Lista de Poemas
Anseio !
Anseio !
Anseio por liberdade
Por amar e ser amado
Numa ambição de igualdade,
Anseio estar a teu lado
Anseio paz e ternura
Felicidade sem fim
Anseio pela ventura
Que um dia, gostes de mim
Anseio no dia a dia
Vir a ser o paladino
Que fará tua alegria
Nos meandros do destino
Anseio beijar tua boca
Com sofreguidão e amor
E sem pedir nada em troca
Me dês paixão e calor
Anseio, que tanto anseio
No anseio desta vida
É ter você em meu meio
E chamar-te de querida
Anseio a paz do Senhor
Anseio o sol e a estrela
Mas meu anseio maior
É encontrar a cinderela
Em dia de sol, ou chuva
Seja inverno ou verão
O meu anseio não turva
Nem diminui a paixão
Anseio ver-te à janela
Janela do coração
Tu, és a coisa mais bela
És o anseio e a razão
Não tenho anseio secreto
Meu anseio é te amar
Nem que seja por decreto
Eu irei te conquistar
Eu anseio por justiça
Sem vendas no rosto seu
Não sou de fugir à liça
Só preservo o que é meu
Anseio acabar a miséria
E a indigência, também
Aqui é tão baixa a féria
Que não iguala ninguém
Na inclusão social
Seu anseio é inaceitável
Na justificativa moral,
Qual anseio abominável
No desabrochar da razão
A revitalização emocional
É o anseio da nação
Por vezes, promocional.
São Paulo, 24/04/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
Anseio por liberdade
Por amar e ser amado
Numa ambição de igualdade,
Anseio estar a teu lado
Anseio paz e ternura
Felicidade sem fim
Anseio pela ventura
Que um dia, gostes de mim
Anseio no dia a dia
Vir a ser o paladino
Que fará tua alegria
Nos meandros do destino
Anseio beijar tua boca
Com sofreguidão e amor
E sem pedir nada em troca
Me dês paixão e calor
Anseio, que tanto anseio
No anseio desta vida
É ter você em meu meio
E chamar-te de querida
Anseio a paz do Senhor
Anseio o sol e a estrela
Mas meu anseio maior
É encontrar a cinderela
Em dia de sol, ou chuva
Seja inverno ou verão
O meu anseio não turva
Nem diminui a paixão
Anseio ver-te à janela
Janela do coração
Tu, és a coisa mais bela
És o anseio e a razão
Não tenho anseio secreto
Meu anseio é te amar
Nem que seja por decreto
Eu irei te conquistar
Eu anseio por justiça
Sem vendas no rosto seu
Não sou de fugir à liça
Só preservo o que é meu
Anseio acabar a miséria
E a indigência, também
Aqui é tão baixa a féria
Que não iguala ninguém
Na inclusão social
Seu anseio é inaceitável
Na justificativa moral,
Qual anseio abominável
No desabrochar da razão
A revitalização emocional
É o anseio da nação
Por vezes, promocional.
São Paulo, 24/04/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 708
Incertezas
Incertezas
Um conjunto de incertezas
Invade a alma do homem
Como nuvens de torpezas
Que sua mente consomem
Incertezas, são dúvidas
Qu'os pensamentos semeiam
Tristes a quem as duvida
Nos males que desencadeiam
Decepções, sofrimentos
Angústia, ódio, amargura
Lembranças e pensamentos
De incertezas prematuras
Imaginações, solidão
Aversões e desencantos
Vazio no coração
Incógnitas, boatos tantos...
O homem preso aos medos
Não se encontra de verdade
Vê na incerteza os segredos
De progredir à vontade
É o espelho da alma
Onde tudo transparece
Na incerteza, perde a calma
- Pedir a Deus, se esquece !
