Lista de Poemas

flores que quer tê-las, mas não sê-las


flores que quer tê-las, mas não sê-las 

Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.

Chitlhango, S53l89 de Chibuto
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As flores que quer tê-las, mas não sê-las


As flores que quer tê-las, mas não sê-las 

Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.

Chitlhango, S53l89 de Chibuto
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Sou poeta, por acidente (Identidades Ocultas)

Sou poeta porque sinto
O que sente

Não por escolha
Simplesmente sinto
Amor….
Dor, fervor….
Ardor de algo que não sinto
Completamente
Apenas nacos de sentimentos
- Manipuladores
- Metamorfos

Que saiem de dentro para fora
Como palavras
Em versos
Estruturados em estrofes
Que as vezes nada dizem
Literalmente

Metaforicamente descrevem tudo
Tudo que sinto sem querer
Fizeram de mim um poeta por acidente
E ainda foi por acidente que escrevi este poema.
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O meu fracasso (Ignorância Humana)

Quando criança, eu sonhava
Em ser uma uva, eu sonhava
Por sorte, tornei-me uva
Em ser banhado pela chuva,
Também sonhava

Quando adulto, de sonhar eu parei
Sem locomoção, como arvore parei
De produzir oxigénio, também parei


Quando velho, eu me arrependi…
Do parar eu me arrependi…
Da covardia também me arrependi…
E da vida miserável eu desisti

Quando morto, eu me perguntei…
Será que a minha vida alguma coisa valeu?
Em ter resposta, ávido fiquei
E morri novamente
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