Lista de Poemas
Rosa quebrantada
docê e preciosa rosa
quebrantada de amor
em seus labios me afogo
em sua alma tão delicada me entorno,
meu mais belo anjo.
docê rosa precisa
amor sem igual
eis que se aproxima o natal,
e aguardo o seu perfume em minha sala.
meu docê anjo,
seus longos cabelos negros me atormentam,
noite e dia o pesadelo,
de seus olhos tão fatais.
olho seu retrato digital,
tão ternura sem igual,
como queria te tocar.
és meu anjo,
que me protege sem saber,
em minha alma adormecer,
da saudade que me rendo.
(poema inspirado em uma pessoa que me atormenta meus pensamentos)
quebrantada de amor
em seus labios me afogo
em sua alma tão delicada me entorno,
meu mais belo anjo.
docê rosa precisa
amor sem igual
eis que se aproxima o natal,
e aguardo o seu perfume em minha sala.
meu docê anjo,
seus longos cabelos negros me atormentam,
noite e dia o pesadelo,
de seus olhos tão fatais.
olho seu retrato digital,
tão ternura sem igual,
como queria te tocar.
és meu anjo,
que me protege sem saber,
em minha alma adormecer,
da saudade que me rendo.
(poema inspirado em uma pessoa que me atormenta meus pensamentos)
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Anjo gótico
descansa sob esse tumulo,
suas longas asas errantes,
negras asas que me cobrem,
anjo negro que me protege,
nessa noite em que me deito,
ao meu lado em meus pesadelos,
se converta em um sonho.
pulsos feridos por espinhos
minha alma sangra
quando toca-me.
esses lábios jamais irão cicatrizar.
quando voas na negra noite
se despede sem exitar
a saudade deixa-me perdida
num sonho que jamais irá se apagar.
asas negras de couro,
suas mão frias em meu rosto,
lindo anjo faminto,
nunca trará-me desgosto.
minha alma calada,
te admira e exala
seu perfume de enxofre.
em seus labios a tocar-me
a espada da solidão
em meu coração,
te permite entrar.
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Alasteir Missioux -diário de um homem atormentado;
1981 ,uma noite clara de outono,eu sorria enquanto ,lia gênesis,uma obra perfeita que mal posso decifrar.
em meia luz as velas ,que mechiam em sua sombra ,formas estranhas que deixariam qualquer um atormentado.
eu sorria sozinho,eu não tinha ninguem alem de um gato acinzentado,minha unica compania.
eu pensava na morte de minha querida ,que se fora em 2 anos ,mas ainda me atormentava ,deixava-me eu fórico.
Diante das velas refletia ,o quão minha querida me fizera feliz,seus cabelos castanhos esvoaçantes e a pele de seda ,
quando lembro-me choro de felicidade ,e o quanto a queria novamente comigo.
Por um instante eu bebera um drink,um cigarro e entre genesis lembrava-se de uma maldita cobra que matou minha eva com seu veneno.eis que agora vivo uma prisão em minha mente ,uma prisão que nem se que sei se me libertarei.
se um sorriso ja basta para derreter minha mente quem dira ,quando lembro-me daquele outono em paris ,
em um barco e uma boa musica ,realizando sonhos de infancia,pareciamos duas crianças perdidos nas estrelas parisienses.
O vento entre as cortidas soprava e eu fui ate a janela ,a lua brilhava ,era enorme ,seus olhos eram como ela,
via seu rosto brilhar,via seu belo corpo nas nuvens ,como esquecer ? quando cantava para mim,com sua doce voz ,
suas mãos delicadas sob o piano? os cachos de uva em minha boca ,quando dizia:"meu deus grego,como te amo" ,eu ria pois nada disso era verdade ,eram apenas suas doces palavras para dar-me animo.
Um barulho,o gato derrubara minha taça ,que molhava a mesa e revelava uma mancha escura ,uma silhuieta de uma mulher ,sua dança entrépida ,que rodava sem parar. os doces bailes que iriamos ,o primeiro encontro. uma lágrima cai,e mistura-se com a bebida.
A cobra aquela maldita cobra não deveria nunca ter aparecido em nossa vida ,em poucos minutos um punhal a atravessava e tirava a vida de minha amada.essas sombras na parede revelam meu ódio,e o desejo de vingar-me .
essas sombras ,esses monstros como podem estar aqui? fico desesperado,temo fugir,olho no espelho e vejo o monstro,vejo a cobra,a maldita cobra ,não resisto ,devo-me vingar-me . em um baú o punhal,um punhal dourado,com pedras vermelhas ,porem afiado,chego de mansinho,e por fim atravesso seu peito dentro do maldito espelho,em seu precioso fim.
conto por: Luciana aparecida Schlei
sob sussuros .
