Lista de Poemas
Foi um cheiro do céu (soneto)
Foi um cheiro do céu (soneto)
Dar-me-ei inteiramente ao teu amor
Tu, dar-te-ás ao meu desejo atreito
Porque amor, separar não teve jeito
O desejo de querer, criou a dor !
No intento estreito do vil destino
Dar-nos-emos satisfeitos, saber
Que num e noutro o âmago de viver
Consiste num amor de peregrino
Foi um cheiro do céu que evaporou
Deixando, porém, toda sua essência
Até quase final d’extinta existência
Inda se sente o olor inebriante
Da coisa mais linda, o teu semblante.
Pena amor, que o sonhou terminou !”
São Paulo, 17/10/2016 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Dar-me-ei inteiramente ao teu amor
Tu, dar-te-ás ao meu desejo atreito
Porque amor, separar não teve jeito
O desejo de querer, criou a dor !
No intento estreito do vil destino
Dar-nos-emos satisfeitos, saber
Que num e noutro o âmago de viver
Consiste num amor de peregrino
Foi um cheiro do céu que evaporou
Deixando, porém, toda sua essência
Até quase final d’extinta existência
Inda se sente o olor inebriante
Da coisa mais linda, o teu semblante.
Pena amor, que o sonhou terminou !”
São Paulo, 17/10/2016 (data da criação)
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👁️ 124
SER PAI (replay)
SER PAI (replay)
É uma solene missão
Árdua, tarefa dura
Que Deus dá à criatura
Num rosário de paixão
É uma fonte de esperança
Que consola o coração
Como se fora uma benção
Uma bem-aventurança
É a argila que se molda
Nem sempre a nosso prazer.
Pois querer. Não é puder,
Nem sempre o barro se amolda !
Ser pai é fé que sublima
Altar de luz e tormenta
É paixão que impacienta
É um sonho que arrima.
É esperança que consola
É um sol que irradia
A estrada áspera e fria
E faz do ninho uma escola.
Não vê maldade em quem ama
Tem amor sempre de sobra...
Pelo filho se desdobra
Se preciso, pisa a lama.
É um clarão de alegria...
A nova estrada do mundo
É o amor mais profundo
Estrela... que o filho guia.
São Paulo, 06/08/2004 (data da criação)
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É uma solene missão
Árdua, tarefa dura
Que Deus dá à criatura
Num rosário de paixão
É uma fonte de esperança
Que consola o coração
Como se fora uma benção
Uma bem-aventurança
É a argila que se molda
Nem sempre a nosso prazer.
Pois querer. Não é puder,
Nem sempre o barro se amolda !
Ser pai é fé que sublima
Altar de luz e tormenta
É paixão que impacienta
É um sonho que arrima.
É esperança que consola
É um sol que irradia
A estrada áspera e fria
E faz do ninho uma escola.
Não vê maldade em quem ama
Tem amor sempre de sobra...
Pelo filho se desdobra
Se preciso, pisa a lama.
É um clarão de alegria...
A nova estrada do mundo
É o amor mais profundo
Estrela... que o filho guia.
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👁️ 100
O abstrato...
O abstrato...
Não te mantenhas abstrato
A ouvir o som das marés
Porque elas, poderão de fato
Já estar molhando os teus pés
São Paulo, 12/08/2018 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Não te mantenhas abstrato
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👁️ 101
A verdadeira reforma previdenciária (soneto)
A verdadeira reforma pA verdadeira reforma previdenciáriarevidenciária
A verdadeira reforma previdenciária (soneto)
Político não necessita formação
Tal função, também, não é profissão
Não carece de concurso público,
Nada mais é, que um dever cívico
De prestação de serviço temporário
Como tal, não deveria ter direito
A aposentadoria e/ou pensão,
Concedê-las é extorquir a nação.
Legislando em causa própria, o político
Ajeitou para si um cachê artístico
Com ganho superior ao de sua arte.
A verdadeira reforma previdenciária,
É anular suas aposentadorias, ou pensões
Este, o desejo de todos nossos corações !
