Lista de Poemas
CREPÚSCULO
Os velhos às vezes conversam demais
São casos enfadonhos e repetitivos
As coisas passadas, deixemos pra trás!
Prosas antigas nos cansam os ouvidos
As vezes em silêncio, com um olhar vazio
O velho se ausenta e mergulha no tempo
Busca refrigério num mundo esquecido
Nada mais nos fala é só seu o momento
Pra onde vai sua alma naquele mergulho?
Por que tanto se enoja e foge da gente?
É que é duro ser visto um peso ou entulho
Quem passou sua vida cuidando da gente
Ela vai para onde a mesquinhez não chega
Lá onde os velhos e novos são todos iguais
Onde os braços de Cristo é quem aconchega
Onde a velhice é apenas o alcançar da paz
São casos enfadonhos e repetitivos
As coisas passadas, deixemos pra trás!
Prosas antigas nos cansam os ouvidos
As vezes em silêncio, com um olhar vazio
O velho se ausenta e mergulha no tempo
Busca refrigério num mundo esquecido
Nada mais nos fala é só seu o momento
Pra onde vai sua alma naquele mergulho?
Por que tanto se enoja e foge da gente?
É que é duro ser visto um peso ou entulho
Quem passou sua vida cuidando da gente
Ela vai para onde a mesquinhez não chega
Lá onde os velhos e novos são todos iguais
Onde os braços de Cristo é quem aconchega
Onde a velhice é apenas o alcançar da paz
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Happy Hour
Sai mais uma vez ao vento
Enche tua alma da brisa
Ventura do amor e alento
Que a toda dor cicatriza
Ainda que em tempo incerto
Teu ser, encontrar precisa
Oculto em um olhar discreto
A graça de uma Monalisa
Corre, abandona a carga
Vai de encontro ao destino
Há muita vida além desta serra
Apressa-te, a noite não tarda
O trem do tempo é mesquinho
Para pouco e a ninguém espera
Enche tua alma da brisa
Ventura do amor e alento
Que a toda dor cicatriza
Ainda que em tempo incerto
Teu ser, encontrar precisa
Oculto em um olhar discreto
A graça de uma Monalisa
Corre, abandona a carga
Vai de encontro ao destino
Há muita vida além desta serra
Apressa-te, a noite não tarda
O trem do tempo é mesquinho
Para pouco e a ninguém espera
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DESCRENÇA
Não creio:
- No tempo como instrumentalidade do perdão;
- No arrependimento sem lágrimas;
- No amor que não se expressa em obras;
- Nas mudanças sem a firmeza dos propósitos;
- Na solidariedade dos discursos;
- No perdão cunhado em bronze;
- Nas amizades curtidas nos interesses;
- Na alegria regada no mosto;
- Na caridade do sobejo;
- Na ideologia da conveniência;
- Na fé que não enfrenta as tempestades;
- Na justiça dos impróbios;
- Na felicidade dos profanos;
- Na paz dissociada da decência;
- Na esperança não fundamentada na Cruz.
- No tempo como instrumentalidade do perdão;
- No arrependimento sem lágrimas;
- No amor que não se expressa em obras;
- Nas mudanças sem a firmeza dos propósitos;
- Na solidariedade dos discursos;
- No perdão cunhado em bronze;
- Nas amizades curtidas nos interesses;
- Na alegria regada no mosto;
- Na caridade do sobejo;
- Na ideologia da conveniência;
- Na fé que não enfrenta as tempestades;
- Na justiça dos impróbios;
- Na felicidade dos profanos;
- Na paz dissociada da decência;
- Na esperança não fundamentada na Cruz.
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O MÉDICO
Quase sempre de branco
Mas carmesim é sua cor
Na aflição e no pranto
Rege a música da dor
A quem primeiro socorre?
Cabe a ele o julgar
Até conhece o que morre
Mas não o pode chorar
É mal súbito ou crônico?
Que se pode fazer?
É local ou sistêmico?