Entretanto as incertezas
Podem ser possibilidades
Quantas vezes as certezas
Tolhem as nossas vontades
A incerteza é imensurável
Pelo risco desconhecido
Dum resultado desagradável
Do risco, no próprio sentido
É uma situação desconhecida
Que o só futuro pode dizer
É uma dúvida indefinida
É o querer e não puder
Nas incertezas, a emoção
Dá lugar à incoerência
Demasiada ambição
Cai na degenerescência
Nos pilares da tua vida
Situações mal resolvidas
São no compêndio da lida
Bálsamo que cura as feridas
Lições de alto valor
No curso de nossas vidas
- Vê que até Nosso Senhor
Teve incertezas sofridas !
Porangaba, 11/06/2011
Armando A. C. Garcia
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Um conjunto de incertezas
Invade a alma do homem
Como nuvens de torpezas
Que sua mente consomem
Incertezas, são dúvidas
Qu'os pensamentos semeiam
Tristes a quem as duvida
Nos males que desencadeiam
Decepções, sofrimentos
Angústia, ódio, amargura
Lembranças e pensamentos
De incertezas prematuras
Imaginações, solidão
Aversões e desencantos
Vazio no coração
Incógnitas, boatos tantos...
O homem preso aos medos
Não se encontra de verdade
Vê na incerteza os segredos
De progredir à vontade
É o espelho da alma
Onde tudo transparece
Na incerteza, perde a calma
- Pedir a Deus, se esquece !
Entretanto as incertezas
Podem ser possibilidades
Quantas vezes as certezas
Tolhem as nossas vontades
A incerteza é imensurável
Pelo risco desconhecido
Dum resultado desagradável
Do risco, no próprio sentido
É uma situação desconhecida
Que o só futuro pode dizer
É uma dúvida indefinida
É o querer e não puder
Nas incertezas, a emoção
Dá lugar à incoerência
Demasiada ambição
Cai na degenerescência
Nos pilares da tua vida
Situações mal resolvidas
São no compêndio da lida
Bálsamo que cura as feridas
Lições de alto valor
No curso de nossas vidas
- Vê que até Nosso Senhor
Teve incertezas sofridas !
Porangaba, 11/06/2011
Armando A. C. Garcia
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👁️ 720
TEU RETRATO ! (soneto)
TEU RETRATO ! ... (soneto)
Imagino emoldurado teu retrato
Nas paredes frias de meu quarto
É um sonho a transcender o ato
Sugestionando teu segredo, pacato
Exala teu perfume inebriante
A imagem que teu corpo reflete
No impérvio* cismar delirante
Que em minha mente se inflete
Oh desejo! Cheio de amor e loucura !
Que a mente cria, e o coração aninha
Vejo-te em sonho cheio de ternura
O rosto entalhado naquele retrato
E busco nas paredes à noitinha
Tornar real o meu **desiderato...
São Paulo, 29/02/2008 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
E-mail: armandoacgarcia@outlook.com
Visite meu blog: http:brisada poesia.blogspot.com
* impenetrável ** desejo: aspiração
Imagino emoldurado teu retrato
Nas paredes frias de meu quarto
É um sonho a transcender o ato
Sugestionando teu segredo, pacato
Exala teu perfume inebriante
A imagem que teu corpo reflete
No impérvio* cismar delirante
Que em minha mente se inflete
Oh desejo! Cheio de amor e loucura !
Que a mente cria, e o coração aninha
Vejo-te em sonho cheio de ternura
O rosto entalhado naquele retrato
E busco nas paredes à noitinha
Tornar real o meu **desiderato...
São Paulo, 29/02/2008 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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* impenetrável ** desejo: aspiração
👁️ 709
O Tempo na Vida
O Tempo na Vida
Quando o tempo em mim chegou
Sem licença se apossou
Dos dias de minha vida
Pouco a pouco, aqui ficou
Passou tempo, se hospedou
Sem nunca pedir guarida
Por prazer, ou ironia
Sua imensa ousadia
Eu, tive de suportar
Não sei qual foi o motivo
De passar pelo seu crivo
Sem consentimento ou razão
Eis que, ele foi ficando
E em mim se aninhando
Desgastou a minha vida
Atrevido e abusado
Sem pedido delicado
Mal chegou, se instalou
Não o pude mandar embora
E, o que eu faço agora
Desgastado, já no fim
Vou pedir que tome conta
Se a bagagem estiver pronta
Que não se esqueça de mim !
