Lista de Poemas
Ânsia de liberdade – Redenção !
Ânsia de liberdade – Redenção !
Ânsia de liberdade e igualdade
Embala vaporosa nossa nação
Como sonho na vasta imensidade
Clamores irados, incompreensão
Eloquência crepuscular se agita
Menos persuasiva que a arruaça
Queixume hilariante de cobiça
Que mais destrói, o que a palavra traça
Nesse lamento o espírito habita
Já no pranto de cinzas tumulares
Doloroso tormento dessa desdita
Bem sei, não serem queixas singulares
Segurança, educação tão finitas
Nossa Saúde, tormentos seculares !
II
Vosso canto é canto poderoso
Não deixeis cair o sonho em vão
Que a voz se faça ouvir, é forçoso
Alterando as formas, é pura ilusão
Meu sonho comunga-se com o vosso
Porém, sem a cruel libertinagem
Queremos um país com outro esboço
Justiça que envergue outra linhagem
Educação e saúde, primazia
S’gurança que possamos confiar
Que acabe de vez a cobardia
Qu’ possamos finalmente respirar
Volte a reinar a paz e a alegria
Que Deus do céu nos possa abençoar !
Porangaba, 14/02/2014
Armando A. C. Garcia
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Do nada que somos...
Do nada que somos, somos tudo afinal
Obra majestosa da criação divina
Com capacidade para sentir a moral
Onde sentimento, emoção e afeto culmina
Na afeição ao semelhante, na existência
Desta vida acre-doce que Deus nos deu
Impelida à eterna mansão da essência
Onde reina o amor, a paz e a sapiência
Nos infinitos planos da extensão extrema
Onde a alma um dia repousará feliz
Na nobre casa, *asserção, dispensa teorema
Porque a verdade de Deus, ninguém contradiz
*afirmação
São Paulo, 17/02/2014
Armando A. C. Garcia
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Deus de misericórdia
Senhor, Deus de misericórdia
Perdoai as faltas que cometemos
Não se esgota a taça da discórdia
Se uma vida santa, não vivemos
Sem amor, a máscara se apouca
A ventura é fugaz, ilusória
É o disfarce desta gente louca
Que *álacre sonha obter a glória
Ó pai! apaga do anímico registro
O horrendo gérmen do infortúnio
E leva a cada alma a crer no Cristo
Só assim, alcançarão a vitória,
Entrementes, a lua em novilúnio
Os espíritos, conseguirão a glória !
• Alegre
Porangaba, 07/02/2014
Armando A. C. Garcia
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Céu de estrelas
Céu de estrelas
O céu de estrelas coalhado
Mal o luar chegava ao chão
Clareava o manto sagrado
Escurecia, meu coração
Meu olhar, jamais se cansa
Daquela noite observar ! ...
Vou saciar minha esperança
No sonho que hei de sonhar.
Verte em mim a nostalgia
Daquela noite sem luar
O astro rei, naquele dia
Não aqueceu meu trovar
Como vento que entristece
O confuso e frágil vazio
Mais triste, inda parece
O meu amor doentio
Minh’alma chora vazia
Meus olhos tristes, sem luz
Depois da noite, aquele dia
Teu amor, foi minha cruz
Se desabafo o queixume
Das desventuras sofridas
Culpa do maldito ciúme
Que não cicatriza feridas
O meu sonho se desfez
Como a marola do mar
E eu... te perdi de vez
Pra nunca mais... te encontrar !
São Paulo, 26/01/2014 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Homenagem a Anderson Silva
Homenagema Anderson Silva
Norosto, um paroxismo de pavor
Seucoração que triunfava na arena
Naqueledia, rendeu-se à imensa dor
Daquebra da tíbia e da fíbula; triste cena
AndersonSilva o possante lutador
Nacena dramática daquele dia escuro
Sofreuacidental derrota. Cujo valor
Ovencedor, o sabe de valor impuro !
