Lista de Poemas
Dia das Mães
Dia das Mães
Às mães de todo o mundo,
Um mundo de alegria.
E com respeito profundo
Saúdo-vos, no vosso dia.
São Paulo, 13/05/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
Leiam, também, de minha lavra:
Mãe I - Mãe II - Mãe III - Mãe IV
Às mães, que Deus já lá tem !
Àquela que vai ser mãe ! ...
O valor que a mãe tem e
Exaltação à Mãe Maria
👁️ 716
Bate um vento atravessado
Bate um vento atravessado
Bate um vento atravessado
Do frio que vem gelado
Da cordilheira dos Andes
O gado; do pasto é retirado
O homem, fica todo encapuzado
Tomando o seu chimarrão.
Da cocheira os cavalos
Não querem arredar pé
Os gatos acocorados
Na lareira, o fogo em pé
Na cumeeira do telhado
Só gelo a gente vê
Mas eis que olho no prado
Veja o quadro que se vê
Uma criança descalça
Congelada pelo frio
Ponho polaina na calça
Corro a tirá-la do frio.
Aqueço-a na lareira
Dou-lhe leite, pão café
Indago-lhe onde mora
Diz: além, depois da serra
Morava com sua mãe
Seu pai estava na guerra
Mas porque sozinha estava
Tão distante e desgarrada
Ela então falou chorando
Que sua mãe não acordava
Cortaram-me o coração
Esta palavras ditadas
Cri então que sua mãe
Já mora noutras paradas
Acolhi a criancinha
Dei-lhe estudo educação
Como sendo filha minha
Hoje, é minha proteção !
São Paulo, 09/09/2009
Armando A. C. Garcia
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Bate um vento atravessado
Do frio que vem gelado
Da cordilheira dos Andes
O gado; do pasto é retirado
O homem, fica todo encapuzado
Tomando o seu chimarrão.
Da cocheira os cavalos
Não querem arredar pé
Os gatos acocorados
Na lareira, o fogo em pé
Na cumeeira do telhado
Só gelo a gente vê
Mas eis que olho no prado
Veja o quadro que se vê
Uma criança descalça
Congelada pelo frio
Ponho polaina na calça
Corro a tirá-la do frio.
Aqueço-a na lareira
Dou-lhe leite, pão café
Indago-lhe onde mora
Diz: além, depois da serra
Morava com sua mãe
Seu pai estava na guerra
Mas porque sozinha estava
Tão distante e desgarrada
Ela então falou chorando
Que sua mãe não acordava
Cortaram-me o coração
Esta palavras ditadas
Cri então que sua mãe
Já mora noutras paradas
Acolhi a criancinha
Dei-lhe estudo educação
Como sendo filha minha
Hoje, é minha proteção !
São Paulo, 09/09/2009
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👁️ 737
Oh! Ilusão
Oh! Ilusão...
Ilusão, tu que povoas
Tu, que povoas as mentes
Com milhões de coisas boas
Mas nada dás, ao que as sente
Ilusão... Oh! Ilusão...
Porque não ficas ausente
Lanças esperanças em vão
No imo de toda a gente !
Tua perfídia é tenaz
Nos desenganos da vida
A ilusão consentida
É da mesma dependente
Impassível ao nosso fado
Na onda tu, nos embalas
Sem limites ao bem sonhado
Na aspiração nos igualas
Nossa avidez imoderada
Cobiça de pretender
A utilidade não alcançada
Nos contornos do viver
Desejos mil, aspirações
Na realidade impossíveis
Tu, dás-nos nas ilusões
As cismas de todos níveis
Dás-nos ouro, pedrarias
Afeto, amor e carinho
Indústrias e pradarias
Largas visões do caminho
Ilusão... Oh! Ilusão...
Tu, que povoa a mente
Lanças esperanças em vão
No imo de tanta a gente !
São Paulo, 31/08/2011
Armando A. C. Garcia
Visite meu Blog: wttp://brisadapoesia.blogspot.com
Ilusão, tu que povoas
Tu, que povoas as mentes
Com milhões de coisas boas
Mas nada dás, ao que as sente
Ilusão... Oh! Ilusão...
