Lista de Poemas
🔴 Fardo tropical
A sina de Portugal foi ter “descoberto” o Brasil. Durante muitos anos, existia um gênero de piada: piada de português. Em filmes, inclusive na escola, tratamos a Descoberta como um acidente e D. João VI como um trapalhão comedor compulsivo de engorduradas coxinhas de frango.
No entanto, a terrinha de além-mar trata Lula como o que ele é: uma piada de brasileiro. Mais que isso, ele é o mentiroso que tomou o poder dando o golpe da picanha e, na China, não ficou sequer ruborizado ao afirmar que assiste ao campeonato chinês de futebol. Tá.
Pois, os jornalistas portugueses tiveram coragem de fazer perguntas embaraçosas, coisa que nossos repórteres não ousam tentar, pois Lula repreende-os com arrogância. Em Portugal, ele só encontrou um subterfúgio para fugir das perguntas incômodas: não compreender... a língua!
Fuga, compras, a enorme comitiva presidencial (Carreta Furacão), um mandatário que se faz de sonso e protestos. Sim, houve protestos. Os lusitanos, sempre literais, chamaram Lula do que ele realmente é: ladrão; e lembraram-no qual é o seu lugar: na prisão. Portugal extraiu pau-brasil e enviou náufragos, traficantes e degredados, mas não aceitam o maior cara de pau do Brasil. Desconfio, apenas com o périplo petista pelo mundo, nosso superávit primário de corrupção está garantido.
Um capítulo dessa ópera bufa foi a deslumbrada com o poder, que atende por Janja, fazendo compras na loja classe A da grife ‘Ermenegildo Zegna’. Esse é o exemplo da “esquerda caviar” que odeia a classe média. Bonnie & Clyde atacam em Portugal. Infelizmente, receberemos essa devolução indesejada. A vanguarda do atraso, o principal mantenedor do atraso brasileiro quer continuar a destruição enquanto a Janja esbanja. Será que o País suposta até 2026?
Com as imagens “vazadas” relativas ao 8 de Janeiro, vimos o repórter fotográfico da agência internacional de notícias, ‘Reuters’, “trabalhando” e produzindo as imagens que contam a nossa história. O fotógrafo picareta deu uma aula de como manipular fatos de modo a criar a narrativa que interessa ao mundo.
Os versos do Chico Buarque devem ser repetidos, porém, agora, sem ironia:
“Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal”
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🔴 Negócios da China
O chanceler russo, Sergey Lavrov, desembarcou aqui, para um périplo que inclui a Venezuela, Nicarágua e Cuba. Demonstrando o total desprestígio pelo sujeito que tomou o poder em Brasília, o chanceler saiu do avião trajando uma roupa de quem vai correr no Ibirapuera. Realmente, a autoridade internacional dava a entender que receberia uma tocha olímpica e sairia trotando.
O papagaio do Putin, digo, Lula está mostrando ao mundo como age um legítimo pária internacional: tenta agradar a “todes”, digo, todos, mas desagrada a todo mundo. Essa tática funciona aqui, quando ele consegue enganar trabalhadores e empresários falando o que querem ouvir.
Mais uma vez, Lula falou da guerra entre Rússia e Ucrânia com uma simplicidade constrangedora. Entretanto, o que me chamou a atenção foi a insistência que repetiu a palavra “paz”. Saindo de sua boca, o termo é, já conhecemos bem, vazio. No entanto, isso é um claro aceno à ONU (Organização das Nações Unidas), que contempla gestos, ao invés de ações.
Em mais um jeito simplificado de enxergar o mundo, Lula sugeriu trocar a “moeda mundial”: por que o dólar? Rapidamente, eu lamentei não possuir mais meu dinheirinho do ‘Banco Imobiliário”. Eu sempre desconfiei que meus esforços em cada notinha de 100 e 500 que furtei não seria em vão. Contudo (ou com nada), não disponho mais daquele terreno na avenida Faria Lima, das casinhas do Brooklin, do hotel em Copacabana e da companhia de táxi aéreo.
