Lista de Poemas
Caminhar é preciso
Andante buscando o rumo, pisando em estrelas de sonhos de lidas e pó.
Pó cintilante carrega o e espargos no corpo, a vontade desse infindo caminhar em busca de mim, sempre em torno do meu eu, que jamais me deixa.
Um eu que me segue, me acompanha, me acalma e me socorre, me corrigi o caminhar, mas não me censura e nem me trava os meus certeiros passos, por compreender que o meu caminhar é preciso.
Envolto em meus pensares, tornei-me translúcido na certeza que um foco de razões me atravesse o corpo; que por vezes mostra-se exaurido, mas ergue-se pela certeza em memorizar que caminhar é preciso sim, pois o futuro não está onde já caminhei mas sim onde ainda irei caminhar.
Para trás, nem lembranças deixei para que estas não me inspirem a voltar.
Assim, como o navegar, o caminhar também é preciso.
Carlos Silva.
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PÁSSARO ERRANTE
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=3887848241230898&id=100000172809483
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SOU DE ONDE CHEGO
Sempre lutei pela vida e com a vida.
Por Deus, sempre me senti com a certeza da sua proteção.
Por vezes tantas, errei caminhos, mas nunca confiei em atalhos, pois quem desvia do caminho traçado pór Deus, renega as bênçãos que somente Ele prepara para nós.
Não tive pais ricos e nem recebi por heranças algo que tivesse me dado uma posição melhor na vida.
Nunca acreditei naquilo que não me pertence.
Em parentes, destes em nada dependi, exceto (MESMO VIVENDO DISTANTE) o respeito por cada um, torcendo e pedindo a Deus a sua proteção para todos.
A construção ou constituição da minha família, não foi feita na cidade em que fui criado, onde por vezes tantas tentei fixar-me, sem perceber que meu tempo por ali já havia se passado. Tudo muda de forma muito veloz.
A metamorfose da vida, das coisas e até mesmo das pessoas sem que percebamos, altera todo nosso existir.
Aprendi com o tempo a dizer que EU SOU DE ONDE CHEGO e, com a mesma vontade que cheguei, também posso partir sem previo aviso.
Ja amei muitos lugares. Todavia, hoje procuro apenas adaptar-me para viver, sem ter expectativa de vinculos que me prendam.
Sim; Hoje eu sou de onde chego e onde recebam bem minha familia e eu.
Amigos, os tenho sob um olhar carinhoso. A vida me presenteou com tantos que de alguns ainda sinto saudades e vontade de rever.
Outros porém, metamorfosearam tanto que já não nos cabemos tanto.
A vida exerce o poder de mudanças e temos que estar preparados pra isso e respeitar essas fases transformadoras nós formam nesse mundo como seres suscetíveis a tantas transformações. O que temos que fazer para vivermos em harmonia com tudo isso? Aceitarmos que cada um de nós, somos metamorfosicos É que tudo contribui para um aprendizado diário.
Quero amar a todos, mesmo sabendo que a reciprocidade desse sentir, pode não ter a mesma troca ou cumplicidade.
Paz para todos e que a vida nos faça melhor a cada instante, para que recebemos de Deus (além da sua proteção) o seu sorriso ao saber que estamos bem e muito bem com Ele, conosco e com todos ao nosso redor.
Carlos Silva
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MINHAS LEMBRANÇAS COM O IMORTAL ANTÔNIO TORRES.
MINHAS LEMBRANÇAS COM O IMORTAL, ANTONIO TORRES
As lembranças impulsionaram a vida, e num instante lá estava eu aplaudindo o tão homenageado cidadão, agora acolhido não só pela sua cidade, não só pelo seu estado, mas também por todo o mundo.
De Pilões (Lugar onde dividira suas primeiras vivencias no planeta terra) para o mundo.
Aprendeu recitar uma poesia de Castro Alves, e hoje a declama utilizando o jeito engraçado que empregara nas primeiras visões com o mundo literário, provocando risos e afagos de carinhos pela expressão sincera ao relembrar os tempos idos, da sua querida professora.
Seus olhos ergueram-se para o mundo, e, feito duas Torres altas, avistou a real vida em forma de letras que foram se juntando até leva-lo para a casa de tantas letras fundada por José Maria Machado de Assis.
Hoje, crescido Homem, vestiu um fardão bonito, sorriu, lembrou-se de imediato da ladeira grande que o separava do outro mundo por viver, e bebeu em lembranças, as memorias vividas pelo seu “Velho povo” que para trás ficara.
Podia nessa visão, avistar o junco miudinho escondido num vale tão seu e tão de tantos que ainda hoje por lá vivem.
Lembrou do avô, dos pais, dos irmãos, dos amigos. Lembrou também da sua amiga Sônia entoando em notas sonoras, uma cantiga que ele jamais esquecera.
A ladeira grande, o Junco, o fardão, o numero 23, quantos números passara em sua vida até ali?
