Lista de Poemas

E que dê eu as costas ao mundo, quando o mundo me vira as costas, não é muito: mas que quando o mundo me mostra bom rosto dê eu de rosto ao mundo, esta é a valentia maior. Que quando o mundo se ri de vós, vós choreis por ele, oh!, fraqueza! Mas que quando o mundo se ri para vós, vós vos riais dele, oh!, valentia!

 

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Que errado anda o mundo, e mais o nosso, em julgar e introduzir que os passos vagarosos sejam os mais autorizados! Se por vagares se perde o mundo todo, como pode consistir a autoridade dele nos mesmos meios de sua perdição?

 

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Não pode haver nem mais bem governada, nem mais bem servida república que onde os ofícios forem os pretendentes e os homens os pretendidos.

 

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O mar é este mundo, cheio de tantos perigos, combatido de todos os ventos, exposto a tão frequentes tempestades.

 

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Não há cousa mais inconstante no mundo que os reinos, nem menos durável que sua glória e felicidade.

 

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O primeiro efeito, ou consequência, da necessidade é o desprezo da honra; o segundo, a destruição da virtude.

 

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Não há coisa tão dificultosa, tão árdua, tão repugnante à natureza, a que a não obrigue, a que a não renda, a que a não sujeite, não por vontade, mas por força e violência, a duríssima e inviolável lei da necessidade.

 

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Os mais felizes reinos não são aqueles que têm as mais bem entendidas cabeças, senão aqueles que têm as mais bem entendidas mãos.

 

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A necessidade, a pobreza, a fome, a falta do necessário para o sustento da vida é o mais forte, o mais poderoso, o mais absoluto império que despoticamente domina sobre todos os que vivem.

 

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Não é coisa nova na natureza haver terras que são fecundas para as plantas e estéreis para os frutos.

 

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