Lista de Poemas
Infância na Sabedoria
Vagas de mar de amar
a se libertar
E nessa estreita certeza
Que se anuncia em pobreza
E se faz crer devagar
Voltar a regressar
Terna infância
que nos foi dada
Para seguir
a ser lembrada
Sem hesitar
E alimentada
Nesse algo
que nos afaga
Nos gasalha
Nos deixa calor
entre esse frio
Fina flor de estio
A ser nascida
Entre o algo
que paira
em volta
Se entrelaça
Se enrola
Se solta
Se entrega
E se ilumina
Vida
Que não pode
ser contida
Que foi livre
Escolhida
Para ser vivida
a se libertar
E nessa estreita certeza
Que se anuncia em pobreza
E se faz crer devagar
Voltar a regressar
Terna infância
que nos foi dada
Para seguir
a ser lembrada
Sem hesitar
E alimentada
Nesse algo
que nos afaga
Nos gasalha
Nos deixa calor
entre esse frio
Fina flor de estio
A ser nascida
Entre o algo
que paira
em volta
Se entrelaça
Se enrola
Se solta
Se entrega
E se ilumina
Vida
Que não pode
ser contida
Que foi livre
Escolhida
Para ser vivida
👁️ 28
Lume e Vida
Nessa fagulha
Sendo acesa
Ateada
Sendo qual surpresa
De novo tão amada
E sem notar
O mundo
que se definia
Em letra pequenina
Em palavra vazia
Enche-se e cintila
Torna a estar
A ser
A pairar
E se te fascina
Algo que clama
Se ainda se designa
Em letras doiradas
Nunca antes escritas
Desenhadas
Por ternas mãos
Tão vazias
Cheias dessa antiga alegria
Que vem por nós adentro
Vaga no sentimento
Esse algo eterno
Que nos permeia
Sendo acesa
Ateada
Sendo qual surpresa
De novo tão amada
E sem notar
O mundo
que se definia
Em letra pequenina
Em palavra vazia
Enche-se e cintila
Torna a estar
A ser
A pairar
E se te fascina
Algo que clama
Se ainda se designa
Em letras doiradas
Nunca antes escritas
Desenhadas
Por ternas mãos
Tão vazias
Cheias dessa antiga alegria
Que vem por nós adentro
Vaga no sentimento
Esse algo eterno
Que nos permeia
👁️ 24
O caminho - a via e a transcendência
Nesse momento escondido
Nesse lugar contido
Nesse peito ferido
Sangrando entre o entre tanto
Entre o tempo que foi passando
Entre o momento que se foi deixando
Essa chama escondida
Essa passagem esquecida
Estreita
Desvanecida
Que se acende
E te ilumina
Que chama
Por onde caminha
O ser que sempre
Regressava
Nessa cortina
Tão fina
Essa antiga melodia
Se mexia
Ao som do vento
Fundamento cristalino
Pilar original
De onde as harmonias
fluíam
Nessa dança sem igual
E entre coros
Desses seres harmoniosos
Vagavas
Sem princípio
Nem final
E nesse estar presente
Nesse tempo ausente
Assim nessa
aveludada nada
Preenchias
de letras entrelaçadas
Os ecos que precediam
As tuas novas peugadas…
Nesse lugar contido
Nesse peito ferido
Sangrando entre o entre tanto
Entre o tempo que foi passando
Entre o momento que se foi deixando
Essa chama escondida
Essa passagem esquecida
Estreita
Desvanecida
Que se acende
E te ilumina
Que chama
Por onde caminha
O ser que sempre
Regressava
Nessa cortina
Tão fina
Essa antiga melodia
Se mexia
Ao som do vento
Fundamento cristalino
Pilar original
De onde as harmonias
fluíam
Nessa dança sem igual
E entre coros
Desses seres harmoniosos
Vagavas
Sem princípio
Nem final
E nesse estar presente
Nesse tempo ausente
Assim nessa
aveludada nada
Preenchias
de letras entrelaçadas
Os ecos que precediam
As tuas novas peugadas…
👁️ 33
Gotas de alegria
nessa gota de alegria...
que no peito se acendia...
nesse momento enlevado...
nesse coração guardado...
que no peito se acendia...
nesse momento enlevado...
nesse coração guardado...
