Lista de Poemas
Cansado
Ah...! Estou cansado de a vida ser só isso; em quanto isso o meu silêncio grita e eu não tenho nada a dizer!
Ai! O passar do tempo e o correr da vida sem chegar a lugar nenhum é para mim também um balsamo; afinal basta a magoa de hoje, que é muita, porque o restando o tempo leva e trás para a manhã... - Estou cansado de a vida ter sido só isso!
Sempre enchi o meu vaso de propósitos, ou quer que seja, de deixar-lo cheio só até a metade. E isso já mais foi por falta de esforços, mas ate mesmo os meus esforços sempre os fiz pela a metade! Pela a metade... - viveria a minha vida também - ate hoje - pela metade virou quase e o quase passou a ser sempre e o sempre ficou para amanha, talvez... - Estou cansado de a vida ser só isso! E de não ter intimidade com as Conquista das Coisas, por não ter tido em minhas conquistas intimidade nenhuma com elas. Porque fui vil e falso e estive preso, também ao reflexo de ser neutro e sombra do viver, e ao que implica vida. Estou cansado de a vida ser só isso: não fiz, não deu, ficou, passou, perdi, depois, mas se ao menos eu tivesse tentado... - Estou cansado de a vida ter sido só isso!
Preguei os meus sonhos em uma tábua, para que não os perdessem, e também para que com ela pudesse bater em ou o quê quisessem frustrá-los. Mas a tábua, sem quer! Virou uma cruz e os meus sonhos - por mim -, foram pregados em um alvo onde estão acertadas toadas às flechas da frustração e negação.
Estou cansado de a vida ser só isso: um poema lido e uma dor sem ter o porquê e sem ter dor e o desejo de entender com a alma o que o cérebro não consegue... E também, mais ainda, de o vazio daquele não entendimento entendido virar um texto meu.
Estou cansado, por dentro e por fora, de a vida ter sido só isso, como se não tivesse cansado por fora e não houvesse o por dentro de si. E como se o por dentro de si fosse um fundo falso e verdadeiro também! E isso tudo foi sempre tão complicado de viver e de entender... - Por isso estou cansado de a vida ter sido só isso!
Quem lerá este texto; sabará que nele há um pouco de si também; Perceberá que ele não passa de um simples desenho, em folha e letra e erros de gramática, do que não soube ser e conquistar ou falar?
Estou cansado de a vida ter sido só isso... E hoje me entrego ao meu novo último, mas não último, refugio!
Ai! O passar do tempo e o correr da vida sem chegar a lugar nenhum é para mim também um balsamo; afinal basta a magoa de hoje, que é muita, porque o restando o tempo leva e trás para a manhã... - Estou cansado de a vida ter sido só isso!
Sempre enchi o meu vaso de propósitos, ou quer que seja, de deixar-lo cheio só até a metade. E isso já mais foi por falta de esforços, mas ate mesmo os meus esforços sempre os fiz pela a metade! Pela a metade... - viveria a minha vida também - ate hoje - pela metade virou quase e o quase passou a ser sempre e o sempre ficou para amanha, talvez... - Estou cansado de a vida ser só isso! E de não ter intimidade com as Conquista das Coisas, por não ter tido em minhas conquistas intimidade nenhuma com elas. Porque fui vil e falso e estive preso, também ao reflexo de ser neutro e sombra do viver, e ao que implica vida. Estou cansado de a vida ser só isso: não fiz, não deu, ficou, passou, perdi, depois, mas se ao menos eu tivesse tentado... - Estou cansado de a vida ter sido só isso!
Preguei os meus sonhos em uma tábua, para que não os perdessem, e também para que com ela pudesse bater em ou o quê quisessem frustrá-los. Mas a tábua, sem quer! Virou uma cruz e os meus sonhos - por mim -, foram pregados em um alvo onde estão acertadas toadas às flechas da frustração e negação.
Estou cansado de a vida ser só isso: um poema lido e uma dor sem ter o porquê e sem ter dor e o desejo de entender com a alma o que o cérebro não consegue... E também, mais ainda, de o vazio daquele não entendimento entendido virar um texto meu.
Estou cansado, por dentro e por fora, de a vida ter sido só isso, como se não tivesse cansado por fora e não houvesse o por dentro de si. E como se o por dentro de si fosse um fundo falso e verdadeiro também! E isso tudo foi sempre tão complicado de viver e de entender... - Por isso estou cansado de a vida ter sido só isso!
Quem lerá este texto; sabará que nele há um pouco de si também; Perceberá que ele não passa de um simples desenho, em folha e letra e erros de gramática, do que não soube ser e conquistar ou falar?
Estou cansado de a vida ter sido só isso... E hoje me entrego ao meu novo último, mas não último, refugio!
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Timidz
Por isso tenho medo de te tocar porque eu te amo e não consigo te olhar nos olhos porque eu te amo e não consigo conversar com você por medo que todas minhas palavras te digam que eu te amo te amo te amo te amo tenho medo que os seus pais saibam seus amigos saibam e uso esse mesmo medo para te dizer que te amo que eu te amo.
Porque te amo não consigo te esquecer e tenho medo te esquecer porque eu te amo.
Mas essa timidez não só foi capaz de me livrar o pecado de gritar ao ultimo apaixonado que eu te amo e que meu amor que meu maior é maior de me impedir de simplesmente narrar ao amor como como eu te amo e nem a dor de me dizer que te amar é para sempre nunca jamais te ter!
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Estrada
Ah...! Aquela estrada maldita, aonde seus passos de adeus partiram em silencio, maldita seja ela, maldita seja. Maldita!
Que o caos, a dor... O mais negro caos acariciado pela dor habite todos os vão espaço que a compõe sem compor.
Desejo que seu asfalto vire borra de café!
Bem aventurada seja a podre poeira que roer caco por caco teu _, que os montes se +e eternizem em teu louvor!
Pra você estrada amaldiçoada anseio do fundo de todo meu ódio que o acido da morte ceife á vida que Deus pois em cada milímetro teu; que morra na praga, e nem os demónios nem a morte te percorram.
Assim será você: vazia como um salão no fim de festa, deserta como o caminho perdido, renegada como a morte renega a vida ,e morta como nem a própria morte poderia fazê-la.