Porque não ficas ausente
Lanças esperanças em vão
No imo de toda a gente !
Tua perfídia é tenaz
Nos desenganos da vida
A ilusão consentida
É da mesma dependente
Impassível ao nosso fado
Na onda tu, nos embalas
Sem limites ao bem sonhado
Na aspiração nos igualas
Nossa avidez imoderada
Cobiça de pretender
A utilidade não alcançada
Nos contornos do viver
Desejos mil, aspirações
Na realidade impossíveis
Tu, dás-nos nas ilusões
As cismas de todos níveis
Dás-nos ouro, pedrarias
Afeto, amor e carinho
Indústrias e pradarias
Largas visões do caminho
Ilusão... Oh! Ilusão...
Tu, que povoa a mente
Lanças esperanças em vão
No imo de tanta a gente !
São Paulo, 31/08/2011
Armando A. C. Garcia
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👁️ 714
O Rouxinol
O Rouxinol
Numa selva florida banhada de luar,
Cantava o rouxinol numa noite estelar
Parecendo inspirado no zimbório celeste
Ou, enamorado da paisagem agreste
Despontava nos céus o raiar da aurora
E, jovial o trovador cantava agora
Como se despertado ao raiar do sol
E houvera adormecido ao arrebol!
Seu gorjeio, como o arpejo dulcíssimo
Pungido d'saudade sentimentalíssimo
Como o choro de um amor, puro, cristalino
Executado por um poeta ao violino
E não parava de cantar o trovador
De exteriorizar o âmago de sua dor
Para em cada trinado cheio de saudade
Desprender um elo de sua felicidade!
Alando aos céus uma prece sempiterna
Como pedindo a Deus pela alma materna
Que naquela noite deixara de existir,
Indo ao recôndito lugar do porvir,
Em busca da utopia, que só Deus
Nos pode dar, bem no alto, lá nos céus!
Em busca da paz, do reino da alegria
Ao encontro do Rei do Universo e de Maria.
E naquele canto extraterreno exulcíssimo
O poeta, rouxinol sentimentalissimo
Cantou até quebrar de dor e pranto
As fibras vocais de seu mavioso canto
E, todo exangue o rouxinol inda se ouvia
Como num canto surdo, como de quem morria,
Aquebrantado por aquela dor tão forte
Até que tombou ao chão, vencido pela morte!
São Paulo, 09 de março de 1964
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
Numa selva florida banhada de luar,
Cantava o rouxinol numa noite estelar
Parecendo inspirado no zimbório celeste
Ou, enamorado da paisagem agreste
Despontava nos céus o raiar da aurora
E, jovial o trovador cantava agora
Como se despertado ao raiar do sol
E houvera adormecido ao arrebol!
Seu gorjeio, como o arpejo dulcíssimo
Pungido d'saudade sentimentalíssimo
Como o choro de um amor, puro, cristalino
Executado por um poeta ao violino
E não parava de cantar o trovador
De exteriorizar o âmago de sua dor
Para em cada trinado cheio de saudade
Desprender um elo de sua felicidade!
Alando aos céus uma prece sempiterna
Como pedindo a Deus pela alma materna
Que naquela noite deixara de existir,
Indo ao recôndito lugar do porvir,
Em busca da utopia, que só Deus
Nos pode dar, bem no alto, lá nos céus!
Em busca da paz, do reino da alegria
Ao encontro do Rei do Universo e de Maria.
E naquele canto extraterreno exulcíssimo
O poeta, rouxinol sentimentalissimo
Cantou até quebrar de dor e pranto
As fibras vocais de seu mavioso canto
E, todo exangue o rouxinol inda se ouvia
Como num canto surdo, como de quem morria,
Aquebrantado por aquela dor tão forte
Até que tombou ao chão, vencido pela morte!
