Lista de Poemas
caminhos
Sentir o caminho sentir que não vais só andar entre o tempo
Sempre assim qual a voz que se lança
esse caminho avança em ecos distantes
faz cores entre os amigos
eleva os momentos mais vivos e nos faz assi
tao grandes que se estremece o tempo ao passar
Lento ora de repente o ser silente volta a cantar
E nesse tema nos inspiramos que por vezes
– às vezes - ainda nos vamos
Encontrando sentido ou vibrando
abrindo novas vias onde antes as não as havia
esse algo que se descreve quando se chegar a achegar
esse sentimento ao mesmo tempo leve comovido vivo por se chegar
A abraçar
Sempre assim qual a voz que se lança
esse caminho avança em ecos distantes
faz cores entre os amigos
eleva os momentos mais vivos e nos faz assi
tao grandes que se estremece o tempo ao passar
Lento ora de repente o ser silente volta a cantar
E nesse tema nos inspiramos que por vezes
– às vezes - ainda nos vamos
Encontrando sentido ou vibrando
abrindo novas vias onde antes as não as havia
esse algo que se descreve quando se chegar a achegar
esse sentimento ao mesmo tempo leve comovido vivo por se chegar
A abraçar
👁️ 9
Caminhos que seguimos
Nesse sentido
Seguimos
Perseveramos
Por motivos
Inimaginados
E se
nos encontramos
Nos caminhos
Que seguimos
Se nos abraçamos
Porque conseguimos
Assim chegar
A nos aproximar
Quem sabe
Em boa verdade
Talvez
Nos tocar
Nesse centro candente
Nesse algo pungente
Que voga por ti adentro
Que marca a pauta
do sentimento
E dá alegria
á vida
anima o momento
Da despedida
Que se faz mais perto
Com uma certa
Forma
De magia
Essa que paira no ar
Alegoria perdida
De volta
ao se encontrar
Seguimos
Perseveramos
Por motivos
Inimaginados
E se
nos encontramos
Nos caminhos
Que seguimos
Se nos abraçamos
Porque conseguimos
Assim chegar
A nos aproximar
Quem sabe
Em boa verdade
Talvez
Nos tocar
Nesse centro candente
Nesse algo pungente
Que voga por ti adentro
Que marca a pauta
do sentimento
E dá alegria
á vida
anima o momento
Da despedida
Que se faz mais perto
Com uma certa
Forma
De magia
Essa que paira no ar
Alegoria perdida
De volta
ao se encontrar
👁️ 42
ser e crer
Ouvir o som do mar
A se achegar
Devagar
De mansinho
Até se tocar
Esse algo
Imenso
Tão comezinho
Que se deixou escrever
Na simples areia
Uma teia ao orvalho
Cheia de pérolas
Terno agasalho
Sempre tão queda
E leda ao alento
Dessa sua suavidade
Ao ser transparecida
Pela melodia de vida
Pelo alento de verdade…
A se achegar
Devagar
De mansinho
Até se tocar
Esse algo
Imenso
Tão comezinho
Que se deixou escrever
Na simples areia
Uma teia ao orvalho
Cheia de pérolas
Terno agasalho
Sempre tão queda
E leda ao alento
Dessa sua suavidade
Ao ser transparecida
Pela melodia de vida
Pelo alento de verdade…
👁️ 35
Caminos
Nesse se achegar
Nesse chegar a encontrar
Semelhante essência
No ser a descobrir
Devagar
Esse véu transparecido
Entre o que se crê
O que se tem vivido
E nessa estranha altura
Na que a linha mais fina
Fica qual se fosse escura
Definida
Até se transpor
Nessa alegria comezinha
Nesse algo que se avizinha
Nesse ir andando
Qual semelhante
ser se encontrando
Espelho bafejado
Por esse alento dado
Por tudo
o que nos tem levado
E bem chamado
A nos voltar a encontrar
Esse algo mais simples
Esse ser humildes
Ao caminhar
Ao partilhar
O sorriso velado
O olhar ainda iluminado
Por essa natura
tão generosa
Que se faz intensa
Se não fermosa
E nessa prosa entrelaçada
Em gestos
De textura humanizada
Qual se fossemos pintando
Essa tela antes vazia
Esse caminho em branco
Entre lagos e poças
de ecos transpostos
Por todos os que antes
Se deixaram dispostos
A bem chegar
A se encontrar
A estender pontes
Ao caminhar
Ao se achegar
a essa meta
distante
secreta
Intimo alento
Chamada
inquietante
Essa alegria
Que se despia
Para ser renovada
Essa história
Mais bem antiga
Que era peso
Que se aliviava
E se se transforma
Essa humana forma
De se transcender
De se elevar
De as aprofundar
De novo o ser
Tão próximo
Tão cercano
Tão íntimo
nessa semelhança
Que na diferença
Sempre a nosso lado
Se tem complementado
Até se encontrar
Essa crença
Que se tem idealizado
E nesse abraço contido
Tantas vezes além do pensar
Esse calor entre o frio
Esse voltar-se a encontrar
Essa alegria bizarra
Que se estende e nos agarra
Essa leveza ao se deixar
O que por dentro
Nos estaria pesar
E nesse encontro
Sendo aceite
O que estava por dentro
Ainda bem presente
Ainda
entre o futuro
anunciado
E no passar
Desse passado
Que entre tantos
