Lista de Poemas
Sonhos a Concretizar
Dando tempo para se estar
Neste tempo das realidades
Ir sem mais duvidar
Encontrar o tempo
para se poder parar
E sonhar os sonhos
que foram dados a concretizar
E nesse ir e voltar sem maneira
Definida ora contida
Verdadeira
Atear fogos secretos
Em paragens assim preparadas,
E deixar assim chamas sagradas
Voar entre fagulhas das páginas
dessas poesias ainda ignoradas…
poesias soletradas
desde o mais profundo
desde o íntimo desse mundo
âmago e fulcro a suster
Uma certa realidade
Um certo ideal de verdade
Um sentido de tempo e idade
Uma paz que se procura em saudade
Neste tempo das realidades
Ir sem mais duvidar
Encontrar o tempo
para se poder parar
E sonhar os sonhos
que foram dados a concretizar
E nesse ir e voltar sem maneira
Definida ora contida
Verdadeira
Atear fogos secretos
Em paragens assim preparadas,
E deixar assim chamas sagradas
Voar entre fagulhas das páginas
dessas poesias ainda ignoradas…
poesias soletradas
desde o mais profundo
desde o íntimo desse mundo
âmago e fulcro a suster
Uma certa realidade
Um certo ideal de verdade
Um sentido de tempo e idade
Uma paz que se procura em saudade
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Redutos de Emoção I
Nesse reduto pulsátil
Onde cresce
e se entrelaça o volátil
Efémero e temperado
Esse algo
nos tem inspirado
Até de novo poisar
Nesse ninho antigo
nesse calor entre o frio
Nessa flor de vida
a se desdobrar
Em silêncios prezados
Até se voltar a olhar
Onde cresce
e se entrelaça o volátil
Efémero e temperado
Esse algo
nos tem inspirado
Até de novo poisar
Nesse ninho antigo
nesse calor entre o frio
Nessa flor de vida
a se desdobrar
Em silêncios prezados
Até se voltar a olhar
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oceanos sem voz...
Oceanos de saudade
Vivem em ti qual vaidade
Essa que se recatou…
Qual onda que não chegou
A praia alguma… a suspirar
Nesses teus sonhos
Entre labirintos medonhos
À espera de se libertar
E quando acedes
E se fazem mais leves
Quando entregas
Determinada cena
A algum tempo ou lugar
E dás corda solta para poder voar
Até algum trilho ou rota
Que ainda não se atreveu ninguém a tocar
Assim pé ante pé aparece
Sem contar acontece
E sem mais se deixa assim alcançar
Até ao momento de ser
No teu ser
Até ao evento assim suceder
E alimentar
Outros olhares
Parecendo distantes
Outras chamas
de vida…
Que até parecia
Assim se eclipsar
Ora baça, bafejada
pelo frio do estio
Chamarada
Eco bem forte
Desse algo que não sorte
Que nos foi dado a partilhar
Ora por ventura
A semente segura
Que em solo consagrado
Pelo tempo e teu agrado
Assim cresceu e se deu
Tendo alimentado
Quem dela assim colheu
Desse teu campo tão soletrado
Desse poema tão ousado
Desse tema que te tem falado
Vez a pós vez ao passar
Nessa praça depressa
Nessa correria que cessa
Quando assim consegues chegar
Ao local sem espaço nem tempo
A esse estranho silêncio
Cheio de som – melodia
Estranha antiga sintonia
Que até a criança mais pequenina
Sabia cantar sem ensaiar
Vivem em ti qual vaidade
Essa que se recatou…
Qual onda que não chegou
A praia alguma… a suspirar
Nesses teus sonhos
Entre labirintos medonhos
À espera de se libertar
E quando acedes
E se fazem mais leves
Quando entregas
Determinada cena
A algum tempo ou lugar
E dás corda solta para poder voar
Até algum trilho ou rota
Que ainda não se atreveu ninguém a tocar
Assim pé ante pé aparece
Sem contar acontece
E sem mais se deixa assim alcançar
Até ao momento de ser
No teu ser
Até ao evento assim suceder
E alimentar
Outros olhares
Parecendo distantes
Outras chamas
de vida…
Que até parecia
Assim se eclipsar
Ora baça, bafejada
pelo frio do estio
Chamarada
Eco bem forte
Desse algo que não sorte
Que nos foi dado a partilhar
Ora por ventura
A semente segura
Que em solo consagrado
Pelo tempo e teu agrado
Assim cresceu e se deu
Tendo alimentado
Quem dela assim colheu
Desse teu campo tão soletrado
Desse poema tão ousado
Desse tema que te tem falado
Vez a pós vez ao passar
Nessa praça depressa
Nessa correria que cessa
Quando assim consegues chegar
Ao local sem espaço nem tempo
A esse estranho silêncio
Cheio de som – melodia
Estranha antiga sintonia
Que até a criança mais pequenina
Sabia cantar sem ensaiar
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tempo vergado
Vereda inconclusa
Sempre a mudar
Ora é linha reta
Ora se faz curva
Tempo
Por ti adentro
a vergar
E nesse instante