O Numero da idade, o numero de anos afastado do torrão, o numero de tantos outros números, agora dava lugar para outro que o acompanhará pelo resto do todo da sua vida.
Quer dividir com todos, os holofotes o descobrem, pra chegar ao numero 23, foram 17 obras espalhadas pelo mundo em tantas línguas.
Não é mais do Junco, é do mundo e para sempre o será, pois agora é imortal. E por onde assentou-se Machado de Assis, Jorge Amado, Zélia Gatai, hoje senta-se com a força de duas Torres, o filho amado do junco Antônio Torres.
O dia 26 de Abril de 2014, fora um marco histórico na cidade que repousa num vale, hoje conhecido por todo o mundo, através da escrita de Antônio Torres.
E lá estava eu na biblioteca que leva o seu nome. A convite de Ronaldo Torres (Seu irmão) fui convidado para participar do almoço. Que honra, que alegria, que momento inesquecível para mim, acomodar Antônio Torres no meu carro junto com Tom Torres e dirigirmo-nos para a casa do amigo e escritor Luiz Eudes.
Na confusão, (levado pela emoção) esqueci da minha amiga Cristiane Alves. Que furo, que Gafe, mas eu tenho certeza que ela entendeu e me perdoará pelo fato. E o que eu teria para conversar com Antônio Torres que fora acomodado no banco da frente?
Mas a conversa surgiu e um fato do momento fora comentado:
No caminho, conversamos sobre a discriminação racial que ainda impera no Brasil, citando o fato do Dançarino DG e o modo como perdera a vida. Segundo uma reportagem que eu assisti um dia antes, o jornalista disse que a ONU afirmou que a policia do Brasil, é a que mais mata no mundo. Que vergonha pro País verde e amarelo, envolto em tanta corrupção, impunidade onde a (des) justiça impera a ponto de nos envergonhar.
Antes do almoço, desembainhei o violão e na sala de entrada da casa do Luiz Eudes, improvisamos uma cantoria, onde Antônio Torres já se encontrava acomodado numa rede, repousando o corpo e a mente.
Dediquei a musica QUE SAUDADES DA PROFESSORINHA para ele, em homenagem á sua professora que o incentivara declamar a poesia de Castro Alves. O povo feliz por compartilhar aquele momento cantava acompanhando as trovas de um cantador.
Jorge Pacora registrando aquele momento com sua câmera de documentarista, e o repórter Egídio do jornal Diário do litoral norte, e também repórter e fotografo de um grande jornal do Estado da Bahia estava por ali cobrindo aquele momento festivo.
Almoço farto, e de muito bom gosto com variações da culinária nordestina, servida por Judite e pela Val e sua irmã. Bom demais sô.
De volta para a cidade, mais uma palestra e dessa vez no Colégio Edgar Santos, o homenageado falou da importância daquele momento e da sua emoção por estar vivendo esse momento.
Cristiane Alves, registrava a tudo e fazia comentários convidando o publico presente a se pronunciar( o que pouco aconteceu). Não... Não tinha nada pra falar, queríamos ouvir Antônio Torres falar sobre suas obras, amigos, infância, junco, ladeira, o velho povo etc...
Eu pensava: Quando será que Sátiro Dias reviverá outro momento assim? Nenhum outro município baiano estava mais feliz do que a velha junco naquele momento.
Ela “Sátiro Dias” fora privilegiada dentre os 417 municípios baianos que agora tem um do seu mais ilustre dos filhos, ocupando a cadeira de numero 23 na Academia Brasileira de Letras.
Final desta palestra a próxima seria as 18:00 horas na Câmara Municipal. Tom Torres, Jorge Pacora e eu, fomos fazer um lanche em frente ao colégio.
Tom perguntou: Você vai pra onde poeta, não quer tomar um banho lá no hotel onde estou? Agradeci e respondi dizendo: Eu vou lá pro centro, no quiosque do Suta ( Ou chuta) tomar um café prosear com ele um pouco.
Fui lá pro quiosque do Suta, tomei um café, entrei no carro, troquei a camisa, botei meu chapéu de couro(Identidade) e as 18:00 horas eu estava lá na Câmara municipal. Casa cheia com a presença de 8 vereadores e o prefeito da cidade, secretários, professores, amigos, parentes e visitantes que queria compartilhar aquele momento solene.
Eu via no semblante das pessoas, a alegria por homenagear aquele Homem que nascera naquela cidade, nascera como eles, em meio a dificuldades no solo seco daquele lugar, mas que agora estava encharcado de alegria e muita satisfação.
O olhar do escritor, varria o ambiente e o brilho do seu olhar carregado de simplicidade, era o da explicita gratidão aquele povo, aquele seu povo, que faz parte do velho povo que lhe mostrara tantas historias gestos e costumes da sua gente.
Vivi um grande dia, presenciando a histórica homenagem, que jamais se apagará da minha mente, e nem da mente de todos aqueles que ali estavam.