Não correram crianças para o doce abraço dos pais pelo seu chão, correram por falsa misericórdia apenas ,e tão somente lavas e larvas.
Não sentira nada, nem mesmo não solidão!_ Por certo que é abstracta e não sente nada mesmo, e mesmo que sentisse não sentiria porque não és digna.
Não será lembrada por nada salvo uma densa treva que se verás ate mesmo da lua.
Por que me chamam, por que bateram no meu portão? De tanto ódio que estou seria capas de lhes indicar essa estrada que agora odeio como todo o ódio do mundo! Mas ela não merece nem os que eu odeio. Vou dar uma pausa para que possa recupera todo o adio que ser perdeu na magia deste momento... E ver que é... !
Ah estrada amarga!... Em seu caminho de pedras pontiagudos e venenosas só há curva e
subida e o seu choro maldito no silencio nem a solidão escutada.
Você e só, abandonada no escuro.
Ser quer a riscaram no mapa, mas fizeram questão de assinalar que ali aonde tu vegetas velha, banguela e careca ,é aonde a paz se desprende do mundo ,e tudo se despeça de tudo._ Há um grande negrume em cima do seu nome.
Estrada! E que me desculpem as santas e as putas, mas sua cara de santa puta seduz quase todos os seres.
Estrada...!
Ah estrada, te odeio com tudo o amor que se pode amar o ódio, lhe maltrato com o meu mais simples gesto: se quer escarrar em você!
Seria capaz de me matar a ao menos pisar uma célula se quer minha em você!
Se estourasse uma nova guerra mundial, e você por ser irremediavelmente inabitada, indelevelmente suja, áspera e podre, não me refugiaria em te ,e nem a teria como um tesouro agridoce.
Desejo que toda a distancia se consuma em si, que a eternidade seja um momento de dor, e que o esquecimento lhe seja eterna companhia.
E o mesmo tempo não lhe desejo nada. Porque nada cometeu o pecado que você cometeu. Nada merece a angustia de ser ou está ao seu lado.
Só você estrada, que merece existir num existir sem existir onde nada exista.
Como pôde estrada? como você pôde mesmo assim sendo abstracta, fazer o pior mal que possa existir? Como pôde assim colada, encravada ao chão por natureza, se levantar logo contra mim?...
Amaldiçoo-te estrada maldita. Por Deus eu te amaldiçoo estrada, pois a levou na a esperança de um novo e belo caminho e a conduz num caminho sem vinda.
Que o ódio me perdoe por tanto te adiar!
Estrada!_... Que o ácido do tempo te corroa pela a metade pra que você sofra eternamente...
Que o caos, a dor... O mais negro caos acariciado pela dor habite todos os vão espaço que a compõe sem compor.
Desejo que seu asfalto vire borra de café!
Bem aventurada seja a podre poeira que roer caco por caco teu _, que os montes se +e eternizem em teu louvor!
Pra você estrada amaldiçoada anseio do fundo de todo meu ódio que o acido da morte ceife á vida que Deus pois em cada milímetro teu; que morra na praga, e nem os demónios nem a morte te percorram.
Assim será você: vazia como um salão no fim de festa, deserta como o caminho perdido, renegada como a morte renega a vida ,e morta como nem a própria morte poderia fazê-la.
Não correram crianças para o doce abraço dos pais pelo seu chão, correram por falsa misericórdia apenas ,e tão somente lavas e larvas.
Não sentira nada, nem mesmo não solidão!_ Por certo que é abstracta e não sente nada mesmo, e mesmo que sentisse não sentiria porque não és digna.
Não será lembrada por nada salvo uma densa treva que se verás ate mesmo da lua.
Por que me chamam, por que bateram no meu portão? De tanto ódio que estou seria capas de lhes indicar essa estrada que agora odeio como todo o ódio do mundo! Mas ela não merece nem os que eu odeio. Vou dar uma pausa para que possa recupera todo o adio que ser perdeu na magia deste momento... E ver que é... !
Ah estrada amarga!... Em seu caminho de pedras pontiagudos e venenosas só há curva e
subida e o seu choro maldito no silencio nem a solidão escutada.
Você e só, abandonada no escuro.
Ser quer a riscaram no mapa, mas fizeram questão de assinalar que ali aonde tu vegetas velha, banguela e careca ,é aonde a paz se desprende do mundo ,e tudo se despeça de tudo._ Há um grande negrume em cima do seu nome.
Estrada! E que me desculpem as santas e as putas, mas sua cara de santa puta seduz quase todos os seres.
Estrada...!
Ah estrada, te odeio com tudo o amor que se pode amar o ódio, lhe maltrato com o meu mais simples gesto: se quer escarrar em você!
Seria capaz de me matar a ao menos pisar uma célula se quer minha em você!
Se estourasse uma nova guerra mundial, e você por ser irremediavelmente inabitada, indelevelmente suja, áspera e podre, não me refugiaria em te ,e nem a teria como um tesouro agridoce.
Desejo que toda a distancia se consuma em si, que a eternidade seja um momento de dor, e que o esquecimento lhe seja eterna companhia.
E o mesmo tempo não lhe desejo nada. Porque nada cometeu o pecado que você cometeu. Nada merece a angustia de ser ou está ao seu lado.
Só você estrada, que merece existir num existir sem existir onde nada exista.
Como pôde estrada? como você pôde mesmo assim sendo abstracta, fazer o pior mal que possa existir? Como pôde assim colada, encravada ao chão por natureza, se levantar logo contra mim?...
Amaldiçoo-te estrada maldita. Por Deus eu te amaldiçoo estrada, pois a levou na a esperança de um novo e belo caminho e a conduz num caminho sem vinda.
Que o ódio me perdoe por tanto te adiar!
Estrada!_... Que o ácido do tempo te corroa pela a metade pra que você sofra eternamente...
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O navio o homem e o mar
Era uma vez um navio...
Que por seu dono foi construído com muito carinho e chamado de werther. Por medo de perdê-lo e por amá-lo de mais ele não lhe apresentou ao mar. E assim se passam os 10 anos antes de sua primeira e única viagem ao mar.