São Paulo, 01/08/ 2018 (data da criação)
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👁️ 66
Na penumbra fria de Paraisópolis (soneto)
Na penumbra fria de Paraisópolis (soneto)
Na escuridão duma noite de invernia
Na penumbra fria de Paraisópolis
Uma policial que ali passara o dia
Não foi recebida com miosótis
Foi presa fácil dum bando nefário
Palco da ambição e desesperança
De quem vive num mundo imaginário
Onde impera sua lei, que é, matança
E a pobre da infeliz policial
Foi ali, infamemente executada
Aos desejos do crime sequencial
Teve assim suas ambições retorcidas
Pelo comando do crime na Capital
Esmagando as benesses concedidas
São Paulo, 08/08/ 2018 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Na escuridão duma noite de invernia
Na penumbra fria de Paraisópolis
Uma policial que ali passara o dia
Não foi recebida com miosótis
Foi presa fácil dum bando nefário
Palco da ambição e desesperança
De quem vive num mundo imaginário
Onde impera sua lei, que é, matança
E a pobre da infeliz policial
Foi ali, infamemente executada
Aos desejos do crime sequencial
Teve assim suas ambições retorcidas
Pelo comando do crime na Capital
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👁️ 60
Desilusões de amor, (soneto)
Desilusões de amor, (soneto)
Desilusões de amor, enfados da vida
Numa existência cansada, vencida
Num senso ignoto, humilde, obscuro
De quem não crê na realidade do futuro
No meu peito, há um coração que sofre
As agruras ingênitas duma estrofe,
E nessa amargura padecente aprimora
Os ensinamentos e preceitos doutrora.
Desilusões de amor... quem as não teve ?
É um fardo bem pesado, sendo leve,
O peito implora a volta à imensidão.
Será que nas preces, ouves meu lamento
Ou o confundes com o soprar do vento,
Num momento místico da oração !
São Paulo, 25/07/ 2017 (data da criação)
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Numa existência cansada, vencida
Num senso ignoto, humilde, obscuro
De quem não crê na realidade do futuro
No meu peito, há um coração que sofre
As agruras ingênitas duma estrofe,
E nessa amargura padecente aprimora
Os ensinamentos e preceitos doutrora.
Desilusões de amor... quem as não teve ?
É um fardo bem pesado, sendo leve,
O peito implora a volta à imensidão.
Será que nas preces, ouves meu lamento
Ou o confundes com o soprar do vento,
Num momento místico da oração !
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👁️ 81
Oh! linda criatura (soneto)
Oh! linda criatura (soneto)
Ante tua beleza oh, linda criatura
Vejo-me fascinado e apaixonado
Fecho os olhos e diante dessa formosura
Vejo-me em silêncio, ser por ti amado
Tua insinuante beleza me seduz
Nesse sonho belo, procuro alimento
Que nutre, estimula e me conduz
Ao cume do apogeu do pensamento
Sejas tu, minha estrela, a minha luz
Como foste inspiração destes rabiscos
Peço a Deus que não sejas minha cruz
Mas sim a Diva de todos pensamentos
Oh! linda criatura, beleza d’ Andaluz ,
Pra poder amar-te, em todos os momentos !
São Paulo, 03/03/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Ante tua beleza oh, linda criatura
Vejo-me fascinado e apaixonado
Fecho os olhos e diante dessa formosura
Vejo-me em silêncio, ser por ti amado
Tua insinuante beleza me seduz
Nesse sonho belo, procuro alimento
Que nutre, estimula e me conduz
Ao cume do apogeu do pensamento
Sejas tu, minha estrela, a minha luz
Como foste inspiração destes rabiscos
Peço a Deus que não sejas minha cruz
Mas sim a Diva de todos pensamentos
Oh! linda criatura, beleza d’ Andaluz ,
Pra poder amar-te, em todos os momentos !
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👁️ 103
Amor... eterno amor, (soneto)
Amor... eterno amor, (soneto)
Amor... eterno amor, vives em mim
És o doce veneno que segue meus passos
Não queiras tu, saber dos meus fracassos
Na perversa estrada donde eu vim.