Imagino o coração dele pulsando alegria, jorrando felicidades, dando orgulho ao seu povo, sua aldeia (como ele citara fazendo uma referência a Leon Tolstoi).
Ele (Antonio Torres) escreveu sua aldeia e mostrou ao mundo o seu velho e tão querido Junco, hoje mais orgulho para todos que ali habitam.
Eu, que não sou de lá, senti o que é ter orgulho de saber que um imortal se fez ali, bem pertinho de todos nós.
Nas minhas poucas palavras, quero externar o meu agradecimento, a minha alegria, a minha satisfação, a minha gratidão por esta data vivida.
O abraço que dei no Ronaldo Torres( Tom Torres) por conhecermo-nos naquele dia, e dividido historias, foi de grande importância para o meu viver. E ter participado de tudo isso, veio em minha mente a vontade de transcrever tais emoções nessa crônica, que o faço com enorme satisfação.
Reencontrar poetas como Raniere (de Caldas de Cipó), conhecer José Olívio, Abraçar Cristiane Alves, conversar com o Prefeito Pedrito, trocar ideias com Wilson Cruz, ver os livros de Luiz Eudes e a coleção por ele mostrada do Antonio Torres, ter conhecido Jorge Pacora, cantado pra tanta gente bonita e comprometida com a literatura, com a arte, com a musica e com a vida, seria impossível transformar essa emoção que estou guardando aqui na mente e no coração.
Mas uma frase escapa-me aos lábios e posso dizer com o coração aberto: Obrigado a Lagoa das Pombas, Malhada das Pedras, ou simplesmente Junco, que a partir do ano de 1926 fora rebatizada com o nome de Sátiro Dias,e que não importando o nome, trás o nome de Antonio Torres, seu filho tão amado e imortal.
As lembranças impulsionaram a vida, e num instante lá estava eu aplaudindo o tão homenageado cidadão, agora acolhido não só pela sua cidade, não só pelo seu estado, mas também por todo o mundo.
De Pilões (Lugar onde dividira suas primeiras vivencias no planeta terra) para o mundo.
Aprendeu recitar uma poesia de Castro Alves, e hoje a declama utilizando o jeito engraçado que empregara nas primeiras visões com o mundo literário, provocando risos e afagos de carinhos pela expressão sincera ao relembrar os tempos idos, da sua querida professora.
Seus olhos ergueram-se para o mundo, e, feito duas Torres altas, avistou a real vida em forma de letras que foram se juntando até leva-lo para a casa de tantas letras fundada por José Maria Machado de Assis.
Hoje, crescido Homem, vestiu um fardão bonito, sorriu, lembrou-se de imediato da ladeira grande que o separava do outro mundo por viver, e bebeu em lembranças, as memorias vividas pelo seu “Velho povo” que para trás ficara.
Podia nessa visão, avistar o junco miudinho escondido num vale tão seu e tão de tantos que ainda hoje por lá vivem.
Lembrou do avô, dos pais, dos irmãos, dos amigos. Lembrou também da sua amiga Sônia entoando em notas sonoras, uma cantiga que ele jamais esquecera.
A ladeira grande, o Junco, o fardão, o numero 23, quantos números passara em sua vida até ali?
O Numero da idade, o numero de anos afastado do torrão, o numero de tantos outros números, agora dava lugar para outro que o acompanhará pelo resto do todo da sua vida.
Quer dividir com todos, os holofotes o descobrem, pra chegar ao numero 23, foram 17 obras espalhadas pelo mundo em tantas línguas.
Não é mais do Junco, é do mundo e para sempre o será, pois agora é imortal. E por onde assentou-se Machado de Assis, Jorge Amado, Zélia Gatai, hoje senta-se com a força de duas Torres, o filho amado do junco Antônio Torres.
O dia 26 de Abril de 2014, fora um marco histórico na cidade que repousa num vale, hoje conhecido por todo o mundo, através da escrita de Antônio Torres.
E lá estava eu na biblioteca que leva o seu nome. A convite de Ronaldo Torres (Seu irmão) fui convidado para participar do almoço. Que honra, que alegria, que momento inesquecível para mim, acomodar Antônio Torres no meu carro junto com Tom Torres e dirigirmo-nos para a casa do amigo e escritor Luiz Eudes.
Na confusão, (levado pela emoção) esqueci da minha amiga Cristiane Alves. Que furo, que Gafe, mas eu tenho certeza que ela entendeu e me perdoará pelo fato. E o que eu teria para conversar com Antônio Torres que fora acomodado no banco da frente?
Mas a conversa surgiu e um fato do momento fora comentado:
No caminho, conversamos sobre a discriminação racial que ainda impera no Brasil, citando o fato do Dançarino DG e o modo como perdera a vida. Segundo uma reportagem que eu assisti um dia antes, o jornalista disse que a ONU afirmou que a policia do Brasil, é a que mais mata no mundo. Que vergonha pro País verde e amarelo, envolto em tanta corrupção, impunidade onde a (des) justiça impera a ponto de nos envergonhar.