Estaleca, cartoleta, bitcoin, raspadinha, Carnê do Baú, cartelas do Papa Tudo e Tele Sena vencidas, com o raciocínio tacanho do sindicalista, faz sentido juntar todas as modalidades de tranqueiras monetárias. Ao menos a carta “saída livre da prisão” poderá ser muito útil. Por enquanto, acho que a carta é “revés”.
As declarações de Lula deram uma espécie de “start” para um rearranjo geopolítico. O chanceler russo correu para sua turnê sul e centro-americana. Ele desembarcou vestido duma maneira que eu não teria coragem de viajar até Campinas. No entanto, parece que alguém o encontrou num boteco e chamou para “dar um pulo” no Brasil. Essa pressa pode revelar muito.
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🔴 Lula deixou os brasileiros a ver navios
Tarde demais, mas eu descobri que havia uma alternativa à Praça da Sê para eu conseguir um Atestado de Saúde. Nunca fiz essa manobra, mas já acordei indisposto para empregar a minha força de trabalho numa firma. O general Gonçalves Dias foi muito mais ligeiro e conseguiu o documento com um médico amigo e faltou a um compromisso comprometedor.
A invasão ao Capitólio, nos Estados Unidos, guarda algumas semelhanças com a invasão da Praça dos Três Poderes. A semelhança foi maior quando as imagens foram divulgadas. Como eu já havia escrito, o acontecimento não passou de uma “false flag”, revelando que o episódio seguiu um método. Traduzindo: o governo federal estimulou a destruição e atribuiu à oposição, de modo a tirar proveito disso.
Em 1933, o Reichstag (prédio do parlamento alemão) foi incendiado. O recém-empossado chanceler Hitler reagiu ao atentado cometendo diversas arbitrariedades contra inimigos (“caça às bruxas”). Entretanto, tudo foi planejado. Foi, literalmente, fogo amigo. Esse método é conhecido como “false flag” (bandeira falsa). No caso da Alemanha, o beneficiário era Hitler e seu nazismo; no Brasil, quem estava colhendo os frutos da ação de “terroristas” era Lula. Coincidência?
O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) organizou uma verdadeira visita monitorada. Cumprimentaram, ofereceram e serviram água aos vândalos de estimação, ciceroneando ‘black blocks’ fantasiados de bolsonaristas. Como de costume, tiveram o beneplácito para destruir. O resultado não poderia ser outro: escombros.
As cenas que vimos foram um portfólio da prevaricação do GSI. Qualquer guardinha de supermercado poderia neutralizar a ação. Faltou o ministro e sua turma dizerem: Desculpem o transtorno. Estamos em reforma para melhor atendê-los. Se o museu do Louvre dependesse dessa segurança do GSI, a Mona Lisa não sairia sem bigode e pintinhas.
Lula adiantou sua viagem para Portugal, mas, covarde que é, fugiu do País num momento crítico, no entanto, ele leva a crise na bagagem. Se ele fosse o capitão de um navio, não tenho dúvida que seria um dos primeiros a abandonar o barco.
Justiça seja feita: Lula foi para Portugal para, acostumado a reparações históricas, virar motivo de piada.
A invasão ao Capitólio, nos Estados Unidos, guarda algumas semelhanças com a invasão da Praça dos Três Poderes. A semelhança foi maior quando as imagens foram divulgadas. Como eu já havia escrito, o acontecimento não passou de uma “false flag”, revelando que o episódio seguiu um método. Traduzindo: o governo federal estimulou a destruição e atribuiu à oposição, de modo a tirar proveito disso.
Em 1933, o Reichstag (prédio do parlamento alemão) foi incendiado. O recém-empossado chanceler Hitler reagiu ao atentado cometendo diversas arbitrariedades contra inimigos (“caça às bruxas”). Entretanto, tudo foi planejado. Foi, literalmente, fogo amigo. Esse método é conhecido como “false flag” (bandeira falsa). No caso da Alemanha, o beneficiário era Hitler e seu nazismo; no Brasil, quem estava colhendo os frutos da ação de “terroristas” era Lula. Coincidência?