👁️ 33
Gotas...
...nesse passar...
...de luz e sombra...
...esse fio prateado...
...cristalino...
...trespassado…
...fio fino...
...em nós prendado...
...em redor desse teu coração...
...ainda levado... a ser tocado...
...melodia dessa harmonia...
...que se tem elevado...
...sintonia dessa terna alegria…
...sempre a teu lado…
...de luz e sombra...
...esse fio prateado...
...cristalino...
...trespassado…
...fio fino...
...em nós prendado...
...em redor desse teu coração...
...ainda levado... a ser tocado...
...melodia dessa harmonia...
...que se tem elevado...
...sintonia dessa terna alegria…
...sempre a teu lado…
👁️ 28
Amar a mar@s
Nesse caminho encontramos
Os sonhos que levamos
Os momentos que partilhamos
Nesse gesto simples
Evocamos
Esse algo que sonhamos
Esse algo que nos inspirou
Esse sentir elevado
Que por sempre em nós ficou
E nesse lugar adormecido
Entre nevoeiro e flor de estio
Ainda se encontram
para se aconchegar
Para trazer de volta
ao seu lugar
Esse calor
bem humano
Esse algo
celebrado
Que traz a mais viva recordação
Desse sentido renascido
Desse algo em nós vivo
Essa terna infância renovada
Essa linha indefinida
Que não se determina
Nem se acaba…
De desenhar
Esse algo que nos convida
A voltar a querer voar
Nas asas do pensamento
Transparência do momento
Nessa vida imaginada
Mais além do que se esperava
Esse algo que nos dizia
Que se dá luz ao novo dia
Esse gesto desmedido
Entendido pelo ser querido
Esse estar de portas abertas
Entre horas tão incertas
Essa hospitalidade
bem prezada
Que se sente e se afaga
Qual cobertor
bem estendido
Neste tempo tão vivido
A se fazer aconchego
Entre o lume do segredo
Que em nós segue ancorado
Esse algo presente
Entre o futuro e o passado
Esse gesto
Tao quente
Que tem de ser aceite
E bem levado
Assim no caminho andado
Assim ao se saber voltar
Assim nesse jeito tão humano
De aspirar a se elevar
Os sonhos que levamos
Os momentos que partilhamos
Nesse gesto simples
Evocamos
Esse algo que sonhamos
Esse algo que nos inspirou
Esse sentir elevado
Que por sempre em nós ficou
E nesse lugar adormecido
Entre nevoeiro e flor de estio
Ainda se encontram
para se aconchegar
Para trazer de volta
ao seu lugar
Esse calor
bem humano
Esse algo
celebrado
Que traz a mais viva recordação
Desse sentido renascido
Desse algo em nós vivo
Essa terna infância renovada
Essa linha indefinida
Que não se determina
Nem se acaba…
De desenhar
Esse algo que nos convida
A voltar a querer voar
Nas asas do pensamento
Transparência do momento
Nessa vida imaginada
Mais além do que se esperava
Esse algo que nos dizia
Que se dá luz ao novo dia
Esse gesto desmedido
Entendido pelo ser querido
Esse estar de portas abertas
Entre horas tão incertas
Essa hospitalidade
bem prezada
Que se sente e se afaga
Qual cobertor
bem estendido
Neste tempo tão vivido
A se fazer aconchego
Entre o lume do segredo
Que em nós segue ancorado
Esse algo presente
Entre o futuro e o passado
Esse gesto
Tao quente
Que tem de ser aceite
E bem levado
Assim no caminho andado
Assim ao se saber voltar
Assim nesse jeito tão humano
De aspirar a se elevar
👁️ 28
Vaga de Vida
Nesse lugar onde jazia
O ser que se esperava
Esse que chegou
Dessa estrada
Nos céus marcada
Que se abeirou
Entre tudo e nada
Dessa linha
Jamais sonhada
Tênue
Fina
cristalina
Assim qual vaga
Que se estendia
Por esse mar afora
E que encontrou
Nessa areia
Tao fina