O seu criador além de tudo temia que a salinidade do mar afetasse a pintura daquele cristal tão precioso, feito de aço e madeira, que guardava docemente com carinhos e cuidados infinitos no funde de sua bela casa; temia também que a tempestade o afundasse e que a ferrugem e o cupim o comecem. Por isso, resolveu manter-lo trancado qual ave na gaiola, qual peixe no aquário. Isso porque o navio representava muito para ele.
Construí-lo era como vencer uma batalha que nunca teve a oportunidade de ao menos ser derrotado. Mas o resultado dessa construção era entes de tudo, a reação de outras ações. Contudo com essa construção o seu maior propósito era se libertar das correntes da culpa, quebrar a escada da solidão, que principalmente na juventude tanto fez questão de subir e voltar ao passado a cada martelada e cada pincelada tirar das trevas as suas percas e os seus gritos não gritados, todo o medo de lutar por seus ideais e lançá-los numa era de luz.
Esse homem era de poucas vitorias na vida. Ainda assim possuía o que poucos possuíam: alma livre para sonhar. Mas a marcha desses sonhos e também de suas atitudes e de seus planos passavam primeiro por seu medo. E esse juiz oculto dificilmente acatava qualquer de suas decisões.
O navio ao seu modo também o amava, mas sentai lá no fundo íntimo de si, que esse amor não matava sua cede. Além das muitas outras coisas que ele não sabia, e uma morte era uma das; não sabia também que tão cedo partiria com ela virgem de sonhos e realizações. Coitado! - mas reconhecia um sentimento bem oposto ao que tinha pelo o homem, que ao invés de sustentar e alegrar e acalentar esvaziava-o do que nem mesmo tinha. Tudo isso só porque pensava naquilo que balançava para lá para cá.
Certos sentimentos amargavam, ainda mais, quando de sua cela estúpida (ESTÚPIDA PORQUE NÃO ERA ÇELA PARA CERTO TIPO DE PRISIONEIRO, MAS MESMO ASSIM VAZIA-O), de longe simplesmente via a leveza que os outros navios flutuavam sobre aquele tão longínquo e mais tarde agridoce rosto que sempre balançava para é para cá.
Werther, de algum modo, trazia em sua genética um imã que o puxa pra aquele imenso e liso resto que balançava pra lá e para cá. Contemplava-o então com seus olhos, que era uma imensa estrutura de aço e madeira, luzindo mil estrelas e outras mil agonias. Tudo isso o fazia sentisse-se como uma lua amarrada num porto impedida de subir ao céu.
Engolia toda a essa onde de sentimentos angustiosos, amarrado aos pés, que mais uma vez era toda a uma estrutura de aço e madeira, por longas e vultosas correntes - que mais pareciam ancoras lançadas, ao invés do mar, ao chão!
Não me ficou dito como, mas uma vez o werther teve a sua grande chance de conhece aquele rosto, que não muito tempo depois soube que se chamava mar; e que em outras palavras, os navios eram felizes. Só que aquelas correntes, antes presas aos seus pés, estavam finalmente soltas, mas agora ancoradas fatalmente em seu coração. Os motivos para isso pode ter sido vários como, por exemplo, medo e comodismo. Também Pode de ser levar em conta que talvez pensasse não era ser à hora de correr em direção a grande força que o puxava - como fazem tantos por ai. Ou ouviu quem viu frustrações próprias na sua possível realização. Também deve ter caído no conto dos que não foram 'ao encontro do seu grande mar', "por isso auto condenaram-se a lamentar e se arrependerem a vida toda; sem saberem que o destino e uma questão de escolha. Esses agora nem por isso, infelizmente, aprenderam e continuam ensinando agir errado quando o mar chamar um navio. Neles às dores que ardem como o sol não foi e nem são suficientes para evitar que continuem estéreis como pedras. E o que mais dor é saber que tiveram suas chances e a desperdiçaram-na, e agora vêem com a hipócrita ideologia que 'mais vale um pássaro na mão que dois voando'.
Não conquistaram o que perderam por puro medo ou falta de atitude. E por agirem assim não só perderam os dois pássaros que estavam voando, mas também o que estava em mãos. Pois agora, depois de passada a festa e restado só o silencio do salão vazio, depois que perderam suas grandes chances contemplar a alegria dos outros navios, naquele imenso mar, é grande tristeza que seus olhos não cansam, e nem se cansarão de ver. ''
Essas reflexões ao navio caíram como a mão e a luva porque pensar e sofrer e se magoar era o seu grande passa tempo - em quanto isso a pequena bateria de sua vida ai descarregando. Agora, a areia dos castelos dos meus sonhos é capaz de secar o sorriso deste infinito mar...!
Em todo era homem simples: colhia o que a vida dava e plantava o que não tinha. Não era dotado de inteligência genial, mas mesmo assim sabia que quem nunca andou de bicicleta nunca aprenderia; e que toda forma de felicidade, seja ela simples ou grande, era felicidade assim como todo pecado era é pecado.
Tinha alma pura, capaz de filtrar a beleza e leveza da vida até nos mais simples acontecimentos: desde o contemplar do ar pura de uma casa limpa, ao gesto cheio de simbolismo de tirar o palito e a gravata do pescoço. Enquanto ao medo - fruto de seu passado -, não o possuía de todo, mas o tinha nas suas mais variáveis formas. E para salientá-lo ainda mais trazia dentro de si uma gruta secreta, saturada de frustrações; e via o seu fim, sua explosão, o seu esvaziamento com construção do navio.
Formas variáveis do ditado '' como jogador de futebol você daria um grande medico'', por exemplo, não se aplicavam a ele. Isso porque quando não conseguia atuar com êxito, ou por medo, em uma área, simplesmente extraia toda sua força e dedicação para outra área. E assim se fortalecia a ideia da construção do navio. Ainda mais depois do casamento, quando soube que o grande sonho de sua esposa era uma viagem justamente de navio no verão com a família. Então qual melhor presente? Qual maior forma de mostrar o seu amor? Além do que queria presentear o maior presente que a da vida lhe trouxe, quem sabe ate de Deus - com maior presente que ele poderia lhe dar o dera.
