Escritas

Lista de Poemas

Até quando

Até quando...

Quando se mata e não se prende
Nunca, nunca se repreende
O que errou na lei de Deus
Por Justiça! "Clamam os céus"

Choram lágrimas os olhos meus
Por ver os crentes, Ateus !
Que tapam os olhos da Justiça
Fazendo dela uma treliça

Até quando a impunidade
Vai imperar na sociedade
Preciso é ter coragem
Enfrentar a bandidagem

Que está por toda a parte
Para nós, é um desastre
Sabê-la no próprio governo
Isto, virou um inferno...

Nos palácios, quem diria
Que ali se encontraria
A mais descarada vileza
Roubam milhões da pobreza

E, nada, nada acontece
Será que o povo merece
Essa, a pergunta que faço
Às vicissitudes que traço.

São Paulo, 11/10/2013
Armando A. C. Garcia

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👁️ 526

Tua força !

Tua força !...

Juntei, Tua força à minha
Com ela, cantei louvores
A Ti, ó Rei destas vinhas
Rei, de todos os Senhores

Sem saber donde provinha
Esta minha vocação;
A Tua força, na minha
Tocou o meu coração

Corri o mundo ligeiro
Levando Tua canção.
Teu amor é o primeiro,
Dentro do meu coração

Meu louvor é permanente
Não tem dízimo, nem cobrança
Só é preciso ser consciente
Ter fé, e ter esperança

Que tem fé e confiança
Na palavra do Senhor
Enche a alma de bonança
E o coração de amor !

Sai distribuindo carinho
Pela humanidade afora
Ensinando que o caminho
Está, na nova aurora

Não cobrar o ensinamento
Da palavra do Senhor
Este, é o merecimento 
De Jesus, o Salvador!

São Paulo, 13/10/2013
Armando A. C. Garcia 

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👁️ 505

Achou

Achou ...

Achou que era moleza
De governar o país
Faliu na sua esperteza,
Agora, coça o nariz !

São Paulo, 11/10/2013
Armando A. C. Garcia

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👁️ 614

Esta Criatura o Homem

Esta Criatura o Homem


Este Ser de carne e osso circunscrito

Tem na comunicação, sonora ou visual

A capacidade de comunicar ao infinito

De um ponto a outro, por fala ou sinal

Agarrado ao tempo da imortalidade

Tem alma e pensamento unificado

Em oposição ao corpo, sensibilidade

De discernir a virtude do pecado.

SãoPaulo, 15/10/2013
Armando A. C. Garcia

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Leia - O Homem ! – publicado no meu blog:brisadapoesia em agosto 2011 e na usinadeletras

nodia 18/03/2009 -

O HOMEM !

Esse ser enigmático, pragmático
Irreverente, superficial, herói
Cheio de contradições, problemático

Com reflexos de sabedoria e bondade
Ora temperados de raiva e mau humor
Entrechocam-se, entre a vida e a eternidade

Introspectivo, absorto, pensador
Cientista, inventor, cicerone
Poeta, dramaturgo, escritor

Entre a guerra, e a paz faz amor
È filho, pai, esposo, namorado
É patrão, empregado, ou servidor

Músico, musicista, ou aprendiz
Artista, palhaço, ou professor
Com justiça e amor vive feliz

Um selvagem, homo inteligente
Mercenário, guerreiro, vencedor
Problemático, firme, perseverante

Discreto, audaz, aventureiro
Diplomático, fiel, ou confidente
Delicado, egoísta e cozinheiro

É administrador, advogado
Médico, sacerdote ou pastor
Arquiteto, político e soldado

O homem é esse ser matemático
De permanentes lutas e perigos
Com desempenho veloz e prático

Homem, ente mortal à imagem de Deus
Que descendo ao conflito do Reino escuro;
- Pode estancar a Fé e vedar Jesus

Daquele que clamo Deus; eu só espero
Chegar ao cume, valoroso e firme
E que faça este meu verso bem sincero

Instruindo Fé, levando a esperança
Ao povo humilde, a tal gente, dê alento
- Assim teremos Fé e bem-aventurança !

São Paulo, 18/03/2009
Armando A. C. Garcia


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👁️ 583

Intercede Jesus !

Intercede Jesus !

Intercede por nós ó Bom Jesus
Em todos os atos de nossas vidas
Para quando, sob o madeiro da cruz
Possamos redimir nossas feridas

Dá-nos a compreensão e a luz
A subserviência da humildade
A sublimação que a Ti nos conduz
E a benevolência da caridade

Dá-nos Senhor o Teu merecimento
Para que possamos ver a Tua luz
Guia nossas vidas e, comportamento.
Nossa angústia e sofrimento reduz !

Em Ti, depositamos a esperança
De um dia poder alcançar o céu
Está em Ti, o caminho de bonança
Que nos levará ao clarão da luz !

