Lista de Poemas
A Teu Lado
A Teu Lado...
Jesus, eterno, amado,
Eu quero estar a teu lado
Ter a Tua companhia
Quer de noite, quer de dia.
Quero sentir Teu perfume
Aquecer-me no Teu lume
Compartilhar a alegria
De viver em harmonia
Minha alma está certa
De encontrar a porta aberta
Do caminho à redenção
Está em Ti, a salvação
Tu, és a vida e a luz
A alameda que conduz
Sem trilhas, nem vendavais
Aos páramos celestiais
Junto a Ti, eu quero estar
Para poder alcançar
O reino da Tua glória.
Ofereço a Deus a vitória.
Eu quero ter com certeza
Na alegria ou na tristeza
No sofrimento ou na dor
O Teu amparo, Senhor !
São Paulo, 28/10/2009
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
Jesus, eterno, amado,
Eu quero estar a teu lado
Ter a Tua companhia
Quer de noite, quer de dia.
Quero sentir Teu perfume
Aquecer-me no Teu lume
Compartilhar a alegria
De viver em harmonia
Minha alma está certa
De encontrar a porta aberta
Do caminho à redenção
Está em Ti, a salvação
Tu, és a vida e a luz
A alameda que conduz
Sem trilhas, nem vendavais
Aos páramos celestiais
Junto a Ti, eu quero estar
Para poder alcançar
O reino da Tua glória.
Ofereço a Deus a vitória.
Eu quero ter com certeza
Na alegria ou na tristeza
No sofrimento ou na dor
O Teu amparo, Senhor !
São Paulo, 28/10/2009
Armando A. C. Garcia
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👁️ 782
Àquela que vai ser Mãe !
Àquela que vai ser Mãe !...
I
Vai ser mãe não tem receio
A espera é um anseio
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria
II
O amor em si, canta e vibra
Ela é força que equilibra
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um filho
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu lado
Cuidando e dando carinho
Tal como a ave em seu ninho
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos perfumada
Da rosa pétala flor
Magia dum amor maior
V
Como rocha, firme e forte
Enfrentas até a morte
Pela primorosa flor
Fruto de um grande amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita sejas
E em minha prece singela
Peço a Deus p'ra que não sejas
A mãe de outra Isabella !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
Leia - Mãe I - Mãe II - Mãe III e Mãe IV,
leia, também:
Às Mães, que Deus já Lá Tem !
O valor que a mãe tem
Exaltação à Mãe Maria
I
Vai ser mãe não tem receio
A espera é um anseio
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria
II
O amor em si, canta e vibra
Ela é força que equilibra
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um filho
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu lado
Cuidando e dando carinho
Tal como a ave em seu ninho
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos perfumada
Da rosa pétala flor
Magia dum amor maior
V
Como rocha, firme e forte
Enfrentas até a morte
Pela primorosa flor
Fruto de um grande amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita sejas
E em minha prece singela
Peço a Deus p'ra que não sejas
A mãe de outra Isabella !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
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E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
Leia - Mãe I - Mãe II - Mãe III e Mãe IV,
leia, também:
Às Mães, que Deus já Lá Tem !
O valor que a mãe tem
Exaltação à Mãe Maria
👁️ 690
Amanhã
Amanhã
Os desafios tenazes
Que cada capítulo encerra
Não são desafios, são fases
De trajetória na terra !
Mais tarde em retrospecto
Vemos então quão fugazes
Quando na vida senecto*
Do tempo fomos vorazes
Na mísera existência humana
O tempo tudo consome
A mente que hoje se ufana
Amanhã vê que ela some
Que outro entendimento
Desta vida se consente
Ninguém está do fado isento
Nem da morte, está ausente
* velhice
São Paulo, 07/08/2008
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
Os desafios tenazes
Que cada capítulo encerra
Não são desafios, são fases
De trajetória na terra !
Mais tarde em retrospecto
Vemos então quão fugazes
Quando na vida senecto*
Do tempo fomos vorazes
Na mísera existência humana
O tempo tudo consome
A mente que hoje se ufana
Amanhã vê que ela some
Que outro entendimento
Desta vida se consente
Ninguém está do fado isento
Nem da morte, está ausente
* velhice
São Paulo, 07/08/2008
Armando A. C. Garcia
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👁️ 678
Oração da criança
Oração da criança
Quis rezar mas não sabia,
Nenhuma oração legal.
Vou pedir p'ra cada dia
O que acho principal.