Pode-se reverter?
Se o consegue, é exaltado
Mas se não, é incompetente!
Não importa o estado
Dê-se a vida ao doente!
Quem conhece suas mágoas?
Quem já o ouvir chorar?
Quem esqueceu suas chagas
E foi a ele abraçar?
Quando olham pra ele
Todos só se lembram de si
Mas, só abracem hoje a ele
Pois ele também quer sorrir
Mas carmesim é sua cor
Na aflição e no pranto
Rege a música da dor
A quem primeiro socorre?
Cabe a ele o julgar
Até conhece o que morre
Mas não o pode chorar
É mal súbito ou crônico?
Que se pode fazer?
É local ou sistêmico?
Pode-se reverter?
Se o consegue, é exaltado
Mas se não, é incompetente!
Não importa o estado
Dê-se a vida ao doente!
Quem conhece suas mágoas?
Quem já o ouvir chorar?
Quem esqueceu suas chagas
E foi a ele abraçar?
Quando olham pra ele
Todos só se lembram de si
Mas, só abracem hoje a ele
Pois ele também quer sorrir
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A ECLOSÃO
De repente ela caiu em si - estava só. Descobriu que a sua fortaleza de pedra, intransponível aos olhos do mundo, a qual pensara por tanto tempo ser o seu refúgio era de fato o seu degredo. Lá isolou seus entes da crueldade do mundo, do desenfreio urbano e da lascívia do consumismo. Sua casa fortificada a consumira em cuidados. Passara os melhores dias da sua vida postada de sentinela, lutando para que as angústias da vida não atingisse aos seus filhos como havia feito com ela. A procriação transforma os sentimentos humanos. Troca-se o fascínio da aventura pela âncora da segurança. Faz do comedor de ovos um guardião de ninhos, da faladora desbocada a voz da prudência e o ditame da moralidade.
Tudo parece seguro até que os ovos eclodem. As janelas agora não são forçadas por fora, mas abertas por dentro em surdina à sombra da confiança. São os filhos que quebram as cascas dos ovos, por isso são chamados de rebentos. É dura e triste a sensação de ter lutado em vão. Os sonhos construídos na fornalha do sacrifício são agora desfeitos na moenda do descaso, da ingratidão explícita e no curtume da indiferença. O segundo parto dói muito mais que o primeiro. No primeiro o sonho alivia a dor, mas no segundo é o desfazer dos sonhos que provoca as dores. Num nasce a esperança no outro a desilusão. Num a alegria de conhecer quem chega no outro a tristeza de se desconhecer quem parte.
Já não sabe se chora por si ou por eles. A dor da desilusão é tão profunda quanto a amargura do desterro. Busca conforto no sentimento da obrigação cumprida, mas este foge dela lançando-lhe ao rosto a sua vida usada e o seu esforço inútil em favor de quem não o merecia. Posteriormente, depois de aprender a suportar a amargura da derrota, tentará achar no sorriso infante de seus netos o bálsamo de gratidão que lhes devia os filhos. Pensando bem, se tivesse a chance de recomeçar, faria tudo do mesmo jeito. Carregaria consigo a dor da abnegação vazia, mas guardaria sempre em seu bojo a certeza de que amou acima da razão e que tudo fez para que eles fossem plenamente felizes.
Tudo parece seguro até que os ovos eclodem. As janelas agora não são forçadas por fora, mas abertas por dentro em surdina à sombra da confiança. São os filhos que quebram as cascas dos ovos, por isso são chamados de rebentos. É dura e triste a sensação de ter lutado em vão. Os sonhos construídos na fornalha do sacrifício são agora desfeitos na moenda do descaso, da ingratidão explícita e no curtume da indiferença. O segundo parto dói muito mais que o primeiro. No primeiro o sonho alivia a dor, mas no segundo é o desfazer dos sonhos que provoca as dores. Num nasce a esperança no outro a desilusão. Num a alegria de conhecer quem chega no outro a tristeza de se desconhecer quem parte.