São Paulo, 20/04/2012
Armando A. C. Garcia
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Quando o tempo em mim chegou
Sem licença se apossou
Dos dias de minha vida
Pouco a pouco, aqui ficou
Passou tempo, se hospedou
Sem nunca pedir guarida
Por prazer, ou ironia
Sua imensa ousadia
Eu, tive de suportar
Não sei qual foi o motivo
De passar pelo seu crivo
Sem consentimento ou razão
Eis que, ele foi ficando
E em mim se aninhando
Desgastou a minha vida
Atrevido e abusado
Sem pedido delicado
Mal chegou, se instalou
Não o pude mandar embora
E, o que eu faço agora
Desgastado, já no fim
Vou pedir que tome conta
Se a bagagem estiver pronta
Que não se esqueça de mim !
São Paulo, 20/04/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 712
OS VÁRIOS TIPOS DE SORRISOS
OS VÁRIOS TIPOS DE SORRISOS
Tem sorrisos espontâneos
Tem outros dissimulados
Tem sorrisos simultâneos
Tem outros apaixonados
Tem sorrisos de ironia
Tem aqueles que são forçados
Tem os tais de parcimônia
Também tem, os engraçados
Sorrisos televisados
Com o homem do baú
Sorrisos exagerados
Que chegam a dar *mururu
Tem os sorrisos sorrelfa
E tem os contagiantes
Em que precisa uma **adelfa
Com poder cicatrizante
Tem sorrisos à porfia
Como sendo fabricados
Distribuídos dia a dia
Mas à noite inconfessados
Tem sorrisos alardeados
Que vão de orelha a orelha
Tem os sorrisos minguados
Quando a nova, fica velha
Tem sorrisos carinhosos
Sorrisos que fazem rir
Tem sorrisos mentirosos
Que indefinem o porvir
Tem sorrisos de agonia
De indiferença, também
O sorriso da alegria
Na mulher, que o filho tem
O sorriso da esperança
Revela a felicidade
De alegria e abastança
Quando o amor, o peito invade
Tem sorrisos, sorrateiros
Também tem, aqueles forçados
Mas os piores, mais matreiros
São aqueles mascarados
O sorriso da criança
Puro elo de ventura
Exprime e traça a esperança
Do criador à criatura.
São Paulo, 22/05/2005
Armando A. C. Garcia
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http://brisadapoesia.blogspot.com
- * enxaqueca
- ** espirradeira
Tem sorrisos espontâneos
Tem outros dissimulados
Tem sorrisos simultâneos
Tem outros apaixonados
Tem sorrisos de ironia
Tem aqueles que são forçados
Tem os tais de parcimônia
Também tem, os engraçados
Sorrisos televisados
Com o homem do baú
Sorrisos exagerados
Que chegam a dar *mururu
Tem os sorrisos sorrelfa
E tem os contagiantes
Em que precisa uma **adelfa
Com poder cicatrizante
Tem sorrisos à porfia
Como sendo fabricados
Distribuídos dia a dia
Mas à noite inconfessados
Tem sorrisos alardeados
Que vão de orelha a orelha
Tem os sorrisos minguados
Quando a nova, fica velha
Tem sorrisos carinhosos
Sorrisos que fazem rir
Tem sorrisos mentirosos
Que indefinem o porvir
Tem sorrisos de agonia
De indiferença, também
O sorriso da alegria
Na mulher, que o filho tem
O sorriso da esperança
Revela a felicidade
De alegria e abastança
Quando o amor, o peito invade
Tem sorrisos, sorrateiros
Também tem, aqueles forçados
Mas os piores, mais matreiros
São aqueles mascarados
O sorriso da criança
Puro elo de ventura
Exprime e traça a esperança
Do criador à criatura.