Senhor, meu Deus, atendei
O pedido que vos faço,
Eu nem sei porque busquei
Abrigo em Vosso regaço.
Minha mãe, está doente,
Meu pai, desempregado
Que ela, cure de repente,
P'ra ele, trabalho achado.
Sabeis que sou pequenina
Tenho três anos de idade,
Não sei oração Divina
P'ra vós, não é novidade!
Atendei o que vos peço
Que chegando à mocidade,
Pagar-vos-ei justo preço
Rezando com qualidade.
Obrigado meu senhor,
Em atender meu pedido.
Eu não sei rezar melhor,
Mas vos fico agradecido.
São Paulo 07/08/2004
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
Nota: No Site:www.usinadeletras.com.br
Esta poesia, já tem mais de 11.000 acessos
Quis rezar mas não sabia,
Nenhuma oração legal.
Vou pedir p'ra cada dia
O que acho principal.
Senhor, meu Deus, atendei
O pedido que vos faço,
Eu nem sei porque busquei
Abrigo em Vosso regaço.
Minha mãe, está doente,
Meu pai, desempregado
Que ela, cure de repente,
P'ra ele, trabalho achado.
Sabeis que sou pequenina
Tenho três anos de idade,
Não sei oração Divina
P'ra vós, não é novidade!
Atendei o que vos peço
Que chegando à mocidade,
Pagar-vos-ei justo preço
Rezando com qualidade.
Obrigado meu senhor,
Em atender meu pedido.
Eu não sei rezar melhor,
Mas vos fico agradecido.
São Paulo 07/08/2004
Armando A. C. Garcia
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Nota: No Site:www.usinadeletras.com.br
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👁️ 950
OS VÁRIOS TIPOS DE SORRISOS
OS VÁRIOS TIPOS DE SORRISOS
Tem sorrisos espontâneos
Tem outros dissimulados
Tem sorrisos simultâneos
Tem outros apaixonados
Tem sorrisos de ironia
Tem aqueles que são forçados
Tem os tais de parcimônia
Também tem, os engraçados
Sorrisos televisados
Com o homem do baú
Sorrisos exagerados
Que chegam a dar *mururu
Tem os sorrisos sorrelfa
E tem os contagiantes
Em que precisa uma **adelfa
Com poder cicatrizante
Tem sorrisos à porfia
Como sendo fabricados
Distribuídos dia a dia
Mas à noite inconfessados
Tem sorrisos alardeados
Que vão de orelha a orelha
Tem os sorrisos minguados
Quando a nova, fica velha
Tem sorrisos carinhosos
Sorrisos que fazem rir
Tem sorrisos mentirosos
Que indefinem o porvir
Tem sorrisos de agonia
De indiferença, também
O sorriso da alegria
Na mulher, que o filho tem
O sorriso da esperança
Revela a felicidade
De alegria e abastança
Quando o amor, o peito invade
Tem sorrisos, sorrateiros
Também tem, aqueles forçados
Mas os piores, mais matreiros
São aqueles mascarados
O sorriso da criança
Puro elo de ventura
Exprime e traça a esperança
Do criador à criatura.
São Paulo, 22/05/2005
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
- * enxaqueca
- ** espirradeira
Tem sorrisos espontâneos
Tem outros dissimulados
Tem sorrisos simultâneos
Tem outros apaixonados
Tem sorrisos de ironia
Tem aqueles que são forçados
Tem os tais de parcimônia
Também tem, os engraçados
Sorrisos televisados
Com o homem do baú
Sorrisos exagerados
Que chegam a dar *mururu
Tem os sorrisos sorrelfa
E tem os contagiantes
Em que precisa uma **adelfa
Com poder cicatrizante
Tem sorrisos à porfia
Como sendo fabricados
Distribuídos dia a dia
Mas à noite inconfessados
Tem sorrisos alardeados
Que vão de orelha a orelha
Tem os sorrisos minguados
Quando a nova, fica velha
Tem sorrisos carinhosos
Sorrisos que fazem rir
Tem sorrisos mentirosos
Que indefinem o porvir
Tem sorrisos de agonia
De indiferença, também
O sorriso da alegria
Na mulher, que o filho tem
O sorriso da esperança
Revela a felicidade
De alegria e abastança
Quando o amor, o peito invade
Tem sorrisos, sorrateiros
Também tem, aqueles forçados
Mas os piores, mais matreiros
São aqueles mascarados
O sorriso da criança
Puro elo de ventura
Exprime e traça a esperança
Do criador à criatura.