Já não sabe se chora por si ou por eles. A dor da desilusão é tão profunda quanto a amargura do desterro. Busca conforto no sentimento da obrigação cumprida, mas este foge dela lançando-lhe ao rosto a sua vida usada e o seu esforço inútil em favor de quem não o merecia. Posteriormente, depois de aprender a suportar a amargura da derrota, tentará achar no sorriso infante de seus netos o bálsamo de gratidão que lhes devia os filhos. Pensando bem, se tivesse a chance de recomeçar, faria tudo do mesmo jeito. Carregaria consigo a dor da abnegação vazia, mas guardaria sempre em seu bojo a certeza de que amou acima da razão e que tudo fez para que eles fossem plenamente felizes.
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BRANCA DE NEVE
Já não quero mais caminhar
Eu ando trôpego sem ti
Teu passo era meu compasso
Já não quero mais conversar
Ninguém me escutava como tu
Entendias o que não falei
Não há mais anedotas a contar
Ninguém sorria como tu
Debochavas de mim com ternura
Não há mais com o que sonhar
A minha inspiração eras tu
Encanto que se desfez
Não há muito a se explicar
A Branca era de neve
E ao calor do sol derreteu
Não houve final feliz
O castelo foi demolido
E a princesa morreu
Eu ando trôpego sem ti
Teu passo era meu compasso
Já não quero mais conversar
Ninguém me escutava como tu
Entendias o que não falei
Não há mais anedotas a contar
Ninguém sorria como tu
Debochavas de mim com ternura
Não há mais com o que sonhar
A minha inspiração eras tu
Encanto que se desfez
Não há muito a se explicar
A Branca era de neve
E ao calor do sol derreteu
Não houve final feliz
O castelo foi demolido
E a princesa morreu
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E N S I N O M E D Í O
Não precisa estudar nada
Quem quer fazer faculdade
Só reprova quem não paga
É uma nova realidade
Ralar em livro é absurdo
Estudar é coisa brega
A internet tem tudo
Marca-se, cola e entrega
Quatro anos passam rápido
É um ótimo investimento
Com um cachê intermediário
Forma-se antes do tempo
Se for gente de influência
Logo estará empregado
Numa ONG, na Previdência
Quiçá até no Senado
Entre em cargo de confiança
Por um amigo deputado
E em acordos de lideranças
Serás logo efetivado
É o novo ensino m e d í o
Que o PT implantou
Medíocre em todos os termos
Honoris causa ao "doutor"!
Quem quer fazer faculdade
Só reprova quem não paga
É uma nova realidade
Ralar em livro é absurdo
Estudar é coisa brega
A internet tem tudo
Marca-se, cola e entrega
Quatro anos passam rápido
É um ótimo investimento
Com um cachê intermediário
Forma-se antes do tempo
Se for gente de influência
Logo estará empregado
Numa ONG, na Previdência
Quiçá até no Senado
Entre em cargo de confiança
Por um amigo deputado
E em acordos de lideranças
Serás logo efetivado
É o novo ensino m e d í o
Que o PT implantou
Medíocre em todos os termos
Honoris causa ao "doutor"!