São Paulo, 22/05/2005
Armando A. C. Garcia
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- * enxaqueca
- ** espirradeira
👁️ 903
O maltrapilho
O maltrapilho
Uma bituca apagada
Mantém no canto da boca
Uma alparcata rasgada
Nas pernas a calça rota
Uma blusa meia malha
Velhinha e toda surrada
Às vezes chapéu de palha
Outras cabeça raspada
Um cobertor de algodão
Pendendo de suas costas
Vive arrastado no chão
Quando não cheio de moscas
Só de chuva toma banho
A fetidez que exala
É pior que de rebanho.
Da boca já nem se fala
Nunca teve ocupação
Nem gostou de trabalhar
Não ouviu pai, nem irmão
Nem enxada quis pegar
Da vida da ociosidade
Fez a sua profissão
Vivendo da caridade
Passa muita privação
É moço, parece velho
Rejeitado, angustiado
A poça d'água é seu espelho
Da família abandonado
Na vida dura, lascada
Sujo de lama e poeira
Pondera já ser um nada
Se não mudar a estribeira
Lembra os conselhos do pai
As sugestões do irmão
Começa a pensar, aí vai
Mudar sua condição
Mas como, se maltrapilho
Ninguém o vai aceitar
Resolve ir ao caudilho
Suas idéias confessar
O pastor o convidou
Para um bom banho tomar
Em seguida o barbeou
E novas roupas lhe foi dar
Trocado o indumentário
Outra pessoa ficou
Chegou ao fim do calvário
E o Pastor o abençoou.
Porangaba, 06/03/2011
Armando A. C. Garcia
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Uma bituca apagada
Mantém no canto da boca
Uma alparcata rasgada
Nas pernas a calça rota
Uma blusa meia malha
Velhinha e toda surrada
Às vezes chapéu de palha
Outras cabeça raspada
Um cobertor de algodão
Pendendo de suas costas
Vive arrastado no chão
Quando não cheio de moscas
Só de chuva toma banho
A fetidez que exala
É pior que de rebanho.
Da boca já nem se fala
Nunca teve ocupação
Nem gostou de trabalhar
Não ouviu pai, nem irmão
Nem enxada quis pegar
Da vida da ociosidade
Fez a sua profissão
Vivendo da caridade
Passa muita privação
É moço, parece velho
Rejeitado, angustiado
A poça d'água é seu espelho
Da família abandonado
Na vida dura, lascada
Sujo de lama e poeira
Pondera já ser um nada
Se não mudar a estribeira
Lembra os conselhos do pai
As sugestões do irmão
Começa a pensar, aí vai
Mudar sua condição
Mas como, se maltrapilho
Ninguém o vai aceitar
Resolve ir ao caudilho
Suas idéias confessar
O pastor o convidou
Para um bom banho tomar
Em seguida o barbeou
E novas roupas lhe foi dar
Trocado o indumentário
Outra pessoa ficou
Chegou ao fim do calvário
E o Pastor o abençoou.
Porangaba, 06/03/2011
Armando A. C. Garcia
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👁️ 800
Afeição e Carinho
Afeição e Carinho
Mora afeição e carinho
Mora amor em nosso ninho
Peço a Deus que dure eras
O afeto com que o veneras
Se o amor tem encantos
E a natureza outros tantos
A primavera em flor
Matiza os prados de cor
O tempo esse malvado
Vai pondo o amor de lado
É contrário à natureza
Que renova sua beleza
A cada nova primavera
Odorando a atmosfera
Com o perfume das flores
Dá viço e vida às cores
Abrindo com esplendor
Novo ciclo de amor
Renovado a cada ano
Seu afeto soberano
Sê igual à natureza
Com sua imensa pureza
Não abandones o ninho
Onde há amor e carinho
Relembra teu velho amor
Curte nele a tua dor
Não pules de galho em galho
Sê pura igual ao orvalho
Se o vento bater mais forte
Não busques outro consorte
No galho da laranjeira
Morre a flor, vem a fruteira
Procura revigorá-lo
De alegrias explorá-lo
Com esperança e glória
Perpetuarás a vitória !