O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) organizou uma verdadeira visita monitorada. Cumprimentaram, ofereceram e serviram água aos vândalos de estimação, ciceroneando ‘black blocks’ fantasiados de bolsonaristas. Como de costume, tiveram o beneplácito para destruir. O resultado não poderia ser outro: escombros.
As cenas que vimos foram um portfólio da prevaricação do GSI. Qualquer guardinha de supermercado poderia neutralizar a ação. Faltou o ministro e sua turma dizerem: Desculpem o transtorno. Estamos em reforma para melhor atendê-los. Se o museu do Louvre dependesse dessa segurança do GSI, a Mona Lisa não sairia sem bigode e pintinhas.
Lula adiantou sua viagem para Portugal, mas, covarde que é, fugiu do País num momento crítico, no entanto, ele leva a crise na bagagem. Se ele fosse o capitão de um navio, não tenho dúvida que seria um dos primeiros a abandonar o barco.
Justiça seja feita: Lula foi para Portugal para, acostumado a reparações históricas, virar motivo de piada.
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🔴 A MPB é só música. Ou não
Lula desembarcou na China ao som de Ivan Lins. É assustador uma trilha sonora anunciar “um novo tempo” justamente quando Lula, que foi “coroado” recentemente, flerta com ditaduras. Como Fernando Gabeira e Educação Jorge confessaram: a luta contra a ditadura não era pela democracia, era pela ditadura do proletariado.
Eu gosto das músicas de Ivan Lins, Chico Buarque, Caetano Veloso etc. Prestar atenção na melodia, harmonia e arranjo, ou seja, na parte musical sempre me ajudou a ignorar mensagens políticas. Da mesma forma, sempre encarei mensagens cifradas, com o intuito de “driblar” a censura, como letras de relacionamentos, exaltação à natureza e outros temas abstratos. Sei que esta maneira de encarar a realidade parece ingênua, mas sempre foi um modo de enfrentar os fatos olhando para o para-brisa ao invés do retrovisor.
Infelizmente, é uma hipocrisia assistir de camarote a quem dizia “lutar” contra ditaduras e censura. A cultura “woke” expôs a pauta identitária (antirracismo, homofobia, misoginia, machismo etc) como mera demonstração de virtude. Na prática, o monopólio dessas, e outras, bandeiras foi sequestrado por um espectro político — não preciso dizer qual. Resumindo: a perseguição é implacável. Não importa o que se fala, o que importa é quem fala.
Ivan Lins nunca me decepcionou, isso só aconteceria se ele fosse um bolsonarista. Seria uma “virada de casaca” digna de um legítimo traidor. Porém, eu nunca seria tão inocente, aguardando uma postura diferente de quem exaltou a Nicarágua do ditador Daniel Ortega.
Os artistas que gosto entregam excelente música, contudo, quando sai um discurso político, vem, quase como venda casada, uma baboseira embalada com um “portunhol” terceiro-mundista de “Che Guevara de apartamento.
Os compositores, músicos, cantores e grupos que gosto devem ser quase todos esquerdistas. Se houver mais exceções, não tiveram coragem de expor a real. Entretanto, continuarei ouvindo, mesmo que, ao invés de chamarem a polícia, eles chamem o ladrão; mesmo que o novo tempo deles seja outra ditadura.
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🔴 Audiência fora do ar
Segundo William Bonner, o brasileiro médio é o “Homer Simpson”. Com esta afirmação, ele não quis dizer que o brasileiro é simpático, divertido e legal. Não, o personagem de desenho animado traduz o cidadão destituído de raciocínio minimamente privilegiado. Eu abusei de termos moderadores de impacto. Igualmente, o jornalista usa um simpático e inofensivo personagem como eufemismo para chamar sua audiência média de idiota.
