Como máscaras ocultando desejos inconfessáveis.
Somos meras sombras transitando no abismo,
À procura de conexões verdadeiras e indescritíveis.
Na era da comunicação instantânea e superficial,
Perdemos o significado genuíno das palavras faladas.
As mensagens digitais substituem toques sinceros,
E os ecos do silêncio revelam a falta de intimidade.
Mas no âmago desse silêncio ensurdecedor,
Encontro uma força inesperada que resiste.
A voz interior clama por autenticidade e profundidade,
Transformando os ecos do silêncio em poesia persistente.
Então ergo minha voz nas asas dos versos selvagens,
Rompendo o véu do conformismo estabelecido.
Que meu poema ecoe pela eternidade adiante,
Despertando almas surdas para o poder dos sons calados.
Pois nos ecos do silêncio reside uma magia secreta
Que transcende barreiras impostas pela sociedade.
É onde encontramos nossa voz mais autêntica
E transformamos as linhas tristes em luz e liberdade.
www.contodavampira.blogspot.com
Um vazio ensurdecedor que me assombra.
Palavras não ditas, sentimentos reprimidos,
Num mundo que parece tragar a própria alma.
Nas ruas movimentadas, há um estranho paradoxo,
Onde multidões se perdem na solidão profunda.
As vozes são abafadas pelo ruído do cotidiano,
E os ecos do silêncio refletem a essência e o profano.
Os olhares vazios em rostos desconhecidos,
Como máscaras ocultando desejos inconfessáveis.
Somos meras sombras transitando no abismo,
À procura de conexões verdadeiras e indescritíveis.
Na era da comunicação instantânea e superficial,
Perdemos o significado genuíno das palavras faladas.
As mensagens digitais substituem toques sinceros,
E os ecos do silêncio revelam a falta de intimidade.
Mas no âmago desse silêncio ensurdecedor,
Encontro uma força inesperada que resiste.
A voz interior clama por autenticidade e profundidade,
Transformando os ecos do silêncio em poesia persistente.
Então ergo minha voz nas asas dos versos selvagens,
Rompendo o véu do conformismo estabelecido.
Que meu poema ecoe pela eternidade adiante,
Despertando almas surdas para o poder dos sons calados.
Pois nos ecos do silêncio reside uma magia secreta
Que transcende barreiras impostas pela sociedade.
É onde encontramos nossa voz mais autêntica
E transformamos as linhas tristes em luz e liberdade.
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👁️ 21
Gatinho na Chuva
Na chuva fria e implacável, um gatinho se encolhe,
Seu pelo outrora macio, agora molhado e frio.
Ele olha para o céu cinzento, seus olhos brilham,
Um pedido silencioso por abrigo, por um toque gentil.
Ele sente a dureza do concreto sob suas patas,
O frio se infiltrando em seus ossos.
Ele anseia pelo calor de um lar, pelo som suave de vozes,
Mas tudo o que ele ouve é o rugido da cidade, o sussurro das folhas.
Ele vê as pessoas passarem, envoltas em seus casacos,
Indiferentes à sua presença, alheias à sua dor.
Ele mia para eles, um som quase inaudível,
Mas eles continuam andando, perdidos em seus próprios mundos.
Ele sonha com dias mais quentes, com noites tranquilas,
Com o ronronar suave de sua mãe, com o brincar de seus irmãos.
Mas esses são apenas sonhos, ecos de um tempo que se foi,
Agora, tudo o que resta é a chuva, e a solidão.
Mas mesmo na escuridão, há uma centelha de esperança,
Um desejo de dias melhores, um anseio por amor.
Pois ele é um gato, e em seu coração pequeno e valente,
Há a força para sobreviver, para encontrar um novo começo.
Seu pelo outrora macio, agora molhado e frio.
Ele olha para o céu cinzento, seus olhos brilham,
Um pedido silencioso por abrigo, por um toque gentil.
Ele sente a dureza do concreto sob suas patas,
O frio se infiltrando em seus ossos.
Ele anseia pelo calor de um lar, pelo som suave de vozes,
Mas tudo o que ele ouve é o rugido da cidade, o sussurro das folhas.
Ele vê as pessoas passarem, envoltas em seus casacos,
Indiferentes à sua presença, alheias à sua dor.
Ele mia para eles, um som quase inaudível,
Mas eles continuam andando, perdidos em seus próprios mundos.
Ele sonha com dias mais quentes, com noites tranquilas,
Com o ronronar suave de sua mãe, com o brincar de seus irmãos.
