Lista de Poemas
No mais simples sentimento... momento que levamos por dentro
Ainda cresce por dentro
Esse sorriso
Esse alento
Esse algo sedento
De se encontrar
Entre as ruas da cidade
Nesses momentos de verdade
Esse ser a se abraçar
Esse momento a mudar
O rumo
Trazendo algo desse sumo
Que se estava a espremer
E nesse licor mais prezado
Nessa essência que se tem levado
Até se transformar em querer
Assim voltar a falar à vontade
Com o ser entre a saudade
Que se estava a conhecer
Esse saudar simples e terno
Esse afeto mais direto
Que nos entrega
de novo o saber
Dessa vida
Dessa harmonia
Dessa humanidade
Mais quente
E não fria
Essa que se quer bem
E se não distancia
E encontra
no dar a mão
Essa sua sina
Essa sua alegria
A magia que anima a imaginação
Em lugares bem acompassados
Nesses momentos prezados
Nos que nos encontramos
Assim sem mais
Sem ter de recorrer
Mundos de imaginação
Sem ter de entregar
A razão à divagação
E ainda estando coesos
Se não deixar levar
Esses momentos intensos
Ligados
A ter de se fragmentar
Se nos concentramos
No que tão bem prezamos
E não damos
Atenção aonde vogamos
Sem rumo nem meta nem seta
A indicar caminho
Ou direção
encontrámos esse algo
comezinho
Desse algo tão vizinho
Que passa de geração em geração
Esse sorriso
Esse alento
Esse algo sedento
De se encontrar
Entre as ruas da cidade
Nesses momentos de verdade
Esse ser a se abraçar
Esse momento a mudar
O rumo
Trazendo algo desse sumo
Que se estava a espremer
E nesse licor mais prezado
Nessa essência que se tem levado
Até se transformar em querer
Assim voltar a falar à vontade
Com o ser entre a saudade
Que se estava a conhecer
Esse saudar simples e terno
Esse afeto mais direto
Que nos entrega
de novo o saber
Dessa vida
Dessa harmonia
Dessa humanidade
Mais quente
E não fria
Essa que se quer bem
E se não distancia
E encontra
no dar a mão
Essa sua sina
Essa sua alegria
A magia que anima a imaginação
Em lugares bem acompassados
Nesses momentos prezados
Nos que nos encontramos
Assim sem mais
Sem ter de recorrer
Mundos de imaginação
Sem ter de entregar
A razão à divagação
E ainda estando coesos
Se não deixar levar
Esses momentos intensos
Ligados
A ter de se fragmentar
Se nos concentramos
No que tão bem prezamos
E não damos
Atenção aonde vogamos
Sem rumo nem meta nem seta
A indicar caminho
Ou direção
encontrámos esse algo
comezinho
Desse algo tão vizinho
Que passa de geração em geração
👁️ 36
lugar de vid@
lugar em si entretecido
nesse poema de vida
que é em nós renascido
trazendo ao de cima
desde o mais profundo
nessas águas de luz
esse algo que brilha
na noite se anuncia
doa novas mágoas
para se chorar
de tristeza e alegria
ao se entrelaçar
nesse abraço contido
em tudo o que sou e digo
nesse poema de vida
que é em nós renascido
trazendo ao de cima
desde o mais profundo
nessas águas de luz
esse algo que brilha
na noite se anuncia
doa novas mágoas
para se chorar
de tristeza e alegria
ao se entrelaçar
nesse abraço contido
em tudo o que sou e digo
👁️ 17
Tempus fugit
Nesse tempo
no que o momento
Parece se escoar
Tudo o que levas por dentro
A alegria e o sentimento
Parecendo se apagar
E nesse algo inesperado
Que acontece sem se ter contado
E nos doa um caminho novo
Esse algo que se tem esperado
Um espelho ainda baço
À espera de ser tocado
Por esse algo de imaginação criativa
Essa areola algo fantástica e festiva
Que se entretece e se entrelaça
Ali onde o teu ser vai e passa
