Lista de Poemas
L á g r i m a s
L á g r i m a s
Lágrimas,
Caindo, caindo uma a uma
De faces veludíneas,
Rolando,
Rolando,
Olhos vermelhos,
Cansados, vão ficando ressequidos.
E as lágrimas,
Rolando, caindo!
Esperanças,
Quimeras,
Sonhos,
Ilusões,
Caindo,
Caindo,
Caindo!
Perdem-se,
Confundem-se,
Entrechocam-se,
Misturam-se com o pó.
As lágrimas,
Vão sulcando as faces,
Prateando os cabelos,
Sempre rolando,
Rolando sempre...
Ora de alegria,
Mais de tristeza.
Caindo, Caindo!
Vão tombando,
Como tombando
Vamos tu e eu!
São Paulo, 08/04/1964
Armando A. C. Garcia
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Lágrimas,
Caindo, caindo uma a uma
De faces veludíneas,
Rolando,
Rolando,
Olhos vermelhos,
Cansados, vão ficando ressequidos.
E as lágrimas,
Rolando, caindo!
Esperanças,
Quimeras,
Sonhos,
Ilusões,
Caindo,
Caindo,
Caindo!
Perdem-se,
Confundem-se,
Entrechocam-se,
Misturam-se com o pó.
As lágrimas,
Vão sulcando as faces,
Prateando os cabelos,
Sempre rolando,
Rolando sempre...
Ora de alegria,
Mais de tristeza.
Caindo, Caindo!
Vão tombando,
Como tombando
Vamos tu e eu!
São Paulo, 08/04/1964
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👁️ 84
O Sol
O Sol
Nos pináculos do zênite o sol dourado
Resplandece orbívago alcandorado
Projetando em catadupas a luz do dia
Rompendo as trevas na amplidão da utopia.
E nas pulquérrimas asas do Empíreo
Vives alado na imensidão do sidéreo
Por miríades de anos enamorado
Tens sido até pelo homem idolatrado
Na amplidão cerúlea, cercado de estrelas
Tu és o Rei perene entre as coisas belas
Habitas entre Deus, as estrelas e os céus
Os páramos celestiais, domínios de Deus!
Lídima é porém, essa tua morada
Pois foi Deus que te colocou na sua alçada
Para dares calor, luz e vida ao mundo
Demonstrando que até tu és oriundo.
São Paulo, 18/04/1964 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Nos pináculos do zênite o sol dourado
Resplandece orbívago alcandorado
Projetando em catadupas a luz do dia
Rompendo as trevas na amplidão da utopia.
E nas pulquérrimas asas do Empíreo
Vives alado na imensidão do sidéreo
Por miríades de anos enamorado
Tens sido até pelo homem idolatrado
Na amplidão cerúlea, cercado de estrelas
Tu és o Rei perene entre as coisas belas
Habitas entre Deus, as estrelas e os céus
Os páramos celestiais, domínios de Deus!
Lídima é porém, essa tua morada
Pois foi Deus que te colocou na sua alçada
Para dares calor, luz e vida ao mundo
Demonstrando que até tu és oriundo.
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👁️ 101
Vagarosamente envelheceu (soneto)
Vagarosamente envelheceu (soneto)
Vagarosamente envelheceu
Conheceu a solidão, acordado,
E ao lado do sono se estendeu
Se apaixonou, sem nunca ser amado
Sem nenhum carinho, e sem ternura
Esvoaçou na idade, e o que sobrou
Não passou de momentos de ventura
Tão poucos, que nem os enumerou
Uma dor insolúvel e estranha
Se apoderou do seu ser e da alma
Que parece queimar as entranhas.
Fazendo-o sentir fisgadas lancinantes
Que não param, nunca param, nem acalma
- Coração apaixonado e conflitante
São Paulo, 05/09/2018 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Vagarosamente envelheceu
Conheceu a solidão, acordado,
E ao lado do sono se estendeu
Se apaixonou, sem nunca ser amado
Sem nenhum carinho, e sem ternura
Esvoaçou na idade, e o que sobrou
Não passou de momentos de ventura
Tão poucos, que nem os enumerou
Uma dor insolúvel e estranha
Se apoderou do seu ser e da alma
Que parece queimar as entranhas.
Fazendo-o sentir fisgadas lancinantes
Que não param, nunca param, nem acalma
- Coração apaixonado e conflitante
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👁️ 75
Vivo num oceano, (soneto)
Vivo num oceano, (soneto)
Vivo num oceano, que me queima,
Tristes caminhos, rasgando meus versos,
Que sobre as ondas caminham dispersos
Decerto, viver deste jeito é uma toleima
Vencido e mil vezes desejando
A morte, tão estranha e honrosa
A esta vida, fingida cor de rosa,
Que mil segredos a dedo foi pintando
Nas entranhas da trama a solidão
Que o silêncio inacabável mudou
Num gesto desigual ao que passou
Empurrando pra longe o coração,
Escondendo no horizonte a lucidez
É isso, que ela fez, com sordidez !
