Lista de Poemas
Meu Anjo !
Meu Anjo !
Foi Deus que pôs você no meu caminho
Qual fogo que inflama a lenha e me aquece
Sublime tua guarda e teu carinho
Tua mão me susteve e me engrandece
Alargaste horizontes em minha mente
Que alegraram meu coração e minha vida
Meu Anjo, honra-me eternamente
Não deixes que eu me curve à fantasia
Guia-me a verdes pastos e águas mansas
Onde habitarei na casa do Senhor
Cantarei louvores de amor e esperança
À glória de Deus, ao Grande Criador
Escuta minha voz, ouve meu clamor
Livra-me de abismos e de injustiças
Meu Anjo, intercede ao teu Senhor
Que afaste de mim invejas e cobiças
Minha alma se sustenta em ti, ó Deus!
Tu és meu Rei, a Glória, a Majestade
Meu refúgio, a fortaleza nos céus
A mansidão, a justiça e a verdade
Tu, que criaste a terra, o céu e o mar
Deus poderoso de perfeição e amor
Não deixes nunca a esperança acabar
No que crê, com pensamento interior
E confia na tua misericórdia
E em tua glória sobre toda a terra
Afasta-o da víbora da discórdia
Tu, és a esperança que sua alma encerra
Bendito sejas, ó Anjo que iluminas
Meus passos nas sendas desta vida
Bendito sejas, ó Anjo que me ensinas
A abrir o coração e dar guarida.
São Paulo, 15/09/2008
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
Foi Deus que pôs você no meu caminho
Qual fogo que inflama a lenha e me aquece
Sublime tua guarda e teu carinho
Tua mão me susteve e me engrandece
Alargaste horizontes em minha mente
Que alegraram meu coração e minha vida
Meu Anjo, honra-me eternamente
Não deixes que eu me curve à fantasia
Guia-me a verdes pastos e águas mansas
Onde habitarei na casa do Senhor
Cantarei louvores de amor e esperança
À glória de Deus, ao Grande Criador
Escuta minha voz, ouve meu clamor
Livra-me de abismos e de injustiças
Meu Anjo, intercede ao teu Senhor
Que afaste de mim invejas e cobiças
Minha alma se sustenta em ti, ó Deus!
Tu és meu Rei, a Glória, a Majestade
Meu refúgio, a fortaleza nos céus
A mansidão, a justiça e a verdade
Tu, que criaste a terra, o céu e o mar
Deus poderoso de perfeição e amor
Não deixes nunca a esperança acabar
No que crê, com pensamento interior
E confia na tua misericórdia
E em tua glória sobre toda a terra
Afasta-o da víbora da discórdia
Tu, és a esperança que sua alma encerra
Bendito sejas, ó Anjo que iluminas
Meus passos nas sendas desta vida
Bendito sejas, ó Anjo que me ensinas
A abrir o coração e dar guarida.
São Paulo, 15/09/2008
Armando A. C. Garcia
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👁️ 628
Tópico Final (soneto)
Tópico Final (soneto)
Nas tuas mãos geladas, tópico final
Depositei o último beijo da saudade
Que levaste ao páramo celestial
No cálido amor da imortalidade
E se Deus, o infinito amor consente
Poupando-te da hora em que partiste
Aos céus rogo uma prece contundente
Que leve a teus pés o amor que persiste
Na eterna consolação que resplandece
Abarcarás a imensa dor que domina
Onde o grilhão da angústia avança e cresce.
Como suprir o amargor de cada ofensa
Se no caminho a luz já não descortina
No brando e amoroso louvor, tua presença.
São Paulo, 08/04/2010 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Nas tuas mãos geladas, tópico final
Depositei o último beijo da saudade
Que levaste ao páramo celestial
No cálido amor da imortalidade
E se Deus, o infinito amor consente
Poupando-te da hora em que partiste
Aos céus rogo uma prece contundente
Que leve a teus pés o amor que persiste
Na eterna consolação que resplandece
Abarcarás a imensa dor que domina
Onde o grilhão da angústia avança e cresce.
Como suprir o amargor de cada ofensa
Se no caminho a luz já não descortina
No brando e amoroso louvor, tua presença.