Belo plano, grande presente de casamento, tudo feito, mas o medo seria o fator ''x'' na vida deste homem, a cena que não faria parte do espectáculo.
Acontece que sua esposa soube que o passeio com a família que tanto quisera seria com naquele navio que o marido passara anos construindo, e que ele saíra para o auto-mar no intuito de "testá-lo", pois havia já se passado 10 anos deste a conclusão da obra.
A noite era tempestuosa; então ela sem nenhuma sombra de duvida pegou uma embarcação a motor e saiu em sinal de emergência, pronta a ajudá-lo caso algo saísse errado. - como de alguma forma temia.
E foi o que fez...
Nesse momento algo de extraordinário aconteceu com o homem. Sentiu muito mais que medo da morte, quando que viu a representação dos seus sonhos flutuante naufragando...
Quando ela viu a letra A da palavra amor, que formava a frase: ''Com muito Amor e Carinho'' sendo engolida pela água, percebeu o naufrago. Então sem declamar frases poéticas, sem nenhum gesto heróico, mas sim num momento de muito pavor e tensão, lançou ao marido a bóia que espetacularmente estava ali no seu barco. Esse sem mais delongas alcançou-a...
''A perca, os amores não correspondidos ou não vividos, os planos que não deram certo se acumulam em nossas vidas porque não nos entregamos por completo a eles, sempre por um motivo ou outro arrancamos suas raízes ou se quer a plantamos; e não por causa deles.
Nós somos as ferramentas e tinta e tela e pintura da obra que fazemos de nossa vida. POR ISSO TODO DESENHO e todo propósito, por mais tosco que seja, tem de ser visto como a Vara do Monte Horebe. Porque a diferencia de um propósito para o outro é o quantos nós empenhamos para que seu fim seja plausível e eterno. ''
Porém, assim como há uma diferencia entre quem ler e quem decodificar palavras, há diferencia em quem ler um livro, por exemplo, e quem coloca em pratica suas ideias; e tudo isso aqui não passa de literatura.
''Nossos propósitos se lhes fossem dados a força de lutaram por si mesmo é que escolheriam os homens em ou até mesmo navios em que se realizariam!?'' - E se os fossem dados, de forma mágica esse poder; pensem se de alguma forma eles fossem palpáveis, visíveis, ou tomássemos uma pílula para tal acontecer, brotar no nosso córtex cerebral com 1001 formas possíveis para sua concretização?
Mas se isso acontecesse os homens bombas e terroristas em geral, com certeza, tomariam todas as pílulas possíveis por uma só ideia, para que em uma só explosão morresse todos os Palestinos e Israelenses e Americanos e toda a humanidade. Por outro haveria também tantos que tomariam as ' pílulas propositais' por não a violência e não a fome e não as armas nucleares e guerras e não as desigualdades.
Sendo assim conclui-se que, se houvessem realmente essas pílulas, o mundo enfim teria um fim tanto bom como mal. Afinal ''água "mole e pedra dura tanto batem até que fura."
''Só em pensar que o infinito é infinito, por mais que vivermos, nossa existência não passa de alguns segundos. E não há génios ou analfabetos e ricos ou pobres e brancos ou negros, entes de qualquer religião e ateis ou céticos; que seja geneticamente melhor um que o outro. Não hã nenhum ser humano, desta o mais arrogante ao mais simples, que não esteja sujeito ás leis da natureza, e a mesmo fim: a morte - mas não nos precipitemos com isso - nosso tempo de existência pode ser pequeno - o importante é sermos capitalista da felicidade: conquistar o máximo de felicidade com o mínimo de frustrações possível.
Um exemplo bem sucedido disso é o Sistema capitalista; que quer sempre aumentar a obtenção de lucro e não as despesas.
Para o capitalismo tempo é dinheiro, e todo bom capitalista não deve perder tempo em suposições, nem chances de expandi ou começar seus negócios. Ainda, via da regra para começar uma empresa é preciso que se tenha, além de tudo, capital de giro.
Com um investimento inicial de, por exemplo, 100 mil reais a "empresa" compara a matéria prima, os meios e produção e pagará a mão de obra e produzira, por exemplo, 150 mil reais. obtendo, obviamente, um lucro de 50 mil reais. Completo o circulo é necessário começar tudo de novo.
Para os capitalistas da felicidade o processo de obtenção de 'lucro' (felicidade) também é o mesmo. É de extrema necessidade, porém, nem que seja, um pequeno 'capital de giro; que compra a matéria prima, os meios de produção e pagará a mão de obra... Que produz os bens de consumo... Que são vendidos e dão o lucro'. Completo o circulo é necessário começar tudo de novo.
Sobre tudo no amor - sua maior empresa mundial. Acontece que algumas dessas empresas 'fecham-se' por má administração (Traição no casamento, ignorância entre parentes ou amigos, violência, por exemplo) ao contrario das outras empresas capitalistas que compram sua matéria-prima, as capitalistas de felicidade fabricam sua matéria-prima.''
- Existe ainda um pequeno contraste de informações: para começá-las e preciso no mínimo um minúsculo capital de giro(sentimento), mas para que ele sobreviva ao sistema( as crises em geral, por exemplo.) é necessário a matéria-prima.
''Se por um lado se constrói uma grande empresa do amor com tão pouco, por, também se detrói uma grande empresa do amor por tão pouco. - basta acabar a matéria-prima. ''
Todas essas reflexões se passaram na cabeça do homem, em fleches de luz, enquanto segurava-se na bóia e era puxado ao barco.
Já no barco um pouco atómico, deu um leve suspiro e depois abraçou a esposa; e de súbito enxugou a solitária lágrima que rolou de sues olhos.
Ele só não imaginaria que o navio, ao seu modo, no mesmo momento também teve as mesmas reflexões.
Sua criação por mais cede que tivesse e mais atração e mais destinado que fosse ao mar, não consegui concluir o seu propósito - Porque ele mesmo o era!
O homem ao construí-lo deu-lhe alma quando colocou aquela frase: ''Com muito Amor e Carinho''.
Seu navio foi realmente um jovem werther ao contrario. Antes de tudo, 'morreu' não por sua ''amada'', mas quando a teve. Quantos jovens werthes vivem dentro de si?