São Paulo, 04/09/2018 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Vivo num oceano, que me queima,
Tristes caminhos, rasgando meus versos,
Que sobre as ondas caminham dispersos
Decerto, viver deste jeito é uma toleima
Vencido e mil vezes desejando
A morte, tão estranha e honrosa
A esta vida, fingida cor de rosa,
Que mil segredos a dedo foi pintando
Nas entranhas da trama a solidão
Que o silêncio inacabável mudou
Num gesto desigual ao que passou
Empurrando pra longe o coração,
Escondendo no horizonte a lucidez
É isso, que ela fez, com sordidez !
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👁️ 84
Tua ingratidão, (soneto)
Tua ingratidão, (soneto)
Tua ingratidão, é a dor que me consome
Já não posso mais pronunciar teu nome
Foste um cântico triste e lento que passou
Rompendo nas trevas aquele que te amou
Sutilmente, tu geraste o esquecimento
E foi a ele, que estendeste o meu tormento
Sonho entre visões, de um eterno bem
Que só tu, podias dar-me e mais ninguém !
Sofre o meu coração, esta imensa dor
Meu peito, não tolera a falta de amor
E só tu, podes entender esta amargura
Amortalhei na confiança o pensamento
E achei em vez de paz, esquecimento
Que levar-me-á por certo à sepultura!
São Paulo, 27/08/2018 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Tua ingratidão, é a dor que me consome
Já não posso mais pronunciar teu nome
Foste um cântico triste e lento que passou
Rompendo nas trevas aquele que te amou
Sutilmente, tu geraste o esquecimento
E foi a ele, que estendeste o meu tormento
Sonho entre visões, de um eterno bem
Que só tu, podias dar-me e mais ninguém !
Sofre o meu coração, esta imensa dor
Meu peito, não tolera a falta de amor
E só tu, podes entender esta amargura
Amortalhei na confiança o pensamento
E achei em vez de paz, esquecimento
Que levar-me-á por certo à sepultura!
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👁️ 83
De ver o corpo inerte, (soneto)
De ver o corpo inerte, (soneto)
De ver o corpo inerte, minha alma chora
As lágrimas que verte, são puro sentimento
Do tempo de glória, que se foi embora,
E meu corpo agora, amarga o sofrimento
Por minhas faces cansadas, escorrem
Grossas lágrimas, do desdém desta vida
Ante tamanha prostração, já morrem
As esperanças porventura possuídas,
Em outrora, no tempo que passou
Face ao nada, que hoje sou, resultante
Da doença que o infortúnio me tomou
No deserto paradoxal da coincidência
Por campos amargos, decrépito caminhante
Perdido na vida... perdeu a paciência !
São Paulo, 14-09-2016 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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De ver o corpo inerte, minha alma chora
As lágrimas que verte, são puro sentimento
Do tempo de glória, que se foi embora,
E meu corpo agora, amarga o sofrimento
Por minhas faces cansadas, escorrem
Grossas lágrimas, do desdém desta vida
Ante tamanha prostração, já morrem
As esperanças porventura possuídas,
Em outrora, no tempo que passou
Face ao nada, que hoje sou, resultante
Da doença que o infortúnio me tomou
No deserto paradoxal da coincidência
Por campos amargos, decrépito caminhante
Perdido na vida... perdeu a paciência !
São Paulo, 14-09-2016 (data da criação)
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👁️ 98
O tempo corrói o amor
O tempo corrói o amor
O tempo corrói o amor
Desunindo a afeição
Peito vazio onde a dor
Suplanta a ablação.
Lembranças viram saudade
Vagando espaço sem fim
Aonde a terna amizade
Transforma-se em Arlequim
O tempo põe fim ao anseio
Trancando com as aldravas
O sentimento alheio,
Silenciando as palavras.
O tempo deixa nos rastros
Silenciosas pegadas
Tal nau que sustenta os mastros
Pelas águas agitadas
E nessas águas profundas
Vagando silenciosa
Por vezes a nau se afunda
Como a paixão mentirosa !
São Paulo, 14/11/2016 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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O tempo corrói o amor
Desunindo a afeição
Peito vazio onde a dor
Suplanta a ablação.
Lembranças viram saudade
Vagando espaço sem fim
Aonde a terna amizade
Transforma-se em Arlequim
O tempo põe fim ao anseio
Trancando com as aldravas
O sentimento alheio,
Silenciando as palavras.