Mas esses são apenas sonhos, ecos de um tempo que se foi,
Agora, tudo o que resta é a chuva, e a solidão.
Mas mesmo na escuridão, há uma centelha de esperança,
Um desejo de dias melhores, um anseio por amor.
Pois ele é um gato, e em seu coração pequeno e valente,
Há a força para sobreviver, para encontrar um novo começo.
👁️ 44
Presença Vampirica
Sob a pálida luz da lua cheia,
Pela janela vazia, noite adentro,
No emaranhado das sombras cintilantes,
Eis que surge, silente e sinistro, o vampiro.
Seus olhos brilham como rubis do inferno,
Numa dança hipnótica de tentação.
Seus lábios vermelhos como sangue negro
Murmuram promessas de eterna perdição.
As garras afiadas tocam minha pele trêmula,
Despertando sensações proibidas e ardentes.
Envolvida na aura caída da escuridão,
Entrego-me ao beijo selvagem desse ser transcendente.
Corpos entrelaçados numa dança macabra,
A paixão profana se espalha pelo quarto.
Entre gemidos sussurrados nas trevas da noite,
Deixo-me levar pelo prazer obscuro e farto.
Nesse enlace noturno, sou sua presa insana,
Dominada pelos desejos vorazes do vampiro.
Na penumbra, lhe ofereço minha alma profunda
E me entrego à sedução deste amor vampiresco.
Pela janela vazia, noite adentro,
No emaranhado das sombras cintilantes,
Eis que surge, silente e sinistro, o vampiro.
Seus olhos brilham como rubis do inferno,
Numa dança hipnótica de tentação.
Seus lábios vermelhos como sangue negro
Murmuram promessas de eterna perdição.
As garras afiadas tocam minha pele trêmula,
Despertando sensações proibidas e ardentes.
Envolvida na aura caída da escuridão,
Entrego-me ao beijo selvagem desse ser transcendente.
Corpos entrelaçados numa dança macabra,
A paixão profana se espalha pelo quarto.
Entre gemidos sussurrados nas trevas da noite,
Deixo-me levar pelo prazer obscuro e farto.
Nesse enlace noturno, sou sua presa insana,
Dominada pelos desejos vorazes do vampiro.
Na penumbra, lhe ofereço minha alma profunda
E me entrego à sedução deste amor vampiresco.
👁️ 10
êxtase da alma enlouquecida
No caos profundo, a alma inebria,
Sem olhar, nem pensar, nem ver.
No escuro, ela grita e delira,
Preso em seu próprio enlouquecer.
Os pássaros cantam ao dia,
Livremente sem medo de julgar.
Enquanto a alma se perdia
Numa mente limitada ao quasar.
Grita pela liberdade sem hesitar,
No suspiro profundo renascendo.
Na chuva, a luva faz estremecer,
E o sorriso do orador maldizendo.
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Sem olhar, nem pensar, nem ver.
No escuro, ela grita e delira,
Preso em seu próprio enlouquecer.
Os pássaros cantam ao dia,
Livremente sem medo de julgar.
Enquanto a alma se perdia
Numa mente limitada ao quasar.
Grita pela liberdade sem hesitar,
No suspiro profundo renascendo.
Na chuva, a luva faz estremecer,
E o sorriso do orador maldizendo.
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👁️ 14
Ao nascer do Sol ,minha alma sangra
Ao raiar do dia, quando o sol nasce,
E a escuridão da noite lentamente desvanece,
Minha alma sangra, em silêncio, em paz,
Como um rio que silenciosamente flui e apaz.
O sol, em sua glória, ilumina o céu,
Mas minha alma, em agonia, não pode se alegrar.
Ela sangra, oh, como ela sangra,
Como uma ferida que não cicatriza, que arde.
O nascer do sol, tão belo e brilhante,
É um lembrete cruel da minha triste situação.
Minha alma, uma vez cheia de luz,
Agora está perdida na escuridão da noite.
Mas ainda assim, eu olho para o nascer do sol,
Com esperança em meu coração e lágrimas em meus olhos.
Porque mesmo que minha alma sangre,
Eu sei que, como o sol, ela vai se levantar.
E assim, com cada novo amanhecer,
Eu sinto a dor, a perda, o desespero.
Mas também sinto a esperança, a promessa,
De um novo dia, de um novo começo.
Minha alma pode sangrar, pode chorar,
Mas ela também pode curar, pode voar.
E assim, com cada nascer do sol,
Eu sinto a dor, mas também a alegria.
Porque mesmo na escuridão, há luz,
E mesmo na dor, há amor.
E assim, minha alma sangra,
Mas ela também ama, ela também vive.