Sim, quem conhece um pouquinho do Homer Simpson, sabe que o personagem é uma sátira e uma crítica do sujeito que aceita como verdadeiro tudo o que vem da televisão. O patriarca da família Simpsons é um arquétipo. Estudando esse comportamento, os entusiastas da ‘Globo’ replicam sua “verdade”: se não passar no Jornal Nacional, não aconteceu. Para alguém crer numa besteira destas, tem que sofrer uma manipulação televisiva intensa. Ou seja, ao invés de consumir, ele é consumido pela televisão. Aí já era. Essa pessoa compra, sem precisar, aqueles produtos de televendas (com nomes em inglês); seguem modas impostas por novelas; e assistem aos “reality shows” achando que aquilo é a vida real.
Os nomes ‘Globo’ e ‘Jornal Nacional’ são usados porque a emissora líder é, mais que usada como inspiração, copiada. O Homer Simpson foi escolhido como exemplo perfeito para avisar aos bons entendedores para quem é feito o noticiário.
Aspectos que provam a imbecilização, causada por alguns vícios televisivos, eram os excelentes números que a ‘Globo’ registrava fora do ar. Refutando aqueles que acham que este panorama reflete o que eram os anos 80, saibam que em 2016 a ‘Globo’ repetiu a façanha. Na verdade, a emissora carioca pode ter se superado, pois, mesmo com o controle remoto, fora do ar, igualou a ‘Record’.
Com essa força persuasiva, as ‘Organizações Globo’ fazem o que querem com o “Homer Simpson”. A notícia pode ser “positiva” ou “negativa”, depende da doutrinação, do humor ou do bolso dos editores.
Sem dúvida, a internet vem diminuindo o estoque de “Homer Simpson” das emissoras. Isto explica a queda de audiência, bem como, o silêncio (a torcida?) da imprensa para a “regulação das mídias digitais”. É a censura “do bem”.
Bom dia, boa tarde ou boa noite.
Sim, quem conhece um pouquinho do Homer Simpson, sabe que o personagem é uma sátira e uma crítica do sujeito que aceita como verdadeiro tudo o que vem da televisão. O patriarca da família Simpsons é um arquétipo. Estudando esse comportamento, os entusiastas da ‘Globo’ replicam sua “verdade”: se não passar no Jornal Nacional, não aconteceu. Para alguém crer numa besteira destas, tem que sofrer uma manipulação televisiva intensa. Ou seja, ao invés de consumir, ele é consumido pela televisão. Aí já era. Essa pessoa compra, sem precisar, aqueles produtos de televendas (com nomes em inglês); seguem modas impostas por novelas; e assistem aos “reality shows” achando que aquilo é a vida real.
Os nomes ‘Globo’ e ‘Jornal Nacional’ são usados porque a emissora líder é, mais que usada como inspiração, copiada. O Homer Simpson foi escolhido como exemplo perfeito para avisar aos bons entendedores para quem é feito o noticiário.
Aspectos que provam a imbecilização, causada por alguns vícios televisivos, eram os excelentes números que a ‘Globo’ registrava fora do ar. Refutando aqueles que acham que este panorama reflete o que eram os anos 80, saibam que em 2016 a ‘Globo’ repetiu a façanha. Na verdade, a emissora carioca pode ter se superado, pois, mesmo com o controle remoto, fora do ar, igualou a ‘Record’.
Com essa força persuasiva, as ‘Organizações Globo’ fazem o que querem com o “Homer Simpson”. A notícia pode ser “positiva” ou “negativa”, depende da doutrinação, do humor ou do bolso dos editores.
Sem dúvida, a internet vem diminuindo o estoque de “Homer Simpson” das emissoras. Isto explica a queda de audiência, bem como, o silêncio (a torcida?) da imprensa para a “regulação das mídias digitais”. É a censura “do bem”.
Bom dia, boa tarde ou boa noite.
