Lista de Poemas
Saúde !
Saúde ! ...
Não abusar da saúde
É dever de cada um
O excesso é o *ataúde
Não tenha vício algum !
Todo o excesso faz mal
Mesmo na alimentação
Obeso, prejudicial
Ao seu rico coração
Ingerir bebida alcoólica
Seu fígado está sem sorte
Toda droga é prejudicial
Horror, que afigura Morte
O tabaco é outra droga
Que aniquila seu pulmão
Não entre nessa garoto
Não queime dinheiro em vão
Na matéria a natureza
Lamenta a desventura
Quem foge da singeleza
Vai de encontro à sepultura !
Nem do sol, nem da lua
Nós podemos abusar
Quem a moderação cultua
Tem mais estrada a caminhar
A saúde não consente
Abusos como costumas
O coração e a mente
São as vítimas que *póstumas !
Porangaba, 03/08/2011 * Caixão; fig. morte
Armando A. C. Garcia ** Após a morte: fig. Morte
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Não abusar da saúde
É dever de cada um
O excesso é o *ataúde
Não tenha vício algum !
Todo o excesso faz mal
Mesmo na alimentação
Obeso, prejudicial
Ao seu rico coração
Ingerir bebida alcoólica
Seu fígado está sem sorte
Toda droga é prejudicial
Horror, que afigura Morte
O tabaco é outra droga
Que aniquila seu pulmão
Não entre nessa garoto
Não queime dinheiro em vão
Na matéria a natureza
Lamenta a desventura
Quem foge da singeleza
Vai de encontro à sepultura !
Nem do sol, nem da lua
Nós podemos abusar
Quem a moderação cultua
Tem mais estrada a caminhar
A saúde não consente
Abusos como costumas
O coração e a mente
São as vítimas que *póstumas !
Porangaba, 03/08/2011 * Caixão; fig. morte
Armando A. C. Garcia ** Após a morte: fig. Morte
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👁️ 724
O Rouxinol
O Rouxinol
Numa selva florida banhada de luar,
Cantava o rouxinol numa noite estelar
Parecendo inspirado no zimbório celeste
Ou, enamorado da paisagem agreste
Despontava nos céus o raiar da aurora
E, jovial o trovador cantava agora
Como se despertado ao raiar do sol
E houvera adormecido ao arrebol!
Seu gorjeio, como o arpejo dulcíssimo
Pungido d'saudade sentimentalíssimo
Como o choro de um amor, puro, cristalino
Executado por um poeta ao violino
E não parava de cantar o trovador
De exteriorizar o âmago de sua dor
Para em cada trinado cheio de saudade
Desprender um elo de sua felicidade!
Alando aos céus uma prece sempiterna
Como pedindo a Deus pela alma materna
Que naquela noite deixara de existir,
Indo ao recôndito lugar do porvir,
Em busca da utopia, que só Deus
Nos pode dar, bem no alto, lá nos céus!
Em busca da paz, do reino da alegria
Ao encontro do Rei do Universo e de Maria.
E naquele canto extraterreno exulcíssimo
O poeta, rouxinol sentimentalissimo
Cantou até quebrar de dor e pranto
As fibras vocais de seu mavioso canto
E, todo exangue o rouxinol inda se ouvia
Como num canto surdo, como de quem morria,
Aquebrantado por aquela dor tão forte
Até que tombou ao chão, vencido pela morte!
São Paulo, 09 de março de 1964
Armando A. C. Garcia
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Numa selva florida banhada de luar,
Cantava o rouxinol numa noite estelar
Parecendo inspirado no zimbório celeste
Ou, enamorado da paisagem agreste
Despontava nos céus o raiar da aurora
E, jovial o trovador cantava agora
Como se despertado ao raiar do sol
E houvera adormecido ao arrebol!
Seu gorjeio, como o arpejo dulcíssimo
Pungido d'saudade sentimentalíssimo
Como o choro de um amor, puro, cristalino
Executado por um poeta ao violino
E não parava de cantar o trovador
De exteriorizar o âmago de sua dor
Para em cada trinado cheio de saudade
Desprender um elo de sua felicidade!
Alando aos céus uma prece sempiterna
Como pedindo a Deus pela alma materna
Que naquela noite deixara de existir,
Indo ao recôndito lugar do porvir,
Em busca da utopia, que só Deus
Nos pode dar, bem no alto, lá nos céus!
Em busca da paz, do reino da alegria
Ao encontro do Rei do Universo e de Maria.