Antes do almoço, desembainhei o violão e na sala de entrada da casa do Luiz Eudes, improvisamos uma cantoria, onde Antônio Torres já se encontrava acomodado numa rede, repousando o corpo e a mente.
Dediquei a musica QUE SAUDADES DA PROFESSORINHA para ele, em homenagem á sua professora que o incentivara declamar a poesia de Castro Alves. O povo feliz por compartilhar aquele momento cantava acompanhando as trovas de um cantador.
Jorge Pacora registrando aquele momento com sua câmera de documentarista, e o repórter Egídio do jornal Diário do litoral norte, e também repórter e fotografo de um grande jornal do Estado da Bahia estava por ali cobrindo aquele momento festivo.
Almoço farto, e de muito bom gosto com variações da culinária nordestina, servida por Judite e pela Val e sua irmã. Bom demais sô.
De volta para a cidade, mais uma palestra e dessa vez no Colégio Edgar Santos, o homenageado falou da importância daquele momento e da sua emoção por estar vivendo esse momento.
Cristiane Alves, registrava a tudo e fazia comentários convidando o publico presente a se pronunciar( o que pouco aconteceu). Não... Não tinha nada pra falar, queríamos ouvir Antônio Torres falar sobre suas obras, amigos, infância, junco, ladeira, o velho povo etc...
Eu pensava: Quando será que Sátiro Dias reviverá outro momento assim? Nenhum outro município baiano estava mais feliz do que a velha junco naquele momento.
Ela “Sátiro Dias” fora privilegiada dentre os 417 municípios baianos que agora tem um do seu mais ilustre dos filhos, ocupando a cadeira de numero 23 na Academia Brasileira de Letras.
Final desta palestra a próxima seria as 18:00 horas na Câmara Municipal. Tom Torres, Jorge Pacora e eu, fomos fazer um lanche em frente ao colégio.
Tom perguntou: Você vai pra onde poeta, não quer tomar um banho lá no hotel onde estou? Agradeci e respondi dizendo: Eu vou lá pro centro, no quiosque do Suta ( Ou chuta) tomar um café prosear com ele um pouco.
Fui lá pro quiosque do Suta, tomei um café, entrei no carro, troquei a camisa, botei meu chapéu de couro(Identidade) e as 18:00 horas eu estava lá na Câmara municipal. Casa cheia com a presença de 8 vereadores e o prefeito da cidade, secretários, professores, amigos, parentes e visitantes que queria compartilhar aquele momento solene.
Eu via no semblante das pessoas, a alegria por homenagear aquele Homem que nascera naquela cidade, nascera como eles, em meio a dificuldades no solo seco daquele lugar, mas que agora estava encharcado de alegria e muita satisfação.
O olhar do escritor, varria o ambiente e o brilho do seu olhar carregado de simplicidade, era o da explicita gratidão aquele povo, aquele seu povo, que faz parte do velho povo que lhe mostrara tantas historias gestos e costumes da sua gente.
Vivi um grande dia, presenciando a histórica homenagem, que jamais se apagará da minha mente, e nem da mente de todos aqueles que ali estavam.
Imagino o coração dele pulsando alegria, jorrando felicidades, dando orgulho ao seu povo, sua aldeia (como ele citara fazendo uma referência a Leon Tolstoi).
Ele (Antonio Torres) escreveu sua aldeia e mostrou ao mundo o seu velho e tão querido Junco, hoje mais orgulho para todos que ali habitam.
Eu, que não sou de lá, senti o que é ter orgulho de saber que um imortal se fez ali, bem pertinho de todos nós.
Nas minhas poucas palavras, quero externar o meu agradecimento, a minha alegria, a minha satisfação, a minha gratidão por esta data vivida.
O abraço que dei no Ronaldo Torres( Tom Torres) por conhecermo-nos naquele dia, e dividido historias, foi de grande importância para o meu viver. E ter participado de tudo isso, veio em minha mente a vontade de transcrever tais emoções nessa crônica, que o faço com enorme satisfação.
Reencontrar poetas como Raniere (de Caldas de Cipó), conhecer José Olívio, Abraçar Cristiane Alves, conversar com o Prefeito Pedrito, trocar ideias com Wilson Cruz, ver os livros de Luiz Eudes e a coleção por ele mostrada do Antonio Torres, ter conhecido Jorge Pacora, cantado pra tanta gente bonita e comprometida com a literatura, com a arte, com a musica e com a vida, seria impossível transformar essa emoção que estou guardando aqui na mente e no coração.
Mas uma frase escapa-me aos lábios e posso dizer com o coração aberto: Obrigado a Lagoa das Pombas, Malhada das Pedras, ou simplesmente Junco, que a partir do ano de 1926 fora rebatizada com o nome de Sátiro Dias,e que não importando o nome, trás o nome de Antonio Torres, seu filho tão amado e imortal.
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PÓS PANDEMIA, JA?