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👁️ 6
Contraste de duas almas
No reino do Amor, sob o céu cinzento,
Duas almas opostas dançam em tormento.
Uma, a luz, brilha com ardor divino,
A outra, a sombra, trilha um caminho sombrio.
A luz, com seu brilho, busca a sombra amar,
Mas a sombra, em seu mistério, teme se revelar.
No entanto, na dança do destino, elas se encontram,
E em um abraço etéreo, suas diferenças se encantam.
A luz vê na sombra uma beleza profunda,
A sombra vê na luz uma paixão sem segunda.
E assim, no palco do universo, elas se unem,
Em um amor que, apesar das diferenças, não se desune.
Opostas em essência, mas unidas pelo coração,
Elas dançam juntas, numa eterna canção.
Amor, esse é o nome de sua dança,
Um balé de almas, uma esperança.
Duas almas opostas dançam em tormento.
Uma, a luz, brilha com ardor divino,
A outra, a sombra, trilha um caminho sombrio.
A luz, com seu brilho, busca a sombra amar,
Mas a sombra, em seu mistério, teme se revelar.
No entanto, na dança do destino, elas se encontram,
E em um abraço etéreo, suas diferenças se encantam.
A luz vê na sombra uma beleza profunda,
A sombra vê na luz uma paixão sem segunda.
E assim, no palco do universo, elas se unem,
Em um amor que, apesar das diferenças, não se desune.
Opostas em essência, mas unidas pelo coração,
Elas dançam juntas, numa eterna canção.
Amor, esse é o nome de sua dança,
Um balé de almas, uma esperança.
👁️ 6
Gatinho na Chuva
Na chuva fria e implacável, um gatinho se encolhe,
Seu pelo outrora macio, agora molhado e frio.
Ele olha para o céu cinzento, seus olhos brilham,
Um pedido silencioso por abrigo, por um toque gentil.
Ele sente a dureza do concreto sob suas patas,
O frio se infiltrando em seus ossos.
Ele anseia pelo calor de um lar, pelo som suave de vozes,
Mas tudo o que ele ouve é o rugido da cidade, o sussurro das folhas.
Ele vê as pessoas passarem, envoltas em seus casacos,
Indiferentes à sua presença, alheias à sua dor.
Ele mia para eles, um som quase inaudível,
Mas eles continuam andando, perdidos em seus próprios mundos.
Ele sonha com dias mais quentes, com noites tranquilas,
Com o ronronar suave de sua mãe, com o brincar de seus irmãos.
Mas esses são apenas sonhos, ecos de um tempo que se foi,
Agora, tudo o que resta é a chuva, e a solidão.
Mas mesmo na escuridão, há uma centelha de esperança,
Um desejo de dias melhores, um anseio por amor.
Pois ele é um gato, e em seu coração pequeno e valente,
Há a força para sobreviver, para encontrar um novo começo.
Seu pelo outrora macio, agora molhado e frio.
Ele olha para o céu cinzento, seus olhos brilham,
Um pedido silencioso por abrigo, por um toque gentil.
Ele sente a dureza do concreto sob suas patas,
O frio se infiltrando em seus ossos.
Ele anseia pelo calor de um lar, pelo som suave de vozes,
Mas tudo o que ele ouve é o rugido da cidade, o sussurro das folhas.
Ele vê as pessoas passarem, envoltas em seus casacos,
Indiferentes à sua presença, alheias à sua dor.
Ele mia para eles, um som quase inaudível,
Mas eles continuam andando, perdidos em seus próprios mundos.
Ele sonha com dias mais quentes, com noites tranquilas,
Com o ronronar suave de sua mãe, com o brincar de seus irmãos.
Mas esses são apenas sonhos, ecos de um tempo que se foi,
Agora, tudo o que resta é a chuva, e a solidão.
Mas mesmo na escuridão, há uma centelha de esperança,
Um desejo de dias melhores, um anseio por amor.
Pois ele é um gato, e em seu coração pequeno e valente,
Há a força para sobreviver, para encontrar um novo começo.
👁️ 8
Morcelódia Noturna
Sob o manto noturno, entre estrelas brilhantes,
Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
www.contodavampira.blogspot.com
Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
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👁️ 11
Morcelódia Noturna
Sob o manto noturno, entre estrelas brilhantes,
Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
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Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
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Comentários (3)
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Joana Dark
2024-11-27
Ameiiii
Bba
2024-05-10
Pessimo como tudo que você escreveu
NAO SEI
2018-05-31
ÉS LILA
Poetisa em constante eevolução
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