E naquele canto extraterreno exulcíssimo
O poeta, rouxinol sentimentalissimo
Cantou até quebrar de dor e pranto
As fibras vocais de seu mavioso canto
E, todo exangue o rouxinol inda se ouvia
Como num canto surdo, como de quem morria,
Aquebrantado por aquela dor tão forte
Até que tombou ao chão, vencido pela morte!
São Paulo, 09 de março de 1964
Armando A. C. Garcia
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👁️ 810
O Fadista !
O Fadista !
Fadista que canta o fado
Abrindo o seu coração
Põe a tristeza de lado
Seja qual for a razão
Reflete a luz do sol
Mesmo nas horas amargas
Como autêntico rouxinol
Não desmerece as ilhargas
Fadista que canta o fado
Tem sentimento profundo
É da sina namorado
De Portugal e do mundo !
Seu destino está traçado
No livro da natureza
Para o fado foi talhado
Qual guitarra portuguesa
Não pode mudar o destino
Nem a sua condição
É vontade do divino
E, só ele tem o condão.
Mesmo co'a alma a chorar
Ao preço da nostalgia
Seu pé, não pode arredar
Tem de cantar nesse dia !
São Paulo, 13/05/2012
Armando A. C. Garcia
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http://brisadapoesia.blogspot.com
Fadista que canta o fado
Abrindo o seu coração
Põe a tristeza de lado
Seja qual for a razão
Reflete a luz do sol
Mesmo nas horas amargas
Como autêntico rouxinol
Não desmerece as ilhargas
Fadista que canta o fado
Tem sentimento profundo
É da sina namorado
De Portugal e do mundo !
Seu destino está traçado
No livro da natureza
Para o fado foi talhado
Qual guitarra portuguesa
Não pode mudar o destino
Nem a sua condição
É vontade do divino
E, só ele tem o condão.
Mesmo co'a alma a chorar
Ao preço da nostalgia
Seu pé, não pode arredar
Tem de cantar nesse dia !
São Paulo, 13/05/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 682
Tatuagem !
Tatuagem ! ...
Tatuagem, o *estigma da **ignomínia
Qual ferrete com que se marca o gado
Infesta o ser humano, qual Paulínia
E seu corpo, vai ficando ramificado
Mas quando o tênue retrato de teu rosto
Carcomido pelas rugas da idade
Sentirás pena, sentirás de ti, desgosto
De ter cometido tamanha insanidade
De imolar teu corpo perfeito e sadio.
O corpo que Deus te deu purificado
Tu, o maculaste com o atavio
Que ora adorna teu corpo requintado.
São Paulo, 08/05/2012
Armando A. C. Garcia
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- * cicatriz; marca; sinal
- ** grande desonra; infâmia
Ao Tatuado:
O tatuador, tatuou tua carne
Eu, tatuei tua alma
👁️ 782
A luz de Deus
A luz de Deus
És a luz que dá esplendor
E a seiva à natureza
És a luz do Criador
A luz de Deus, com certeza
És do mundo protetor
O amor de Ti orbita
És lenitivo na dor
O amparo na desdita
És o consolo e a paz
A esperança de quem chora
De tudo Tu és capaz
Por este mundo afora
És o Mestre que afeiçoa
Ensinando o bom caminho
Na mensagem digna e boa
Tangendo amor de mansinho
Dás amparo ao decaído
Socorres na escuridão
O doente, o oprimido
Mesmo aquele sem coração
Tua Divina presença
Se estende, não tem fronteiras
Atende a humilde criança
E ao viço das roseiras
Na aflição e desventura
És a estrela, o caminho
A recompensa futura
De quem procura teu ninho
Mas quem és Tu, diz agora
Que os versos não descortina
Sou Jesus, a Eterna Aurora
Restaurador da doutrina
São Paulo, 27/09/2009
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
És a luz que dá esplendor
E a seiva à natureza
És a luz do Criador
A luz de Deus, com certeza
És do mundo protetor
O amor de Ti orbita
És lenitivo na dor
O amparo na desdita
És o consolo e a paz
A esperança de quem chora
De tudo Tu és capaz
Por este mundo afora
És o Mestre que afeiçoa
Ensinando o bom caminho
Na mensagem digna e boa
Tangendo amor de mansinho
Dás amparo ao decaído
Socorres na escuridão
O doente, o oprimido
Mesmo aquele sem coração
Tua Divina presença
Se estende, não tem fronteiras
Atende a humilde criança
E ao viço das roseiras
Na aflição e desventura
És a estrela, o caminho
A recompensa futura
De quem procura teu ninho
Mas quem és Tu, diz agora
Que os versos não descortina
Sou Jesus, a Eterna Aurora
Restaurador da doutrina
São Paulo, 27/09/2009
Armando A. C. Garcia
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👁️ 668
Tópico Final (soneto)
Tópico Final (soneto)
Nas tuas mãos geladas, tópico final
Depositei o último beijo da saudade
Que levaste ao páramo celestial
No cálido amor da imortalidade
E se Deus, o infinito amor consente
Poupando-te da hora em que partiste
Aos céus rogo uma prece contundente
Que leve a teus pés o amor que persiste
Na eterna consolação que resplandece
Abarcarás a imensa dor que domina
Onde o grilhão da angústia avança e cresce.