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🔴 “A marvada pinga é que me atrapaia”
O significado de “pária internacional” foi atualizado. O vassalo-mor da China (Lula), num café da manhã, redefiniu todo o conceito da palavra “paria”. Arriscando soluções simples para questões complicadas, Lula, mais uma vez, deu a receita de como acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia. Sim, o sujeito que elogiou a política econômica da Argentina e quis interromper a eterna guerra entre árabes e judeus, acha que sabe gerir o planeta.
Lula, em campanha, prometeu acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia reunindo Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, respectivamente, numa mesinha de boteco, tomando uma cervejinha (olha ela aí). Vendo que seria tão fácil, concluí que sempre esvaziei garrafas em vão, sendo que meu vício podia ser convertido pela nobre função de neutralizar pessoas embriagadas de ódio.
O ex-presidiário tentou se intrometer na questão. Porém, como os europeus estiveram imunes às bravatas eleitoreiras, não levaram a sério a jactância. Lula, equipado com um raciocínio rasteiro, está encarando essa contenda como uma invasão de fazenda pelo MST ou uma briga, por um terreno, entre vizinhos.
No entanto, essa categoria de fanfarronice megalomaníaca soa como a ‘5ª Sinfonia’ de ‘Beethoven’ aos ouvidos da ONU (Organização das Nações Unidas). A ONU, e seus asseclas têm um fetiche com ditadores de países pouco conhecidos. Com essa estética, Lula, com sua falsa simplicidade, é um forte candidato a secretário-geral da organização.
Num café da manhã com jornalistas, o eterno sindicalista voltou a sinalizar virtude ao exigir o cessar-fogo no Hemisfério Norte. Os alto-falantes denunciaram, mais uma vez, a tacanhez do raciocínio lulista. Seu conhecimento de geopolítica foi construído com o jogo de tabuleiro ‘War’ e no ‘Globo Repórter. A visão estreita é até comovente.
O estelionatário, que aplicou o “Conto da Picanha”, acredita que sua falácia tem alcance mundial. Contudo, obedecendo a rapidez de tuítes, Lula descobriu que os “gringos” não caíram no palavrório lulista.
Lula, em campanha, prometeu acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia reunindo Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, respectivamente, numa mesinha de boteco, tomando uma cervejinha (olha ela aí). Vendo que seria tão fácil, concluí que sempre esvaziei garrafas em vão, sendo que meu vício podia ser convertido pela nobre função de neutralizar pessoas embriagadas de ódio.
O ex-presidiário tentou se intrometer na questão. Porém, como os europeus estiveram imunes às bravatas eleitoreiras, não levaram a sério a jactância. Lula, equipado com um raciocínio rasteiro, está encarando essa contenda como uma invasão de fazenda pelo MST ou uma briga, por um terreno, entre vizinhos.
No entanto, essa categoria de fanfarronice megalomaníaca soa como a ‘5ª Sinfonia’ de ‘Beethoven’ aos ouvidos da ONU (Organização das Nações Unidas). A ONU, e seus asseclas têm um fetiche com ditadores de países pouco conhecidos. Com essa estética, Lula, com sua falsa simplicidade, é um forte candidato a secretário-geral da organização.
Num café da manhã com jornalistas, o eterno sindicalista voltou a sinalizar virtude ao exigir o cessar-fogo no Hemisfério Norte. Os alto-falantes denunciaram, mais uma vez, a tacanhez do raciocínio lulista. Seu conhecimento de geopolítica foi construído com o jogo de tabuleiro ‘War’ e no ‘Globo Repórter. A visão estreita é até comovente.
O estelionatário, que aplicou o “Conto da Picanha”, acredita que sua falácia tem alcance mundial. Contudo, obedecendo a rapidez de tuítes, Lula descobriu que os “gringos” não caíram no palavrório lulista.
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🔴 !
Muito se diz quando ocorre um ataque como o da creche em Blumenau, portanto eu não quero ser mais um a falar, transformando minha opinião em mero “barulho”. Entretanto, a quantidade de falácia oportunista me estimulou a arriscar rabiscar o que vi dos hipócritas que emergiram do pântano ideológico e ocuparam um lugarzinho de destaque num palanque cheio de holofotes, microfones e câmeras.