São Paulo, 09 de março de 1964
Armando A. C. Garcia
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👁️ 813
A luz de Deus
A luz de Deus
És a luz que dá esplendor
E a seiva à natureza
És a luz do Criador
A luz de Deus, com certeza
És do mundo protetor
O amor de Ti orbita
És lenitivo na dor
O amparo na desdita
És o consolo e a paz
A esperança de quem chora
De tudo Tu és capaz
Por este mundo afora
És o Mestre que afeiçoa
Ensinando o bom caminho
Na mensagem digna e boa
Tangendo amor de mansinho
Dás amparo ao decaído
Socorres na escuridão
O doente, o oprimido
Mesmo aquele sem coração
Tua Divina presença
Se estende, não tem fronteiras
Atende a humilde criança
E ao viço das roseiras
Na aflição e desventura
És a estrela, o caminho
A recompensa futura
De quem procura teu ninho
Mas quem és Tu, diz agora
Que os versos não descortina
Sou Jesus, a Eterna Aurora
Restaurador da doutrina
São Paulo, 27/09/2009
Armando A. C. Garcia
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És a luz que dá esplendor
E a seiva à natureza
És a luz do Criador
A luz de Deus, com certeza
És do mundo protetor
O amor de Ti orbita
És lenitivo na dor
O amparo na desdita
És o consolo e a paz
A esperança de quem chora
De tudo Tu és capaz
Por este mundo afora
És o Mestre que afeiçoa
Ensinando o bom caminho
Na mensagem digna e boa
Tangendo amor de mansinho
Dás amparo ao decaído
Socorres na escuridão
O doente, o oprimido
Mesmo aquele sem coração
Tua Divina presença
Se estende, não tem fronteiras
Atende a humilde criança
E ao viço das roseiras
Na aflição e desventura
És a estrela, o caminho
A recompensa futura
De quem procura teu ninho
Mas quem és Tu, diz agora
Que os versos não descortina
Sou Jesus, a Eterna Aurora
Restaurador da doutrina
São Paulo, 27/09/2009
Armando A. C. Garcia
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👁️ 670
Leis, princípios e conceitos
Leis, princípios e conceitos
Já que leis, princípios e conceitos
Dependem de frios e duros exames
E sem pronta e imediata atuação
Deixam à deriva o justo cidadão
Os fóruns, sem prazo determinado
Para o eficaz veredicto final
Em prol da justiça, do direito
Não prestam um serviço perfeito
Semeando uma cultura retrógada
O processo, arrasta-se anos sem fim
Sem fundamento adequado a tal
A espera duma sentença legal
Às vezes, é tarde quando ela chega
O autor, já pereceu na caminhada
Prazos... só para o pobre advogado
Se os não cumprir, logo é alijado
Porque não os exigir dos julgadores
Que entravam a área judicial
Em prejuízo daquele que se socorre
Em busca do remédio... e ali morre
Eles percebem alta remuneração
Deveria ser condizente seu labor
Com empenho eficaz, transparente
Afinal a conta é nossa, minha gente
Que dizer de uma pronta atuação
Com prazo determinado em cada caso
Quem os extrapolasse, sofreria o dano
Do mero juiz singular, ao decano !
Porangaba, 26/02/2012
Armando A. C. Garcia
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Já que leis, princípios e conceitos
Dependem de frios e duros exames
E sem pronta e imediata atuação
Deixam à deriva o justo cidadão
Os fóruns, sem prazo determinado
Para o eficaz veredicto final
Em prol da justiça, do direito
Não prestam um serviço perfeito
Semeando uma cultura retrógada
O processo, arrasta-se anos sem fim
Sem fundamento adequado a tal
A espera duma sentença legal
Às vezes, é tarde quando ela chega
O autor, já pereceu na caminhada
Prazos... só para o pobre advogado
Se os não cumprir, logo é alijado
Porque não os exigir dos julgadores
Que entravam a área judicial
Em prejuízo daquele que se socorre
Em busca do remédio... e ali morre
Eles percebem alta remuneração
Deveria ser condizente seu labor
Com empenho eficaz, transparente
Afinal a conta é nossa, minha gente
Que dizer de uma pronta atuação
Com prazo determinado em cada caso
Quem os extrapolasse, sofreria o dano
Do mero juiz singular, ao decano !