São Paulo, 07/10/2009
Armando A. C. Garcia
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Mora afeição e carinho
Mora amor em nosso ninho
Peço a Deus que dure eras
O afeto com que o veneras
Se o amor tem encantos
E a natureza outros tantos
A primavera em flor
Matiza os prados de cor
O tempo esse malvado
Vai pondo o amor de lado
É contrário à natureza
Que renova sua beleza
A cada nova primavera
Odorando a atmosfera
Com o perfume das flores
Dá viço e vida às cores
Abrindo com esplendor
Novo ciclo de amor
Renovado a cada ano
Seu afeto soberano
Sê igual à natureza
Com sua imensa pureza
Não abandones o ninho
Onde há amor e carinho
Relembra teu velho amor
Curte nele a tua dor
Não pules de galho em galho
Sê pura igual ao orvalho
Se o vento bater mais forte
Não busques outro consorte
No galho da laranjeira
Morre a flor, vem a fruteira
Procura revigorá-lo
De alegrias explorá-lo
Com esperança e glória
Perpetuarás a vitória !
São Paulo, 07/10/2009
Armando A. C. Garcia
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👁️ 728
A luz do Sol (soneto)
A luz do Sol (soneto)
Oh! Musas que meus versos regeis ao fado
Trazei-me o vício da beleza e perfeição
Condição inata de que tendes o condão
Envolto no sutil pensamento delicado
Oh! Musas que inspirais meu rude verso
Trazei do sábio o entendimento e do erudito
O poema mais lindo, que nunca foi escrito
Conjunto de palavras que no ar anda disperso
Para que neste palco, que é o universo
Possa elevar o esplendor e a grandeza
Que o omnipotente empresta à natureza
Projetando a cada dia a luz do sol *terso
Porque sem ela, nenhuma vida existiria.
Tudo o que vemos, é sublime sabedoria.
São Paulo, 24/01/2012 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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• Puro, limpo
Oh! Musas que meus versos regeis ao fado
Trazei-me o vício da beleza e perfeição
Condição inata de que tendes o condão
Envolto no sutil pensamento delicado
Oh! Musas que inspirais meu rude verso
Trazei do sábio o entendimento e do erudito
O poema mais lindo, que nunca foi escrito
Conjunto de palavras que no ar anda disperso
Para que neste palco, que é o universo
Possa elevar o esplendor e a grandeza
Que o omnipotente empresta à natureza
Projetando a cada dia a luz do sol *terso
Porque sem ela, nenhuma vida existiria.
Tudo o que vemos, é sublime sabedoria.
São Paulo, 24/01/2012 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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👁️ 669
Àquela que vai ser Mãe !
Àquela que vai ser Mãe !...
I
Vai ser mãe não tem receio
A espera é um anseio
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria
II
O amor em si, canta e vibra
Ela é força que equilibra
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um filho
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu lado
Cuidando e dando carinho
Tal como a ave em seu ninho
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos perfumada
Da rosa pétala flor
Magia dum amor maior
V
Como rocha, firme e forte
Enfrentas até a morte
Pela primorosa flor
Fruto de um grande amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita sejas
E em minha prece singela
Peço a Deus p'ra que não sejas
A mãe de outra Isabella !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
Leia - Mãe I - Mãe II - Mãe III e Mãe IV,
leia, também:
Às Mães, que Deus já Lá Tem !