é bem partilhado
Rios
Estendidos
Ramagens
sem findar
Folha que paira
Dentro de ti e de mim
E nos leva a vogar
A viajar
Até ao mais extenso mar
terras não sonhadas
A lugares de encantar
Entre os montes
As praias e as fragas
E nesses lugares distantes
Sendo quais encontrados
Encontramos esses ecos
Fascinantes… esses lugares
Não sonhados
Esses lamentos
De saudade
Desse encontro
a se levar
Água e sal
Desse mesmo
ser de amar
E nesse oceano
Imenso
além do que sei
do que penso
Mergulhar
E se o lume da vida
Se acende na perspetiva
E nos ilumina de novo olhar
Seria por se ter deixado
O peso transformado
Transportado
para se fazer levar
nessas parais agrestes
Esses jeitos que entre nós
Nos destes…
Para se deixar entretecer
Devagar
E chegar a viver
Quando sua chama
se avivar
Fagulhas no ar
Dançando
Ao som da luz do luar
E das estrelas
Nesse firmamento
…cintilando…
Nesse chegar a encontrar
Semelhante essência
No ser a descobrir
Devagar
Esse véu transparecido
Entre o que se crê
O que se tem vivido
E nessa estranha altura
Na que a linha mais fina
Fica qual se fosse escura
Definida
Até se transpor
Nessa alegria comezinha
Nesse algo que se avizinha
Nesse ir andando
Qual semelhante
ser se encontrando
Espelho bafejado
Por esse alento dado
Por tudo
o que nos tem levado
E bem chamado
A nos voltar a encontrar
Esse algo mais simples
Esse ser humildes
Ao caminhar
Ao partilhar
O sorriso velado
O olhar ainda iluminado
Por essa natura
tão generosa
Que se faz intensa
Se não fermosa
E nessa prosa entrelaçada
Em gestos
De textura humanizada
Qual se fossemos pintando
Essa tela antes vazia
Esse caminho em branco
Entre lagos e poças
de ecos transpostos
Por todos os que antes
Se deixaram dispostos
A bem chegar
A se encontrar
A estender pontes
Ao caminhar
Ao se achegar
a essa meta
distante
secreta
Intimo alento
Chamada
inquietante
Essa alegria
Que se despia
Para ser renovada
Essa história
Mais bem antiga
Que era peso
Que se aliviava
E se se transforma
Essa humana forma
De se transcender
De se elevar
De as aprofundar
De novo o ser
Tão próximo
Tão cercano
Tão íntimo
nessa semelhança
Que na diferença
Sempre a nosso lado
Se tem complementado
Até se encontrar
Essa crença
Que se tem idealizado
E nesse abraço contido
Tantas vezes além do pensar
Esse calor entre o frio
Esse voltar-se a encontrar
Essa alegria bizarra
Que se estende e nos agarra
Essa leveza ao se deixar
O que por dentro
Nos estaria pesar
E nesse encontro
Sendo aceite
O que estava por dentro
Ainda bem presente
Ainda
entre o futuro
anunciado
E no passar
Desse passado
Que entre tantos
é bem partilhado
Rios
Estendidos
Ramagens
sem findar
Folha que paira
Dentro de ti e de mim
E nos leva a vogar
A viajar
Até ao mais extenso mar
terras não sonhadas
A lugares de encantar
Entre os montes
As praias e as fragas
E nesses lugares distantes
Sendo quais encontrados
Encontramos esses ecos
Fascinantes… esses lugares
Não sonhados
Esses lamentos
De saudade
Desse encontro
a se levar
Água e sal
Desse mesmo
ser de amar
E nesse oceano
Imenso
além do que sei
do que penso
Mergulhar
E se o lume da vida
Se acende na perspetiva
E nos ilumina de novo olhar
Seria por se ter deixado
O peso transformado
Transportado
para se fazer levar
nessas parais agrestes
Esses jeitos que entre nós
Nos destes…
Para se deixar entretecer
Devagar
E chegar a viver
Quando sua chama
se avivar
Fagulhas no ar
Dançando
Ao som da luz do luar
E das estrelas
Nesse firmamento
…cintilando…
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Uma história de Encantar
Desde esse momento
No que chegamos a ver
Desde a dança antiga
Sempre viva
Dessa harmonia
Em nós levada
Reconhecida
Nessa terna alegria
Que se anuncia
Ao ser abeirada
Desse coração
Enternecido
Desse algo
Bem puro e vivo
Nesse sentido
Claro e assumido
De se voltar a plantar
Gotas de estio
Desse algo transparecido
Arcos de vida
Em pleno ar a vogar
Nesse momento
Enternecido
No que o olhar
Encontrou quem olhar
E nesse algo jamais visto
Esse outro ser
A nos acolher
Sem duvidar
E nesse abraço
Entre todos os abraços
partilhados
Esse regaço
Esse peito sossegado
Esse sorriso
Mistério encontrado
Entre todo o ser vivo
Entre o bem nascido
Quando estamos
lado a lado
Essa terna confiança
Além do tempo
a se estender
Esse voltar
a ser criança
Na sua pura
forma de ser
Chegar a crer
Nesse mundo cheio de vida
Nesse tempo que se não sabia
Nesse lugar
Preenchido
Com esse sentido
Tão esguio
Como peculiar
Esse algo tão vivo