Tão puro e singelo
qual inquietante
O puro mistério se abre
E nesse veludo etéreo
Assim se conhece, sabe
Entre o tudo mais sério
O que era assim ameno
se torna presente sereno
Nesse lugar de vida e júbilo
Nesse momento atempado
Nesse espaço entre tudo e todos
Esse presente de vida que foi dado
Sempre a mudar
Ora é linha reta
Ora se faz curva
Tempo
Por ti adentro
a vergar
E nesse instante
Tão puro e singelo
qual inquietante
O puro mistério se abre
E nesse veludo etéreo
Assim se conhece, sabe
Entre o tudo mais sério
O que era assim ameno
se torna presente sereno
Nesse lugar de vida e júbilo
Nesse momento atempado
Nesse espaço entre tudo e todos
Esse presente de vida que foi dado
👁️ 107
Florestas
Nessa floresta imensa
Passa o que não pensa
A ouvir seus passos no ar
Entre a ramagem
Suavidade e fina aragem
Desse sentir teu respirar
E nas sombras iluminadas
Vitrais dessas antigas moradas
Voltar a ser qual coração a palpitar
E em teu redor
Devagar
Descobrir essa transparência
De se saber sem pensar
E descobrir
Que o tempo a seguir
É o que já está assim a voltar
E em cada gota
Que se foi escoando
Folha a folha
Limpando
Até te poder assim tocar
Esse céu escondido
Recôndito e garrido
Vejas ali outra vez
Orla que assim se fez
Voltar a se iluminar
Passa o que não pensa
A ouvir seus passos no ar
Entre a ramagem
Suavidade e fina aragem
Desse sentir teu respirar
E nas sombras iluminadas
Vitrais dessas antigas moradas
Voltar a ser qual coração a palpitar
E em teu redor
Devagar
Descobrir essa transparência
De se saber sem pensar
E descobrir
Que o tempo a seguir
É o que já está assim a voltar
E em cada gota
Que se foi escoando
Folha a folha
Limpando
Até te poder assim tocar
Esse céu escondido
Recôndito e garrido
Vejas ali outra vez
Orla que assim se fez
Voltar a se iluminar
👁️ 111
vestes de sentir
E sentes, onde estás
E sabes quando vás
aonde te perdeste
E sabes assim, sem mais
Quais os locais
Mais enamorados
Quais os jardins
Onde os prados
Que te podem dar
Essa paz velada
Esse trilho perdido
depois dessa estrada
A entrar
Por ti a dentro
A ir e voltar
Aonde tua flor silvestre
Se veste de sentimento…
E sabes quando vás
aonde te perdeste
E sabes assim, sem mais
Quais os locais
Mais enamorados
Quais os jardins
Onde os prados
Que te podem dar
Essa paz velada
Esse trilho perdido
depois dessa estrada
A entrar
Por ti a dentro
A ir e voltar
Aonde tua flor silvestre
Se veste de sentimento…
👁️ 99
Mais perto
Se estivesses mais perto
Nesse espaço mais certo
Se sonhasses comigo
E dançasses destino
Se aconchegasses
O que escrevo e mimo
Se ainda voltasses
Onde te deixei qual amigo
Nesse espaço mais certo
Se sonhasses comigo
E dançasses destino
Se aconchegasses
O que escrevo e mimo
Se ainda voltasses
Onde te deixei qual amigo
👁️ 103
Hora de viver
Ora a viver
Ora a partilhar
Ora a deixar entrar
Desde esse outro ser
Assim a se estender
Ponte de vida a entrelaçar
Ora a partilhar
Ora a deixar entrar
Desde esse outro ser
Assim a se estender
Ponte de vida a entrelaçar
👁️ 108
Lugares velados
Nesses lugares fechados
Onde deixas sonhos trancados
Nesse bem-querer sem mais
Onde todos os dias se fazem reais
Nesse algo tão almejado
Querer sem deixar de amar
E nessa estar em verdade
que vai onde voga à vontade
Ai se perfazem os beirais
Destas ruas tais
que se desfazem
em marés de verde azulado
Quando trilho e caminho
São contigo lado a lado
E quem caminha
E assim se avizinha
É ainda teu amigo velado
Onde deixas sonhos trancados
Nesse bem-querer sem mais
Onde todos os dias se fazem reais
Nesse algo tão almejado
Querer sem deixar de amar
E nessa estar em verdade
que vai onde voga à vontade
Ai se perfazem os beirais
Destas ruas tais
que se desfazem
em marés de verde azulado
Quando trilho e caminho
São contigo lado a lado
E quem caminha
E assim se avizinha
É ainda teu amigo velado
👁️ 100
Amor Varado
Quem por via de verdade
Amor sem tempo ou idade
Se deixou
Qual presente perdido
Abandonado
Aqui ora além
Ora de alguém
Quando assim
aparece varado
Ora assim por todo o lado
Nesse olhar a se iluminar
Ou sendo qual barco varado
À espera da maré cheia
para voltar a vogar
Amor sem tempo ou idade
Se deixou
Qual presente perdido
Abandonado
Aqui ora além
Ora de alguém
Quando assim
aparece varado
Ora assim por todo o lado
Nesse olhar a se iluminar
Ou sendo qual barco varado
À espera da maré cheia
para voltar a vogar
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