O valor que a mãe tem
Exaltação à Mãe Maria
I
Vai ser mãe não tem receio
A espera é um anseio
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria
II
O amor em si, canta e vibra
Ela é força que equilibra
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um filho
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu lado
Cuidando e dando carinho
Tal como a ave em seu ninho
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos perfumada
Da rosa pétala flor
Magia dum amor maior
V
Como rocha, firme e forte
Enfrentas até a morte
Pela primorosa flor
Fruto de um grande amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita sejas
E em minha prece singela
Peço a Deus p'ra que não sejas
A mãe de outra Isabella !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
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E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
Leia - Mãe I - Mãe II - Mãe III e Mãe IV,
leia, também:
Às Mães, que Deus já Lá Tem !
O valor que a mãe tem
Exaltação à Mãe Maria
👁️ 703
Ofensa Sagrada !
Ofensa Sagrada !
Até as pedras se ofenderam de tamanha vilania
Jamais, vi coisas tão monstruosas, anormais...
Entre feras, abutres, hienas, tigres e chacais
Indigna se tornava sua intolerante ousadia!
As negras pedras do templo chorarão eternamente
As alvas toalhas de linho ficaram sujas de repente
E o Cristo acorrentado àquele madeiro infame,
Não pode fazer nada mais do que suportar o vexame.
Nem no horto das oliveiras ficou tão agonizado
Que só não saiu daquele antro porque o tinham amarrado
Como amarrado que o trazem há quase dois mil anos,
Vivendo às expensas Dele, essa cambada de tiranos.
E entre Cristos, Santos, Anjos, Arcanjos e Querubins
O safardana do cura fazia orgias e bacanais...
Praticava adultérios, estupros e muitas coisas mais...
Fazendo de Deus e de sua corte, uns arlequins.
Profanava o templo divinal, essa casa sagrada
Vivendo na orgia, enterrado no pecado noite e dia
Consagrando a hóstia sacrossanta, a divina eucaristia
Com as mãos tintas do pecado, e a alma enodoada.
Oh! Céus!...
- Como podeis não desabar sobre esta terra maldita?
Como podeis suportar tanto sacrílego ultraje?
Como deixais impune tanto tempo quem assim age?!
Abusando com arrogância de vossa Bondade infinita...
Mas esses abrutes infernais, seus crimes terão, ainda.
Desenterrados dos dogmas fantásticos que os encobrem
Mostrando então as glândulas de serpentes que se abrem
Hiulcas, vorazes, devassadoras, cheias de veneno infindas
Esses corvos negros, serpentes de hediondez profunda
Rugindo a maldade em sua própria consciência
Tentarão negar, pelo bem, pelo mal, ou pela violência
O seu crime atroz, e ocultar a sua nódoa imunda.
Eles mesmos constituem o próprio vírus da heresia
Dilapidados da honra, da comiseração humana
Tentarão trocar a batina e a dalmática romana
Pelo manto dos cabotinos, a sina da hipocrisia.
Do misérrimo báculo ao hissope de água-benta,
Das lúbricas luxúrias ao esquálido cemitério,
Tudo que têm ignoto, envolto em sórdido mistério...
Cairá por terra o gérmen maldito que a alimenta,
Quando a consciência humana, em sua sabedoria
Avaliar quão balofa era a doutrina praticada
Por esses vilões. Histriões de sua própria palhaçada
Que fazem a coleta em meio da Ave-Maria!...
Assim como do templo fazem bordel profano
Destruindo lares, que unir em Deus eles alegaram,
São feras tão capazes de destruir quem vitimaram,
Mais vorazes que as famintas feras d'arena de um tirano.
Esses morcegos negros, essas corujas sangüinárias,
Sugam o sangue, a carteira, e a honra em adultério,
Escarnecem suas pompas e responsos de mistério...
Quando o féretro é de gente pobre de condições precárias.
Mas se for de gente rica, gente bem endinheirada!
Levará todas as pompas, para que não falte nada.
Rezarão responsos, para os outros, nunca terminados!