Tão cheio de vida
Sempre a se partilhar
Esse jogo novo
No silêncio
Entrelaçado
Esse algo
que se tenha entregue
Ao de leve
Sem se ter tocado
Esse o silêncio
Sem palavra dada
Esse aconchego
Entre o segredo
De quem encontrava
Esse caminho
Tão longo e distante
Que se revive
Nesse ser amante
Dessa vida
Dessa natura
Desse gesto simples
Que vem e assegura
Essa próxima identidade
Entre o sonho e a realidade
Esse caminhar
Em simplicidade
Trazendo ecos desse campo aberto
Ao entorno de qualquer cidade
E nesse deserto
Ainda chegar a plantar
Encontrando
Esse lugar
Onde a água de vida
Segue jorrando
E nesse lago
Tão espelhado
Olhar
Ver e crer
sem se ter afundado
E vagar
No sopro do vento
Tudo a seu tempo
Sendo revelado
Esse fino véu estendido
Entre tudo o crido
Ou esquecido
Assim transparece
Nesse calor
De amor de luz
Desse algo
Que em nós cresce
E não se desvanece
E encontrar momento
Para cultivar
Esse amor
que levamos
por dentro
Esse lugar
ao sol
E ao vento
onde voltar
a sentar
e ver o mundo passar
No seu ar sorrateiro
Nesse algo estreito
Nesse algo de aconchego
Nesse íntimo fundamento
E se ao lado
Se encontrar
Caminho
Vida
Ou lugar
Para se abeirar
Voltar a acender
Chamas de ensonho
Esse mundo novo
Que sabemos
Assim levar
Um gesto simples
Puro e desmedido
Nesse algo
Que tem
seu eterno sentido
Gerações
ecos de devoções
Corações entrelaçados
Nesses fios finos
Que são entretecidos
Á medida
que somos encontrados
Nesse caminho
Nessa via aberta
Nessa praia
ao som do tempo
Encontrar
o fundamento
plantar assim
O intento
Onde parecia deserta
No que chegamos a ver
Desde a dança antiga
Sempre viva
Dessa harmonia
Em nós levada
Reconhecida
Nessa terna alegria
Que se anuncia
Ao ser abeirada
Desse coração
Enternecido
Desse algo
Bem puro e vivo
Nesse sentido
Claro e assumido
De se voltar a plantar
Gotas de estio
Desse algo transparecido
Arcos de vida
Em pleno ar a vogar
Nesse momento
Enternecido
No que o olhar
Encontrou quem olhar
E nesse algo jamais visto
Esse outro ser
A nos acolher
Sem duvidar
E nesse abraço
Entre todos os abraços
partilhados
Esse regaço
Esse peito sossegado
Esse sorriso
Mistério encontrado
Entre todo o ser vivo
Entre o bem nascido
Quando estamos
lado a lado
Essa terna confiança
Além do tempo
a se estender
Esse voltar
a ser criança
Na sua pura
forma de ser
Chegar a crer
Nesse mundo cheio de vida
Nesse tempo que se não sabia
Nesse lugar
Preenchido
Com esse sentido
Tão esguio
Como peculiar
Esse algo tão vivo
Tão cheio de vida
Sempre a se partilhar
Esse jogo novo
No silêncio
Entrelaçado
Esse algo
que se tenha entregue
Ao de leve
Sem se ter tocado
Esse o silêncio
Sem palavra dada
Esse aconchego
Entre o segredo
De quem encontrava
Esse caminho
Tão longo e distante
Que se revive
Nesse ser amante
Dessa vida
Dessa natura
Desse gesto simples
Que vem e assegura
Essa próxima identidade
Entre o sonho e a realidade
Esse caminhar
Em simplicidade
Trazendo ecos desse campo aberto
Ao entorno de qualquer cidade
E nesse deserto
Ainda chegar a plantar
Encontrando
Esse lugar
Onde a água de vida
Segue jorrando
E nesse lago
Tão espelhado
Olhar
Ver e crer
sem se ter afundado
E vagar
No sopro do vento
Tudo a seu tempo
Sendo revelado
Esse fino véu estendido
Entre tudo o crido
Ou esquecido
Assim transparece
Nesse calor
De amor de luz
Desse algo
Que em nós cresce
E não se desvanece
E encontrar momento
Para cultivar
Esse amor
que levamos
por dentro
Esse lugar
ao sol
E ao vento
onde voltar
a sentar
e ver o mundo passar
No seu ar sorrateiro
Nesse algo estreito
Nesse algo de aconchego
Nesse íntimo fundamento
E se ao lado
Se encontrar
Caminho
Vida
Ou lugar
Para se abeirar
Voltar a acender
Chamas de ensonho
Esse mundo novo
Que sabemos
Assim levar
Um gesto simples
Puro e desmedido
Nesse algo
Que tem
seu eterno sentido
Gerações
ecos de devoções
Corações entrelaçados
Nesses fios finos
Que são entretecidos
Á medida
que somos encontrados
Nesse caminho
Nessa via aberta
Nessa praia
ao som do tempo
Encontrar
o fundamento
plantar assim
O intento
Onde parecia deserta
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Way Inside
Nesse caminho perdido…
nesse recanto deixado
Nesse intimo sentido
Nesse algo
por dentro guardado
Esperando
Passo a passo
se achegando
Nessa distância
Que se fez infância
Para ser
reencontrado
Nesse abraço
Imaginário
Entre o ser diário
E o que ainda
em nós nos faz
Ser esse algo
extraordinário
Que se vai
acendendo
Qual diário
Descrito
Desde esse silêncio