O seu momento
De ir embora
Ficando embevecida
Nessa peugada
Marcada
Nessa linha ondulada
Que vaga
Pela terna morada
Dos teus dias
Dessas horas
Bem passadas
Nesses
Trilhos
Segredados
Pelos apelos deixados
Pelos mais ternos momentos
Esses tão sedentos
Dessa água viva
Por ti a dentro
A escoar
Essa voz renascida
Cantiga de alegria
Que se deixou abeirar
E nessa onda
Luzidia
Que reflete
a luz do dia
E na noite
Se deixa abraçar
Nessa cantiga
Escondida
Nessas luzes de magia
Que cintilam
Na noite
Tão vazia
Esquecida
Preenchida
Por esse algo
A se entregar
Esse silêncio
Ausente
Esse terno presente
Plantado
Entre o fruto desse futuro
Deixado
E nessa lembrança
Que se eleva
Desde o passado
Onda que chega
A renovar
Nessa praia
Ainda esquecida
Essa eterna
Litania
Que nos encontra
E canta sem cessar
Essa antiga melodia
Que nos abraça
Sem parar
Esse manto
Da alegria
De voltar
Ao nosso lar
O ser que se esperava
Esse que chegou
Dessa estrada
Nos céus marcada
Que se abeirou
Entre tudo e nada
Dessa linha
Jamais sonhada
Tênue
Fina
cristalina
Assim qual vaga
Que se estendia
Por esse mar afora
E que encontrou
Nessa areia
Tao fina
O seu momento
De ir embora
Ficando embevecida
Nessa peugada
Marcada
Nessa linha ondulada
Que vaga
Pela terna morada
Dos teus dias
Dessas horas
Bem passadas
Nesses
Trilhos
Segredados
Pelos apelos deixados
Pelos mais ternos momentos
Esses tão sedentos
Dessa água viva
Por ti a dentro
A escoar
Essa voz renascida
Cantiga de alegria
Que se deixou abeirar
E nessa onda
Luzidia
Que reflete
a luz do dia
E na noite
Se deixa abraçar
Nessa cantiga
Escondida
Nessas luzes de magia
Que cintilam
Na noite
Tão vazia
Esquecida
Preenchida
Por esse algo
A se entregar
Esse silêncio
Ausente
Esse terno presente
Plantado
Entre o fruto desse futuro
Deixado
E nessa lembrança
Que se eleva
Desde o passado
Onda que chega
A renovar
Nessa praia
Ainda esquecida
Essa eterna
Litania
Que nos encontra
E canta sem cessar
Essa antiga melodia
Que nos abraça
Sem parar
Esse manto
Da alegria
De voltar
Ao nosso lar
👁️ 27
Dance in the Dark
Nesse momento escondido
Nesse lugar contido
Nesse peito ferido
Sangrando entre o entre tanto
Entre o tempo que foi passando
Entre o momento que se foi deixando
Essa chama escondida
Essa passagem esquecida
Estreita
Desvanecida
Que se acende
E te ilumina
Que chama
Por onde caminha
O ser que sempre
Regressava
Nessa cortina
Tão fina
Essa antiga melodia
Se mexia
Ao som do vento
Fundamento cristalino
Pilar original
De onde as harmonias
fluíam
Nessa dança sem igual
E entre coros
Desses seres harmoniosos
Vagavas
Sem princípio
Nem final
E nesse estar presente
Nesse tempo ausente
Assim nessa
aveludada nada
Preenchias
de letras entrelaçadas
Os ecos que precediam
As tuas novas peugadas…
Nesse lugar contido
Nesse peito ferido
Sangrando entre o entre tanto
Entre o tempo que foi passando
Entre o momento que se foi deixando
Essa chama escondida
Essa passagem esquecida
Estreita
Desvanecida
Que se acende
E te ilumina
Que chama
Por onde caminha
O ser que sempre
Regressava
Nessa cortina
Tão fina
Essa antiga melodia
Se mexia
Ao som do vento
Fundamento cristalino
Pilar original
De onde as harmonias
fluíam
Nessa dança sem igual
E entre coros
Desses seres harmoniosos
Vagavas
Sem princípio
Nem final
E nesse estar presente
Nesse tempo ausente
Assim nessa
aveludada nada
Preenchias
de letras entrelaçadas
Os ecos que precediam