Como suprir o amargor de cada ofensa
Se no caminho a luz já não descortina
No brando e amoroso louvor, tua presença.
São Paulo, 08/04/2010 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Nas tuas mãos geladas, tópico final
Depositei o último beijo da saudade
Que levaste ao páramo celestial
No cálido amor da imortalidade
E se Deus, o infinito amor consente
Poupando-te da hora em que partiste
Aos céus rogo uma prece contundente
Que leve a teus pés o amor que persiste
Na eterna consolação que resplandece
Abarcarás a imensa dor que domina
Onde o grilhão da angústia avança e cresce.
Como suprir o amargor de cada ofensa
Se no caminho a luz já não descortina
No brando e amoroso louvor, tua presença.
São Paulo, 08/04/2010 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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👁️ 727
A Neve
A Neve
Oh! Que saudade me traz
Ver a neve branca e pura
Ver os telhados das casas
Cobertos daquela alvura
De manhã abrir a vidraça
Ver tudo da cor do linho
Logo cedo se alguém passa
Deixas as marcas no caminho
Bailam os flocos no ar
Caindo devagarzinho
São pétalas a alcatifar
As veredas e os caminhos
Vê-la cair lentamente
Com flocos em remoinho
Ela cai tão sutilmente
Que toca o chão de mansinho
É uma dádiva dos céus
Alcatifando a terra
Um colírio aos olhos meus
É uma benção na serra
Parece um manto de leite
Cobrindo a terra devassa
Sua beleza é um deleite.
Já a chaminé esfumaça !
São Paulo, 19/02/2010
Armando A. C. Garcia
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Oh! Que saudade me traz
Ver a neve branca e pura
Ver os telhados das casas
Cobertos daquela alvura
De manhã abrir a vidraça
Ver tudo da cor do linho
Logo cedo se alguém passa
Deixas as marcas no caminho
Bailam os flocos no ar
Caindo devagarzinho
São pétalas a alcatifar
As veredas e os caminhos
Vê-la cair lentamente
Com flocos em remoinho
Ela cai tão sutilmente
Que toca o chão de mansinho
É uma dádiva dos céus
Alcatifando a terra
Um colírio aos olhos meus
É uma benção na serra
Parece um manto de leite
Cobrindo a terra devassa
Sua beleza é um deleite.
Já a chaminé esfumaça !
São Paulo, 19/02/2010
Armando A. C. Garcia
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👁️ 759
O maltrapilho
O maltrapilho
Uma bituca apagada
Mantém no canto da boca
Uma alparcata rasgada
Nas pernas a calça rota
Uma blusa meia malha
Velhinha e toda surrada
Às vezes chapéu de palha
Outras cabeça raspada
Um cobertor de algodão
Pendendo de suas costas
Vive arrastado no chão
Quando não cheio de moscas
Só de chuva toma banho
A fetidez que exala
É pior que de rebanho.
Da boca já nem se fala
Nunca teve ocupação
Nem gostou de trabalhar
Não ouviu pai, nem irmão
Nem enxada quis pegar
Da vida da ociosidade
Fez a sua profissão
Vivendo da caridade
Passa muita privação
É moço, parece velho
Rejeitado, angustiado
A poça d'água é seu espelho
Da família abandonado
Na vida dura, lascada
Sujo de lama e poeira
Pondera já ser um nada
Se não mudar a estribeira
Lembra os conselhos do pai
As sugestões do irmão
Começa a pensar, aí vai
Mudar sua condição
Mas como, se maltrapilho
Ninguém o vai aceitar
Resolve ir ao caudilho
Suas idéias confessar
O pastor o convidou
Para um bom banho tomar
Em seguida o barbeou
E novas roupas lhe foi dar
Trocado o indumentário
Outra pessoa ficou
Chegou ao fim do calvário
E o Pastor o abençoou.