Iluminando esse momento interior
Fazendo estar perto desse algo maior
Que nos chama em tom de ser gente
Assim de repente
E nos leva a vogar
A divagar
A voar nas asas do momento
E a entregar depois
Isso que levamos dentro
no que o momento
Parece se escoar
Tudo o que levas por dentro
A alegria e o sentimento
Parecendo se apagar
E nesse algo inesperado
Que acontece sem se ter contado
E nos doa um caminho novo
Esse algo que se tem esperado
Um espelho ainda baço
À espera de ser tocado
Por esse algo de imaginação criativa
Essa areola algo fantástica e festiva
Que se entretece e se entrelaça
Ali onde o teu ser vai e passa
Iluminando esse momento interior
Fazendo estar perto desse algo maior
Que nos chama em tom de ser gente
Assim de repente
E nos leva a vogar
A divagar
A voar nas asas do momento
E a entregar depois
Isso que levamos dentro
👁️ 21
Luz no horizonte
Desse antigo lamento
Amor suave e lento
Que voga em mar aberto
Sempre por dentro
Nessa onda de sentimento
Nessa brisa de alento
Nesse vento do pensamento
Nesse algo que leva o alento
nos fazendo assim regressar
A esse recanto profundo
Onde a luz do teu mundo
Brilha e arde sem cessar
Esse recinto sagrado
No que te tens deixado
Ao mergulhar
Ao entrar despido
Desse outro sentido
Que não seja
o de se entregar
esse algo mais íntimo
Que nasce do ser
ao crer em bem amar
Amor suave e lento
Que voga em mar aberto
Sempre por dentro
Nessa onda de sentimento
Nessa brisa de alento
Nesse vento do pensamento
Nesse algo que leva o alento
nos fazendo assim regressar
A esse recanto profundo
Onde a luz do teu mundo
Brilha e arde sem cessar
Esse recinto sagrado
No que te tens deixado
Ao mergulhar
Ao entrar despido
Desse outro sentido
Que não seja
o de se entregar
esse algo mais íntimo
Que nasce do ser
ao crer em bem amar
👁️ 14
Amar no porvir
Nesse abraço mais sincero
Que me leva mais perto do que quero
Nesse sentimento sustido
Entre o que sou, o que penso e digo
Nesse lugar afastado
Dentro desse jardim no peito plantado
Onde acostumamos a nos ver passear
Entre as veredas de sonhos mais simples
E fantasias veladas por se alcançar
E nesses momentos sorrateiros
Nos que surgem outros dias soalheiros
Para se poder caminhar
Pelos recantos esquecidos
Entre a devoção e os sentidos
Fina linha desenhada
Entre o ocaso e a madrugada
Fio transparecido
Sendo por dentro do ser entretecido
Para se investir
Desse elemento
mais contido
O mais bem querido
Amar ao se existir
E deixar-se levar
entre o por vir
Que me leva mais perto do que quero
Nesse sentimento sustido
Entre o que sou, o que penso e digo
Nesse lugar afastado
Dentro desse jardim no peito plantado
Onde acostumamos a nos ver passear
Entre as veredas de sonhos mais simples
E fantasias veladas por se alcançar
E nesses momentos sorrateiros
Nos que surgem outros dias soalheiros
Para se poder caminhar
Pelos recantos esquecidos
Entre a devoção e os sentidos
Fina linha desenhada
Entre o ocaso e a madrugada
Fio transparecido
Sendo por dentro do ser entretecido
Para se investir
Desse elemento
mais contido
O mais bem querido
Amar ao se existir
E deixar-se levar
entre o por vir
👁️ 12
Pela Manhã
Nesse tempo indefinido
No que somos tão unidos
Pelo vento que nos inspira
Pelo suor desse calor
Que em nós transpira
Nesses lugares tão prezados
Nos que de nós expressamos
Essa luz no olhar ao ser iluminado
Pelo silêncio
cheio de vida que nos trespassava
nessa saudade de voltar a abraçar
esses universos tão quietos