São Paulo, 22/05/2005
Armando A. C. Garcia
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- * enxaqueca
- ** espirradeira
👁️ 891
Tatuagem !
Tatuagem ! ...
Tatuagem, o *estigma da **ignomínia
Qual ferrete com que se marca o gado
Infesta o ser humano, qual Paulínia
E seu corpo, vai ficando ramificado
Mas quando o tênue retrato de teu rosto
Carcomido pelas rugas da idade
Sentirás pena, sentirás de ti, desgosto
De ter cometido tamanha insanidade
De imolar teu corpo perfeito e sadio.
O corpo que Deus te deu purificado
Tu, o maculaste com o atavio
Que ora adorna teu corpo requintado.
São Paulo, 08/05/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http:brisada poesia.blogspot.com
- * cicatriz; marca; sinal
- ** grande desonra; infâmia
Ao Tatuado:
O tatuador, tatuou tua carne
Eu, tatuei tua alma
👁️ 773
O valor que a Mãe tem
O valor que a Mãe tem
Senhor, Deus do Universo
Deste à vida o verso
Deste o verso, a mim, também
Para mostrar ao mundo
O valor que a Mãe tem
Até Jesus, o Salvador
Teu filho amado, Senhor
Foi gerado pela Mãe
Para mostrar o valor
E o exemplo de Belém
Nem todos devotam amor
Do preito que são devedores
Disperso o pendor na idade
Filhos esquecem da Mãe
Cometendo iniqüidade
Afastam-se como apogeu
Daquela que o protegeu
Não lembram quando criança
Os desvelos que lhe deu
Dimensão de desesperança
Outros com serenidade
Amam a Mãe de verdade
São filhos probos, corretos
Trazem Deus no coração
Filhos do Grande Arquiteto.
São Paulo, 04/05/2011
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http:brisadapoesia.blogspot.com
Leia
- Mãe I - Mãe II - Mãe III e Mãe IV, leia, também:
Às mães, que deus já lá tem ! e
Àquela que vai ser mãe ! ...
Exaltação à Mãe Maria
Senhor, Deus do Universo
Deste à vida o verso
Deste o verso, a mim, também
Para mostrar ao mundo
O valor que a Mãe tem
Até Jesus, o Salvador
Teu filho amado, Senhor
Foi gerado pela Mãe
Para mostrar o valor
E o exemplo de Belém
Nem todos devotam amor
Do preito que são devedores
Disperso o pendor na idade
Filhos esquecem da Mãe
Cometendo iniqüidade
Afastam-se como apogeu
Daquela que o protegeu
Não lembram quando criança
Os desvelos que lhe deu
Dimensão de desesperança
Outros com serenidade
Amam a Mãe de verdade
São filhos probos, corretos
Trazem Deus no coração
Filhos do Grande Arquiteto.
São Paulo, 04/05/2011
Armando A. C. Garcia
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Leia
- Mãe I - Mãe II - Mãe III e Mãe IV, leia, também:
Às mães, que deus já lá tem ! e
Àquela que vai ser mãe ! ...
Exaltação à Mãe Maria
👁️ 820
Quando a noite chega
Quando a noite chega
Quando firme a noite chega
Pensando, fico sozinho
Que será de ti amor
Tão longe do meu carinho
A noite, sombria e triste
Minha tristeza acompanha
Ao amor, ninguém resiste
Tão grande sua façanha
Alta noite, solitário
Alma serena, pensativo
Levanto a carpir meu rosário
Versando amor positivo
São noites intermináveis
Iguais e desconhecidas
Procelas imagináveis
De uma noite mal dormida
Fito o céu, nenhuma estrela
Nem o luar aparece
A tristeza se encapela
O temporal me entristece
Ó noite, escondes a vida
Escondes o meu amor
O crepúsculo dá guarida
Onde expira o Sol maior
Silêncio... a hora é mística
Tento rezar, mal consigo
A poesia é artística
Preenche as horas comigo
Só ao despertar do Sol
Volto de novo à vida
Renascendo ao arrebol
Oh! Alvorada esculpida
Quando úmidos do sereno
Os pastos se apresentam
Volvem os chilreios, sem treno
E minha alma acalentam
Surge o céu, cheio de Deus
Nas cores do Sol, ouro puro
Seu lume perfuma os céus
No pomar, fruto maduro
A noite dá a despedida
Surge a claridade em troca
Bago a bago, é comida
A alimentar nossa boca
O aroma, entra nas veias
Sustenta minha ferida
Só tu amor incendeias
As noites de minha vida !