São Paulo, 08/04/2010 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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👁️ 716
Melhor Não ler
Melhor... Não ler
Ávidos políticos tentam pilhar a economia
Com malabarismo mil de todos conhecidos
É tão grande a intensidade da sangria
E governo finge não saber, tapa ou ouvidos
Que fazer minha gente com tamanha ousadia
Político é quem manda, o povo é a reles plebe
O salário mínimo, nem sequer paga a moradia
O povo passa fome, ele, finge que não percebe
Fingir é o que retrata, o governo deste povo
Renasça o amor, reviva o civismo e o orgulho
Não pode ter sangue de barata, isso é estorvo
ao civismo. Leve do futebol grito, barulho
Nossa raça não foge à luta, é destemida
O sol da liberdade há muito, fez-se ouvir
Precisamos conservar a que nos foi concedida
O penhor da igualdade está a submergir
Neste momento urge, fazer-se ouvir teu preito
Considerando o civismo, oh! pátria gloriosa
Ele que é da nação o catecismo perfeito
Extirpa de teu seio essa gangue dolorosa
Há um grito de fome em cada brasileiro
Qu'muitos reprimem, por medo ou vergonha
Há um grito de angústia em cada comunheiro
Que nossa boca sufoca em esperança visonha
O Criador da natureza deu tudo que tinha
Para nada faltar a este povo ordeiro
Que não soube escolher o capataz da vinha
Que só nomeia ministro arapuqueiro !
Porangaba, 18/02/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Ávidos políticos tentam pilhar a economia
Com malabarismo mil de todos conhecidos
É tão grande a intensidade da sangria
E governo finge não saber, tapa ou ouvidos
Que fazer minha gente com tamanha ousadia
Político é quem manda, o povo é a reles plebe
O salário mínimo, nem sequer paga a moradia
O povo passa fome, ele, finge que não percebe
Fingir é o que retrata, o governo deste povo
Renasça o amor, reviva o civismo e o orgulho
Não pode ter sangue de barata, isso é estorvo
ao civismo. Leve do futebol grito, barulho
Nossa raça não foge à luta, é destemida
O sol da liberdade há muito, fez-se ouvir
Precisamos conservar a que nos foi concedida
O penhor da igualdade está a submergir
Neste momento urge, fazer-se ouvir teu preito
Considerando o civismo, oh! pátria gloriosa
Ele que é da nação o catecismo perfeito
Extirpa de teu seio essa gangue dolorosa
Há um grito de fome em cada brasileiro
Qu'muitos reprimem, por medo ou vergonha
Há um grito de angústia em cada comunheiro
Que nossa boca sufoca em esperança visonha
O Criador da natureza deu tudo que tinha
Para nada faltar a este povo ordeiro
Que não soube escolher o capataz da vinha
Que só nomeia ministro arapuqueiro !
Porangaba, 18/02/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 638
Oh! Ilusão
Oh! Ilusão...
Ilusão, tu que povoas
Tu, que povoas as mentes
Com milhões de coisas boas
Mas nada dás, ao que as sente
Ilusão... Oh! Ilusão...
Porque não ficas ausente
Lanças esperanças em vão
No imo de toda a gente !
Tua perfídia é tenaz
Nos desenganos da vida
A ilusão consentida
É da mesma dependente
Impassível ao nosso fado
Na onda tu, nos embalas
Sem limites ao bem sonhado
Na aspiração nos igualas
Nossa avidez imoderada
Cobiça de pretender
A utilidade não alcançada
Nos contornos do viver
Desejos mil, aspirações
Na realidade impossíveis
Tu, dás-nos nas ilusões
As cismas de todos níveis
Dás-nos ouro, pedrarias
Afeto, amor e carinho
Indústrias e pradarias
Largas visões do caminho
Ilusão... Oh! Ilusão...
Tu, que povoa a mente
Lanças esperanças em vão
No imo de tanta a gente !
São Paulo, 31/08/2011
Armando A. C. Garcia
Visite meu Blog: wttp://brisadapoesia.blogspot.com
Ilusão, tu que povoas
Tu, que povoas as mentes
Com milhões de coisas boas
Mas nada dás, ao que as sente
Ilusão... Oh! Ilusão...
Porque não ficas ausente
Lanças esperanças em vão
No imo de toda a gente !