São Paulo, 10/10/2013
Armando A. C. Garcia

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👁️ 508

IPTU - 2014 - São Paulo

IPTU - 2014 - São Paulo

IPTU escorchante
Que o PT quer impor
De escalada galopante
Este governo, é o pior

Falam em trinta por cento
Comercial, quarenta e cinco
Isso é falta de bom senso
Para um telhado de zinco

Os senhores vereadores
A quem pagamos salário,
Não defendem os pavores
Do povo, já no calvário

Afinal, não nos atendem
Como seria o curial
Ao invés disso defendem
O erário municipal

De que nos serve afinal
O bando de engravatados
De caráter abissal
Que só nos deixa frustrados

O publicano Municipal
Quer abarrotar os cofres
Pouco importa, passe mal
O povo, com estes chofres

Se perder sua casinha
Por falta de pagamento
À Prefeitura a aninha
Sem qualquer arrependimento

Tem gente que já não dorme
Tamanha sua depressão.
Em exagero, tão disforme
O aumento é campeão

Se confirmado o exagero
Tem gente, que não vai comer.
Bate forte, o desespero
De sua casa, perder.

Para o alcaide Petista,
Pouco importa nossa gente
Ele manda fazer a lista
O povo, que aguente...

É programa planejado
Para o povo enfraquecer
Deixá-lo aniquilado
Pro comunismo crescer

Essa gente que aí está
Não tem fé, nem coração
Está mais para satã
Que pro rei da criação

É o governo do PT,
O que, tanto prometia,
Bom, que agora o povo vê,
Que só mentira dizia.

Nunca, se elevou em tanto
O percentual de imposto
Nosso povo é um santo
Se aceitar o exposto

Tira da boca a comida
De muito pobre coitado
Será uma vida sofrida
Nas costas do eleitorado

É essa a consideração
Por quem sufragou seu voto
Nessa mísera agremiação
Que agora, arranca o escroto

Ó povo que vai pras ruas
Faz falta o teu refrego
Tens a força duma grua
Não fiques nesse sossego

Não esperes complacência
De quem não tem comiseração
O aumento é congruência
Da Câmara, sem oposição

Entre edis e capitão
Já tudo foi acertado
Causa nojo e aversão
O ajuste pactuado !

São Paulo, 12/10/2013
Armando A. C. Garcia

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👁️ 530

Anomalia !

Anomalia !


Se um dia, essa estrela se apagar
Como será a vida aqui na terra
Sem o calor dos raios a brilhar
Será o fim da planície e da serra

Transformar-se-á em noite, o dia
Congelar-se-ão os rios e mares
E a terra tornar-se-á tão fria
Que as trevas congelarão os ares

Nem as chamas da floresta a crepitar
Poderão de novo o mundo aquecer
Nenhuma força nos poderá salvar
- A única solução plausível é morrer

São Paulo, 12/10/2013
Armando A. C. Garcia

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👁️ 536

As mãos do fado

As mãos do fado

Unir meus dias aos teus
Meu primeiro pensamento
Mas por vontade de Deus
Não tive o merecimento

Pensando que t’esqueceria
Vi os anos se passarem
Lutei, o quanto podia
Pra’s saudades, isolarem

Quanto lutei, só eu sei
Minha prece não ouvida.
-Eu juro, que confiei
Ser uma causa perdida

Minha sorte, foi mesquinha
Foi cruel e desumana
Fazer-te minha rainha,
Tal idéia, foi insana

A dor que rala, dispara
Desilusão tão sofrida,
Que as mãos do fado separa
Em derradeira despedida.

Porque desventura tanta
Quem ama deva sofrer
Nem mesmo, a virgem santa
Se condói d’seu padecer.

Não sucumbe tua imagem
Em minha imaginação
Ela, já fez hospedagem
Dentro do meu coração !

São Paulo, 24/10/2013
Armando A. C. Garcia

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👁️ 548

Viver sem amor,

Viver sem amor,

Chora o coração magoado
Sem amor, fé e alegria
Na amargura do fado
Chora noite, noite e dia

Não sei qual é o castigo
Pior que a vida me deu
Se, o de sonhar contigo
Ou, do amor que se perdeu

Sem um adeus passageiro
Partiste sem despedida,
Percorri o mundo inteiro
Buscando-te nesta vida

A vida nos desuniu,
Quando o amor, era criança
Se o mundo, assim nos puniu
Parece morta a esperança

Nem toda esta agonia
Tirou-me a esperança vã
De que um dia podia
Tornar a espera louçã

O silêncio na penumbra,
Cobriu a lua e o luar
O seu amor me deslumbra
E não me deixa enxergar

Outra mulher a meus olhos
Desilusões do passado
Que carreguei aos molhos
Num coração magoado

Naufrágio em mar profundo
Vaticínio de um abismo,
Meu único amor do mundo
Que com ele, ainda cismo !

São Paulo, 09/10/2013
Armando A. C. Garcia

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👁️ 572

Muralhas de Escuridão

Muralhas de escuridão


Muralhas de escuridão
Na mente das criaturas
Levam outras, e sem razão
Ao caminho das sepulturas

Fruto de desentendimento
Imposto nas agruras do fado
Desespero e sofrimento
Para ambos os dois lados

Ausência de raciocínio
De educação e amor
E carência do domínio
Contra o seu obsessor

Quando infortúnio e desgraça
Batem à porta de alguém
- Se sem fumo, e cachaça
Deixam a ira aquém !

São Paulo, 12/10/2013
Armando A. C. Garcia

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