Justiceiros de gabinete, especialistas feitos sob medida e políticos coalharam telas, alto-falantes, redes sociais etc com teses que só existem em mentes contaminadas por um discurso pré-fabricado. A conclusão, aplicando um “duplo twist carpado” argumentativo, eles “explicam” o comportamento individual, como o resultado de uma causa coletiva. Sempre tentando ajustar o ocorrido aos seus interesses, como quem “puxa a brasa pra sua sardinha”. Ignorando o freio moral, atribui-se a iniciativa a filmes, jogos de videogame, internet etc.
Adaptando o acontecimento à sua agenda, a GloboNews selecionou um jornalista e um “especialista” que se superaram no contorcionismo retórico para ajustar a tragédia de Blumenau à sua pauta pessoal. Segundo o “quanto pior, melhor”, ambos atribuíram o ataque ao discurso de ódio (bolsonarismo) e à falta de diversidade, respectivamente. Quando flagrarmos essa modalidade de desonestidade intelectual, o melhor a se fazer é perguntar aos mais antigos o que aconteceu, de preferência à sua avó. Eles provavelmente responderão a hipótese mais simples, honesta, lógica e real: um ensandecido invadiu uma creche.
Fatos assim sempre aconteceram, independentemente dos governos e dos discursos. O que estimulou os “malucos” foram as facilidades. “Eu escrevi “maluco” entre aspas porque os advogados geralmente justificam os ataques devido a um surto psicótico, porém, quando o surto ocorre, esses “doentes se armam e se dirigem a locais, aparentemente, indefesos: creches, escolas infantis, “Gun free zones” (regiões livres de armas) etc. Contudo, embora, supostamente, nesses casos haja um surto psicótico, esses “malucos” não pisam sequer na calçada de um quartel.
Discutiu-se, para ambos os lados políticos, como sempre, a questão das armas. No entanto, embora pouco plausível, sob pena de ser acusado de pregar o extermínio de parte da espécie humana, acho que inclusive eu, ou defender a eugenia, pode-se discutir a proibição de loucos.
O motivo do atentado: não sei.
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🔵 Spectreman, um herói artesanal
Entre o National Kid e o Jaspion, o Japão dominou o planeta infantil com o Spectreman. O boneco, digo, o herói salvava o Mundo, mais uma vez, a cada episódio. Mesmo que a produção de cada capitulo custasse muito fio de cobre, papelão e isopor, além de monstros inspirados em insetos e répteis.
Essa era a tecnologia japonesa dos anos 80. Fios telefônicos, papelão e um pouco de isopor eram fulminados para eu acreditar que Tóquio estava sendo destruída, e Guarulhos seria a próxima cidade aniquilada. É claro que eu só era convencido disso depois do surgimento de um lagarto ensandecido. Mesmo sendo interpretados por bonecos, os vilões emprestavam credibilidade e causavam algum medo.
Eu nunca soube que substância. Suspeito que era “catchup” ou algum extrato de tomate, mas qualquer líquido vermelho dramatizou o seriado nipônico e enganou milhares, ou milhões, de criancinhas pelo Mundo.
Dois vilões fixos, eram os macacos Doutor Gori e seu assistente, Karas. Dentro do universo infantil, era aceitável a ideia de dois gorilas pilotarem uma nave espacial e falarem, mas um macaco loiro era demais. Isso só poderia ser efeito de drops de hortelã ou overdose de mastiguinhas.
A abertura de cada episódio convocava o japonês Kenji a salvar Tóquio da poluição. O medo da poluição era tanto, que causava pavor passar por Cubatão. Entretanto, apesar do pioneirismo, a pauta “lacradora” do meio ambiente não era modinha, então a série parecia condenada ao fracasso.