Desde o mais profundo
E o mais elevado
Livro discreto
Deixado ao teu lado
Esse libro aberto
Que no caminho
Bem tens partilhado
Com que contigo ia
Com quem também ouvias
Nesse calor bem humano
Nesse ser fraterno
Caminhando lado a lado
Nesse encontrar
A aspiração no ar
Que te leva a inspirar
Ar renovado
Solto
Aberto
Desperto
Novo
Bem-amado
E de asas abertas
Nessas alturas incertas
Vogar além
do que se pensa
Ser definido
E encontrar
Portas abertas
Onde a razão perde sentido
Nessa humilde hospitalidade
Nesse acolher em verdade
Nesses braços abertos
Ainda em ti estendidos
Nesses que assim são cuidados
Pelos mais antigos fados
Que nos têm entretecido
Como tecido vivo
Ser vivente
Que traz em si a luz
O calor
A vida desse ser gente…
nesse recanto deixado
Nesse intimo sentido
Nesse algo
por dentro guardado
Esperando
Passo a passo
se achegando
Nessa distância
Que se fez infância
Para ser
reencontrado
Nesse abraço
Imaginário
Entre o ser diário
E o que ainda
em nós nos faz
Ser esse algo
extraordinário
Que se vai
acendendo
Qual diário
Descrito
Desde esse silêncio
Desde o mais profundo
E o mais elevado
Livro discreto
Deixado ao teu lado
Esse libro aberto
Que no caminho
Bem tens partilhado
Com que contigo ia
Com quem também ouvias
Nesse calor bem humano
Nesse ser fraterno
Caminhando lado a lado
Nesse encontrar
A aspiração no ar
Que te leva a inspirar
Ar renovado
Solto
Aberto
Desperto
Novo
Bem-amado
E de asas abertas
Nessas alturas incertas
Vogar além
do que se pensa
Ser definido
E encontrar
Portas abertas
Onde a razão perde sentido
Nessa humilde hospitalidade
Nesse acolher em verdade
Nesses braços abertos
Ainda em ti estendidos
Nesses que assim são cuidados
Pelos mais antigos fados
Que nos têm entretecido
Como tecido vivo
Ser vivente
Que traz em si a luz
O calor
A vida desse ser gente…
👁️ 32
No primeiro Olhar
Se nesse sentido levado
Nesse algo procurado
Nesse lamento
Nesse sustento
Nesse canto
Suave e lento
Desenhado
Por dentro
Esse quadro
Essa tela
Vazia
Que no dia
Se estendia
Para ser tocada
Lavrada
Pela luz
Desenhada
E se rasgada
Assim
Deixar entrar
Como na janela aberta
Essa luz do teu lar
A irradiar
Rua afora
Entre os que chegam
Os que se achegam
Os que chegaram
a ir-se embora
E nesse apelo
Simples aconchego
Ver de novo
O voltar
A esse estranho
Segredo
Olhar
Sem saber olhar
Ver
Sem descrever
E crer
Sem saber
A mar
Esse algo
De água sal
Entretecido
Entranhado
No humano vestido
Tão bem levado
E sendo assim
qual na areia
sem fim
tempo
qualificado
dentro de
ti e de mim
Assim contado
Até esse jardim
Que jaz em ti e mim
Baixo céu estrelado
Ainda ancorado
o barco
Que nos é segredado
Pelas vagas
Sempre silentes
Dessas humanas palavras
Que na gente
Ainda são ecos candentes
Dessa memória viva
Quase avivada
ao se entre-tocar
Essa letra comovida
Que se desprende e anuncia
Ao bem se chegar a achegar
Desse lume
Fogo brando
Estranho pranto
De se alumiar
Esse faro
Nesse estranho claro
Que se desvanece
E se estremece
à luz do luar
Essa melodia
Que jamais se esquece
e mais se enriquece
Quando nos voltamos
A encontrar
Primeiro olhar
Primeiro abraço
Quando te deixaram
No materno regaço…
Nesse algo procurado
Nesse lamento
Nesse sustento
Nesse canto
Suave e lento
Desenhado
Por dentro
Esse quadro
Essa tela
Vazia
Que no dia
Se estendia
Para ser tocada
Lavrada
Pela luz
Desenhada
E se rasgada
Assim
Deixar entrar
Como na janela aberta
Essa luz do teu lar
A irradiar
Rua afora
Entre os que chegam
Os que se achegam
Os que chegaram
a ir-se embora
E nesse apelo
Simples aconchego
Ver de novo
O voltar
A esse estranho
Segredo
Olhar
Sem saber olhar
Ver
Sem descrever
E crer
Sem saber
A mar
Esse algo
De água sal
Entretecido
Entranhado
No humano vestido
Tão bem levado
E sendo assim
qual na areia
sem fim
tempo
qualificado
dentro de
ti e de mim
Assim contado
Até esse jardim
Que jaz em ti e mim
Baixo céu estrelado
Ainda ancorado
o barco
Que nos é segredado
Pelas vagas
Sempre silentes
Dessas humanas palavras
Que na gente
Ainda são ecos candentes
Dessa memória viva
Quase avivada
ao se entre-tocar
Essa letra comovida
Que se desprende e anuncia
Ao bem se chegar a achegar
Desse lume
Fogo brando
Estranho pranto
De se alumiar
Esse faro
Nesse estranho claro
Que se desvanece
E se estremece
à luz do luar
Essa melodia
Que jamais se esquece
e mais se enriquece
Quando nos voltamos
A encontrar
Primeiro olhar
Primeiro abraço
Quando te deixaram
No materno regaço…
👁️ 45
A poesia de vida...
