Uma história de Encantar
Desde esse momento
No que chegamos a ver
Desde a dança antiga
Sempre viva
Dessa harmonia
Em nós levada
Reconhecida
Nessa terna alegria
Que se anuncia
Ao ser abeirada
Desse coração
Enternecido
Desse algo
Bem puro e vivo
Nesse sentido
Claro e assumido
De se voltar a plantar
Gotas de estio
Desse algo transparecido
Arcos de vida
Em pleno ar a vogar
Nesse momento
Enternecido
No que o olhar
Encontrou quem olhar
E nesse algo jamais visto
Esse outro ser
A nos acolher
Sem duvidar
E nesse abraço
Entre todos os abraços
partilhados
Esse regaço
Esse peito sossegado
Esse sorriso
Mistério encontrado
Entre todo o ser vivo
Entre o bem nascido
Quando estamos
lado a lado
Essa terna confiança
Além do tempo
a se estender
Esse voltar
a ser criança
Na sua pura
forma de ser
Chegar a crer
Nesse mundo cheio de vida
Nesse tempo que se não sabia
Nesse lugar
Preenchido
Com esse sentido
Tão esguio
Como peculiar
Esse algo tão vivo
Tão cheio de vida
Sempre a se partilhar
Esse jogo novo
No silêncio
Entrelaçado
Esse algo
que se tenha entregue
Ao de leve
Sem se ter tocado
Esse o silêncio
Sem palavra dada
Esse aconchego
Entre o segredo
De quem encontrava
Esse caminho
Tão longo e distante
Que se revive
Nesse ser amante
Dessa vida
Dessa natura
Desse gesto simples
Que vem e assegura
Essa próxima identidade
Entre o sonho e a realidade
Esse caminhar
Em simplicidade
Trazendo ecos desse campo aberto
Ao entorno de qualquer cidade
E nesse deserto
Ainda chegar a plantar
Encontrando
Esse lugar
Onde a água de vida
Segue jorrando
E nesse lago
Tão espelhado
Olhar
Ver e crer
sem se ter afundado
E vagar
No sopro do vento
Tudo a seu tempo
Sendo revelado
Esse fino véu estendido
Entre tudo o crido
Ou esquecido
Assim transparece
Nesse calor
De amor de luz
Desse algo
Que em nós cresce
E não se desvanece
E encontrar momento
Para cultivar
Esse amor
que levamos
por dentro
Esse lugar
ao sol
E ao vento
onde voltar
a sentar
e ver o mundo passar
No seu ar sorrateiro
Nesse algo estreito
Nesse algo de aconchego
Nesse íntimo fundamento
E se ao lado
Se encontrar
Caminho
Vida
Ou lugar
Para se abeirar
Voltar a acender
Chamas de ensonho
Esse mundo novo
Que sabemos
Assim levar
Um gesto simples
Puro e desmedido
Nesse algo
Que tem
seu eterno sentido
Gerações
ecos de devoções
Corações entrelaçados
Nesses fios finos
Que são entretecidos
Á medida
que somos encontrados
Nesse caminho
Nessa via aberta
Nessa praia
ao som do tempo
Encontrar
o fundamento
plantar assim
O intento
Onde parecia deserta
No que chegamos a ver
Desde a dança antiga
Sempre viva
Dessa harmonia
Em nós levada
Reconhecida
Nessa terna alegria
Que se anuncia
Ao ser abeirada
Desse coração
Enternecido
Desse algo
Bem puro e vivo
Nesse sentido
Claro e assumido
De se voltar a plantar
Gotas de estio
Desse algo transparecido
Arcos de vida
Em pleno ar a vogar
Nesse momento
Enternecido
No que o olhar
Encontrou quem olhar
E nesse algo jamais visto
Esse outro ser
A nos acolher
Sem duvidar
E nesse abraço
Entre todos os abraços
partilhados
Esse regaço
Esse peito sossegado
Esse sorriso
Mistério encontrado
Entre todo o ser vivo
Entre o bem nascido
Quando estamos
lado a lado
Essa terna confiança
Além do tempo
a se estender
Esse voltar
a ser criança
Na sua pura
forma de ser
Chegar a crer
Nesse mundo cheio de vida
Nesse tempo que se não sabia
Nesse lugar
Preenchido
Com esse sentido
Tão esguio
Como peculiar
Esse algo tão vivo
Tão cheio de vida
Sempre a se partilhar
Esse jogo novo
No silêncio
Entrelaçado
Esse algo
que se tenha entregue
Ao de leve
Sem se ter tocado
Esse o silêncio
Sem palavra dada
Esse aconchego
Entre o segredo
De quem encontrava
Esse caminho
Tão longo e distante
Que se revive
Nesse ser amante
Dessa vida
Dessa natura
Desse gesto simples
Que vem e assegura
Essa próxima identidade
Entre o sonho e a realidade
Esse caminhar
Em simplicidade
Trazendo ecos desse campo aberto
Ao entorno de qualquer cidade
E nesse deserto
Ainda chegar a plantar
Encontrando
Esse lugar
Onde a água de vida
Segue jorrando
E nesse lago
Tão espelhado
Olhar
Ver e crer
sem se ter afundado
E vagar
No sopro do vento
Tudo a seu tempo
Sendo revelado
Esse fino véu estendido
Entre tudo o crido
Ou esquecido
Assim transparece
Nesse calor
De amor de luz
Desse algo
Que em nós cresce
E não se desvanece
E encontrar momento
Para cultivar
Esse amor
que levamos
por dentro
Esse lugar
ao sol
E ao vento
onde voltar
a sentar
e ver o mundo passar
No seu ar sorrateiro
Nesse algo estreito
Nesse algo de aconchego
Nesse íntimo fundamento
E se ao lado
Se encontrar
Caminho
Vida
Ou lugar
Para se abeirar
Voltar a acender
Chamas de ensonho
Esse mundo novo
Que sabemos
Assim levar
Um gesto simples
Puro e desmedido
Nesse algo
Que tem
seu eterno sentido
Gerações
ecos de devoções
Corações entrelaçados
Nesses fios finos
Que são entretecidos
Á medida
que somos encontrados
Nesse caminho
Nessa via aberta
Nessa praia
ao som do tempo
Encontrar
o fundamento
plantar assim
O intento
Onde parecia deserta
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