Nessa terna e eterna melodia
Nesse caminho leve
Nesse ser que segue
Que persevera
Que se entrega
Que dá de si o sentido
E a essência do mais querido
A esse outro lugar a iluminar
Entre pontes
Viventes
Rios de gentes
A se achegar
A chegar ao lugar
Marca do no tempo
Entre espaço e sentimento
Nesse vogar mais adentro
Mais intenso
Mais profundo
Dar vida ao mundo
E voltar a se elevar
Nesse pairar consciente
Nesse algo coerente
Que nos abraça e nos leva
Que deixa atrás a simples treva
De se ignorar o nosso lugar
Nesse recanto
além do imaginado
Nesse sonho
sempre prezado
Nesse recôndito
sentir alado
Que voga ao nosso lado
Que nos tem acompanhado
Para bem se ver chegar
Esse momento intenso
Esse lampejo
entre o que sei
O que vejo
Esse algo mais além
De que se deixou aquém
De alcançar
Essa meta bem abraçada
Esse jogo entre tudo ou nada
Essa linha equilibrada
Que se desenhou no bem amar
No deixar o olhar voltar
A ver esse algo a nos vivificar
E nessa essência luzidia
Essa que se entregou um dia
Para ser preenchida
A terra vazia
Cheia de vida
E alento
Desse algo
Bem Humano
Que levamos dentro
Essa chama que proclama
Que ainda bem nos ama
Esse algo que se exclama
Em cada palavra bafejada
Por essa alegria escondida
Essa outra forma de vida
Que nos abraça
Que se aconchega
Que dentro de nós chega
A acender melodias antigas
Esquecidas
Essas cantorias
Espalhadas
Pelo mundo inteiro plantadas
Esperando se acender
Quais brasas solitárias
Esperando esse alento
Esse bem-querer
Para voltar a se erguer
Nesse ser que segue
Que persevera
Que se entrega
Que dá de si o sentido
E a essência do mais querido
A esse outro lugar a iluminar
Entre pontes
Viventes
Rios de gentes
A se achegar
A chegar ao lugar
Marca do no tempo
Entre espaço e sentimento
Nesse vogar mais adentro
Mais intenso
Mais profundo
Dar vida ao mundo
E voltar a se elevar
Nesse pairar consciente
Nesse algo coerente
Que nos abraça e nos leva
Que deixa atrás a simples treva
De se ignorar o nosso lugar
Nesse recanto
além do imaginado
Nesse sonho
sempre prezado
Nesse recôndito
sentir alado
Que voga ao nosso lado
Que nos tem acompanhado
Para bem se ver chegar
Esse momento intenso
Esse lampejo
entre o que sei
O que vejo
Esse algo mais além
De que se deixou aquém
De alcançar
Essa meta bem abraçada
Esse jogo entre tudo ou nada
Essa linha equilibrada
Que se desenhou no bem amar
No deixar o olhar voltar
A ver esse algo a nos vivificar
E nessa essência luzidia
Essa que se entregou um dia
Para ser preenchida
A terra vazia
Cheia de vida
E alento
Desse algo
Bem Humano
Que levamos dentro
Essa chama que proclama
Que ainda bem nos ama
Esse algo que se exclama
Em cada palavra bafejada
Por essa alegria escondida
Essa outra forma de vida
Que nos abraça
Que se aconchega
Que dentro de nós chega
A acender melodias antigas
Esquecidas
Essas cantorias
Espalhadas
Pelo mundo inteiro plantadas
Esperando se acender
Quais brasas solitárias
Esperando esse alento
Esse bem-querer
Para voltar a se erguer
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