A poesia
nasce no dia a dia,
provém desse algo
mais além...
aquém do almejado..
e estende pontes finas...
finos fios... desse brio
que se fez bem humano...
nasce no dia a dia,
provém desse algo
mais além...
aquém do almejado..
e estende pontes finas...
finos fios... desse brio
que se fez bem humano...
👁️ 40
Poemas como um só...
Se o caminho
Suave e subtil
Depois desses
recantos
Inspirados
Depois desses jardins
Em nós levados
Desses momentos
partilhados
Entretecidos
Quando revividos
Quando mão em mão entregues
Quando ainda segues essa linha
Tão fina
Que se vai fiando
Que se estica
Ou se deixa
Para ir levando
Nessa melodia
Que se anuncia
Para se chegar a tocar
Nesse algo ao fim do dia
Para chegar a entregar
Essa terna melancolia
Esse algo que se prenuncia
Que vibra
Que é viva
Que se estende
Pelo ser afora
Que ilumina o olhar
Que se deixa levar
E não se deixa ir embora
Faz do momento
O sustento
Que alimenta
qualquer hora
No teu íntimo
Se enamora
E mora ai nesse ademão
De mão estendida
Onde o calor
Desse ser humano
Ainda irradia
Nesse abraço
Desde o peito lançado
Que põe dois corações
A latejar
Lado a lado
E nesse compasso
Bem afinado
De se ter estado
Tempo amado
assim com quem
Também
Se sentia
Se deixava
Se abria
Ao que a vida
nos segredava
E nesse passo
A passo
Descoberto
Esse traço
Entre o destino
incerto
Qual almejar
Esse céu aberto
Cheio de estrelas
Tão finas
Luzes tão belas
Alinhadas
Em orlas
Peroladas
Em ondas
Enlevadas
Nesse suave ébano
aveludado
Onde tu tens olhado
Por onde tens
Entre a realidade
e o sonho
caminhado
Nesse trilho
Comezinho
Simples
Não sozinho
E nessa maior verdade
Nessa humilde lealdade
Ao se perseverar
Devoção
além razão
desse crer
que paira no ar
E essa leveza
Suave e subtil
Essa real certeza
Inspirando encantos mil
Esse mergulhar profundo
Nesse oceano
que impregna o mundo
E o faz vagar
Essa onda solitária
Que não se deixa domar
Até chegar em suavidade
Doce saudade
A essa praia imaginária
Em ti sendo ancorada
a barca dos sonhos
Que ainda poderá
Chegar a vogar
E esse segredo
no encanto ledo
Desse mar
De amar a inspirar
Entre a mais pequena fagulha
Desse fogo
Entre a areia mais fina
Desse ensonho
A se deixar levar
Pela melodia
das ondas que ouvias
Pelos passos
que se iam deixando
Pelas peugadas
entre as ondas
que se iam entretecendo
à medida
que ias caminhando
Luz dos teus dias
Nuca antes vista
Levada
Sublimada
Assim espelhada
e espalhada
pelo oceano imenso
Que vai mais além
do que sei e penso…
esse que te vai chamar
Ness fim de caminho
Estrela do mar
Que se fixa
Nesse olhar
Que te ilumina
Nesse peito a palpitar
Que se entrega
Quando a maré chega
A se elevar
E te leva
A suave maresia
Que se sente
Que se aspira
Nesse canto terno
Que sempre
Em ti
se ouvia por dentro…
Chamaradas de luz cor e vida - sopro que nos convida… a dar alegria e beleza ao caminho que nos foi dado a partilhar
Nesse caminho
entretecido
No que sentes
No que tens vivido
Nessa estrela solitária
Iluminando o teu dia
Imaginária
se a deixas levar
Incendiária
se a voltas a iluminar
Esse algo que te comove
Que te mexe
Que se move
Contigo
ao voltar a andar
Nesse trilho solitário
Onde vais encontrando
o ser solidário
Que um dia
Sem mais
Vogava
entre esses espaços
ideais
Nunca vedados
Entre sinais
sempre doirados
A marcar
O lugar
O acontecer
O chegar
a esse estremecer
Que nos entra
pela pele adentro
Esse apelo do sentimento
Que nos leva a viajar
A esse lugar solarengo
Nesse tempo de inverno
Esse lugar secreto
Onde nos movemos
e cremos
sempre conseguir
chegar a chegar
Esse algo indiscreto
Que se entremeia
Nessa melodia
Tão cheia
Outrora vazia
Que espera
nos preencher
como nos foi dado
a o ser
De vagar
Suave e lento
Ou no lampejo
De um momento
No que despertamos
Essa mensagem
Em nós levámos
E se refletimos
Esses brilhos acesos
Esses cantos dispersos
Voltando-se a juntar
Esses momentos
Tão ledos
Quedos
E alegres
Que costumávamos
Também passar
E bem celebrar
E nesse intuito
Nesse ímpetu
Que nos anima e motiva
Que se faz alegria
no novo dia
Voltar a navegar
Nesse mar de amores sustido
Nesse oceano desconhecido
À espera de se abeirar
Em ondas serenas
Em vagas imensas
Apenas para
te saber tocar
Em silêncio
Suspirando
Devagar
Chegando
A teus pés
E sossegar
De repente
Nesse vertigem incipiente
Que nos leva a mergulhar
A nos lançar
E nesse espaço indefinido