SãoPaulo, 25/01/2014 (data da criação)
ArmandoA. C. Garcia
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Da mãe natureza (soneto)
Da mãe natureza (soneto)
Parece sempre tudo igual, reconheço
Mas há substancial mutação em apreço,
E todos os fenômenos da mãe natureza
Têm de Deus o prodígio, e sua justeza.
De pólo a pólo, da eólica fúria do vento
À fúria insana do oceano em movimento,
Força imensa que de glórias preconizam
Os feitos Teus, que de amor enraízam.
Do albor da manhã, até ao sol poente
Da voz do trovão à escuridão da noite
Entre o céu brilhante e a horrenda tormenta
Da andorinha sem teto, à estrela cadente
Do leão indomável, ao flagelo do açoite
Tudo, tem a mão de Tua ferramenta.
São Paulo, 13/01/2014 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Berço do amor !
Berçodo amor !
Tu,és o berço do amor e da paz
Clarãoque todas luzes iluminam
Afonte,onde a alma é capaz
D’alcançaras virtudes que ensinam
Adesvendar tesouros do infinito
Inesgotável,fascinação de luz
Ambientejubiloso, bendito
Aondea alma, sente a mão de Jesus
Páramocelestial do firmamento
Esplêndidobanquete onde as harpas
Soamsonoras notas ao barlavento
Nojardim de flores, como complemento
Correao lado, um rio cheio de carpas
Nãosendo esse da alma o alimento
Porangaba,18/01/2014
Armando A. C. Garcia
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Amor perdido
Não penso mais no teu amor perdido
Nem nos dissabores que dele emanaram
Amor, pensar em ti, não faz sentido
Quando os sentimentos de amor secaram,
Hoje, amargo a dura e triste saudade
Suspira minha alma aliviada
Ao penhor de tua antiga amizade
Que, pensei ser eterna namorada
Dilui meu coração na formosura
Sempre na esperança de ter o teu carinho
Fatigado, nunca encontrei a ternura
Mudei o rumo, troquei o caminho,
Foi um sonho lívido, sonho mirrado
Finalmente, a trégua... Estou sozinho !
Porangaba, 12/01/2014
Armando A. C. Garcia
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Mistérios a desvendar
Mistérios a desvendar
A Deus, eu peço perdão
Das faltas que cometi
E que tenha compaixão
Se no mundo me perdi
No fervor da mocidade
Pensamos que o mundo é nosso
Jactância, promiscuidade
Nem rezamos um pai-nosso
Chegada a maturidade
A caminho da velhice
Vemos quão sem validade
Foi a nossa meninice
O tempo passa ligeiro
Como a água vai pro mar
E ele é tão lisonjeiro
Qu’espera a vida terminar
Cada qual, tem seu destino
E caminho a percorrer
O homem crê no Divino
Mas não aceita morrer
Na vida que Deus nos dá
Há mistérios a desvendar
Mas só a sorte dirá...
Se os pudemos decifrar !
São Paulo, 23/01/2014
Armando A. C. Garcia
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Anseios mirrados
Anseios mirrados
Os teus anseios mirrados
Secaram minha esperança
Meus olhos apaixonados
Vertem lágrimas da lembrança
O condão de prodígios
Que teu amor despertou
Extinguiu os vestígios
Que meu coração ofertou
Orgulhosa e pujante
A soberba, te apraz
No teu mundo tão distante
De tudo, tu és capaz
Tristeza, não te comove
Teu fronte, sacode as ondas.
-Que teu coração não prove
Da amargura que escondas
Pisas na face e no peito
De quem cruza teu caminho
É o desengano perfeito
A quem espera carinho
Teus beijos de amor, somente
Satisfazem os desejos
De teu amor decadente
Que beija a todos sem pejos
Na ebulição do amor
Tens mestria em fingimento
Camaleão muda de cor,
Tu, mudas de pensamento!
São Paulo, 15/01/2014
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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