que rugem por dentro
ao se deixar levar
por esse abrir o peito
o olhar de par em par
por deixar essa onda
nesse mar de amar
a se elevar
e rugindo sempre contando
vem à tua praia sussurrando
assim ainda chegar a contar
essas lendas tão antigas
essas palavras vivas
que sabes estão em ti
de novo a se acender
e nesse teu ser
assim a nudez
que se entrega
quando na sensibilidade
mais plena
a vida toda nos chega…
No que somos tão unidos
Pelo vento que nos inspira
Pelo suor desse calor
Que em nós transpira
Nesses lugares tão prezados
Nos que de nós expressamos
Essa luz no olhar ao ser iluminado
Pelo silêncio
cheio de vida que nos trespassava
nessa saudade de voltar a abraçar
esses universos tão quietos
que rugem por dentro
ao se deixar levar
por esse abrir o peito
o olhar de par em par
por deixar essa onda
nesse mar de amar
a se elevar
e rugindo sempre contando
vem à tua praia sussurrando
assim ainda chegar a contar
essas lendas tão antigas
essas palavras vivas
que sabes estão em ti
de novo a se acender
e nesse teu ser
assim a nudez
que se entrega
quando na sensibilidade
mais plena
a vida toda nos chega…
👁️ 11
Coração em poema
E quando a dor do sentimento
Se faz qual aperto por dentro
E nesse abraço inesperado
Que nos toma
nos levando por todo o lado
Até se encontrar esse tempo
Esse momento e lugar…
No que o mais íntimo alento
Cresce e renasce por dentro
E volta a se saber expressar
Em frase desse poema ainda incerto
Nesse livro aberto em campo aberto
Nessa folha tão bem amada
Qual floco de neve
nessa madrugada sonhada
Toda ela alva e assim sendo pintada
Das cores garridas que descrevias
Enquanto ainda a bem sonhavas
E levavas a luz do meio-dia
Aonde ainda crias
que se não estava
A se sentir
A se ver chegar
A se deixar levar
Pela brisa desse teu alento
Pelo vento a se agitar
Por dentro do pensamento
Sentimento simples
que nos faz deixar
Levar até aonde seja
Essa chama que flameja
ali onde possa pegar
Esse algo de fundamento
Sentido do sentimento
Que se bem pode abraçar
Nesse encanto que nos eleva
Nessa subtil leveza que nos cega
Para com o peito chegar a cantar
Nesse tom tão suave e lento
Que palpita e lateja por dentro
Que apenas se ergue no momento
No que em verdade estamos a amar
Se faz qual aperto por dentro
E nesse abraço inesperado
Que nos toma
nos levando por todo o lado
Até se encontrar esse tempo
Esse momento e lugar…
No que o mais íntimo alento
Cresce e renasce por dentro
E volta a se saber expressar
Em frase desse poema ainda incerto
Nesse livro aberto em campo aberto
Nessa folha tão bem amada
Qual floco de neve
nessa madrugada sonhada
Toda ela alva e assim sendo pintada
Das cores garridas que descrevias
Enquanto ainda a bem sonhavas
E levavas a luz do meio-dia
Aonde ainda crias
que se não estava
A se sentir
A se ver chegar
A se deixar levar
Pela brisa desse teu alento
Pelo vento a se agitar
Por dentro do pensamento
Sentimento simples
que nos faz deixar
Levar até aonde seja
Essa chama que flameja
ali onde possa pegar
Esse algo de fundamento
Sentido do sentimento
Que se bem pode abraçar
Nesse encanto que nos eleva
Nessa subtil leveza que nos cega
Para com o peito chegar a cantar
Nesse tom tão suave e lento
Que palpita e lateja por dentro
Que apenas se ergue no momento
No que em verdade estamos a amar
👁️ 15
esse ardor de sentir amor
E quando a dor do sentimento
Se faz qual aperto por dentro
E nesse abraço inesperado
Que nos toma