Que por seu dono foi construído com muito carinho e chamado de werther. Por medo de perdê-lo e por amá-lo de mais ele não lhe apresentou ao mar. E assim se passam os 10 anos antes de sua primeira e única viagem ao mar.
O seu criador além de tudo temia que a salinidade do mar afetasse a pintura daquele cristal tão precioso, feito de aço e madeira, que guardava docemente com carinhos e cuidados infinitos no funde de sua bela casa; temia também que a tempestade o afundasse e que a ferrugem e o cupim o comecem. Por isso, resolveu manter-lo trancado qual ave na gaiola, qual peixe no aquário. Isso porque o navio representava muito para ele.
Construí-lo era como vencer uma batalha que nunca teve a oportunidade de ao menos ser derrotado. Mas o resultado dessa construção era entes de tudo, a reação de outras ações. Contudo com essa construção o seu maior propósito era se libertar das correntes da culpa, quebrar a escada da solidão, que principalmente na juventude tanto fez questão de subir e voltar ao passado a cada martelada e cada pincelada tirar das trevas as suas percas e os seus gritos não gritados, todo o medo de lutar por seus ideais e lançá-los numa era de luz.
Esse homem era de poucas vitorias na vida. Ainda assim possuía o que poucos possuíam: alma livre para sonhar. Mas a marcha desses sonhos e também de suas atitudes e de seus planos passavam primeiro por seu medo. E esse juiz oculto dificilmente acatava qualquer de suas decisões.
O navio ao seu modo também o amava, mas sentai lá no fundo íntimo de si, que esse amor não matava sua cede. Além das muitas outras coisas que ele não sabia, e uma morte era uma das; não sabia também que tão cedo partiria com ela virgem de sonhos e realizações. Coitado! - mas reconhecia um sentimento bem oposto ao que tinha pelo o homem, que ao invés de sustentar e alegrar e acalentar esvaziava-o do que nem mesmo tinha. Tudo isso só porque pensava naquilo que balançava para lá para cá.
Certos sentimentos amargavam, ainda mais, quando de sua cela estúpida (ESTÚPIDA PORQUE NÃO ERA ÇELA PARA CERTO TIPO DE PRISIONEIRO, MAS MESMO ASSIM VAZIA-O), de longe simplesmente via a leveza que os outros navios flutuavam sobre aquele tão longínquo e mais tarde agridoce rosto que sempre balançava para é para cá.
Werther, de algum modo, trazia em sua genética um imã que o puxa pra aquele imenso e liso resto que balançava pra lá e para cá. Contemplava-o então com seus olhos, que era uma imensa estrutura de aço e madeira, luzindo mil estrelas e outras mil agonias. Tudo isso o fazia sentisse-se como uma lua amarrada num porto impedida de subir ao céu.
Engolia toda a essa onde de sentimentos angustiosos, amarrado aos pés, que mais uma vez era toda a uma estrutura de aço e madeira, por longas e vultosas correntes - que mais pareciam ancoras lançadas, ao invés do mar, ao chão!
Não me ficou dito como, mas uma vez o werther teve a sua grande chance de conhece aquele rosto, que não muito tempo depois soube que se chamava mar; e que em outras palavras, os navios eram felizes. Só que aquelas correntes, antes presas aos seus pés, estavam finalmente soltas, mas agora ancoradas fatalmente em seu coração. Os motivos para isso pode ter sido vários como, por exemplo, medo e comodismo. Também Pode de ser levar em conta que talvez pensasse não era ser à hora de correr em direção a grande força que o puxava - como fazem tantos por ai. Ou ouviu quem viu frustrações próprias na sua possível realização. Também deve ter caído no conto dos que não foram 'ao encontro do seu grande mar', "por isso auto condenaram-se a lamentar e se arrependerem a vida toda; sem saberem que o destino e uma questão de escolha. Esses agora nem por isso, infelizmente, aprenderam e continuam ensinando agir errado quando o mar chamar um navio. Neles às dores que ardem como o sol não foi e nem são suficientes para evitar que continuem estéreis como pedras. E o que mais dor é saber que tiveram suas chances e a desperdiçaram-na, e agora vêem com a hipócrita ideologia que 'mais vale um pássaro na mão que dois voando'.
Não conquistaram o que perderam por puro medo ou falta de atitude. E por agirem assim não só perderam os dois pássaros que estavam voando, mas também o que estava em mãos. Pois agora, depois de passada a festa e restado só o silencio do salão vazio, depois que perderam suas grandes chances contemplar a alegria dos outros navios, naquele imenso mar, é grande tristeza que seus olhos não cansam, e nem se cansarão de ver. ''
Essas reflexões ao navio caíram como a mão e a luva porque pensar e sofrer e se magoar era o seu grande passa tempo - em quanto isso a pequena bateria de sua vida ai descarregando. Agora, a areia dos castelos dos meus sonhos é capaz de secar o sorriso deste infinito mar...!
Em todo era homem simples: colhia o que a vida dava e plantava o que não tinha. Não era dotado de inteligência genial, mas mesmo assim sabia que quem nunca andou de bicicleta nunca aprenderia; e que toda forma de felicidade, seja ela simples ou grande, era felicidade assim como todo pecado era é pecado.
Tinha alma pura, capaz de filtrar a beleza e leveza da vida até nos mais simples acontecimentos: desde o contemplar do ar pura de uma casa limpa, ao gesto cheio de simbolismo de tirar o palito e a gravata do pescoço. Enquanto ao medo - fruto de seu passado -, não o possuía de todo, mas o tinha nas suas mais variáveis formas. E para salientá-lo ainda mais trazia dentro de si uma gruta secreta, saturada de frustrações; e via o seu fim, sua explosão, o seu esvaziamento com construção do navio.
Formas variáveis do ditado '' como jogador de futebol você daria um grande medico'', por exemplo, não se aplicavam a ele. Isso porque quando não conseguia atuar com êxito, ou por medo, em uma área, simplesmente extraia toda sua força e dedicação para outra área. E assim se fortalecia a ideia da construção do navio. Ainda mais depois do casamento, quando soube que o grande sonho de sua esposa era uma viagem justamente de navio no verão com a família. Então qual melhor presente? Qual maior forma de mostrar o seu amor? Além do que queria presentear o maior presente que a da vida lhe trouxe, quem sabe ate de Deus - com maior presente que ele poderia lhe dar o dera.