Portas se abriram, pessoas circulam livres e irresponsavelmente pelas vias principais.
As barreiras foram desativadas e já se fazem visíveis aglomerações, onde tudo ja está normal no novo normal.
Alguns gananciosos EM CAMPANHAS, correm exageradamente para garantir o seu quinhão lucrativo apertando mãos e ignorando os cuidados basicos para evitar a proliferação epidemica.
Máscaras, álcool em gel, lavagens excessivas das mãos várias vezes ao dia, reclusão em casa, "PUTO DA VIDA POR FICAR PRESO" impossibilitado de exercer minhas funções de músico, poeta, palestrante em escolas, sentindo a falta do público, a falta de abraço, de aperto de mãos, da paga pelos serviços prestados.
Passei por tudo isso fazendo sacrifícios nunca antes imaginado, pra assegurar proteção e saúde a minha família e a quem circular por perto de mim.
A todo instante, jornais SENSACIONALISTAS TORCENDO POR MAIS VALAS ABERTAS traziam as sua informações atraves dos "telefones moveis"sobre mortes e mais mortes e muito mais mortes que eram atualizadas e contabilizadas as perdas de entes que (mesmo sem conhece-los) faziam doer em cada um daqueles que lutaram para preservar a sua família e tantos outros, tomando os necessários cuidados para evitar a contaminação.
Suportei as dificuldades em nao ter ônibus intermunicipais ou interestaduais e vi o povo do meu país e do mundo, refém de um vírus mortal e mutante que a cada instante vem se multiplicando e ceifando tantas vidas.
Só aqui no Brasil foram contabilizadas mais de 120 mil mortes.
Agora, após todo esse cuidado, privação, reclusão e insuportável sacrifício, sou surpreendido por uma gana de irresponsáveis que acham que já descobriram (nao só a cura, mas) o extermínio do vírus, pois estão nas ruas, agrupando-se gastando inutilmente em bebedeiras o auxílio do governo.
O país está se esfacelando (Já afirmaram isso alguns entendidos).
Como digo na música composta em parceria com Helio Braz: E AGORA JOAO?
Quem quiser pesquise lá no YouTube e vejam esse nosso trabalho.
PENSEM: Ainda não temos vacina e se por acaso, formos acometidos por uma nova ação desse vírus o estrago será desastroso. E o maior culpado disso quem é?
Se tiver algo interessante para contribuir com essa postagem comente. Caso contrário, nao perca seu tempo em ler.
Carlos Silva
06.09.2020
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SEGUINDO OS MEUS MUNDOS
Os meus pesados passos marcaram nas pedras de fogo toda minha trajetoria por onde eu deveria firmar o meu caminhar, e as luzes do tempo marcando em compassos lentos e brilhantes cada passagem da minha vida, como se exercendo assim o poder da escolha de uma direção, na rota, ou no traçado insistente desse meu prosseguir.
Vidas em lutas calcadas em solos duros, de pedras insensíveis que por vezes fizeram-me tombar, por não respeita-las como deveria.Mas estas mesmas pedras, serviram-me de apoio para saber levantar.
Passos lentos agora pisam seguros e com extrema macies como se em cada pé, existisse uma bussola. Não, eu não mais cairei pois firme estou a traçar a minha jornada a qual sabiamente o destino fê-la surgir em minha direção.
Meu horizonte, eu já o avistei. Uma aguia sobrevoando a minha determinação do caminhar, mostrou-me com graça através da leveza do seu võo, por onde eu deveria direcionar cada passo milimetricamente dado nessa busca por mim mesmo.
A emissão do som que ecoava em todo trajeto, servia de confirmação a me dizer: SIGA, EU ESTAREI AQUI A TE GUIAR.
No imaginário somos assim, capazes de ver, ouvir, sentir coisas que somente a dotação de um coração puro, pode nos fazer perceber.
As pedras por onde passei, serviram-me de base para lapidar o meu coração, torna-lo mais manso, compreensivo, aceitável, faze-lo sentir que a vitoria até pode acontecer, mas a luta, temos a certeza de trava-la a todo instante como um teste de capacidade para recebermos (OU NÃO) conquistarmos os louros do triunfo nesse longo e tão belo caminhar.
Percebi que minhas lutas eram comigo mesmo, as minhas indisposições eram construidas por mim e os meus desafetos eu mesmo os alimentava.Precisei ficar sozinho, lamber feridas, desprender-me, para juntar uma multidão de pensamentos em mim e respeitar-me como um ser comum, pois somente assim, teria a capacidade a inteligencia e a oportunidade de entender e aceitar os outros como de fato os são.
Cada pedra não é um tropeço, é um marco direcional que nos ensina caminhar com sapiencia da lentidão, respeitando os nossos limites e aceitando as barreiras que os caminhos preparam para nós. Não como forma de impedimento, mas como teste para sabermos ultrapassa-los e seguir confiante de que o futuro, ele sempre estará lá adiante. Quando lá chegarmos(seja lá qual for o objetivo) ele deixará de ser o futuro, pois mais adiante teremos caminhos para percorrer e enquanto não nos acharmos, feito peregrinos, nunca deveremos deixar de caminhar.