13/10/2020
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Anjos no deserto
Quem dira minha alma ,oh anjo
perdida na imensidão do deserto
sem temores do abismo eterno,
onde encontra a besta de minha alma,
que sangra e chora por perdão
e escorre em lagriimas aquilo que deveria ser esquecido
e em seu abismo na profunda imensidão
cavou um buraco de ódio e intensa ingratidão
que perdeu-se com clareza,entrou em desespero
e não notou o quanto tinha o sorriso mais perfeito
na alma que habitava.
quem era ela ,oh minha alma?
quem era aquele anjo perdido no deserto
que nem ao menos falava?
eu não compreenderei o seu fervor em compaixão celeste.
eu me perco no sonho,das areias que me jogaras.
eu tenho um sonho,oh anjo
e este perturbador sonho ,jamais se recogitara
na imensidão dos olhos que se perdeu
no vidro dourado da alma.
perdida na imensidão do deserto
sem temores do abismo eterno,
onde encontra a besta de minha alma,
que sangra e chora por perdão
e escorre em lagriimas aquilo que deveria ser esquecido
e em seu abismo na profunda imensidão
cavou um buraco de ódio e intensa ingratidão
que perdeu-se com clareza,entrou em desespero
e não notou o quanto tinha o sorriso mais perfeito
na alma que habitava.
quem era ela ,oh minha alma?
quem era aquele anjo perdido no deserto
que nem ao menos falava?
eu não compreenderei o seu fervor em compaixão celeste.
eu me perco no sonho,das areias que me jogaras.
eu tenho um sonho,oh anjo
e este perturbador sonho ,jamais se recogitara
na imensidão dos olhos que se perdeu
no vidro dourado da alma.
poema por : Luciana A.Schlei e seu anjo perdido da alma.
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pescador da desesperança
Sorriso encantador afaga o dia do sonhador
tremenda aurora inata
se isala na brisa de uma catarata.
sempre deixa a desejar,o iniquo lamento ao mar
sonha constantemente a beira mar o seu tremulo silencio a encantar.
sorria a calma desesperada,oh sonhador
queão brilhante a aurora que o inspirou
guarda no repouco a cantar,
o lamento que boceja ao despertar,
a estremidade,o grito e a dor
desesperado o homem ,aquele sonhador
que em cantico profundo adormece,
no silencio do peito entristece.
aquilo que o desmoronou.
06.05.17 -baixada santista
tremenda aurora inata
se isala na brisa de uma catarata.
sempre deixa a desejar,o iniquo lamento ao mar
sonha constantemente a beira mar o seu tremulo silencio a encantar.
sorria a calma desesperada,oh sonhador
queão brilhante a aurora que o inspirou
guarda no repouco a cantar,
o lamento que boceja ao despertar,
a estremidade,o grito e a dor
desesperado o homem ,aquele sonhador
que em cantico profundo adormece,
no silencio do peito entristece.
aquilo que o desmoronou.
06.05.17 -baixada santista
👁️ 289
ludíbrio
O sono destemente,
um profundo sonhar
auxilia por um profundo hibernar.,
nas nuvens da alma lúdica
a libertação da agonia
o despertar do elixir transalpino de um allure.
que deixa calma a bela dama
que morre ao encontrar,
o desprezo da negra sombra
daquele que a fez chorar.
em seu corpo o véu que se rasga,
em pedaços suas pétalas a desgrenhar.
a lágrima acarina a deslizar,
a sua boca enveludada ao silêncio ,
almejando cantar ,
a voz das sereias a somatizar.
As velas apagam-se com o sopro do cavalheiro,
aproxima -se sem exitar ,
com a alma embriagada tocando o rosto,
impedindo o sono ,e a paz
um delirio sem luz
uma prata sem brilho
o descanso de uma flaminia
a sua luz a apagar.
um profundo sonhar
auxilia por um profundo hibernar.,
nas nuvens da alma lúdica
a libertação da agonia
o despertar do elixir transalpino de um allure.
que deixa calma a bela dama
que morre ao encontrar,
o desprezo da negra sombra
daquele que a fez chorar.
em seu corpo o véu que se rasga,
em pedaços suas pétalas a desgrenhar.
a lágrima acarina a deslizar,
a sua boca enveludada ao silêncio ,
almejando cantar ,
a voz das sereias a somatizar.
As velas apagam-se com o sopro do cavalheiro,
aproxima -se sem exitar ,
com a alma embriagada tocando o rosto,
impedindo o sono ,e a paz
um delirio sem luz
uma prata sem brilho
o descanso de uma flaminia
a sua luz a apagar.
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Cavalheira Estoica
Suave mancha oscura,
drenada em uma alma
intrépido em seu esqueleto
um poço profundo.
esquenta os lábios,
a alma frisada
num descontente andamento
na suave morada...
quente como o inferno,
gelava a chama
que se enganava e clama
por um lamento.
Ao trem que passa
na ampulheta alada
num pedaço de papel
nada esperava.
Chorava em silêncio
por dentro agonizava
A alma estremecia,
e a carne queimava.
Corria em labirintos,
porém sempre esperava
encontrar o destino,
na sombra amarga.
em seu caminho rindo estremecia,
pois em meio a seu destino,
havia um sol no fim do dia.
que sempre a aguardava.
Luciana A.Schlei
13/12/16
22:56
👁️ 218
Comentários (3)
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Joana Dark
2024-11-27
Ameiiii
Bba
2024-05-10
Pessimo como tudo que você escreveu
NAO SEI
2018-05-31
ÉS LILA
Poetisa em constante eevolução
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