Lista de Poemas
VIVERÁS
Viverás
Em meus pensamentos
E na minha vida
Eternamente viverás
Sentirei o teu calor
Mas entre recordações e melodias
Viverei sem ti
Sem esse olhar
Chorando por esse sorriso de lágrimas caídas
Eternamente viverás
Na minha vida e no sol de cada de dia
Viverás
Em cada pedra dos caminhos que percorro
Viverás
Em cada cama onde me deito
E nessa ilusão de carícias e de amores perdidos
Viverás
Sempre em mim, nesse âmago eterno
Viverás
E mesmo que outros jardins percorra
Em cada flor poisando
Nos meus pensamentos
Eternamente viverás
Viverás
Nas canções que canto
Que não sabendo porquê
São cantadas para ti
E em cada verso
Que no olhar trocamos
Eternamente Viverás
Viverás
Em cada lágrima
Com sabor a sal
E com amor
Secando meus lábios
Eternamente viverás
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Hoje é dia de...SONHO
Hoje é dia de...
SONHO
soube que o sonho anda perdido por aí
solto, liberto, mas perdido
é preciso agarrar de novo os sentidos
levá-los a despertar da letargia da hora
do pecado do momento,
da paixão que se acaba
obrigar o ecoar dos corações
e sentir o ventre da lua
voltar a acreditar que novo dia
nova lua de esperança nos trará
é preciso acreditar
que todos os dias
quando o som do vento mostra a face
a vida desperta e sorri para o futuro
viaja no novo amanhã
ao sabor das nuvens que cobrem as montanhas
das ordens dos homens
ou do ultimo movimento do firmamento
SONHO
soube que o sonho anda perdido por aí
solto, liberto, mas perdido
é preciso agarrar de novo os sentidos
levá-los a despertar da letargia da hora
do pecado do momento,
da paixão que se acaba
obrigar o ecoar dos corações
e sentir o ventre da lua
voltar a acreditar que novo dia
nova lua de esperança nos trará
é preciso acreditar
que todos os dias
quando o som do vento mostra a face
a vida desperta e sorri para o futuro
viaja no novo amanhã
ao sabor das nuvens que cobrem as montanhas
das ordens dos homens
ou do ultimo movimento do firmamento
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OIÇO O VENTO
Já oiço o vento rasante e frio
Vem buscar a tristeza
Que se quer anichar no meu colo...
Os olhos cerrados
No corpo aberto
Tua brisa me violentando
A luz do sonho e da felicidade
Afasta a tristeza
Me possuindo
Me iluminando
Como se fosse um pedaço teu
Arrancado ao seu caminho…
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FUGIRIA...
Fugiria
Desse teu olhar que me acorrenta
Se forças tivesse
Fugiria
Desse vento que me envias
Em tempestades de cio
Fugiria
Deste fado que me domina,
Mas não consigo
És o alento
Que me dá vida e me destrói
Doce amargo que me corrói
E desfaz meu coração,
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VENTO QUE ME SECA
Deste vento
Que me seca por dentro
E me acorrenta ao seu rumo
Tento fugir
Desligar-me deste freio
Por entre rajadas
Disparadas á queima-roupa
E entre ais
Por entre nós
Para ti que não estou,
Escapo
E dos meus muros me liberto
Fugindo de mim
… Assim me vou
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Hoje é dia de... volta à escola
Numa visita à escola,
sentado à velha secretária
acorrentado a esse U geométrico
mas pleno de vontade e nostalgia
abre-se a porta
e alguém me propõe que abrace
um momento marcante da minha vida:
Como se a vida não fosse de si marcante
a cada dia que passa
Desde o voltar do sol que nas serras desponta,
à brisa do vento que nos seca
Da chuva miudinha ou nuvem ensolarada,
às correntes e marés que bonanças não anunciam
Do outro lado do mundo que para o dia desponta
à lua que marca as nossas estações
actualmente travestidas doutras aragens
Mas na nossa vida
marcante será tudo o que gira
o que fira nossos olhos e corações
o que desperte angústias, alegrias
pesares e emoções
Todas as palavras e sorrisos que por nós passam
e repetidamente marcas nos deixam
E com os pensamentos acostando
escrevo sobre alguns dos mais marcantes momentos
certo de haver esquecido algum
escrevo numas poucas linhas
o que não se pode dizer em dezenas de páginas escritas
o amor, a saudade
os entes queridos, meu ar
o filme desses acontecimentos nesta página não cabe
é demasiado sentir
que nenhum livro pode abraçar
Sfsousa
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Amanhecer
Amanhecer no Alentejo
a manhã acaba de sorrir
quando os grilos saem da toca
soltando notas estridentes ao ouvido
abraçando este silêncio
que chega à planície com o despertar da aurora
e se refugia nestes espaços imensos
que ternuramente me abraçam
e de amor selvagem me possuem
a manhã acaba de sorrir
quando os grilos saem da toca
soltando notas estridentes ao ouvido
abraçando este silêncio
que chega à planície com o despertar da aurora
e se refugia nestes espaços imensos
que ternuramente me abraçam
e de amor selvagem me possuem
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Outono...