Vêdes os andarilhos de beira de estradas? Eles seguem, acreditando que cada passo, (além de necessário) é um impulso para a teima do prosseguir.
Qual a direção? Não importa, somente ele poderá saber onde pretende chegar, todavia, eu, continuarei seguindo os meus mundos.
Carlos Silva BAHIA - BRASIL.
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*RETRATOS DE UMA LEMBRANÇA*
A vida é assim.
Já se foram algumas pessoas que fizeram ( E de uma certa forma fazem e/ou farao) parte da nossa existência. Lembro aqui de Iran, Preto J, Pezao, Pilar, é mais recente a nossa tão doce e sorridente Dora. Daqui algum tempo, vou eu também.
Ficarão apenas as marcas dos passos dados em prol do fazer alguém feliz, ou de uma humanidade que precisa sorrir com a arte que a estas lhes oferecemos.
Mas, como tudo na vida, a lembrança esquecerá e viraremos apenas uma saudade momentânea.
Estaremos numa música, numa poesia, num perfume, num fim de tarde chuvoso ou numa manhã de sol, numa dança, num abraço, num aperto de mão, numa forma especial de dizer um olá ou um tchau.
Existirão várias formas de sermos lembrados.
Todavia, tal qual uma foto num álbum de recordações, Iremos amarelando até desbotar de vez e nossa imagem irá sumindo, sumindo, sumindo...
Outras pessoas virão e com a mesma graça que tínhamos, irá entreter a outros com as mesmas risadas ou com o jeito despojado, alegre, solto e feliz que a todos nos mostravamos em cada encontro proposital ou casual.
Assim é o ciclo do nosso (Tão curto) existir, que cumpre esse rotativo papel de nos ensinar que: Nada é eterno, nem mesmo a saudade que tanto nos faz recordar a falta que faz, a falta da pessoa que tanta falta nos faz.
A todos os que já foram, muito obrigado pelo seu compartilhar humano em nossas vidas. Creiam, nao fora em vão os momentos que a vida nos ajudou partilhar.
Com amor e boas recordações, aqui jazem varias imortais lembranças.
Quer saber? Estamos sim, com muitas saudades.
Carlos Silva
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MEDINDO O TEMPO E A SAUDADE
Meus passos encurtaram o caminhar, meu corpo treme pois sente o peso dos anos acumulados que me fizeram escrever a história do meu prosseguir.
Sinto minha voz reverberar e tambem mudar o tom.
Meus ouvidos também sofreram as ações do tempo, e por vezes faço um esforço enorme para tentar entender o que me dizem.
Chego a ficar nervoso num profundo lamento de incapacidade de socialização.
Minhas vistas turvam as imagens e sempre tropeço por nao enxergar direito.
Hoje, contemplo a lentidão do caminhar amparado por moletas que nunca imaginei destas fazer uso.
Meu filho entra no meu quarto e me chamou: Pai.
Porque nao está lá fora com a gente?
Olhei para ele com a ternura de sempre e lhe respondi com voz embargada:
Não quero dar trabalho mais do que já dou meu filho.
Olhei em seu rosto, com um certo lamento, e vi seus labios tremendo ao mesmo tempo que dos seus olhos brotaram lágrimas.
Ele me abraçou e disse: Ô meu pai, meu velho querido e amado pai, mais trabalho eu te dei na vida e o Senhor nunca reclamou meu velho!.
Agora choravamos juntos, para dividir os nossos sentimentos, como a dizer e comprovar em gesto (como aquele que ali acontecia), que sempre foi assim e sempre seria até o fim do meu viver.
Meu filho disse em soluços: Eu te amo meu pai, meu velho querido. Você sempre foi e será o melhor amigo que Deus me deu na vida.
Você é o meu maior orgulho pai. Nesse momento, eu senti uma saudade enorme de lhe pegar no colo, joga-lo para cima e apara-lo vendo o seu largo sorriso e sua confiança que eu o seguraria. Eu o abracei tao forte que se naquele instante eu me despedisse da vida, faria satisfeito a minha passagem pois estaria amparado nos braços do meu filho.
Ele me olha e diz: Pai, muito obrigado por tudo que você fez pra cuidar de mim, da mãe e dos meus irmãos.
As tuas lições meu velho, ficarão comigo por onde eu for. E se eu conseguir ser para os meus filhos a metade do que você foi pra mim, terei conseguido ser um excelente pai para eles, pois a base de tudo foi você meu pai. Meu espelho, meu norte minha bússola de vida.
Nesse momento, meus olhos eram rios de corredeiras felizes e eu agradeci a Deus por estar ali vivendo tudo aquilo, e um filme colorido exibindo bela história, passava em minha mente, e foi ali que eu pude ver imaginar e sentir sorrindo pra mim, a figura do meu pai.