O grande diferencial desta produção era a música de abertura. Um rock alucinante enchia de esperança que Spectreman salvaria o mundo mais uma vez, mesmo que, para isso, fosse preciso destruir uma cidade inteira.
O filminho permanece obscuro. Meus contemporâneos simplesmente ignoram a saga do herói tosco, porém clássico. Nem sequer tenho o prazer de gritar “não perdia um!”. Quando o assunto é herói japonês, a memória afetiva televisiva é representada pelos oitentistas ‘Ultraman’ e ‘Ultraseven’.
De qualquer maneira, Spectreman não deixou de me traumatizar. Porém, com um pacote de Biscoitos Vitaminados São Luíz sabor chocolate eu não me importava se Tóquio estava sendo destruída por uma iguana gigante e nervosa.
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🔵 Fotografou?
Acordei de madrugada, a mochila já estava carregada desde a noite anterior. Banho e café, tudo em ordem. Coloquei a mochila nas costas e saí em silêncio para não acordar ninguém. Ainda estava escuro e silencioso, a cidade terminando seu descanso para iniciar mais um dia frenético. Abri e fechei o barulhento portãozinho de trinco, bem lentamente para não acordar meus pais, mesmo sabendo que essa atitude seria inócua, porque, provavelmente, eles estavam acordados.
Ali começava um “mochilão” nacional. A viagem seria sem destino preestabelecido e com pouco dinheiro. Portanto, eu não poderia ir muito longe, nem ficar fora muitos dias.
Acredito que entrei no primeiro ônibus até o Terminal Rodoviário Tietê. Chegando lá, corri para comprar o bilhete para o “double deck” que me aguardava para partir para o Rio de Janeiro. Pronto, o primeiro destino já estava definido. Eu tinha que aproveitar bem o serviço de bordo para economizar algumas notas.
Fora de temporada, consegui negociar alguns preços. Como foco central, boas fotografias, que somente poderiam ser clicadas, na época, com a minha câmera ‘Nikon’ antiga, mas profissional.
Por segurança e uma mania de desconfiança paulista comecei a viagem como uma experiência contemplativa. No entanto, logo eu começaria meus cliques. Visitei e fotografei cidades, paisagens, construções, monumentos, estátuas e igrejas.
Guarapari, Espírito Santo. Não é todo dia que se volta para casa de escuna em vez de sacolejar pendurado num ônibus. Uma mesa de frutas permanecia intocada. Aquela cenografia parecia me encarar. Não me fiz de rogado e aproveitei para atacar as frutas tropicais que enfeitavam a embarcação. Sei que agi como um náufrago, mas a vergonhosa atitude tornou o meu “mochilão” muito mais saudável e econômico.
Decidindo o itinerário nos guichês, letreiros e quartos de hotel, percorri 4 estados e 8 cidades em 15 dias. Sempre, claro, testando e treinando meus modestos conhecimentos e badulaques fotográficos. Esse tipo de viagem tem que ser antiturística, econômica, sobrenatural e de autoconhecimento. Fora acontecimentos esotéricos, o “pé-na-estrada” foi bem sucedido. A coisa mais estranha que vi, foi um “punk” caipira equipado com garrafinha de pinga e cigarros de palha.
Depois de avistar um punk mineiro, achei que já tinha presenciado o suficiente e entrei num “busão”, saindo logo pela manhã. Rumo: minha aldeia.
A falta de perícia como fotógrafo não perdoou, portanto descobri que o filme não rodou. Pelo menos tive um olhar mais, digamos, atento para as paisagens, monumentos e igrejas. Eu já estava ciente de que as melhores lembranças nunca são registradas.
Sem as fotografias e sem acontecimentos inexplicáveis, o que sobrou não foi pouco: boas lembranças substituindo as fotos, a sensação de liberdade que só o “mochilão” proporciona e o planejamento da próxima viagem.
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🔴 Macron à francesa
Abusando da tática do “nada nas mãos”, Emmanuel Macron escondeu seu relógio, enquanto pedia um esforço do povo para suportar a reforma da Previdência. Contudo, o objeto de luxo, que custa muito, era incompatível com a proposta.