Vi, cheirei e senti
O Outono mergulhou em mim
Com as suas cores vibrantes
Amarelas, castanhas, risonhas
Secas e morrendo felizes
Atingindo toda sua grandeza
Tocaram o céu do seu amor
Abraçaram outras estações
passando sorridentes
felizes, alegrando ilusões
Cores de outras cores reflectindo
Despertando amores
Nos corações que nas suas cores
Amores eternos foram prometendo
A tudo resistindo
ao sol, à vida, à luz
às promessas
Mas, com a chegada do Outono,
as cores atingiram o seu êxtase
mostraram o seu íntimo
E sorrindo a quem passa
foram caindo
rolando pelo chão
dando vida a outras vidas
Recomeçando de novo
todos os anos
caindo com subtil fraqueza
mas despontando de novo
na Primavera com aquela força
que só o amor perdoa
e corajosamente revive
O Outono mergulhou em mim
Com as suas cores vibrantes
Amarelas, castanhas, risonhas
Secas e morrendo felizes
Atingindo toda sua grandeza
Tocaram o céu do seu amor
Abraçaram outras estações
passando sorridentes
felizes, alegrando ilusões
Cores de outras cores reflectindo
Despertando amores
Nos corações que nas suas cores
Amores eternos foram prometendo
A tudo resistindo
ao sol, à vida, à luz
às promessas
Mas, com a chegada do Outono,
as cores atingiram o seu êxtase
mostraram o seu íntimo
E sorrindo a quem passa
foram caindo
rolando pelo chão
dando vida a outras vidas
Recomeçando de novo
todos os anos
caindo com subtil fraqueza
mas despontando de novo
na Primavera com aquela força
que só o amor perdoa
e corajosamente revive
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Outono...
Vi, cheirei e senti
O Outono mergulhou em mim
Com as suas cores vibrantes
Amarelas, castanhas, risonhas
Secas e morrendo felizes
Atingindo toda sua grandeza
Tocaram o céu do seu amor
Abraçaram outras estações
passando sorridentes
felizes, alegrando ilusões
Cores de outras cores reflectindo
Despertando amores
Nos corações que nas suas cores
Amores eternos foram prometendo
A tudo resistindo
ao sol, à vida, à luz
às promessas
Mas, com a chegada do Outono,
as cores atingiram o seu êxtase
mostraram o seu íntimo
E sorrindo a quem passa
foram caindo
rolando pelo chão
dando vida a outras vidas
Recomeçando de novo
todos os anos
caindo com subtil fraqueza
mas despontando de novo
na Primavera com aquela força
que só o amor perdoa
e corajosamente revive
O Outono mergulhou em mim
Com as suas cores vibrantes
Amarelas, castanhas, risonhas
Secas e morrendo felizes
Atingindo toda sua grandeza
Tocaram o céu do seu amor
Abraçaram outras estações
passando sorridentes
felizes, alegrando ilusões
Cores de outras cores reflectindo
Despertando amores
Nos corações que nas suas cores
Amores eternos foram prometendo
A tudo resistindo
ao sol, à vida, à luz
às promessas
Mas, com a chegada do Outono,
as cores atingiram o seu êxtase
mostraram o seu íntimo
E sorrindo a quem passa
foram caindo
rolando pelo chão
dando vida a outras vidas
Recomeçando de novo
todos os anos
caindo com subtil fraqueza
mas despontando de novo
na Primavera com aquela força
que só o amor perdoa
e corajosamente revive
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DESEJO E DOR
O vento passa
E com suas canções me toca
Animando meu corpo
Que por ti espera
O desejo no ar
Desfaz as palavras na minha boca
Espero
E as luzes da cidade
Que rodeiam meu corpo
Em silêncio me acompanham
Me fazem sonhar
Com teu ar e perfume
Que neste desejo e dor
Me alimentam
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Comentários (2)
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joaoeuzebio
2020-08-02
Fantastico este outro lado do silencio invandindo minhas veias viajei dentro de cada palavra parabéns amigo um abraço
marniellyfs
2018-11-11
Que linda poesia,realmente me tocou
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