Pernoitas em mim amor
Desde o apagar das candeias
Até que o Sol redentor
Vem despertar minhas veias
Ó noite, eu te amaria
Se pudesses alijar
O amargor de cada dia
Que à noite passo a fitar
Tu incutes o pavor
Quando sem estrelas e luar
O nada exprime melhor
O que eu possa pensar
Prostrado, apavorado
Recuo meu pensamento
Fico quieto, desolado
Perdido neste tormento
Pareces irmã da morte
Nas tuas horas sombrias
Vagarosas, sem suporte
E cheias de fantasias
No oráculo de teu fado
Quantas lágrimas vertidas
Desculpa ter-te lembrado
Das inúmeras despedidas
É imenso o funeral
Imensos sonhos perdidos
Seria sina crucial
Se fossem mal entendidos
Volvendo às horas de sono
Recompões nosso sentidos
Porém, se o abandono
Descansos, ficam perdidos
Em ti, o mundo descansa
Na inalterável desvaria
Novo dia, nova esperança
Novo Sol nos alumia.
Os teus inúmeros mistérios
Nos abismos silenciosos
São sublimes, são etéreos
Impassíveis, dolorosos
Surge casta a madrugada
Vibrante, força e calor
Impera a luz imaculada
No universo, esplendor
Vida sempre renovada
Cheia de fé e esperança
Aguardo-te, minha amada
Com toda perseverança !
Porangaba, 17/05/2011
Armando A. C. Garcia
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Quando firme a noite chega
Pensando, fico sozinho
Que será de ti amor
Tão longe do meu carinho
A noite, sombria e triste
Minha tristeza acompanha
Ao amor, ninguém resiste
Tão grande sua façanha
Alta noite, solitário
Alma serena, pensativo
Levanto a carpir meu rosário
Versando amor positivo
São noites intermináveis
Iguais e desconhecidas
Procelas imagináveis
De uma noite mal dormida
Fito o céu, nenhuma estrela
Nem o luar aparece
A tristeza se encapela
O temporal me entristece
Ó noite, escondes a vida
Escondes o meu amor
O crepúsculo dá guarida
Onde expira o Sol maior
Silêncio... a hora é mística
Tento rezar, mal consigo
A poesia é artística
Preenche as horas comigo
Só ao despertar do Sol
Volto de novo à vida
Renascendo ao arrebol
Oh! Alvorada esculpida
Quando úmidos do sereno
Os pastos se apresentam
Volvem os chilreios, sem treno
E minha alma acalentam
Surge o céu, cheio de Deus
Nas cores do Sol, ouro puro
Seu lume perfuma os céus
No pomar, fruto maduro
A noite dá a despedida
Surge a claridade em troca
Bago a bago, é comida
A alimentar nossa boca
O aroma, entra nas veias
Sustenta minha ferida
Só tu amor incendeias
As noites de minha vida !
Pernoitas em mim amor
Desde o apagar das candeias
Até que o Sol redentor
Vem despertar minhas veias
Ó noite, eu te amaria
Se pudesses alijar
O amargor de cada dia
Que à noite passo a fitar
Tu incutes o pavor
Quando sem estrelas e luar
O nada exprime melhor
O que eu possa pensar
Prostrado, apavorado
Recuo meu pensamento
Fico quieto, desolado
Perdido neste tormento
Pareces irmã da morte
Nas tuas horas sombrias
Vagarosas, sem suporte
E cheias de fantasias
No oráculo de teu fado
Quantas lágrimas vertidas
Desculpa ter-te lembrado
Das inúmeras despedidas
É imenso o funeral
Imensos sonhos perdidos
Seria sina crucial
Se fossem mal entendidos
Volvendo às horas de sono
Recompões nosso sentidos
Porém, se o abandono
Descansos, ficam perdidos
Em ti, o mundo descansa
Na inalterável desvaria
Novo dia, nova esperança
Novo Sol nos alumia.
Os teus inúmeros mistérios
Nos abismos silenciosos
São sublimes, são etéreos
Impassíveis, dolorosos
Surge casta a madrugada
Vibrante, força e calor
Impera a luz imaculada
No universo, esplendor
Vida sempre renovada
Cheia de fé e esperança
Aguardo-te, minha amada
Com toda perseverança !