Belo plano, grande presente de casamento, tudo feito, mas o medo seria o fator ''x'' na vida deste homem, a cena que não faria parte do espectáculo.
Acontece que sua esposa soube que o passeio com a família que tanto quisera seria com naquele navio que o marido passara anos construindo, e que ele saíra para o auto-mar no intuito de "testá-lo", pois havia já se passado 10 anos deste a conclusão da obra.
A noite era tempestuosa; então ela sem nenhuma sombra de duvida pegou uma embarcação a motor e saiu em sinal de emergência, pronta a ajudá-lo caso algo saísse errado. - como de alguma forma temia.
E foi o que fez...
Nesse momento algo de extraordinário aconteceu com o homem. Sentiu muito mais que medo da morte, quando que viu a representação dos seus sonhos flutuante naufragando...
Quando ela viu a letra A da palavra amor, que formava a frase: ''Com muito Amor e Carinho'' sendo engolida pela água, percebeu o naufrago. Então sem declamar frases poéticas, sem nenhum gesto heróico, mas sim num momento de muito pavor e tensão, lançou ao marido a bóia que espetacularmente estava ali no seu barco. Esse sem mais delongas alcançou-a...
''A perca, os amores não correspondidos ou não vividos, os planos que não deram certo se acumulam em nossas vidas porque não nos entregamos por completo a eles, sempre por um motivo ou outro arrancamos suas raízes ou se quer a plantamos; e não por causa deles.
Nós somos as ferramentas e tinta e tela e pintura da obra que fazemos de nossa vida. POR ISSO TODO DESENHO e todo propósito, por mais tosco que seja, tem de ser visto como a Vara do Monte Horebe. Porque a diferencia de um propósito para o outro é o quantos nós empenhamos para que seu fim seja plausível e eterno. ''
Porém, assim como há uma diferencia entre quem ler e quem decodificar palavras, há diferencia em quem ler um livro, por exemplo, e quem coloca em pratica suas ideias; e tudo isso aqui não passa de literatura.
''Nossos propósitos se lhes fossem dados a força de lutaram por si mesmo é que escolheriam os homens em ou até mesmo navios em que se realizariam!?'' - E se os fossem dados, de forma mágica esse poder; pensem se de alguma forma eles fossem palpáveis, visíveis, ou tomássemos uma pílula para tal acontecer, brotar no nosso córtex cerebral com 1001 formas possíveis para sua concretização?
Mas se isso acontecesse os homens bombas e terroristas em geral, com certeza, tomariam todas as pílulas possíveis por uma só ideia, para que em uma só explosão morresse todos os Palestinos e Israelenses e Americanos e toda a humanidade. Por outro haveria também tantos que tomariam as ' pílulas propositais' por não a violência e não a fome e não as armas nucleares e guerras e não as desigualdades.
Sendo assim conclui-se que, se houvessem realmente essas pílulas, o mundo enfim teria um fim tanto bom como mal. Afinal ''água "mole e pedra dura tanto batem até que fura."
''Só em pensar que o infinito é infinito, por mais que vivermos, nossa existência não passa de alguns segundos. E não há génios ou analfabetos e ricos ou pobres e brancos ou negros, entes de qualquer religião e ateis ou céticos; que seja geneticamente melhor um que o outro. Não hã nenhum ser humano, desta o mais arrogante ao mais simples, que não esteja sujeito ás leis da natureza, e a mesmo fim: a morte - mas não nos precipitemos com isso - nosso tempo de existência pode ser pequeno - o importante é sermos capitalista da felicidade: conquistar o máximo de felicidade com o mínimo de frustrações possível.
Um exemplo bem sucedido disso é o Sistema capitalista; que quer sempre aumentar a obtenção de lucro e não as despesas.
Para o capitalismo tempo é dinheiro, e todo bom capitalista não deve perder tempo em suposições, nem chances de expandi ou começar seus negócios. Ainda, via da regra para começar uma empresa é preciso que se tenha, além de tudo, capital de giro.
Com um investimento inicial de, por exemplo, 100 mil reais a "empresa" compara a matéria prima, os meios e produção e pagará a mão de obra e produzira, por exemplo, 150 mil reais. obtendo, obviamente, um lucro de 50 mil reais. Completo o circulo é necessário começar tudo de novo.
Para os capitalistas da felicidade o processo de obtenção de 'lucro' (felicidade) também é o mesmo. É de extrema necessidade, porém, nem que seja, um pequeno 'capital de giro; que compra a matéria prima, os meios de produção e pagará a mão de obra... Que produz os bens de consumo... Que são vendidos e dão o lucro'. Completo o circulo é necessário começar tudo de novo.
Sobre tudo no amor - sua maior empresa mundial. Acontece que algumas dessas empresas 'fecham-se' por má administração (Traição no casamento, ignorância entre parentes ou amigos, violência, por exemplo) ao contrario das outras empresas capitalistas que compram sua matéria-prima, as capitalistas de felicidade fabricam sua matéria-prima.''
- Existe ainda um pequeno contraste de informações: para começá-las e preciso no mínimo um minúsculo capital de giro(sentimento), mas para que ele sobreviva ao sistema( as crises em geral, por exemplo.) é necessário a matéria-prima.
''Se por um lado se constrói uma grande empresa do amor com tão pouco, por, também se detrói uma grande empresa do amor por tão pouco. - basta acabar a matéria-prima. ''
Todas essas reflexões se passaram na cabeça do homem, em fleches de luz, enquanto segurava-se na bóia e era puxado ao barco.
Já no barco um pouco atómico, deu um leve suspiro e depois abraçou a esposa; e de súbito enxugou a solitária lágrima que rolou de sues olhos.
Ele só não imaginaria que o navio, ao seu modo, no mesmo momento também teve as mesmas reflexões.
Sua criação por mais cede que tivesse e mais atração e mais destinado que fosse ao mar, não consegui concluir o seu propósito - Porque ele mesmo o era!
O homem ao construí-lo deu-lhe alma quando colocou aquela frase: ''Com muito Amor e Carinho''.
