Lista de Poemas
O meu erro
O meu erro
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
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O meu erro
O meu erro
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
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O meu erro
O meu erro
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
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Se eu sobesse...
Se eu sobesse...
Abaixaria a arma, de Cabisbaixo eu me renderia
Não lutaria por ela
A trocaria pela pílula, e alguns papeis de samora
Me mictarria no mesmo dia que me engoli
Gritaria até no ouvido do silente, que não quero parir-me
Não nesta vida, talvez na próxima que virá.
(*Cansado de viver na miséria)
Autor: El-pintor
Abaixaria a arma, de Cabisbaixo eu me renderia
Não lutaria por ela
A trocaria pela pílula, e alguns papeis de samora
Me mictarria no mesmo dia que me engoli
Gritaria até no ouvido do silente, que não quero parir-me
Não nesta vida, talvez na próxima que virá.
(*Cansado de viver na miséria)
Autor: El-pintor
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Se eu sobesse...
Se eu sobesse...
Abaixaria a arma, de Cabisbaixo eu me renderia
Não lutaria por ela
A trocaria pela pílula, e alguns papeis de samora
Me mictarria no mesmo dia que me engoli
Gritaria até no ouvido do silente, que não quero parir-me
Não nesta vida, talvez na próxima que virá.
(*Cansado de viver na miséria)
Autor: El-pintor
Abaixaria a arma, de Cabisbaixo eu me renderia
Não lutaria por ela
A trocaria pela pílula, e alguns papeis de samora
Me mictarria no mesmo dia que me engoli
Gritaria até no ouvido do silente, que não quero parir-me
Não nesta vida, talvez na próxima que virá.
(*Cansado de viver na miséria)
Autor: El-pintor
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O meu erro
O meu erro
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
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O meu erro
O meu erro
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
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2000 depois dos primeiros 20
2000 depois dos primeiros 20
Dois mil anos depois
Alguns anos-luz se passaram
Caminhando vácuos e paraísos
Procurando o compatível vector da luz
Dois mil anos depois
O mundo pariu a mim
O hospedeiro reluz
Que a profecia prometeu
Dois mil anos depois
Surgiu o ser de capuz
Que pôs a praga do tempo
Cá dentro, em dois mil e vinte
-------------------
O ano da morte
Dois mil anos depois
O mundo treme
E pára tudo
Sintetiza crime
Separa tudo….
Dois mil anos depois
O mundo treme
Treme pelo meu nome
E sussurra-o dizendo, covid-19
Dois mil anos depois
Alguns anos-luz se passaram
Caminhando vácuos e paraísos
Procurando o compatível vector da luz
Dois mil anos depois
O mundo pariu a mim
O hospedeiro reluz
Que a profecia prometeu
Dois mil anos depois
Surgiu o ser de capuz
Que pôs a praga do tempo
Cá dentro, em dois mil e vinte
-------------------
O ano da morte
Dois mil anos depois
O mundo treme
E pára tudo
Sintetiza crime
Separa tudo….
Dois mil anos depois
O mundo treme
Treme pelo meu nome
E sussurra-o dizendo, covid-19
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O mundo malvado
O mundo malvado
O mundo não se resume apenas no globo azul de verde
Tem também o vermelho de fogo
Que arde até na noite, procurando a quem assolar
Para o dormir
O mundo verdadeiro tem garras
Do leão e cede do vampiro
Que caminha entre nós dando tiros
Destruindo sem puder contar o numero das guerras sofridas pela terra
Conhecer o universo não é conhecer o mundo
Que eu conheço
Que te dá, só para te arrancar como preço
Este mundo é mudo irmão
Se tem medo do cão, então não desfile nesse portão
Senão, se arrependerá de ter nascido neste mundo
O mundo não se resume apenas no globo azul de verde
Tem também o vermelho de fogo
Que arde até na noite, procurando a quem assolar
Para o dormir
O mundo verdadeiro tem garras
Do leão e cede do vampiro
Que caminha entre nós dando tiros
Destruindo sem puder contar o numero das guerras sofridas pela terra
Conhecer o universo não é conhecer o mundo
Que eu conheço
Que te dá, só para te arrancar como preço
Este mundo é mudo irmão
Se tem medo do cão, então não desfile nesse portão
Senão, se arrependerá de ter nascido neste mundo
👁️ 17
Por ser uma estrada
Por ser uma estrada
Caminhavam e me pisavam com pernas estragadas
Com arco vestido de preto, como se fosse um nada
Desdenhavam e zombavam com bocas de rodas
Como se soubessem que era uma estrada
De verdade
Gritavam e saltavam quando me chamavam de covarde
Diminuto, só porque era mestre de bodes
E ainda me chamavam de tractor verde
Sou porque não me cansava, pela minha virtude
Única
Que fez de mim, um ser que cria os dias
Não porque tenho sempre as claras, tenho também as sombrias
Assim como qualquer um que caminha
Em busca da verdade que se esconde
Nas artimanhas de andorinhas.
Caminhavam e me pisavam com pernas estragadas
Com arco vestido de preto, como se fosse um nada
Desdenhavam e zombavam com bocas de rodas
Como se soubessem que era uma estrada
De verdade
Gritavam e saltavam quando me chamavam de covarde
Diminuto, só porque era mestre de bodes
E ainda me chamavam de tractor verde
Sou porque não me cansava, pela minha virtude
Única
Que fez de mim, um ser que cria os dias
Não porque tenho sempre as claras, tenho também as sombrias
Assim como qualquer um que caminha
Em busca da verdade que se esconde
Nas artimanhas de andorinhas.
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