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COTAS RACIAIS
é cretinice, é hipocrisia:
Querer que navegue em trevas
Quem nunca viu a luz do dia
é afronta, é insanidade:
Matar por sucumbência e desengano
Aos que se negou o ensino de qualidade
Não é coceira ou virose
Aprendizado é um processo
Nunca vi conhecimento se transferir por osmose
é muita petulância:
Matam a escola por inércia
E fazem da faculdade o sepulcro da ignorância
é a política mesquinha
E não a cor quem segrega
é caviar para elite, prá pobre pão e farinha
Prá os filhos de apadrinhados
Há creches escolas e transporte
Mas lá na periferia, até o lanche é mofado
é um plano vil, plano macabro
Jogam os pobres no fogo
Fazendo-os sentirem-se os culpados
Querer que navegue em trevas
Quem nunca viu a luz do dia
é afronta, é insanidade:
Matar por sucumbência e desengano
Aos que se negou o ensino de qualidade
Não é coceira ou virose
Aprendizado é um processo
Nunca vi conhecimento se transferir por osmose
é muita petulância:
Matam a escola por inércia
E fazem da faculdade o sepulcro da ignorância
é a política mesquinha
E não a cor quem segrega
é caviar para elite, prá pobre pão e farinha
Prá os filhos de apadrinhados
Há creches escolas e transporte
Mas lá na periferia, até o lanche é mofado
é um plano vil, plano macabro
Jogam os pobres no fogo
Fazendo-os sentirem-se os culpados
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SÓ PRA VER TEU SORRISO
Passei pelo Face para ver teu sorriso
Pois me encanta, fascina e mexe comigo
Traz da vida doçuras que eu já havia esquecido
Dá-me orgulho e alegria o eu ser teu amigo.
Quando eu estava tristonho, fui lá ver teu sorriso
Contei piadas sem graça, só pra ver teu sorriso
Levantei altas horas, fui buscar teu sorriso
Incipientes poemas, só prá ver teu sorriso.
Tu estás tão distante, mas tenho o teu sorriso
Teu calor eu não sinto, mas o imagino comigo
Que beleza inefável, é este teu lindo sorriso
Abundante e irrestrito, a dar vida aos amigos.
Pois me encanta, fascina e mexe comigo
Traz da vida doçuras que eu já havia esquecido
Dá-me orgulho e alegria o eu ser teu amigo.
Quando eu estava tristonho, fui lá ver teu sorriso
Contei piadas sem graça, só pra ver teu sorriso
Levantei altas horas, fui buscar teu sorriso
Incipientes poemas, só prá ver teu sorriso.
Tu estás tão distante, mas tenho o teu sorriso
Teu calor eu não sinto, mas o imagino comigo
Que beleza inefável, é este teu lindo sorriso
Abundante e irrestrito, a dar vida aos amigos.
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A PARTIDA
Eu quero tanto saber por que partiste
de modo súbito qual estrela cadente
Por que a noite enluarada de minha vida
deixaste em trevas assim tão de repente?
Não sei se quero saber de sua partida
explicações que nada podem reparar
Talvez agucem e magoem as feridas
Que o tempo tenta em vão cicatrizar
Não quero nunca saber os teus motivos,
se outra paixão ou se de mim rancor
Ao desengano, a dúvida eu prefiro
pois assim penso que ainda és meu amor.
Eu quero tanto esquecer tua partida,
não com um amor que me sirva de consolo,
mas com o raiar de minha outra nova vida,
que só começa no anunciar de seu retorno
de modo súbito qual estrela cadente
Por que a noite enluarada de minha vida
deixaste em trevas assim tão de repente?
Não sei se quero saber de sua partida
explicações que nada podem reparar
Talvez agucem e magoem as feridas
Que o tempo tenta em vão cicatrizar
Não quero nunca saber os teus motivos,
se outra paixão ou se de mim rancor
Ao desengano, a dúvida eu prefiro
pois assim penso que ainda és meu amor.
Eu quero tanto esquecer tua partida,
não com um amor que me sirva de consolo,
mas com o raiar de minha outra nova vida,
que só começa no anunciar de seu retorno
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Comentários (2)
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2014-09-07
Obrigado Eusébio, espero vê-lo cheio de inspirações felizes.
2014-09-06
Que bom ler teus poemas meu amigo estive andando por ai a procura de inspiração e voltei cheio de desejos e para começar quiz ler algo novo algo que me encante assim como teus poemas um abraço
Nasci e cresci pobre, mas não tenho vergonha disso. Sofri na pele as injustiças da pobreza, mas mesmo assim vivi feliz pois não conhecia a sua verdadeira fonte. Saudei heróis forjados na podridão, mas vestidos no linho fino do engodo e da publicidade paga. Sobrevivi milagrosamente à miséria por puro lampejo da graça divina.