Nisso, entra meu netinho correndo e diz: Vovô vamos lá pra fora, o seu amigo sol ta lhe esperando.
Eu lhe abracei com tanto carinho e ele perguntou: Por que você está chorando vovô e o papai também? Foi meu filho quem lhe respondeu:
Porque o amor, de tão grande que ele é, por vezes, nos faz chorar de alegria, de saudade e de muitas lembranças boas. Né pai?
Sim meu filho, o amor é o maior sentimento que Deus nos presenteia, para nunca esquecermos que Ele é um pai de bondade sem fim.
Tá bom vô. Agora vamos todos la pra fora pois o dia está muito bonito.
Mas antes de sairmos daqui, vamos nos dar um abraço.
Abracamo-nos e eu lhes disse: Vão indo!, eu irei em seguida.
Eles saíram, eu me ajoelhei com certa dificuldade, para agradecer a Deus pelo privilégio de ter sido o reflexo do espelho do meu pai, hoje no rosto dos meus filhos.
Gratidão, também é um gesto de um grande amor
Carlos Silva
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A MINHA POESIA É PRETA
Quero Solanizar meu canto
e quando o trem anunciar que tem gente com fome
alimenta-las-ei com os meus versos, inspirados na força negra do seu dizer.
SE TEM GENTE COM FOME; DAI DE COMER.
Dormirei no quarto de Despejo
que me fora cedido por Carolina Maria de Jesus, onde lerei seus rabiscos que nao foram publicados.
Preciso entender a vida
para melhor dizer ás coisas que faça o povo sonhar com a liberdade além pele.
Valei-me meu querido São José... do Patrocínio.
"Eu não te ordeno, te peco", com a mesma pureza que teve Maria Firmina dos Reis, rogai pela poesia, que ao mundo todo alimentou desde o início do seu existir.
Sou eu também que grito em PROTESTO a lhe dizer: Sou eu meus irmãos, que ao lembrar dos meus avós, ainda sinto o brado de um outro Carlos, como se fizesse em versos, um tributo a Carlos Assumpção, e assim o faço, para que a sua obra tão rica circunde e nos encontre a todos..
Sim! Sim Senhoras e senhores, a minha poesia é preta.
Carlos Silva.
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UM DIA, O TEMPO JÁ FOI TODO MEU
Um dia, eu tive um Pai zeloso, uma mãe carinhosa, irmãos biológicos e de criação ao meu lado.
Eu tinha uma casa que vivia cheia de gente, da família e de visitantes.
Eu tinha tios e primos, amigos...
Meu Deus, quantos amigos eu tive!
Falávamos as mesmas linguas:
A língua da criança inocente, birrenta e até mal criada, a língua do adolescente envolto em suas revoltas inexplicáveis mas que eram necessárias e inevitáveis para a formação e aprendizado de vida.
Eu entrava em muitas casas sem ser convidado pois éramos todos conhecidos.
Mas o tempo foi passando e a linguagem adulta foi se dissipando na névoa das transformações dos seres, a ponto de nao nos entendermos como antes, pois o diálogo mudara o teor e nao dava mais para traduzir as nossas línguas. Definitivamente, nao nos entendíamos mais.
Bati asas e voei em busca de outros espaços, mas um dia voltei tao esperançoso achando que a mesma inocência das línguas estavam a minha espera.
Nao! Eu nao tinha mais o primor dessa inocência Pois ela somente existia na minha lembrança.
Os meus amigos, nao existiam mais, pois como eu, cresceram, mudaram, ficaram mais sérios.
Alguns deles tão sérios que desaprenderam sorrir, abraçar, perderam o brilho do olhar que nos aproximava e afastaram as suas mãos, recoando-as para que as minhas nao as alcançasse.
Minha casa, nao existia mais, o vazio das lembranças fizeram-me aceitar as perdas e chorei num lamento sozinho temendo mostrar a muitos o tamanho da minha dor.
Os meus pais nao existiam mais, meus irmãos (biológicos e de criação) nao existiam mais. Eu estava ali, mirando o passado e me sufocando nas lembranças em teimosas lágrimas. Senti -me estranho entre tantos que em outrora foram meus conhecidos.
Restaram alguns conhecidos, onde trocamos cumprimentos frios e distantes carregados de um perceptível afastamento e já nao nos identificamos como antes.
Pudera... O tempo mudou ou moldou-nos tanto, que achamos que a nossa (estranheza) seja normal.
Hoje, em muitas casas eu nao entro pois não mais faço parte daquele convívio de outrora, e poucos daqueles amigos tantos que eu tinha, nunca me convidaram para ir até sua morada.
De fato eu nem sei a cor dos seus móveis, a estética da sala ou da sua cozinha.
Creio que há tempos já nos despedimos num tempo passado e tão distante.
Sim, há tempos que já nos despedimos, (apesar de na minha vã insistência em tê-los), como se APENAS PARA MIM, o tempo nunca tivera se passado.