Seu navio foi realmente um jovem werther ao contrario. Antes de tudo, 'morreu' não por sua ''amada'', mas quando a teve. Quantos jovens werthes vivem dentro de si?
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um in-propósito
Fiz do meu propósito o meu túmulo, fiz do medo a minha causa e agora estou de costas pra mim. Fiz de mim um deposito de frustração - e agora que estou cheio? - Sigo em um caminho - que não é caminho - a direção oposta a tudo que quis! Mesmo assim fui fiel ate na minha mais lúcida incerteza. E por causa disso foram realidade todos os meus Magnos sonhos, mas também foi um sonho o pesadelo de minha sonhada realidade alcançada. E, no entanto, desconecto e sóbrio da utopia inalcançado e não curada, vejo, e confesso que tudo foi verdade porque sofri - e agora sinto a dó, tão antiga dó, que tanto desconheço nas lágrimas que não posso chorar!
O que foi enquanto tudo isso me acontecia - ai, meus Deus! O que foi: Um ponto vermelho a se perder na treva, uma fagulha apagada pelo o oceano? Ou não fui nada enquanto era tudo, porque nem mesmo todos esses caos se aguentaram em mim - talvez, mas custa acreditar que não! Suprema angustia frustrada em mim, quem diria que com o correr dos anos eu te corroeria e também te correria tanto, tanto e tanto que esqueceria ate de mim?
Os papeis em branco guardados, historia entupindo os bueiros são cenas da minha vida a olhar para mim... Toda a fartura dos tempos dos Reis e também a falta de pão aos outros naquele tempo ainda sou eu cuidando dos meus sonhos - Ai de mim! Que grande pintor foi para pintar a mão livre o quadro negro da minha vida?
O grito simples em supremo silêncio foi sempre meu paraíso, mas agora o silêncio se desfez - que paraíso foi esse? - Choro lágrima pelo o céu todo e já nem me canso...
O que foi enquanto tudo isso me acontecia - ai, meus Deus! O que foi: Um ponto vermelho a se perder na treva, uma fagulha apagada pelo o oceano? Ou não fui nada enquanto era tudo, porque nem mesmo todos esses caos se aguentaram em mim - talvez, mas custa acreditar que não! Suprema angustia frustrada em mim, quem diria que com o correr dos anos eu te corroeria e também te correria tanto, tanto e tanto que esqueceria ate de mim?
Os papeis em branco guardados, historia entupindo os bueiros são cenas da minha vida a olhar para mim... Toda a fartura dos tempos dos Reis e também a falta de pão aos outros naquele tempo ainda sou eu cuidando dos meus sonhos - Ai de mim! Que grande pintor foi para pintar a mão livre o quadro negro da minha vida?
O grito simples em supremo silêncio foi sempre meu paraíso, mas agora o silêncio se desfez - que paraíso foi esse? - Choro lágrima pelo o céu todo e já nem me canso...
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Penúltimo
Este é o ultimo poema que eu faço pensando em você! Mentira, e o penúltimo! O ultimo eu farei quando estiver prestes a morrer de saudade - coisa que pode ser a qualquer momento!
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Choro do Poema
Mais uma vez o vento soprou e devastou em mim e em mim nada mudou! A soma dos minutos se misturaram em hora e anos... - E em mim nada mudou! As pernas cansadas de pensarem um novo primeiro caminho agora choram! E olhos pararam de seguir o caminho do nada; deixaram de respirar e já não mais nada do que escuridão!E o pouco brilho que a esperança trouxe deixou opaca a alma e já não sente e já não cheira já não dor que a alimente!
SIM...! "mais uma vez solidão", Vinicius, "mais uma vez solidão." - Você está sempre certo! Quão grandes mares de choradas angustias carrego na vida, mas agora como navegar se estou tão vazio?
Nos altíssimos prédios da vida em que cheguei, como, agora, descer as escadas desta solidão - e ir para aonde! Para se viver em silêncio é preciso saber muitas historias ... - Minhas mãos choram graves lágrimas no Pranto Pobre e Tímido deste poema!
SIM...! "mais uma vez solidão", Vinicius, "mais uma vez solidão." - Você está sempre certo! Quão grandes mares de choradas angustias carrego na vida, mas agora como navegar se estou tão vazio?
Nos altíssimos prédios da vida em que cheguei, como, agora, descer as escadas desta solidão - e ir para aonde! Para se viver em silêncio é preciso saber muitas historias ... - Minhas mãos choram graves lágrimas no Pranto Pobre e Tímido deste poema!
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Ei,Ei!
Ei! Esperem por mim - Há algumas lágrimas neste pedido, mas nãos se importem apenas, me esperem, por favor!
Ei! Eu também sou bacana, só não sei como se faz para que vocês percebam isso;
Ei! Também há calor em meus braços. E eu sei que você está com frio agora. Por isso, converse comigo, assim sei que você eu poderemos nos acertar;
Ei! se me acharem aqui atrás deste disfarce e se me descobrirem após esta camuflagem que estou, eu garanto que vocês não irão se arrepender;
Ei! O mundo é triste sim, mas eu tenho sido muito mais triste e, tudo isso em silencio! Mas agora quero curar essas dores, quero falar pra esse silêncio - quem pode me escutar?
Ei! Eu só preciso de um tempo e uma mão amiga e de também um grande sorriso pra mim, não para a minha fraqueza, porque sou fraco agora e ainda não sei me livrar;
Ei! Por um momento eu preciso de um abraço... Depois o resto se vier;
Ei! Antes eu acreditava no 'pra sempre' e ate sonha sonhava com ele, mas agora sei que para que o aja, primeiro, ele tem de acontecer. Ou posso ser como vocês quererem também - tudo pelo hoje! E que o amanhã apenas venha! E se sobrevivermos a ele - deixe-me pedir uma chance para outro amanhã - porque a humildade é o meu jeito de fazer o 'pra sempre' acontecer;
Ei! O ruim do diálogo, para mim, é só quando eu tenho que falar. Por isso, guardo no silêncio a minha própria confissão e no olhar....ainda muito mais do que posso falar;
Ei! Pouco para mim é tanto e tudo para mim tem tanto sentido que às vezes não parece ter lógica alguma nisso! Por isso é que, às vezes, tenho me guardado. Mas hoje peço - achem-me...!