A hipocrisia pode custar caro. Para um povo que, num exagero humorístico, praticamente nasce aposentado, prejudicá-lo na Previdência é grave, principalmente agindo hipocritamente.
A corte Francesa, historicamente, já pagou com o pescoço.
Como um fracassado mágico de festinha infantil, Emmanuel Macron retirou o relógio de pulso, que destoava da reforma previdenciária. Entretanto, como ele estava sendo filmado, a manobra foi flagrante.
Qualquer um aprende, em qualquer quiosque de shopping center, que se mostra a mão vazia enquanto a mágica acontece na outra. No entanto, o péssimo prestidigitador francês escondeu as duas mãos da plateia e, magicamente, apareceu sem a peça. O truque foi descoberto, e ele, desmascarado.
A hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude, disse François La Rochefoucauld, por coincidência outro francês. Então, o presidente francês foi traído, porque a vontade de mentir quis auxiliar a necessidade de parecer altruísta. Conclusão: ele roubou a si mesmo.
O valioso relógio mostrou o real valor desse presidente, que já deu seus palpites sobre a Amazônia, usando uma fotografia antiga. Então, ele revela falsidade (o relógio é verdadeiro) nos seus atos. Mais uma tentativa de demonstrar virtude degringolou para a confirmação da falsidade. Agora, ele escolhe: quer ser lembrado por ser um legítimo “esquerdinha caviar” ou um incurável hipócrita?
Como mágico, Macron é uma fraude. Como político, Macron é hipócrita. Como presidente, é bom ele andar de cachecol, mesmo no verão. O espírito da Revolução Francesa está nas ruas, procurando por um Luís XVI e uma Maria Antonieta.
O relógio ‘Smartwatch’ é inteligente, diferentemente de Emmanuel Macron. Portanto, seria, pelo menos, prudente continuar a entrevista implorando o esforço popular.
Quanto aos franceses: “se não têm pão, que comam brioches”.
A hipocrisia pode custar caro. Para um povo que, num exagero humorístico, praticamente nasce aposentado, prejudicá-lo na Previdência é grave, principalmente agindo hipocritamente.
A corte Francesa, historicamente, já pagou com o pescoço.
Como um fracassado mágico de festinha infantil, Emmanuel Macron retirou o relógio de pulso, que destoava da reforma previdenciária. Entretanto, como ele estava sendo filmado, a manobra foi flagrante.
Qualquer um aprende, em qualquer quiosque de shopping center, que se mostra a mão vazia enquanto a mágica acontece na outra. No entanto, o péssimo prestidigitador francês escondeu as duas mãos da plateia e, magicamente, apareceu sem a peça. O truque foi descoberto, e ele, desmascarado.
A hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude, disse François La Rochefoucauld, por coincidência outro francês. Então, o presidente francês foi traído, porque a vontade de mentir quis auxiliar a necessidade de parecer altruísta. Conclusão: ele roubou a si mesmo.
O valioso relógio mostrou o real valor desse presidente, que já deu seus palpites sobre a Amazônia, usando uma fotografia antiga. Então, ele revela falsidade (o relógio é verdadeiro) nos seus atos. Mais uma tentativa de demonstrar virtude degringolou para a confirmação da falsidade. Agora, ele escolhe: quer ser lembrado por ser um legítimo “esquerdinha caviar” ou um incurável hipócrita?
Como mágico, Macron é uma fraude. Como político, Macron é hipócrita. Como presidente, é bom ele andar de cachecol, mesmo no verão. O espírito da Revolução Francesa está nas ruas, procurando por um Luís XVI e uma Maria Antonieta.
O relógio ‘Smartwatch’ é inteligente, diferentemente de Emmanuel Macron. Portanto, seria, pelo menos, prudente continuar a entrevista implorando o esforço popular.
Quanto aos franceses: “se não têm pão, que comam brioches”.
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