Ainda sinto saudades de todos e de tudo, mas nao posso dividi-la com ninguém.
Conforto-me em saber que: Um dia, o tempo já foi todo meu.
Carlos Silva.
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Carlos Silva
2023-03-16
Gostaria de poder acrescentar mais poesias, mas perdi senha e não sei mais como entrar.
O Músico, poeta cantor e compositor CARLOS SILVA, segue a trajetória de cantadores utilizando o canto falado em seus shows, palestras e apresentações em unidades de ensino fundamental e superior.
Criado entre as cidades de Nova Soure, e posteriormente em Itamira município de Aporá, a 180 Kms de Salvador, o musico carrega em sua bagagem o aprendizado colhido no meio de feira do interior baiano. Casado com Sandra Regina, tem 05 filhos e está aguardando o primeiro neto.Em 1981, participa de uma banda musical em Itamira(Ba) TRANZA A QUATRO, numa mescla de repertorio que variava de Beatles a Luiz Gonzaga, onde dá os seus primeiros passos como instrumentista (baterista da banda) ao lado de Hélio Dantas, Zé Milton E Carlinhos.
Retorna a São Paulo, em 1982 e começa trabalhar em siderúrgica e deixa um pouco a carreira de lado. Em 1997, Conhece o Maestro Vidal França e produz o primeiro demo um ano depois: O CANTO DO MEU CANTO, que conta com a participação da cantora e compositora Mazé e de Zé de Riba. Tocam na noite paulistana na região do bixiga, onde Carlos Silva, inserido no mundo artístico por Vidal França trava conhecimento com boêmios onde forma mais tarde muitas parcerias musicais. A musica de trabalho do cd era LEMBRANÇAS DE MATO GROSSO DO SUL. Um passeio cultural pelas cidades do Ms, enaltecendo a riqueza pantaneira daquele estado.
Em 2000 lança um outro single: NASCEU NA BAHIA O BRASIL, por ocasião dos 500 anos do Brasil. Em 2001, produz um cd experimental regravando essas obras já lançadas, com o titulo: ABRA OS OLHOS.
Em 2003 sob a produção de Ney Barbosa compositor da Chapada diamantina da cidade Rui Barbosa na Bahia, entra em studio e com o selo da JBS grava o cd: RETRATANDO.
Participa de vários programas de rádio na capital Paulista, São Paulo Capital Nordeste com o pesquisador paraibano Assis Angelo e na Radio Atual com Malu Scruz.
Varias Rádios comunitárias e Tvs, recebiam a arte cantada de Carlos Silva, que de mochila recheada de Cds, percorria o Brasil divulgando a sua arte de cantar e agora atribuía á sua carreira, poesias em forma de literatura de cordéis.
2003, foi o ano que conheceu a coperifa e o poeta Sergio Vaz que o convidara a participar do projeto na Zona Sul de São Paulo.
Fez programas de televisão como Tv Cultura, Rede Record e rede globo, Tv Alterosa em Minas Gerais.
Carlos Silva dedicando-se á literatura, é convidado a participar da antologia poética O RASTILHO DA POLVORA e de um cd de poesias da coperifa, produzidos pelo Itau cultural em São Paulo.
Viaja pelo Brasil pelos Estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, segue pelo Nordeste, Bahia, Pernambuco e Paraíba, agora amparado pelos cds e cordéis produzidos sempre de forma independente.
2008 Lança o mais recente trabalho fonográfico: O BRASIL EM VERSOS CANTADOS, que traz algumas parcerias com os seguintes colegas: Moreira de Acopiara, Chico Galvão, Joilson Kariri e Nato Barbosa.Morou por quase dois anos na cidade de Ilheus onde aproveitou bem essa passagem pelo sul da bahia e divulgou em Itabuna, Vitoria da Conquista a sua modalidade do canto falado.
Seus principais parceiros musicais: Sandra Regina, Vidal França, Zé de Riba, Mazé Pinheiro, Lupe Albano, Karina França, Rhayfer (Raimundo Ferreira) Batista Santos, Ney Barbosa, Edinho Oliveira, Cida Lobo, Edmilson Costa, Paulo de Tarso Marcos Tchitcho e Nininho de Uauá.Forrozeando, o artista percorre a região nordeste, apresentando o seu trabalho em feiras culturais, dividindo os palcos da vida com artistas como: Azulão baiano, Zé Araujo, Cecé, Asa Filho, Antonio Barreto, Franklim Maxado, Kitute de Licinho e um punhado de gente bôa.
As musicas são um filme para se ouvir, e cada frase, é um pedaço de poesia rebuscada na cultura popular e no solo sertânico chamado Brasil.
Seus projetos futuros: Um novo cd, misturando versos e cantigas, o livro Poemas Versos e Canções, e muitos livretos de cordéis que pretende lançar a cada mês, para apresentação nas feiras culturais e colégios, bibliotecas e outros espaços culturais.
CORDÉIS
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