Porangaba, 26/02/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 684
A Teu Lado
A Teu Lado...
Jesus, eterno, amado,
Eu quero estar a teu lado
Ter a Tua companhia
Quer de noite, quer de dia.
Quero sentir Teu perfume
Aquecer-me no Teu lume
Compartilhar a alegria
De viver em harmonia
Minha alma está certa
De encontrar a porta aberta
Do caminho à redenção
Está em Ti, a salvação
Tu, és a vida e a luz
A alameda que conduz
Sem trilhas, nem vendavais
Aos páramos celestiais
Junto a Ti, eu quero estar
Para poder alcançar
O reino da Tua glória.
Ofereço a Deus a vitória.
Eu quero ter com certeza
Na alegria ou na tristeza
No sofrimento ou na dor
O Teu amparo, Senhor !
São Paulo, 28/10/2009
Armando A. C. Garcia
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Jesus, eterno, amado,
Eu quero estar a teu lado
Ter a Tua companhia
Quer de noite, quer de dia.
Quero sentir Teu perfume
Aquecer-me no Teu lume
Compartilhar a alegria
De viver em harmonia
Minha alma está certa
De encontrar a porta aberta
Do caminho à redenção
Está em Ti, a salvação
Tu, és a vida e a luz
A alameda que conduz
Sem trilhas, nem vendavais
Aos páramos celestiais
Junto a Ti, eu quero estar
Para poder alcançar
O reino da Tua glória.
Ofereço a Deus a vitória.
Eu quero ter com certeza
Na alegria ou na tristeza
No sofrimento ou na dor
O Teu amparo, Senhor !
São Paulo, 28/10/2009
Armando A. C. Garcia
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👁️ 794
Um Banco para Deus
Um Banco para Deus
Se Deus precisa de dinheiro
Como alegam os fariseus
Eu vou-lhe montar um banco
Que guarde os recursos seus
É em seu nome arrecadada
Fortuna extraordinária
Por fariseus desviada,
Nobre gang visionária
Ver, finalmente a fortuna
Depositada em seu nome
Que membros da sétima coluna
Trabalhem, e matem a fome.
Se os recursos são de Deus
Devem-lhe ser creditados
Estão falindo os céus
Esses ratos esfomeados
Deus pensou em recorrer
Ao FMI internacional
Para assim poder manter
A balança comercial
Aqui chama-se estelionato
Ou *indébita apropriação
O caso é que esse fato
Faz doer o coração
Gente, que coisa mais tola
Deus, precisar de dinheiro
Essa gang de cartola
Abarrota os mealheiros
Desculpem esta franqueza
Que é a verdade, nua e crua
Deus. A eterna realeza
Os ponha no olho da rua !
São Paulo, 19/04/2012
Armando A. C. Garcia
*apropriação indébita (por questão de rima invertido)
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Se Deus precisa de dinheiro
Como alegam os fariseus
Eu vou-lhe montar um banco
Que guarde os recursos seus
É em seu nome arrecadada
Fortuna extraordinária
Por fariseus desviada,
Nobre gang visionária
Ver, finalmente a fortuna
Depositada em seu nome
Que membros da sétima coluna
Trabalhem, e matem a fome.
Se os recursos são de Deus
Devem-lhe ser creditados
Estão falindo os céus
Esses ratos esfomeados
Deus pensou em recorrer
Ao FMI internacional
Para assim poder manter
A balança comercial
Aqui chama-se estelionato
Ou *indébita apropriação
O caso é que esse fato
Faz doer o coração
Gente, que coisa mais tola
Deus, precisar de dinheiro
Essa gang de cartola
Abarrota os mealheiros
Desculpem esta franqueza
Que é a verdade, nua e crua
Deus. A eterna realeza
Os ponha no olho da rua !