Tua perfídia é tenaz
Nos desenganos da vida
A ilusão consentida
É da mesma dependente
Impassível ao nosso fado
Na onda tu, nos embalas
Sem limites ao bem sonhado
Na aspiração nos igualas
Nossa avidez imoderada
Cobiça de pretender
A utilidade não alcançada
Nos contornos do viver
Desejos mil, aspirações
Na realidade impossíveis
Tu, dás-nos nas ilusões
As cismas de todos níveis
Dás-nos ouro, pedrarias
Afeto, amor e carinho
Indústrias e pradarias
Largas visões do caminho
Ilusão... Oh! Ilusão...
Tu, que povoa a mente
Lanças esperanças em vão
No imo de tanta a gente !
São Paulo, 31/08/2011
Armando A. C. Garcia
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👁️ 705
Síria (e a revolução)
Síria (e a revolução)
São seres insanos,
Perpetuando-se no poder
Verdadeiros tiranos,
Fazendo o povo sofrer.
São seres desumanos,
Onde reina a opressão
São vândalos, ufanos
Com o poder em sua mão
Num legado de torturas
Sem os direitos humanos
Na alma deixam ranhuras
E nos corpos, grandes danos
Prisioneiro da vontade
Não é livre, o povo Sírio
Para lutar por liberdade
Sua vida é um martírio.
Deixa que eles decidam
Em escolha independente.
E, o novo futuro dividam
Sem caudilhos pela frente
Decidir, fora da cela
Não animal enjaulado.
Mas como um barco à vela
Singrando o mar libertado
Livre de todas amarras,
Da escravidão do poder.
Desfraldai, as cimitarras
Enfrentai, que mal, vos quer
Povo, que quer liberdade
Encara firme a repressão
E extirpa com dignidade
O câncer de sua Nação !
Sois um povo milenar
Dos mais antigos da terra
Eu vejo-vos a vacilar
Pra a um só homem, fazer guerra
Basta uma só cimitarra
Para o destino mudar
Coragem e muita garra
É o que vos está a faltar !
Não hesiteis ante a opressão
Vossa união faz a força.
O povo de vossa Nação,
Não é um boneco de alcorça.
São Paulo, 11/05/2012
Armando A. C. Garcia
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São seres insanos,
Perpetuando-se no poder
Verdadeiros tiranos,
Fazendo o povo sofrer.
São seres desumanos,
Onde reina a opressão
São vândalos, ufanos
Com o poder em sua mão
Num legado de torturas
Sem os direitos humanos
Na alma deixam ranhuras
E nos corpos, grandes danos
Prisioneiro da vontade
Não é livre, o povo Sírio
Para lutar por liberdade
Sua vida é um martírio.
Deixa que eles decidam
Em escolha independente.
E, o novo futuro dividam
Sem caudilhos pela frente
Decidir, fora da cela
Não animal enjaulado.
Mas como um barco à vela
Singrando o mar libertado
Livre de todas amarras,
Da escravidão do poder.
Desfraldai, as cimitarras
Enfrentai, que mal, vos quer
Povo, que quer liberdade
Encara firme a repressão
E extirpa com dignidade
O câncer de sua Nação !
Sois um povo milenar
Dos mais antigos da terra
Eu vejo-vos a vacilar
Pra a um só homem, fazer guerra
Basta uma só cimitarra
Para o destino mudar
Coragem e muita garra
É o que vos está a faltar !
Não hesiteis ante a opressão
Vossa união faz a força.
O povo de vossa Nação,
Não é um boneco de alcorça.
São Paulo, 11/05/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 747
TEU RETRATO ! (soneto)
TEU RETRATO ! ... (soneto)
Imagino emoldurado teu retrato
Nas paredes frias de meu quarto
É um sonho a transcender o ato
Sugestionando teu segredo, pacato
Exala teu perfume inebriante
A imagem que teu corpo reflete
No impérvio* cismar delirante
Que em minha mente se inflete
Oh desejo! Cheio de amor e loucura !
Que a mente cria, e o coração aninha
Vejo-te em sonho cheio de ternura
O rosto entalhado naquele retrato
E busco nas paredes à noitinha
Tornar real o meu **desiderato...