As tuas novas peugadas…
👁️ 23
Nessa terna e eterna melodia
Nesse caminho leve
Nesse ser que segue
Que persevera
Que se entrega
Que dá de si o sentido
E a essência do mais querido
A esse outro lugar a iluminar
Entre pontes
Viventes
Rios de gentes
A se achegar
A chegar ao lugar
Marca do no tempo
Entre espaço e sentimento
Nesse vogar mais adentro
Mais intenso
Mais profundo
Dar vida ao mundo
E voltar a se elevar
Nesse pairar consciente
Nesse algo coerente
Que nos abraça e nos leva
Que deixa atrás a simples treva
De se ignorar o nosso lugar
Nesse recanto
além do imaginado
Nesse sonho
sempre prezado
Nesse recôndito
sentir alado
Que voga ao nosso lado
Que nos tem acompanhado
Para bem se ver chegar
Esse momento intenso
Esse lampejo
entre o que sei
O que vejo
Esse algo mais além
De que se deixou aquém
De alcançar
Essa meta bem abraçada
Esse jogo entre tudo ou nada
Essa linha equilibrada
Que se desenhou no bem amar
No deixar o olhar voltar
A ver esse algo a nos vivificar
E nessa essência luzidia
Essa que se entregou um dia
Para ser preenchida
A terra vazia
Cheia de vida
E alento
Desse algo
Bem Humano
Que levamos dentro
Essa chama que proclama
Que ainda bem nos ama
Esse algo que se exclama
Em cada palavra bafejada
Por essa alegria escondida
Essa outra forma de vida
Que nos abraça
Que se aconchega
Que dentro de nós chega
A acender melodias antigas
Esquecidas
Essas cantorias
Espalhadas
Pelo mundo inteiro plantadas
Esperando se acender
Quais brasas solitárias
Esperando esse alento
Esse bem-querer
Para voltar a se erguer
Nesse ser que segue
Que persevera
Que se entrega
Que dá de si o sentido
E a essência do mais querido
A esse outro lugar a iluminar
Entre pontes
Viventes
Rios de gentes
A se achegar
A chegar ao lugar
Marca do no tempo
Entre espaço e sentimento
Nesse vogar mais adentro
Mais intenso
Mais profundo
Dar vida ao mundo
E voltar a se elevar
Nesse pairar consciente
Nesse algo coerente
Que nos abraça e nos leva
Que deixa atrás a simples treva
De se ignorar o nosso lugar
Nesse recanto
além do imaginado
Nesse sonho
sempre prezado
Nesse recôndito
sentir alado
Que voga ao nosso lado
Que nos tem acompanhado
Para bem se ver chegar
Esse momento intenso
Esse lampejo
entre o que sei
O que vejo
Esse algo mais além
De que se deixou aquém
De alcançar
Essa meta bem abraçada
Esse jogo entre tudo ou nada
Essa linha equilibrada
Que se desenhou no bem amar
No deixar o olhar voltar
A ver esse algo a nos vivificar
E nessa essência luzidia
Essa que se entregou um dia
Para ser preenchida
A terra vazia
Cheia de vida
E alento
Desse algo
Bem Humano
Que levamos dentro
Essa chama que proclama
Que ainda bem nos ama
Esse algo que se exclama
Em cada palavra bafejada
Por essa alegria escondida
Essa outra forma de vida
Que nos abraça
Que se aconchega
Que dentro de nós chega
A acender melodias antigas
Esquecidas
Essas cantorias
Espalhadas
Pelo mundo inteiro plantadas
Esperando se acender
Quais brasas solitárias
Esperando esse alento
Esse bem-querer
Para voltar a se erguer
👁️ 27
Nessa palavra a meias... ainda entre os laços das letras desenhadas...
E nessa
Palavra ainda
A meias
Entendida
E não criada
Sentida
E não vivida
sonhada
E desenhada
Qual Sina e sinal
de algo maior
Palavra ainda
A meias
Entendida
E não criada
Sentida
E não vivida
sonhada
E desenhada
Qual Sina e sinal
de algo maior
👁️ 40
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