Porangaba, 06/03/2011
Armando A. C. Garcia
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Uma bituca apagada
Mantém no canto da boca
Uma alparcata rasgada
Nas pernas a calça rota
Uma blusa meia malha
Velhinha e toda surrada
Às vezes chapéu de palha
Outras cabeça raspada
Um cobertor de algodão
Pendendo de suas costas
Vive arrastado no chão
Quando não cheio de moscas
Só de chuva toma banho
A fetidez que exala
É pior que de rebanho.
Da boca já nem se fala
Nunca teve ocupação
Nem gostou de trabalhar
Não ouviu pai, nem irmão
Nem enxada quis pegar
Da vida da ociosidade
Fez a sua profissão
Vivendo da caridade
Passa muita privação
É moço, parece velho
Rejeitado, angustiado
A poça d'água é seu espelho
Da família abandonado
Na vida dura, lascada
Sujo de lama e poeira
Pondera já ser um nada
Se não mudar a estribeira
Lembra os conselhos do pai
As sugestões do irmão
Começa a pensar, aí vai
Mudar sua condição
Mas como, se maltrapilho
Ninguém o vai aceitar
Resolve ir ao caudilho
Suas idéias confessar
O pastor o convidou
Para um bom banho tomar
Em seguida o barbeou
E novas roupas lhe foi dar
Trocado o indumentário
Outra pessoa ficou
Chegou ao fim do calvário
E o Pastor o abençoou.
Porangaba, 06/03/2011
Armando A. C. Garcia
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👁️ 797
Definição do amor ! (soneto)
Definição do amor !... (soneto)
O amor é a sublimidade da vida
É o sentimento maior do coração
É a felicidade de dar guarida
Ao preito de amor do teu irmão
O amor é querer bem a quem se quer
É doar incondicionalmente afeição
É altruísmo, que se dá sem perceber
É grandeza da alma, é abnegação
O amor transcende a própria razão
É afeto, é carinho, dedicação
É o limite da vontade de querer
Forma incondicional da relação
Tratar outra pessoa como irmão
É o desejo de querer a quem se quer
Porangaba, 31/03/2011 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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O amor é a sublimidade da vida
É o sentimento maior do coração
É a felicidade de dar guarida
Ao preito de amor do teu irmão
O amor é querer bem a quem se quer
É doar incondicionalmente afeição
É altruísmo, que se dá sem perceber
É grandeza da alma, é abnegação
O amor transcende a própria razão
É afeto, é carinho, dedicação
É o limite da vontade de querer
Forma incondicional da relação
Tratar outra pessoa como irmão
É o desejo de querer a quem se quer
Porangaba, 31/03/2011 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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👁️ 628
QUERO LOUVAR-TE
QUERO LOUVAR-TE
Quero Louvar ao Senhor
De todo meu coração
Demonstrar o grande amor
Que tenho no coração
Na minha prece singela
Cheia de amor e carinho
Oferto a coisa mais bela
Às chagas de teu espinho
Quero louvar-te Senhor
Ser cepa da tua vinha
E amar-te com vigor
Cedo, à tarde e à noitinha
Às chagas de teus espinhos
Levar o bálsamo da prece
E na amplidão do caminho
Tua luz que resplandece
Senhor eu quero louvar
Tua Glória imortal
Minha alma consagrar
Ao Teu reino espiritual
Quero louvar-te Senhor
Pelas bênçãos recebidas
E agradecer com fervor
Por cuidar de nossas vidas !
Neste tópico final
Desta prece consentida
A gratidão fraternal
Àquele que me deu a vida !
Porangaba, 13/04/2011 -
Armando A. C. Garcia
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Quero Louvar ao Senhor
De todo meu coração
Demonstrar o grande amor
Que tenho no coração
Na minha prece singela
Cheia de amor e carinho
Oferto a coisa mais bela
Às chagas de teu espinho
Quero louvar-te Senhor
Ser cepa da tua vinha
E amar-te com vigor
Cedo, à tarde e à noitinha
Às chagas de teus espinhos
Levar o bálsamo da prece
E na amplidão do caminho
Tua luz que resplandece
Senhor eu quero louvar
Tua Glória imortal
Minha alma consagrar
Ao Teu reino espiritual
Quero louvar-te Senhor
Pelas bênçãos recebidas
E agradecer com fervor
Por cuidar de nossas vidas !
Neste tópico final
Desta prece consentida
A gratidão fraternal
Àquele que me deu a vida !
Porangaba, 13/04/2011 -
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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