Ei! Desfeita para mim não tem gosto e exclusão para mim não se aplica. Pois, foi justamente a sobra disso todo que fez de mim a palavra obrigada e também a palavra Saudade. E ainda muito mais que isso me deu também:
Ei! Eu guardo um presente o qual ainda não tenho a quem dá. Porém, guardo como uma peça de museu, no meu baú de lembrar, desejos e olhares e sorrisos e momentos que morrerão comigo. Porque não tive como dá - e também não quiseram - a quem seria para dá. Posso ate mesmo dá o que não tenho, mas nunca darei o mesmo brilho que eu fiz brilhar por um sol à lua que ainda farei , mas os dois sempre brilharão no mesmo céu. E sempre haverá céu em mim... - sempre!
Ei! Eu também sou bacana, só não sei como se faz para que vocês percebam isso;
Ei! Também há calor em meus braços. E eu sei que você está com frio agora. Por isso, converse comigo, assim sei que você eu poderemos nos acertar;
Ei! se me acharem aqui atrás deste disfarce e se me descobrirem após esta camuflagem que estou, eu garanto que vocês não irão se arrepender;
Ei! O mundo é triste sim, mas eu tenho sido muito mais triste e, tudo isso em silencio! Mas agora quero curar essas dores, quero falar pra esse silêncio - quem pode me escutar?
Ei! Eu só preciso de um tempo e uma mão amiga e de também um grande sorriso pra mim, não para a minha fraqueza, porque sou fraco agora e ainda não sei me livrar;
Ei! Por um momento eu preciso de um abraço... Depois o resto se vier;
Ei! Antes eu acreditava no 'pra sempre' e ate sonha sonhava com ele, mas agora sei que para que o aja, primeiro, ele tem de acontecer. Ou posso ser como vocês quererem também - tudo pelo hoje! E que o amanhã apenas venha! E se sobrevivermos a ele - deixe-me pedir uma chance para outro amanhã - porque a humildade é o meu jeito de fazer o 'pra sempre' acontecer;
Ei! O ruim do diálogo, para mim, é só quando eu tenho que falar. Por isso, guardo no silêncio a minha própria confissão e no olhar....ainda muito mais do que posso falar;
Ei! Pouco para mim é tanto e tudo para mim tem tanto sentido que às vezes não parece ter lógica alguma nisso! Por isso é que, às vezes, tenho me guardado. Mas hoje peço - achem-me...!
Ei! Desfeita para mim não tem gosto e exclusão para mim não se aplica. Pois, foi justamente a sobra disso todo que fez de mim a palavra obrigada e também a palavra Saudade. E ainda muito mais que isso me deu também:
Ei! Eu guardo um presente o qual ainda não tenho a quem dá. Porém, guardo como uma peça de museu, no meu baú de lembrar, desejos e olhares e sorrisos e momentos que morrerão comigo. Porque não tive como dá - e também não quiseram - a quem seria para dá. Posso ate mesmo dá o que não tenho, mas nunca darei o mesmo brilho que eu fiz brilhar por um sol à lua que ainda farei , mas os dois sempre brilharão no mesmo céu. E sempre haverá céu em mim... - sempre!
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Da próxima vez
Da próxima vez
Ansiarei tudo, mas nada direi
Porque serei o normal de argila
Por isso, da próxima vez ficarei em segredo;
Da próxima vez
O coração não passará de um órgão
Portanto, o museu que é ele não mais estará aberto a visitas
E nem mais seus objetos estarão avulsas a qualquer um
Como se fossem produtos em promoção .
Da próxima vez
Eu me reformularei e também me despirei em gestos largos e quase sem movimentos
E sem perfeição e nem impaciência,
Por isso, percorrei este caminho longo á passos pré-históricos aos de revoluções científicas.
Da próxima vez
A despedida não mais será como o sol que deixa raios tristes de luz quando não quer ir embora
Mas sim, como o amanhã que o tempo independente do calor do sol ou do brilho da lua trará outro novo!
Mas se da próxima vez...
Recolherem todo esse caos e
Curarem-me da ferrugem que cai dos meus sonhos e
Livrarem-me da magoa física na alma e
Orientarem-me desse avesso caminho que mesmo parado sigo e
Falarem-me enquanto meu silêncio refutar qualquer não...
- ai sim! Da próxima vez estarei preso na cadeia de outra vida - Sem limites...
Ansiarei tudo, mas nada direi
Porque serei o normal de argila
Por isso, da próxima vez ficarei em segredo;
Da próxima vez
O coração não passará de um órgão
Portanto, o museu que é ele não mais estará aberto a visitas
E nem mais seus objetos estarão avulsas a qualquer um
Como se fossem produtos em promoção .
Da próxima vez
Eu me reformularei e também me despirei em gestos largos e quase sem movimentos
E sem perfeição e nem impaciência,
Por isso, percorrei este caminho longo á passos pré-históricos aos de revoluções científicas.
Da próxima vez
A despedida não mais será como o sol que deixa raios tristes de luz quando não quer ir embora
Mas sim, como o amanhã que o tempo independente do calor do sol ou do brilho da lua trará outro novo!
Mas se da próxima vez...
Recolherem todo esse caos e
Curarem-me da ferrugem que cai dos meus sonhos e
Livrarem-me da magoa física na alma e
Orientarem-me desse avesso caminho que mesmo parado sigo e
Falarem-me enquanto meu silêncio refutar qualquer não...
- ai sim! Da próxima vez estarei preso na cadeia de outra vida - Sem limites...
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Fora de área
Ninguém tem o número do meu celular. então, para não ser incomodado desliguei a vida
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Comentários (2)
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danilo
2018-12-16
Obrigado
2017-05-29
Gostei de passar por aqui e conhecer um pouco do seu trabalho. Hoje tem tanta gente boa escrevendo por aí que é quase impossível dar conta de tudo!
Escrevo para saber que um dia sofrir, mas que também foi um Cezar, um Cezar para mim mesmo. Por isso, não publico nada, guardo aqui estas notas e ponto.
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