São Paulo, 29/02/2008 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
E-mail: armandoacgarcia@outlook.com
Visite meu blog: http:brisada poesia.blogspot.com
* impenetrável ** desejo: aspiração
Imagino emoldurado teu retrato
Nas paredes frias de meu quarto
É um sonho a transcender o ato
Sugestionando teu segredo, pacato
Exala teu perfume inebriante
A imagem que teu corpo reflete
No impérvio* cismar delirante
Que em minha mente se inflete
Oh desejo! Cheio de amor e loucura !
Que a mente cria, e o coração aninha
Vejo-te em sonho cheio de ternura
O rosto entalhado naquele retrato
E busco nas paredes à noitinha
Tornar real o meu **desiderato...
São Paulo, 29/02/2008 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
E-mail: armandoacgarcia@outlook.com
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* impenetrável ** desejo: aspiração
👁️ 696
A luz do Sol (soneto)
A luz do Sol (soneto)
Oh! Musas que meus versos regeis ao fado
Trazei-me o vício da beleza e perfeição
Condição inata de que tendes o condão
Envolto no sutil pensamento delicado
Oh! Musas que inspirais meu rude verso
Trazei do sábio o entendimento e do erudito
O poema mais lindo, que nunca foi escrito
Conjunto de palavras que no ar anda disperso
Para que neste palco, que é o universo
Possa elevar o esplendor e a grandeza
Que o omnipotente empresta à natureza
Projetando a cada dia a luz do sol *terso
Porque sem ela, nenhuma vida existiria.
Tudo o que vemos, é sublime sabedoria.
São Paulo, 24/01/2012 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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• Puro, limpo
Oh! Musas que meus versos regeis ao fado
Trazei-me o vício da beleza e perfeição
Condição inata de que tendes o condão
Envolto no sutil pensamento delicado
Oh! Musas que inspirais meu rude verso
Trazei do sábio o entendimento e do erudito
O poema mais lindo, que nunca foi escrito
Conjunto de palavras que no ar anda disperso
Para que neste palco, que é o universo
Possa elevar o esplendor e a grandeza
Que o omnipotente empresta à natureza
Projetando a cada dia a luz do sol *terso
Porque sem ela, nenhuma vida existiria.
Tudo o que vemos, é sublime sabedoria.
São Paulo, 24/01/2012 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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• Puro, limpo
👁️ 659
A Neve
A Neve
Oh! Que saudade me traz
Ver a neve branca e pura
Ver os telhados das casas
Cobertos daquela alvura
De manhã abrir a vidraça
Ver tudo da cor do linho
Logo cedo se alguém passa
Deixas as marcas no caminho
Bailam os flocos no ar
Caindo devagarzinho
São pétalas a alcatifar
As veredas e os caminhos
Vê-la cair lentamente
Com flocos em remoinho
Ela cai tão sutilmente
Que toca o chão de mansinho
É uma dádiva dos céus
Alcatifando a terra
Um colírio aos olhos meus
É uma benção na serra
Parece um manto de leite
Cobrindo a terra devassa
Sua beleza é um deleite.
Já a chaminé esfumaça !
São Paulo, 19/02/2010
Armando A. C. Garcia
Visite meublog:http://brisadapoesia.blogspot.com
Oh! Que saudade me traz
Ver a neve branca e pura
Ver os telhados das casas
Cobertos daquela alvura
De manhã abrir a vidraça
Ver tudo da cor do linho
Logo cedo se alguém passa
Deixas as marcas no caminho
Bailam os flocos no ar
Caindo devagarzinho
São pétalas a alcatifar
As veredas e os caminhos
Vê-la cair lentamente
Com flocos em remoinho
Ela cai tão sutilmente
Que toca o chão de mansinho
É uma dádiva dos céus
Alcatifando a terra
Um colírio aos olhos meus
É uma benção na serra
Parece um manto de leite
Cobrindo a terra devassa
Sua beleza é um deleite.
Já a chaminé esfumaça !