Porangaba, 17/05/2011
Armando A. C. Garcia
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👁️ 766
Aguenta coração ! (soneto)
Aguenta coração ! (soneto)
De dor em dor, tens meu coração partido
Amor, oh! Quanto amor mal entendido...
Ao longo dos anos, pensei já conhecer-te ...
Mas vejo coração, acabas de perder-te !
Fraqueza no querer, esforço em vão
Nova dor... a cada nova afeição !
Triste fim, extremo fim, meu amor
Tua perda... é o sofrimento maior !
Quando do bem, um pouco amor espero
Não me basta o querer, que tanto quero
Há sempre uma esperança que não vem !...
Fragmentos, desenganos, fantasias ...
Ledo engano, mais dor, desarmonias.
No fim, nada tem a perder, quem nada tem !
São Paulo, 28/11/2004
Armando A. C. Garcia
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De dor em dor, tens meu coração partido
Amor, oh! Quanto amor mal entendido...
Ao longo dos anos, pensei já conhecer-te ...
Mas vejo coração, acabas de perder-te !
Fraqueza no querer, esforço em vão
Nova dor... a cada nova afeição !
Triste fim, extremo fim, meu amor
Tua perda... é o sofrimento maior !
Quando do bem, um pouco amor espero
Não me basta o querer, que tanto quero
Há sempre uma esperança que não vem !...
Fragmentos, desenganos, fantasias ...
Ledo engano, mais dor, desarmonias.
No fim, nada tem a perder, quem nada tem !
São Paulo, 28/11/2004
Armando A. C. Garcia
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👁️ 676
O maltrapilho
O maltrapilho
Uma bituca apagada
Mantém no canto da boca
Uma alparcata rasgada
Nas pernas a calça rota
Uma blusa meia malha
Velhinha e toda surrada
Às vezes chapéu de palha
Outras cabeça raspada
Um cobertor de algodão
Pendendo de suas costas
Vive arrastado no chão
Quando não cheio de moscas
Só de chuva toma banho
A fetidez que exala
É pior que de rebanho.
Da boca já nem se fala
Nunca teve ocupação
Nem gostou de trabalhar
Não ouviu pai, nem irmão
Nem enxada quis pegar
Da vida da ociosidade
Fez a sua profissão
Vivendo da caridade
Passa muita privação
É moço, parece velho
Rejeitado, angustiado
A poça d'água é seu espelho
Da família abandonado
Na vida dura, lascada
Sujo de lama e poeira
Pondera já ser um nada
Se não mudar a estribeira
Lembra os conselhos do pai
As sugestões do irmão
Começa a pensar, aí vai
Mudar sua condição
Mas como, se maltrapilho
Ninguém o vai aceitar
Resolve ir ao caudilho
Suas idéias confessar
O pastor o convidou
Para um bom banho tomar
Em seguida o barbeou
E novas roupas lhe foi dar
Trocado o indumentário
Outra pessoa ficou
Chegou ao fim do calvário
E o Pastor o abençoou.
Porangaba, 06/03/2011
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
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Uma bituca apagada
Mantém no canto da boca
Uma alparcata rasgada
Nas pernas a calça rota
Uma blusa meia malha
Velhinha e toda surrada
Às vezes chapéu de palha
Outras cabeça raspada
Um cobertor de algodão
Pendendo de suas costas
Vive arrastado no chão
Quando não cheio de moscas
Só de chuva toma banho
A fetidez que exala
É pior que de rebanho.
Da boca já nem se fala
Nunca teve ocupação
Nem gostou de trabalhar
Não ouviu pai, nem irmão
Nem enxada quis pegar
Da vida da ociosidade
Fez a sua profissão
Vivendo da caridade
Passa muita privação
É moço, parece velho
Rejeitado, angustiado
A poça d'água é seu espelho
Da família abandonado
Na vida dura, lascada
Sujo de lama e poeira
Pondera já ser um nada
Se não mudar a estribeira
Lembra os conselhos do pai
As sugestões do irmão
Começa a pensar, aí vai
Mudar sua condição
Mas como, se maltrapilho
Ninguém o vai aceitar
Resolve ir ao caudilho
Suas idéias confessar
O pastor o convidou
Para um bom banho tomar
Em seguida o barbeou
E novas roupas lhe foi dar
Trocado o indumentário
Outra pessoa ficou
Chegou ao fim do calvário
E o Pastor o abençoou.
Porangaba, 06/03/2011
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
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