Desde o Firmamento ao que levamos dentro
nessa distância percorrida
nesse sinal de vida
que nos guia
nos alenta
que nos leva
e nos sustenta
nesse algo renascido
em nós sendo vivido
nesse simples pensamento
suave
leve
lento
nessa brisa
que trespassa
essa face
qual asa
que voa
e nos segue
enevoada
entre
a bruma orlada
esse nevoeiro comezinho
essa cantar de alegria
sabendo não estar sozinho
esse algo de harmonia
que nos leva
que nos guia
essa melodia
sustida
insuspeita
que se faz
alegria
nessa que se acerta
ao deixar-se
depositar
essa harmonia
no ar
pairando
ao nosso redor
se entretecendo
se entrelaçando
com o que vamos sendo
o que vamos levando
sempre por dentro
sentido do sentimento
vagas do mar de amar
se alevantando
e nesse pensar
suave e cristalino
nesse vento elevado
que nos tem sussurrado
ao ouvido
esse algo
em nós nascido
no ser Humano
no estar vivo
nessa verdade
que em plena realidade
veio a plantar
sementes de magia
uma outra via
para se abeirar
poder sonhar
e voltar a caminhar
entre o que se não via
essa terna nostalgia
essa saudade ancorada
nesse peito sentida
ao longo da estrada levada
essa tão iluminada
que no firmamento descreve
o tanto que se segue
e nesse outro começo
esse tão denso e espesso
pairar
abrir asas
vogar
em mar aberto
ser água correndo
em pleno deserto
e esse lugar imaginado
que se fez realidade
em campo aberto
entre o campo e a cidade
essa meta indefinida
transparente
pristina
que se fez cristalina
ao ser trespassada
pela luz da nossa morada
essa que se fez acesa
qual fogo
desse lugar
esse algo que clama
que nos chama
para se poder voltar
a acender devagar
esse lar estranho
antigo
solitário
rodeado de estrelas
cintilantes
instantes
como dantes
e assim nesses casarios
de novo renascidos
essas velas acesas
nessa janelas
avessas
fantasias
entretecidas
nos nossos dias
e nas cortinas
bem bordadas
por mãos
sendo almejadas
desde esse algo
bem longe e tão ao perto
esse oásis nesse tal deserto
que nos chama
que clama
que nos guia
nesta outra via
que permanece acesa
qual luz do dia
na noite aveludada
essa que permancía
quando o ser se esquecia
por onde caminhava
e nessa via
ainda estando marcada
pela terna alegoria
lenda jamais contada
dessa vida
emarcada
nessa pintura
de tela vazia
esperando
a ser pintada
por cores
de encantar
sendo soletradas
as letras entrelaçadas
das mais vivas palavras
e nessa ode
sinfonia
ainda por ser ouvida
cantada escrita desenhada
ainda por ser cumprida
na via de vida
que nos entregava
os momentos bem dentro
esses de suave fundamento
no sustento
que nos elevava
e nesse ir mais adentro
e voltar a mergulhar
para trazer esse algo
tão certo
que o nosso mundo
faz de novo brilhar…
nesse sinal de vida
que nos guia
nos alenta
que nos leva
e nos sustenta
nesse algo renascido
em nós sendo vivido
nesse simples pensamento
suave
leve
lento
nessa brisa
que trespassa
essa face
qual asa
que voa
e nos segue
enevoada
entre
a bruma orlada
esse nevoeiro comezinho
essa cantar de alegria
sabendo não estar sozinho
esse algo de harmonia
que nos leva
que nos guia
essa melodia
sustida
insuspeita
que se faz
alegria
nessa que se acerta
ao deixar-se
depositar
essa harmonia
no ar
pairando
ao nosso redor
se entretecendo
se entrelaçando
com o que vamos sendo
o que vamos levando
sempre por dentro
sentido do sentimento
vagas do mar de amar
se alevantando
e nesse pensar
suave e cristalino
nesse vento elevado
que nos tem sussurrado
ao ouvido
esse algo
em nós nascido
no ser Humano
no estar vivo
nessa verdade
que em plena realidade
veio a plantar
sementes de magia
uma outra via
para se abeirar
poder sonhar
e voltar a caminhar
entre o que se não via
essa terna nostalgia
essa saudade ancorada
nesse peito sentida
ao longo da estrada levada
essa tão iluminada
que no firmamento descreve
o tanto que se segue
e nesse outro começo
esse tão denso e espesso
pairar
abrir asas
vogar
em mar aberto
ser água correndo
em pleno deserto
e esse lugar imaginado
que se fez realidade
em campo aberto
entre o campo e a cidade
essa meta indefinida
transparente
pristina
que se fez cristalina
ao ser trespassada
pela luz da nossa morada
essa que se fez acesa
qual fogo
desse lugar
esse algo que clama
que nos chama
para se poder voltar
a acender devagar
esse lar estranho
antigo
solitário
rodeado de estrelas
cintilantes
instantes
como dantes
e assim nesses casarios
de novo renascidos
essas velas acesas
nessa janelas
avessas
fantasias
entretecidas
nos nossos dias
e nas cortinas
bem bordadas
por mãos
sendo almejadas
desde esse algo
bem longe e tão ao perto
esse oásis nesse tal deserto
que nos chama
que clama
que nos guia
nesta outra via
que permanece acesa
qual luz do dia
na noite aveludada
essa que permancía
quando o ser se esquecia
por onde caminhava
e nessa via
ainda estando marcada
pela terna alegoria
lenda jamais contada
dessa vida
emarcada
nessa pintura
de tela vazia
esperando
a ser pintada
por cores
de encantar
sendo soletradas
as letras entrelaçadas
das mais vivas palavras
e nessa ode
sinfonia
ainda por ser ouvida
cantada escrita desenhada
ainda por ser cumprida
na via de vida
que nos entregava
os momentos bem dentro
esses de suave fundamento
no sustento
que nos elevava
e nesse ir mais adentro
e voltar a mergulhar
para trazer esse algo
tão certo
que o nosso mundo
faz de novo brilhar…
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