Entre o que nos é conhecido
Desconhecer e encontrar
Esse terno ruido
Trespassado
Pela harmonia
que nos tem despertado
E nos tem levado
De novo a voar
Nas asas do tempo
Nas vagas do sentimento
Nesse vento
Que impa o pensamento
E nesse algo claro
Sustido
Transparente
Sendo o momento
presente
Que se partilha
Qual ilha
Desconhecida
Aonde chega
a barca amiga
Na que navegas
Na que te entregas
De novo a vogar
Nessas águas
Sempre imaginadas
Simples
Puras salgadas
Como as lágrimas
Bem prezadas
Que levas por dentro guardadas
Ainda esperando chegar a florar
Nessas pálpebras
Bem expressas
Desenhadas
Sem pressas
Nas que ficam
poisadas
Cintilando
Olhar
O lugar
Que assim queres tanto
Pintando
de uma e mil cores
De amores renascidos
Esses momentos mais queridos
Que levavas
Que aguardavam
A esse algo que te chama
que clama
que proclama
que bem te ama
e te abraça sem cessar
Esse momento
no que se marcava
Essa linha desenhada
pela tua mão infante
em tons de simples diamante
Na gota de chuva tão ansiada
Que na tua mão poisada
Se estende e te alaga
Nesse lago
que descendia
Que dos céus
se desprendia
Transparência cristalina
Que se acende
em novo dia
ao ser trespassada
entregue
elevada
orvalho da alvorada
que se faz bruma renascida
ao se desenhar esse arco
que liga céus e terra sem mais…
E a gota em ti levada
Pelo calor da força humana
E pelo chamar desse algo terno
Que se move no firmamento
E cintila por ti adentro
Para ser assim cuidada
E dada
A quem bem a saiba plantar
Qual semente garrida
Esquecida num campo qualquer
Esse que se acende um dia
jardim de despedida
e encontro desse ser
antes homem
Ou mulher
Com asas transparecidas
Pelo ser que assim anuncias…
essa voz luzidia
Essa esperança que se acendia
Esse crer e renascer
esse amor toldado
Que te foi entregue
Dado
Para se ver fazer crescer
Suave e subtil
Depois desses
recantos
Inspirados
Depois desses jardins
Em nós levados
Desses momentos
partilhados
Entretecidos
Quando revividos
Quando mão em mão entregues
Quando ainda segues essa linha
Tão fina
Que se vai fiando
Que se estica
Ou se deixa
Para ir levando
Nessa melodia
Que se anuncia
Para se chegar a tocar
Nesse algo ao fim do dia
Para chegar a entregar
Essa terna melancolia
Esse algo que se prenuncia
Que vibra
Que é viva
Que se estende
Pelo ser afora
Que ilumina o olhar
Que se deixa levar
E não se deixa ir embora
Faz do momento
O sustento
Que alimenta
qualquer hora
No teu íntimo
Se enamora
E mora ai nesse ademão
De mão estendida
Onde o calor
Desse ser humano
Ainda irradia
Nesse abraço
Desde o peito lançado
Que põe dois corações
A latejar
Lado a lado
E nesse compasso
Bem afinado
De se ter estado
Tempo amado
assim com quem
Também
Se sentia
Se deixava
Se abria
Ao que a vida
nos segredava
E nesse passo
A passo
Descoberto
Esse traço
Entre o destino
incerto
Qual almejar
Esse céu aberto
Cheio de estrelas
Tão finas
Luzes tão belas
Alinhadas
Em orlas
Peroladas
Em ondas
Enlevadas
Nesse suave ébano
aveludado
Onde tu tens olhado
Por onde tens
Entre a realidade
e o sonho
caminhado
Nesse trilho
Comezinho
Simples
Não sozinho
E nessa maior verdade
Nessa humilde lealdade
Ao se perseverar
Devoção
além razão
desse crer
que paira no ar
E essa leveza
Suave e subtil
Essa real certeza
Inspirando encantos mil
Esse mergulhar profundo
Nesse oceano
que impregna o mundo
E o faz vagar
Essa onda solitária
Que não se deixa domar
Até chegar em suavidade
Doce saudade
A essa praia imaginária
Em ti sendo ancorada
a barca dos sonhos
Que ainda poderá
Chegar a vogar
E esse segredo
no encanto ledo
Desse mar
De amar a inspirar
Entre a mais pequena fagulha
Desse fogo
Entre a areia mais fina
Desse ensonho
A se deixar levar
Pela melodia
das ondas que ouvias
Pelos passos
que se iam deixando
Pelas peugadas
entre as ondas
que se iam entretecendo
à medida
que ias caminhando
Luz dos teus dias
Nuca antes vista
Levada
Sublimada
Assim espelhada
e espalhada
pelo oceano imenso
Que vai mais além
do que sei e penso…
esse que te vai chamar
Ness fim de caminho
Estrela do mar
Que se fixa
Nesse olhar
Que te ilumina
Nesse peito a palpitar
Que se entrega
Quando a maré chega
A se elevar
E te leva
A suave maresia
Que se sente
Que se aspira
Nesse canto terno
Que sempre
Em ti
se ouvia por dentro…
Chamaradas de luz cor e vida - sopro que nos convida… a dar alegria e beleza ao caminho que nos foi dado a partilhar
