Lista de Poemas
lugares e eventos que levamos por dentro
Nessa cidade
eco sem tempo e sem idade
aonde aninhamos tantos
aonde se passam encantos
por entre os recantos
encontros desapaixonados
entre pares de seres enamorados
nessa sede silente
de se ser humano
entre tanta gente
nessa vontade
corrente qual
rio, ribeiro...
sol soalheiro
brisa a passar
despercebida
a acariciar
por dentro
retalhos de vida
nesse rosto iluminado
qual jardim de cores decorado
nesses portais sem fim nem findar
entramados de folhas erguidas
assim quedas e escondidas
quais as tuas e mais as minhas
todas as que disfarçamos em linhas
eco sem tempo e sem idade
aonde aninhamos tantos
aonde se passam encantos
por entre os recantos
encontros desapaixonados
entre pares de seres enamorados
nessa sede silente
de se ser humano
entre tanta gente
nessa vontade
corrente qual
rio, ribeiro...
sol soalheiro
brisa a passar
despercebida
a acariciar
por dentro
retalhos de vida
nesse rosto iluminado
qual jardim de cores decorado
nesses portais sem fim nem findar
entramados de folhas erguidas
assim quedas e escondidas
quais as tuas e mais as minhas
todas as que disfarçamos em linhas
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a volta da roda se juntavam e à roda assim dançavam
nesses lugares anteriores, entre festas e senhores
entre recantos de pequenas flores plantadas
cresciam flores silvestres onde a noite se deixava
assim iluminar - pelo cântico mais discreto, pelo ser subtil e secreto
que se encontrava aonde morava, ali entre o aroma do rio corrente
a margem sempre ardente, dessas pratas luzidias
decoros e coragens de todos os dias a se perfazer
entre crianças e seres de humanidade,
entre ser homem e mulher de verdade
entre recantos de pequenas flores plantadas
cresciam flores silvestres onde a noite se deixava
assim iluminar - pelo cântico mais discreto, pelo ser subtil e secreto
que se encontrava aonde morava, ali entre o aroma do rio corrente
a margem sempre ardente, dessas pratas luzidias
decoros e coragens de todos os dias a se perfazer
entre crianças e seres de humanidade,
entre ser homem e mulher de verdade
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perto do coração
ventre de pedra erigido,
ali aonde antes era vivido,
pelo batimento da simples opção,
abraço a braços dados,
por aqui além em todos os lados....
assim bem enlevados
por essa melodia e canção
a que nos falava de tudo
o que bem se amava
e se levava perto do coração
ali aonde antes era vivido,
pelo batimento da simples opção,
abraço a braços dados,
por aqui além em todos os lados....
assim bem enlevados
por essa melodia e canção
a que nos falava de tudo
o que bem se amava
e se levava perto do coração
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na tal (c) idade (s)
e nos detalhes destes lugares
onde assim os bem gravaram
palácios desse tudo e de nada
avenidas na noite a iluminar...
nestas festas que antes fazíamos...
na face de rosto que bem sabíamos
nessas celebradas palavras
datas de sempre
que jamais se apagava...
ainda agora se iluminam
pelas as ruas e os beirais
antes eram assim iguais
quais calores humanos
nessas aldeias irmanados
mãos em mãos desatados
eram cores garridas sem mais
humanidades simples reunidas
nessas outras veredas desse outrora
agora, nesta hora assim esquecidas;
onde assim os bem gravaram
palácios desse tudo e de nada
avenidas na noite a iluminar...
nestas festas que antes fazíamos...
na face de rosto que bem sabíamos
nessas celebradas palavras
datas de sempre
que jamais se apagava...
ainda agora se iluminam
pelas as ruas e os beirais
antes eram assim iguais
quais calores humanos
nessas aldeias irmanados
mãos em mãos desatados
eram cores garridas sem mais
humanidades simples reunidas
nessas outras veredas desse outrora
agora, nesta hora assim esquecidas;
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Caminhos de Vida a encontrar
gostava de voltar a encontrar
o brio no olhar
o andar erguido e ver seguido
todo o mundo a brilhar
gostava de voltar a encontrar
a mão de um amigo
o gesto calmo que sigo
serenidade de se ter conseguido
o dia a dia levar...
para aonde a vontade caminha
para aonde a verdade aninha
para aonde se possa abraçar
sem mais duvidar
sem hesitar...