Sonhei com um mundo livre e justo. Acreditei que as oportunidades eram uma questão de esforço e que o sucesso só dependia da capacidade e do desprendimento. Pensei que os homens bons transformariam o mundo e que as injustiças seriam aniquiladas pela educação e a sensatez
Infelizmente, a maturidade revelou-me que os pobres são mais pobres de espírito que de oportunidades. Que os ricos, pra se fazerem ricos, já venderam a alma. Que as oportunidades não surgem, são compradas às escuras. Que a decência, quase sempre, sucumbe à propina e ao favorecimento. Que os idealistas se vendem ao poder. Que os justos não subsistem no trono. Que a caridade quase sempre não é cega. Que a violência e a miséria são orquestradas do trono. Que a abnegação tem a infâmia como troco. Que as pessoas amam mais imundícia que a dignidade. Que os insanos são mais aplaudidos que os sensatos. Que a morte é triste, mas sem ela os homens seriam eternos escravos de seus páreos.
Hoje eu luto, não mais para reformar o mundo, mas para não ser sucumbido por ele. Sofro para provar que nem toda dignidade está à venda. Combato a indecência e imoralidade, mesmo sabendo que perderei a batalha. Quero morrer com orgulho, não de ter vencido a guerra, mas de ter lutado sempre em defesa do que é correto. Não quero ser lembrado por ter mudado o mundo, mas apenas por não ter feito coro com aqueles que o tornam fétido.
Algum dia, espero que ainda longe, esta será apenas mais uma página esquecida e provavelmente apagada por falta de manutenção ou custeio. Todavia, antes que este dia chegue, quero fazer transbordar nela as inquietudes da minha alma; fazer soar os clarins da vida, sem ter a presunção de ser o dono da verdade, mas convicto de que proclamei meus erros como alerta aos jovens e chamei à reflexão os pensadores em busca de uma vida mais digna e próspera para as gerações vindouras.
Sonhei com um mundo livre e justo. Acreditei que as oportunidades eram uma questão de esforço e que o sucesso só dependia da capacidade e do desprendimento. Pensei que os homens bons transformariam o mundo e que as injustiças seriam aniquiladas pela educação e a sensatez
Infelizmente, a maturidade revelou-me que os pobres são mais pobres de espírito que de oportunidades. Que os ricos, pra se fazerem ricos, já venderam a alma. Que as oportunidades não surgem, são compradas às escuras. Que a decência, quase sempre, sucumbe à propina e ao favorecimento. Que os idealistas se vendem ao poder. Que os justos não subsistem no trono. Que a caridade quase sempre não é cega. Que a violência e a miséria são orquestradas do trono. Que a abnegação tem a infâmia como troco. Que as pessoas amam mais imundícia que a dignidade. Que os insanos são mais aplaudidos que os sensatos. Que a morte é triste, mas sem ela os homens seriam eternos escravos de seus páreos.
Hoje eu luto, não mais para reformar o mundo, mas para não ser sucumbido por ele. Sofro para provar que nem toda dignidade está à venda. Combato a indecência e imoralidade, mesmo sabendo que perderei a batalha. Quero morrer com orgulho, não de ter vencido a guerra, mas de ter lutado sempre em defesa do que é correto. Não quero ser lembrado por ter mudado o mundo, mas apenas por não ter feito coro com aqueles que o tornam fétido.
Algum dia, espero que ainda longe, esta será apenas mais uma página esquecida e provavelmente apagada por falta de manutenção ou custeio. Todavia, antes que este dia chegue, quero fazer transbordar nela as inquietudes da minha alma; fazer soar os clarins da vida, sem ter a presunção de ser o dono da verdade, mas convicto de que proclamei meus erros como alerta aos jovens e chamei à reflexão os pensadores em busca de uma vida mais digna e próspera para as gerações vindouras.
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