São Paulo, 19/04/2012
Armando A. C. Garcia
*apropriação indébita (por questão de rima invertido)
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👁️ 650
Já se foi a primavera
Já se foi a primavera
Já se foi a primavera, a mãe das flores
Chegou o verão de chuvas e aguaceiros
Envolto na umidade de seus vapores
Inundando cidades e campos sem outeiros
A tragédia repete-se a cada ano
Castigando, das vertentes das colinas
Aos ribeirinhos, já crentes no desengano.
As promessas do governo, são rotinas
Os aportes anunciados às calamidades
Nunca chegam ao destino da tragédia
Vemos pela TV nos campos e nas cidades
A destruição, como no início da comédia
Com as novas chuvas, novas inundações
Gente sem lar, gente de bem, em má situação
Com a roupa do corpo, sem cama e lençóis
Quem desvia o dinheiro é pior que ladrão
O que vemos é a imunidade crescendo
O tesouro nacional precisa ser protegido
Se assim não for, os ímpios vão vencendo
E a maior vítima, nosso povo desnutrido
Ano, após ano, com a desgraça deste povo
Meia dúzia de espertalhões fazem a feira
E o que deveria ir para o humilde povo
O político enche a burra, na bandalheira.
Porangaba, 22/01/2012
Armando A. C. Garcia
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Já se foi a primavera, a mãe das flores
Chegou o verão de chuvas e aguaceiros
Envolto na umidade de seus vapores
Inundando cidades e campos sem outeiros
A tragédia repete-se a cada ano
Castigando, das vertentes das colinas
Aos ribeirinhos, já crentes no desengano.
As promessas do governo, são rotinas
Os aportes anunciados às calamidades
Nunca chegam ao destino da tragédia
Vemos pela TV nos campos e nas cidades
A destruição, como no início da comédia
Com as novas chuvas, novas inundações
Gente sem lar, gente de bem, em má situação
Com a roupa do corpo, sem cama e lençóis
Quem desvia o dinheiro é pior que ladrão
O que vemos é a imunidade crescendo
O tesouro nacional precisa ser protegido
Se assim não for, os ímpios vão vencendo
E a maior vítima, nosso povo desnutrido
Ano, após ano, com a desgraça deste povo
Meia dúzia de espertalhões fazem a feira
E o que deveria ir para o humilde povo
O político enche a burra, na bandalheira.
Porangaba, 22/01/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 741
Se foi Deus que nos criou
Se foi Deus que nos criou
Se foi Deus que nos criou
Porque nos criou desiguais
E porque alguns nada têm
E outros têm demais
A resposta a esta pergunta
Está na reencarnação
Penhor de vidas passadas
Resgate, compensação
Feliz daquele que nesta vida
Paga centil, por centil
Ter a existência perdida
É retrocesso infantil
Situação digna de nota
Pluralidade d’existências
A unicidade é remota
Não encontra consistência
Se Deus é justo e bom
Como impor tribulações
Misérias e infortúnios
E dar a outros mansões?
Nossa sorte é decidida
Pró ou contra ao nascer
A uns um tipo de vida
A outros o perecer !
Que Deus teríamos afinal
Dando a uns felicidade
Sem repartir por igual
A sua fraternidade !
Porangaba, 10/05/2011
Armando A. C. Garcia
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Se foi Deus que nos criou
Porque nos criou desiguais
E porque alguns nada têm
E outros têm demais
A resposta a esta pergunta
Está na reencarnação
Penhor de vidas passadas
Resgate, compensação
Feliz daquele que nesta vida
Paga centil, por centil
Ter a existência perdida
É retrocesso infantil
Situação digna de nota
Pluralidade d’existências
A unicidade é remota
Não encontra consistência
Se Deus é justo e bom
Como impor tribulações
Misérias e infortúnios
E dar a outros mansões?
Nossa sorte é decidida
Pró ou contra ao nascer
A uns um tipo de vida
A outros o perecer !
Que Deus teríamos afinal
Dando a uns felicidade
Sem repartir por igual
A sua fraternidade !
Porangaba, 10/05/2011
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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