Nesse caminho
entretecido
No que sentes
No que tens vivido
Nessa estrela solitária
Iluminando o teu dia
Imaginária
se a deixas levar
Incendiária
se a voltas a iluminar
Esse algo que te comove
Que te mexe
Que se move
Contigo
ao voltar a andar
Nesse trilho solitário
Onde vais encontrando
o ser solidário
Que um dia
Sem mais
Vogava
entre esses espaços
ideais
Nunca vedados
Entre sinais
sempre doirados
A marcar
O lugar
O acontecer
O chegar
a esse estremecer
Que nos entra
pela pele adentro
Esse apelo do sentimento
Que nos leva a viajar
A esse lugar solarengo
Nesse tempo de inverno
Esse lugar secreto
Onde nos movemos
e cremos
sempre conseguir
chegar a chegar
Esse algo indiscreto
Que se entremeia
Nessa melodia
Tão cheia
Outrora vazia
Que espera
nos preencher
como nos foi dado
a o ser
De vagar
Suave e lento
Ou no lampejo
De um momento
No que despertamos
Essa mensagem
Em nós levámos
E se refletimos
Esses brilhos acesos
Esses cantos dispersos
Voltando-se a juntar
Esses momentos
Tão ledos
Quedos
E alegres
Que costumávamos
Também passar
E bem celebrar
E nesse intuito
Nesse ímpetu
Que nos anima e motiva
Que se faz alegria
no novo dia
Voltar a navegar
Nesse mar de amores sustido
Nesse oceano desconhecido
À espera de se abeirar
Em ondas serenas
Em vagas imensas
Apenas para
te saber tocar
Em silêncio
Suspirando
Devagar
Chegando
A teus pés
E sossegar
De repente
Nesse vertigem incipiente
Que nos leva a mergulhar
A nos lançar
E nesse espaço indefinido
Entre o que nos é conhecido
Desconhecer e encontrar
Esse terno ruido
Trespassado
Pela harmonia
que nos tem despertado
E nos tem levado
De novo a voar
Nas asas do tempo
Nas vagas do sentimento
Nesse vento
Que impa o pensamento
E nesse algo claro
Sustido
Transparente
Sendo o momento
presente
Que se partilha
Qual ilha
Desconhecida
Aonde chega
a barca amiga
Na que navegas
Na que te entregas
De novo a vogar
Nessas águas
Sempre imaginadas
Simples
Puras salgadas
Como as lágrimas
Bem prezadas
Que levas por dentro guardadas
Ainda esperando chegar a florar
Nessas pálpebras
Bem expressas
Desenhadas
Sem pressas
Nas que ficam
poisadas
Cintilando
Olhar
O lugar
Que assim queres tanto
Pintando
de uma e mil cores
De amores renascidos
Esses momentos mais queridos
Que levavas
Que aguardavam
A esse algo que te chama
que clama
que proclama
que bem te ama
e te abraça sem cessar
Esse momento
no que se marcava
Essa linha desenhada
pela tua mão infante
em tons de simples diamante
Na gota de chuva tão ansiada
Que na tua mão poisada
Se estende e te alaga
Nesse lago
que descendia
Que dos céus
se desprendia
Transparência cristalina
Que se acende
em novo dia
ao ser trespassada
entregue
elevada
orvalho da alvorada
que se faz bruma renascida
ao se desenhar esse arco
que liga céus e terra sem mais…
E a gota em ti levada
Pelo calor da força humana
E pelo chamar desse algo terno
Que se move no firmamento
E cintila por ti adentro
Para ser assim cuidada
E dada
A quem bem a saiba plantar
Qual semente garrida
Esquecida num campo qualquer
Esse que se acende um dia
jardim de despedida
e encontro desse ser
antes homem
Ou mulher
Com asas transparecidas
Pelo ser que assim anuncias…
essa voz luzidia
Essa esperança que se acendia
Esse crer e renascer
esse amor toldado
Que te foi entregue
Dado
Para se ver fazer crescer
👁️ 33
Desde o Firmamento ao que levamos dentro
nessa distância percorrida
nesse sinal de vida
que nos guia
nos alenta
que nos leva
e nos sustenta
nesse algo renascido
em nós sendo vivido
nesse simples pensamento
suave
leve
lento
nessa brisa
que trespassa
essa face
qual asa
que voa
e nos segue
enevoada
entre
a bruma orlada
esse nevoeiro comezinho
essa cantar de alegria
sabendo não estar sozinho
esse algo de harmonia
que nos leva
que nos guia
essa melodia
sustida
insuspeita
que se faz
alegria
nessa que se acerta
ao deixar-se
depositar
essa harmonia
no ar
pairando
ao nosso redor
se entretecendo
se entrelaçando
com o que vamos sendo
o que vamos levando
sempre por dentro
sentido do sentimento
vagas do mar de amar
se alevantando
e nesse pensar
suave e cristalino
nesse vento elevado
que nos tem sussurrado
ao ouvido
esse algo
em nós nascido
no ser Humano
no estar vivo
nessa verdade
que em plena realidade
veio a plantar
sementes de magia
uma outra via
para se abeirar
poder sonhar
e voltar a caminhar
entre o que se não via