entre os medos
que nos vai plantando
em segredo
tanto ser berrando
sem nada
dessa vida nova
a anunciar
o brio no olhar
o andar erguido e ver seguido
todo o mundo a brilhar
gostava de voltar a encontrar
a mão de um amigo
o gesto calmo que sigo
serenidade de se ter conseguido
o dia a dia levar...
para aonde a vontade caminha
para aonde a verdade aninha
para aonde se possa abraçar
sem mais duvidar
sem hesitar...
entre os medos
que nos vai plantando
em segredo
tanto ser berrando
sem nada
dessa vida nova
a anunciar
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Tu serena
Para lugares de sonho e bênção
Aonde ainda se ouve
a voz do seu coração
E nesses lugares plantadas,
Sementes a ser germinadas
Pelo mais suave calor…
Ameno, assim qual amor
E sempre assim investida
Da luz da força da vida…
Estejas a olhar bem para quem
Te reconhece em cada dia
Te sabe assim preenchida
Dessa esperança serena
De ser qual amiga amena
E de estar assim
– suave
Subtil, sem mais
Esperando o teu momento
De saltar de fora para dentro
E aqui assim voltar a morar
Qual brisa de primavera
De quem ouve e espera,
Na face a tua simplicidade
A bem nos tocar em verdade
E nos ajudar a voltar a sonhar
Aonde ainda se ouve
a voz do seu coração
E nesses lugares plantadas,
Sementes a ser germinadas
Pelo mais suave calor…
Ameno, assim qual amor
E sempre assim investida
Da luz da força da vida…
Estejas a olhar bem para quem
Te reconhece em cada dia
Te sabe assim preenchida
Dessa esperança serena
De ser qual amiga amena
E de estar assim
– suave
Subtil, sem mais
Esperando o teu momento
De saltar de fora para dentro
E aqui assim voltar a morar
Qual brisa de primavera
De quem ouve e espera,
Na face a tua simplicidade
A bem nos tocar em verdade
E nos ajudar a voltar a sonhar
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Tu por sempre
Por dentro de mansinho
Nesse lugar comezinho
Aonde guardamos
os mais queridos retratos
Desses momentos exatos
Nos que assim se fez florida
Cálida tão próxima e garrida
entretecendo em seu vagar
nesse caminho toldado,
em ti em mim em todo o lado
Voltar a vê-la passar…
Esperança do ser criança
No adulto ainda plantada
Um algo desse ar de novo
alimentando entre o povo
E nos faz de assim abraçar
Pequenos gestos, olhares serenos
Passos no que somos e cremos
Assim a crescer devagar…
Nesse lugar comezinho
Aonde guardamos
os mais queridos retratos
Desses momentos exatos
Nos que assim se fez florida
Cálida tão próxima e garrida
entretecendo em seu vagar
nesse caminho toldado,
em ti em mim em todo o lado
Voltar a vê-la passar…
Esperança do ser criança
No adulto ainda plantada
Um algo desse ar de novo
alimentando entre o povo
E nos faz de assim abraçar
Pequenos gestos, olhares serenos
Passos no que somos e cremos
Assim a crescer devagar…
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cidade de anjos
alturas de encantar nessa cidade sem mar,
oceanos de azul poisados, por aqui e além
- em todos os lados -
onde se atrevam
os bem humanos
ainda a erguer o olhar,
poderão ver poisados
esses anjos sagrados
sobre nós ainda a pairar
👁️ 91
vítores aos céus - erguer olhar entre os véus deste tempo a passar... devagar
palácios de pedra alva
aonde ainda a vista nos salva
ao erguer para ver o olhar
e nesse azul bem sereno
encontra o céu todo ameno
aonde ainda a vista nos salva
ao erguer para ver o olhar
e nesse azul bem sereno
encontra o céu todo ameno
👁️ 96
lugares de encontro
poesia que se fez um dia
ainda a alvorada nascia
e o ser sonhava a divagar
assim qual poema de suavidade
que nos fala do mar da praia do rio ou cidade
desse campo de fertilidade sem fim
mundo inteiro que deflagra em ti e em mim...
e nos lugares mais humildes
humanidades que vejas e lês sem se findar
aproximam-se seres gigantes
simples lugares onde se voltar a encontrar;
ainda a alvorada nascia
e o ser sonhava a divagar
assim qual poema de suavidade
que nos fala do mar da praia do rio ou cidade
desse campo de fertilidade sem fim
mundo inteiro que deflagra em ti e em mim...
e nos lugares mais humildes
humanidades que vejas e lês sem se findar
aproximam-se seres gigantes
simples lugares onde se voltar a encontrar;
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