nos levando por todo o lado
Até se encontrar esse tempo
Esse momento e lugar…
No que o mais íntimo alento
Cresce e renasce por dentro
E volta a se saber expressar
Em frase desse poema ainda incerto
Nesse livro aberto em campo aberto
Nessa folha tão bem amada
Qual floco de neve
nessa madrugada sonhada
Toda ela alva e assim sendo pintada
Das cores garridas que descrevias
Enquanto ainda a bem sonhavas
E levavas a luz do meio-dia
Aonde ainda crias
que se não estava
A se sentir
A se ver chegar
A se deixar levar
Pela brisa desse teu alento
Pelo vento a se agitar
Por dentro do pensamento
Sentimento simples
que nos faz deixar
Levar até aonde seja
Essa chama que flameja
ali onde possa pegar
Esse algo de fundamento
Sentido do sentimento
Que se bem pode abraçar
Nesse encanto que nos eleva
Nessa subtil leveza que nos cega
Para com o peito chegar a cantar
Nesse tom tão suave e lento
Que palpita e lateja por dentro
Que apenas se ergue no momento
No que em verdade estamos a amar
Se faz qual aperto por dentro
E nesse abraço inesperado
Que nos toma
nos levando por todo o lado
Até se encontrar esse tempo
Esse momento e lugar…
No que o mais íntimo alento
Cresce e renasce por dentro
E volta a se saber expressar
Em frase desse poema ainda incerto
Nesse livro aberto em campo aberto
Nessa folha tão bem amada
Qual floco de neve
nessa madrugada sonhada
Toda ela alva e assim sendo pintada
Das cores garridas que descrevias
Enquanto ainda a bem sonhavas
E levavas a luz do meio-dia
Aonde ainda crias
que se não estava
A se sentir
A se ver chegar
A se deixar levar
Pela brisa desse teu alento
Pelo vento a se agitar
Por dentro do pensamento
Sentimento simples
que nos faz deixar
Levar até aonde seja
Essa chama que flameja
ali onde possa pegar
Esse algo de fundamento
Sentido do sentimento
Que se bem pode abraçar
Nesse encanto que nos eleva
Nessa subtil leveza que nos cega
Para com o peito chegar a cantar
Nesse tom tão suave e lento
Que palpita e lateja por dentro
Que apenas se ergue no momento
No que em verdade estamos a amar
👁️ 8
Bonança
Esse sussurrar de saudade
Ao se abeirar de nós ao passar
E entrando essa ave de querer
Essa gaivota do ser
Assim em nós a voar
Lambe as ondas
que se enrolavam
Se deixa levar
pelas vagas já passadas
E brinca qual criança
pelas veredas imaginadas
Aonde ainda sopra a bonança
Ao se abeirar de nós ao passar
E entrando essa ave de querer
Essa gaivota do ser
Assim em nós a voar
Lambe as ondas
que se enrolavam
Se deixa levar
pelas vagas já passadas
E brinca qual criança
pelas veredas imaginadas
Aonde ainda sopra a bonança
👁️ 5
Elementos
Nesse furor dos elementos
Que se animam por nós adentro
Nesse lampejo que nem vejo
sei e sinto
E consinto que esse relâmpago
Rasgue a direito
A sombra onde ainda estou varado
E o trovão
Sentido imenso
Nasça do que sou e penso
e entre no coração tão denso
De emoção de sentimento
com a paixão dessa onda
Livre e solta
Ave ao vento que se eleva
Gaivota nessa maré
que nos entrega
Esse rugir de eternidade
Que se animam por nós adentro
Nesse lampejo que nem vejo
sei e sinto
E consinto que esse relâmpago
Rasgue a direito
A sombra onde ainda estou varado
E o trovão
Sentido imenso
Nasça do que sou e penso
e entre no coração tão denso
De emoção de sentimento
com a paixão dessa onda
Livre e solta
Ave ao vento que se eleva
Gaivota nessa maré
que nos entrega
Esse rugir de eternidade
👁️ 15
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