Presença Vampirica
Sob a pálida luz da lua cheia,
Pela janela vazia, noite adentro,
No emaranhado das sombras cintilantes,
Eis que surge, silente e sinistro, o vampiro.
Seus olhos brilham como rubis do inferno,
Numa dança hipnótica de tentação.
Seus lábios vermelhos como sangue negro
Murmuram promessas de eterna perdição.
As garras afiadas tocam minha pele trêmula,
Despertando sensações proibidas e ardentes.
Envolvida na aura caída da escuridão,
Entrego-me ao beijo selvagem desse ser transcendente.
Corpos entrelaçados numa dança macabra,
A paixão profana se espalha pelo quarto.
Entre gemidos sussurrados nas trevas da noite,
Deixo-me levar pelo prazer obscuro e farto.
Nesse enlace noturno, sou sua presa insana,
Dominada pelos desejos vorazes do vampiro.
Na penumbra, lhe ofereço minha alma profunda
E me entrego à sedução deste amor vampiresco.
Pela janela vazia, noite adentro,
No emaranhado das sombras cintilantes,
Eis que surge, silente e sinistro, o vampiro.
Seus olhos brilham como rubis do inferno,
Numa dança hipnótica de tentação.
Seus lábios vermelhos como sangue negro
Murmuram promessas de eterna perdição.
As garras afiadas tocam minha pele trêmula,
Despertando sensações proibidas e ardentes.
Envolvida na aura caída da escuridão,
Entrego-me ao beijo selvagem desse ser transcendente.
Corpos entrelaçados numa dança macabra,
A paixão profana se espalha pelo quarto.
Entre gemidos sussurrados nas trevas da noite,
Deixo-me levar pelo prazer obscuro e farto.
Nesse enlace noturno, sou sua presa insana,
Dominada pelos desejos vorazes do vampiro.
Na penumbra, lhe ofereço minha alma profunda
E me entrego à sedução deste amor vampiresco.
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