São Paulo, 19/02/2010
Armando A. C. Garcia
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👁️ 750
Afeição e Carinho
Afeição e Carinho
Mora afeição e carinho
Mora amor em nosso ninho
Peço a Deus que dure eras
O afeto com que o veneras
Se o amor tem encantos
E a natureza outros tantos
A primavera em flor
Matiza os prados de cor
O tempo esse malvado
Vai pondo o amor de lado
É contrário à natureza
Que renova sua beleza
A cada nova primavera
Odorando a atmosfera
Com o perfume das flores
Dá viço e vida às cores
Abrindo com esplendor
Novo ciclo de amor
Renovado a cada ano
Seu afeto soberano
Sê igual à natureza
Com sua imensa pureza
Não abandones o ninho
Onde há amor e carinho
Relembra teu velho amor
Curte nele a tua dor
Não pules de galho em galho
Sê pura igual ao orvalho
Se o vento bater mais forte
Não busques outro consorte
No galho da laranjeira
Morre a flor, vem a fruteira
Procura revigorá-lo
De alegrias explorá-lo
Com esperança e glória
Perpetuarás a vitória !
São Paulo, 07/10/2009
Armando A. C. Garcia
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Mora afeição e carinho
Mora amor em nosso ninho
Peço a Deus que dure eras
O afeto com que o veneras
Se o amor tem encantos
E a natureza outros tantos
A primavera em flor
Matiza os prados de cor
O tempo esse malvado
Vai pondo o amor de lado
É contrário à natureza
Que renova sua beleza
A cada nova primavera
Odorando a atmosfera
Com o perfume das flores
Dá viço e vida às cores
Abrindo com esplendor
Novo ciclo de amor
Renovado a cada ano
Seu afeto soberano
Sê igual à natureza
Com sua imensa pureza
Não abandones o ninho
Onde há amor e carinho
Relembra teu velho amor
Curte nele a tua dor
Não pules de galho em galho
Sê pura igual ao orvalho
Se o vento bater mais forte
Não busques outro consorte
No galho da laranjeira
Morre a flor, vem a fruteira
Procura revigorá-lo
De alegrias explorá-lo
Com esperança e glória
Perpetuarás a vitória !
São Paulo, 07/10/2009
Armando A. C. Garcia
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👁️ 718
Na Batalha do Mundo !
Na Batalha do Mundo !
Como um leão na batalha do mundo
Transpus florestas, à noite e sob sol
Visto a túnica da poesia, amor profundo
Desdobro do azul do céu o arrebol
Minha existência inteira tento poetar
Não sob protesto fútil, ou sentimental
Venho expondo diferença entre o bem e o mal
Mesmo que com isso possa desagradar
Eu sinto e vivo o que todo homem sente
De bardo*, sou um bacharel formado
Embora às vezes saíam como dum tornado
Frases do vernáculo, veneno de serpente
Noites de procela*, e dias de amargura
Numa rua escura, ou num amor candente,
Nos vagalhões do mar ou no sol ardente
A alma do poeta veste rija armadura
Extrai da pedra bruta ou da flor o viço
O néctar e o perfume do amor-perfeito
A alquimia*** do poeta sempre dá um jeito
Até p’ra tirar das abelhas o mel no cortiço
No topo da montanha, ou no sopé do vale
Nas asas de um arcanjo, ou no poder do mal
Em jardim florido, ou extenso seringal
A inspiração do poeta. É sempre igual !
Porangaba, 17/08/2011
Armando A. C. Garcia
* poeta
** tempestade
*** práticas químicas
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Como um leão na batalha do mundo
Transpus florestas, à noite e sob sol
Visto a túnica da poesia, amor profundo
Desdobro do azul do céu o arrebol
Minha existência inteira tento poetar
Não sob protesto fútil, ou sentimental
Venho expondo diferença entre o bem e o mal
Mesmo que com isso possa desagradar
Eu sinto e vivo o que todo homem sente
De bardo*, sou um bacharel formado
Embora às vezes saíam como dum tornado
Frases do vernáculo, veneno de serpente
Noites de procela*, e dias de amargura
Numa rua escura, ou num amor candente,
Nos vagalhões do mar ou no sol ardente
A alma do poeta veste rija armadura
Extrai da pedra bruta ou da flor o viço
O néctar e o perfume do amor-perfeito
A alquimia*** do poeta sempre dá um jeito
Até p’ra tirar das abelhas o mel no cortiço
No topo da montanha, ou no sopé do vale
Nas asas de um arcanjo, ou no poder do mal
Em jardim florido, ou extenso seringal
A inspiração do poeta. É sempre igual !
Porangaba, 17/08/2011
Armando A. C. Garcia
* poeta
** tempestade
*** práticas químicas
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👁️ 694
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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