Infância na Sabedoria

Vagas de mar de amar

a se libertar

E nessa estreita certeza

Que se anuncia em pobreza

E se faz crer devagar

Voltar a regressar

Terna infância

que nos foi dada

Para seguir

a ser lembrada

Sem hesitar

E alimentada

Nesse algo

que nos afaga

Nos gasalha

Nos deixa calor

entre esse frio

Fina flor de estio

A ser nascida

Entre o algo

que paira

em volta

Se entrelaça

Se enrola

Se solta

Se entrega

E se ilumina

Vida

Que não pode

ser contida

Que foi livre

Escolhida

Para ser vivida
29 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.