essa terna nostalgia
essa saudade ancorada
nesse peito sentida
ao longo da estrada levada
essa tão iluminada
que no firmamento descreve
o tanto que se segue
e nesse outro começo
esse tão denso e espesso
pairar
abrir asas
vogar
em mar aberto
ser água correndo
em pleno deserto
e esse lugar imaginado
que se fez realidade
em campo aberto
entre o campo e a cidade
essa meta indefinida
transparente
pristina
que se fez cristalina
ao ser trespassada
pela luz da nossa morada
essa que se fez acesa
qual fogo
desse lugar
esse algo que clama
que nos chama
para se poder voltar
a acender devagar
esse lar estranho
antigo
solitário
rodeado de estrelas
cintilantes
instantes
como dantes
e assim nesses casarios
de novo renascidos
essas velas acesas
nessa janelas
avessas
fantasias
entretecidas
nos nossos dias
e nas cortinas
bem bordadas
por mãos
sendo almejadas
desde esse algo
bem longe e tão ao perto
esse oásis nesse tal deserto
que nos chama
que clama
que nos guia
nesta outra via
que permanece acesa
qual luz do dia
na noite aveludada
essa que permancía
quando o ser se esquecia
por onde caminhava
e nessa via
ainda estando marcada
pela terna alegoria
lenda jamais contada
dessa vida
emarcada
nessa pintura
de tela vazia
esperando
a ser pintada
por cores
de encantar
sendo soletradas
as letras entrelaçadas
das mais vivas palavras
e nessa ode
sinfonia
ainda por ser ouvida
cantada escrita desenhada
ainda por ser cumprida
na via de vida
que nos entregava
os momentos bem dentro
esses de suave fundamento
no sustento
que nos elevava
e nesse ir mais adentro
e voltar a mergulhar
para trazer esse algo
tão certo
que o nosso mundo
faz de novo brilhar…
nesse sinal de vida
que nos guia
nos alenta
que nos leva
e nos sustenta
nesse algo renascido
em nós sendo vivido
nesse simples pensamento
suave
leve
lento
nessa brisa
que trespassa
essa face
qual asa
que voa
e nos segue
enevoada
entre
a bruma orlada
esse nevoeiro comezinho
essa cantar de alegria
sabendo não estar sozinho
esse algo de harmonia
que nos leva
que nos guia
essa melodia
sustida
insuspeita
que se faz
alegria
nessa que se acerta
ao deixar-se
depositar
essa harmonia
no ar
pairando
ao nosso redor
se entretecendo
se entrelaçando
com o que vamos sendo
o que vamos levando
sempre por dentro
sentido do sentimento
vagas do mar de amar
se alevantando
e nesse pensar
suave e cristalino
nesse vento elevado
que nos tem sussurrado
ao ouvido
esse algo
em nós nascido
no ser Humano
no estar vivo
nessa verdade
que em plena realidade
veio a plantar
sementes de magia
uma outra via
para se abeirar
poder sonhar
e voltar a caminhar
entre o que se não via
essa terna nostalgia
essa saudade ancorada
nesse peito sentida
ao longo da estrada levada
essa tão iluminada
que no firmamento descreve
o tanto que se segue
e nesse outro começo
esse tão denso e espesso
pairar
abrir asas
vogar
em mar aberto
ser água correndo
em pleno deserto
e esse lugar imaginado
que se fez realidade
em campo aberto
entre o campo e a cidade
essa meta indefinida
transparente
pristina
que se fez cristalina
ao ser trespassada
pela luz da nossa morada
essa que se fez acesa
qual fogo
desse lugar
esse algo que clama
que nos chama
para se poder voltar
a acender devagar
esse lar estranho
antigo
solitário
rodeado de estrelas
cintilantes
instantes
como dantes
e assim nesses casarios
de novo renascidos
essas velas acesas
nessa janelas
avessas
fantasias
entretecidas
nos nossos dias
e nas cortinas
bem bordadas
por mãos
sendo almejadas
desde esse algo
bem longe e tão ao perto
esse oásis nesse tal deserto
que nos chama
que clama
que nos guia
nesta outra via
que permanece acesa
qual luz do dia
na noite aveludada
essa que permancía
quando o ser se esquecia
por onde caminhava
e nessa via
ainda estando marcada
pela terna alegoria
lenda jamais contada
dessa vida
emarcada
nessa pintura
de tela vazia
esperando
a ser pintada
por cores
de encantar
sendo soletradas
as letras entrelaçadas
das mais vivas palavras
e nessa ode
sinfonia
ainda por ser ouvida
cantada escrita desenhada
ainda por ser cumprida
na via de vida
que nos entregava
os momentos bem dentro
esses de suave fundamento
no sustento
que nos elevava
e nesse ir mais adentro
e voltar a mergulhar
para trazer esse algo
tão certo
que o nosso mundo
faz de novo brilhar…
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