O tempo deixa nos rastros
Silenciosas pegadas
Tal nau que sustenta os mastros
Pelas águas agitadas
E nessas águas profundas
Vagando silenciosa
Por vezes a nau se afunda
Como a paixão mentirosa !
São Paulo, 14/11/2016 (data da criação)
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👁️ 257
Nas sombras lúgubres (soneto)
Nas sombras lúgubres (soneto)
Envolto nas sombras lúgubres da tristeza
Caminha na desventura o ancião
Seu rosto de mágoas cheio, com certeza
Por sonhos, por quimeras e ilusão
No calado momento, inoportuno
Onde maldiz, o maligno fado duro
Por seu rosto, escorrem lágrimas, soturno
Ante o injusto cerne, tão escuro.
Cobra-lh’a retidão d’alma cada ato
Ao brotar dos sentimentos a noção
De sabedoria, conhecimento pacato
Demonstrando experiência em cada fato.
- Caminha com a paz no coração
E pensa, porque o mundo é tão ingrato !
São Paulo, 20/09/2016 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Envolto nas sombras lúgubres da tristeza
Caminha na desventura o ancião
Seu rosto de mágoas cheio, com certeza
Por sonhos, por quimeras e ilusão
No calado momento, inoportuno
Onde maldiz, o maligno fado duro
Por seu rosto, escorrem lágrimas, soturno
Ante o injusto cerne, tão escuro.
Cobra-lh’a retidão d’alma cada ato
Ao brotar dos sentimentos a noção
De sabedoria, conhecimento pacato
Demonstrando experiência em cada fato.
- Caminha com a paz no coração
E pensa, porque o mundo é tão ingrato !
São Paulo, 20/09/2016 (data da criação)
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👁️ 92
Na nudez do destino (soneto)
Na nudez do destino (soneto)
Acúleos espinhos perfurando o peito
A carne dilacerada exangue
Na nudez do destino imperfeito
No emaranhado de veias sem sangue
Madeiro moldado esta minha cruz
Dobra-me a cerviz o fardo pesado
Quem sabe um dia, se acenda uma luz
As trevas urdidas, serão o passado !
Vertem lágrimas do próprio coração
Ante tamanha prostração, abatimento
Resultante da doença na perna e mão.
Só quem pelo infortúnio já passou
Pode aquilatar a dor física e moral
De quem hoje, em si, vê o resto que sobrou
São Paulo, 14-09-2016 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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A carne dilacerada exangue
Na nudez do destino imperfeito
No emaranhado de veias sem sangue
Madeiro moldado esta minha cruz
Dobra-me a cerviz o fardo pesado
Quem sabe um dia, se acenda uma luz
As trevas urdidas, serão o passado !
Vertem lágrimas do próprio coração
Ante tamanha prostração, abatimento
Resultante da doença na perna e mão.
Só quem pelo infortúnio já passou
Pode aquilatar a dor física e moral
De quem hoje, em si, vê o resto que sobrou
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Armando A. C. Garcia
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Niilismo imanente (soneto)
Niilismo imanente (soneto)
Ao *niilismo **imanente foi jogado
Aquele belo sonho, tão almejado
Que ocultei com ***pundonor da vida,
Ante o sofrimento da despedida
Segui rumo diferente ao almejado
Tu, caminhaste para um outro lado
Nossas estradas jamais se cruzaram
As lembranças, nunca te olvidaram
Nos perdemos, nos nadas da ilusão
De nada valeu tão grande paixão
Caminhei sem rumo, e tu ... também !
Perdi-me, pensando no amor d’alguém
Que as reminiscências usufruem
Sem atingir a ****insight compreensão !
*Redução a nada
**Que existe sempre em um dado objeto e inseparável dele
***Dignidade; brio; honra
****Compreensão repentina em geral intuitiva
São Paulo, 11/10/2016 (data da criação)
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Ao *niilismo **imanente foi jogado
Aquele belo sonho, tão almejado
Que ocultei com ***pundonor da vida,
Ante o sofrimento da despedida
Segui rumo diferente ao almejado
Tu, caminhaste para um outro lado
Nossas estradas jamais se cruzaram
As lembranças, nunca te olvidaram
Nos perdemos, nos nadas da ilusão
De nada valeu tão grande paixão
Caminhei sem rumo, e tu ... também !
Perdi-me, pensando no amor d’alguém
Que as reminiscências usufruem
Sem atingir a ****insight compreensão !
*Redução a nada
**Que existe sempre em um dado objeto e inseparável dele
***Dignidade; brio; honra
****Compreensão repentina em geral intuitiva
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
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