Supremo amor, estrela que me guia
Deusa olente, com perfume de mulher
Sublimidade de formosura a transcender
A nobre generosidade de sua fidalguia
Musa, que a natureza fez mulher
Espargindo encantos de primavera
No ansioso anseio que minh’alma gera,
No qual é aprisionada pelo amor
De teus encantos, cheios de esplendor
Aos quais me amarro, enquanto Deus quiser !
São Paulo, 26/02/2016 (data da criação)
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És o doce veneno que segue meus passos
Não queiras tu, saber dos meus fracassos
Na perversa estrada donde eu vim.
Supremo amor, estrela que me guia
Deusa olente, com perfume de mulher
Sublimidade de formosura a transcender
A nobre generosidade de sua fidalguia
Musa, que a natureza fez mulher
Espargindo encantos de primavera
No ansioso anseio que minh’alma gera,
No qual é aprisionada pelo amor
De teus encantos, cheios de esplendor
Aos quais me amarro, enquanto Deus quiser !
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O Melro ! (Infanto-juvenil)
O Melro ! (Infanto-juvenil)
Melro que pias sozinho
A morte de tua mãe
Nesse piar tão baixinho
Externas tua dor, também
Teu sentimento profundo
Revela amor pela mãe.
- A criatura no mundo
Igual ao teu, já não tem.
Quisera Deus que assim fosse
O amor do ser humano
Hoje imbuído na posse,
Só vê o lado profano.
O melro piando dolente
Demonstra com sua dor
Ao pai omnipotente
Quão grande era seu amor,
Põe-se o sol, vem o luar
À noite, já mal se ouvia
Mas continuava a cantar
Num choro de agonia
Veio um anjo e lhe falou
Melro, não fiques triste,
A tua mãe descansou
Estava doente, tu não viste
O melro, quase expirando
Ao anjo se reportou:
Passei a vida voando,
Minha mãe, nada falou !
São Paulo, 12/07/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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A morte de tua mãe
Nesse piar tão baixinho
Externas tua dor, também
Teu sentimento profundo
Revela amor pela mãe.
- A criatura no mundo
Igual ao teu, já não tem.
Quisera Deus que assim fosse
O amor do ser humano
Hoje imbuído na posse,
Só vê o lado profano.
O melro piando dolente
Demonstra com sua dor
Ao pai omnipotente
Quão grande era seu amor,
Põe-se o sol, vem o luar
À noite, já mal se ouvia
Mas continuava a cantar
Num choro de agonia
Veio um anjo e lhe falou
Melro, não fiques triste,
A tua mãe descansou
Estava doente, tu não viste
O melro, quase expirando
Ao anjo se reportou:
Passei a vida voando,
Minha mãe, nada falou !
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O Dom da ubiquidade (soneto)
O Dom da ubiquidade (soneto)
Tivesse eu o Dom da *ubiquidade
Estaria a teu lado neste momento, amor !
Mas, por ser um Dom inerente a Deus
A não ser no pensamento, ninguém o invade
Esse Dom da ubiquidade só se impregna
Se representado pelo pensamento **bergsoniano
Jamais materializado no campo ***teluriano
Pois a realidade é séria e não admite ironia.
Quisera eu, meu amor tê-lo por um só dia
Para minimizar minha louca fantasia,
De poder beijar-te, cheio de alegria,
Acariciar teu seio, sentir teu perfume
Arder de desejos, como madeira no lume,
Oh! quem me dera transpor incólume !
* Que está ao mesmo tempo em toda a parte;
**a ubiquidade do pensamento por Bergson
*** da terra
São Paulo, 28/03/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Tivesse eu o Dom da *ubiquidade
Estaria a teu lado neste momento, amor !
Mas, por ser um Dom inerente a Deus
A não ser no pensamento, ninguém o invade
Esse Dom da ubiquidade só se impregna
Se representado pelo pensamento **bergsoniano
Jamais materializado no campo ***teluriano
Pois a realidade é séria e não admite ironia.
Quisera eu, meu amor tê-lo por um só dia
Para minimizar minha louca fantasia,
De poder beijar-te, cheio de alegria,
Acariciar teu seio, sentir teu perfume
Arder de desejos, como madeira no lume,
Oh! quem me dera transpor incólume !
* Que está ao mesmo tempo em toda a parte;
**a ubiquidade do pensamento por Bergson
*** da terra
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
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