Porque para rezar muito, têm preços estipulados.
Se conforme o grau hierárquico as rezas têm valor,
Não sois vós oh! pobres! que alcançais a salvação divina
Porque as rezas de bispos, papas, cônegos e cardeais,
Não vos pertencerão nunca, porque, também, não as pagais.
Armando A. C. Garcia
São Paulo, 11/05/64
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E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
Até as pedras se ofenderam de tamanha vilania
Jamais, vi coisas tão monstruosas, anormais...
Entre feras, abutres, hienas, tigres e chacais
Indigna se tornava sua intolerante ousadia!
As negras pedras do templo chorarão eternamente
As alvas toalhas de linho ficaram sujas de repente
E o Cristo acorrentado àquele madeiro infame,
Não pode fazer nada mais do que suportar o vexame.
Nem no horto das oliveiras ficou tão agonizado
Que só não saiu daquele antro porque o tinham amarrado
Como amarrado que o trazem há quase dois mil anos,
Vivendo às expensas Dele, essa cambada de tiranos.
E entre Cristos, Santos, Anjos, Arcanjos e Querubins
O safardana do cura fazia orgias e bacanais...
Praticava adultérios, estupros e muitas coisas mais...
Fazendo de Deus e de sua corte, uns arlequins.
Profanava o templo divinal, essa casa sagrada
Vivendo na orgia, enterrado no pecado noite e dia
Consagrando a hóstia sacrossanta, a divina eucaristia
Com as mãos tintas do pecado, e a alma enodoada.
Oh! Céus!...
- Como podeis não desabar sobre esta terra maldita?
Como podeis suportar tanto sacrílego ultraje?
Como deixais impune tanto tempo quem assim age?!
Abusando com arrogância de vossa Bondade infinita...
Mas esses abrutes infernais, seus crimes terão, ainda.
Desenterrados dos dogmas fantásticos que os encobrem
Mostrando então as glândulas de serpentes que se abrem
Hiulcas, vorazes, devassadoras, cheias de veneno infindas
Esses corvos negros, serpentes de hediondez profunda
Rugindo a maldade em sua própria consciência
Tentarão negar, pelo bem, pelo mal, ou pela violência
O seu crime atroz, e ocultar a sua nódoa imunda.
Eles mesmos constituem o próprio vírus da heresia
Dilapidados da honra, da comiseração humana
Tentarão trocar a batina e a dalmática romana
Pelo manto dos cabotinos, a sina da hipocrisia.
Do misérrimo báculo ao hissope de água-benta,
Das lúbricas luxúrias ao esquálido cemitério,
Tudo que têm ignoto, envolto em sórdido mistério...
Cairá por terra o gérmen maldito que a alimenta,
Quando a consciência humana, em sua sabedoria
Avaliar quão balofa era a doutrina praticada
Por esses vilões. Histriões de sua própria palhaçada
Que fazem a coleta em meio da Ave-Maria!...
Assim como do templo fazem bordel profano
Destruindo lares, que unir em Deus eles alegaram,
São feras tão capazes de destruir quem vitimaram,
Mais vorazes que as famintas feras d'arena de um tirano.
Esses morcegos negros, essas corujas sangüinárias,
Sugam o sangue, a carteira, e a honra em adultério,
Escarnecem suas pompas e responsos de mistério...
Quando o féretro é de gente pobre de condições precárias.
Mas se for de gente rica, gente bem endinheirada!
Levará todas as pompas, para que não falte nada.
Rezarão responsos, para os outros, nunca terminados!
Porque para rezar muito, têm preços estipulados.
Se conforme o grau hierárquico as rezas têm valor,
Não sois vós oh! pobres! que alcançais a salvação divina
Porque as rezas de bispos, papas, cônegos e cardeais,
Não vos pertencerão nunca, porque, também, não as pagais.
Armando A. C. Garcia
São Paulo, 11/05/64
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
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Armando A. C. Garcia
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