Lista de Poemas
AMORES INGLÓRIOS!

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NÓS FIZEMOS ASSIM!

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SINGULAR SURGIMENTO
Do virgem
e puro seio de Deus, nasceu
uma raça,
talvez porque
ele estivesse permitido pore star
cansado de ser Deus,
talvez tenha
sido vítima de sua própria criação
quântica que jogou,
por si mesma,
os dados,
talves ele quisesse
ter alguma companhia ou filho que por si
mesmo escolhesse, pensasse
e se responsabilizasse:
depois disso,
Ele esteve por aqui e viu o erro cometido,
quando foi crucificado e, certamente
deve ter pensado:
"Como cometi tal erro,
certamente nenhum Criador foi por sua obra
tão julgado, maltratado
e condenado!"
e puro seio de Deus, nasceu
uma raça,
talvez porque
ele estivesse permitido pore star
cansado de ser Deus,
talvez tenha
sido vítima de sua própria criação
quântica que jogou,
por si mesma,
os dados,
talves ele quisesse
ter alguma companhia ou filho que por si
mesmo escolhesse, pensasse
e se responsabilizasse:
depois disso,
Ele esteve por aqui e viu o erro cometido,
quando foi crucificado e, certamente
deve ter pensado:
"Como cometi tal erro,
certamente nenhum Criador foi por sua obra
tão julgado, maltratado
e condenado!"
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HÁ PEDRAS NO MEIO DO CAMINHO!
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ANOITEÇO, E NUNCA MAIS TE VEJO!

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A FIEL CONDIÇÃO NATURAL QUE NÃO ACEITAM PARA SI MESMOS!
Dois corpos
não ocupam o mesmo lugar
ao mesmo tempo no Cosmo, dizem
os físicos,
inclusive
a maior mente que este mundo
já viu "Albert Einstein";
sobre o que sempre
divirjo porque corpos são represetações
consolidadas de ondas, pressupondo-se que,
pelo menos nos componentes
de suas origens,
podem ocupar
não só mais de um, como infinitos lugares;
e porque os sentimentos como o amor, o ódio,
a paixão, etecetera,
tais como as ondas
não são corpos e, assim, não só é possível
como nos é inevitável cometer o que chamam
de abissal ato de traição, pois estamos
condenados a amar e a odiar
por todo lado!
não ocupam o mesmo lugar
ao mesmo tempo no Cosmo, dizem
os físicos,
inclusive
a maior mente que este mundo
já viu "Albert Einstein";
sobre o que sempre
divirjo porque corpos são represetações
consolidadas de ondas, pressupondo-se que,
pelo menos nos componentes
de suas origens,
podem ocupar
não só mais de um, como infinitos lugares;
e porque os sentimentos como o amor, o ódio,
a paixão, etecetera,
tais como as ondas
não são corpos e, assim, não só é possível
como nos é inevitável cometer o que chamam
de abissal ato de traição, pois estamos
condenados a amar e a odiar
por todo lado!
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A CONDIÇÃO HUMANA NATURAL É TÃO ABSURDA QUE É IMPOSSÍVEL ACEITÁ-LA!
Pudesse eu
aceitar plenamente
minha própria condição
anômala
e superar
todos os meus lumes,
dissimulados em tantas máscaras
que já usei,
talvez conseguisse
andar nu como as pedras
as noites e as estrelas.
aceitar plenamente
minha própria condição
anômala
e superar
todos os meus lumes,
dissimulados em tantas máscaras
que já usei,
talvez conseguisse
andar nu como as pedras
as noites e as estrelas.
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A VISÃO
Vi minha alma sombria
e não tive nenhum receio ou medo:
vi fantasmas,
vi mortos-vivos,
vi deuses apócrifos
e vi demônias sensualíssimas
e bondosas,
vi a fome dos anjos,
das andorinhas, dos tentilhões
e dos abutres, e vi também cicatrizes
que não se cicatrização jamais,
E, confesso,
não tive nenhuma
supresa ou medo;
na verdade,
foi a primeira vez que realmente
me senti bem: vi meu reflexo
nu e por inteiro!
e não tive nenhum receio ou medo:
vi fantasmas,
vi mortos-vivos,
vi deuses apócrifos
e vi demônias sensualíssimas
e bondosas,
vi a fome dos anjos,
das andorinhas, dos tentilhões
e dos abutres, e vi também cicatrizes
que não se cicatrização jamais,
E, confesso,
não tive nenhuma
supresa ou medo;
na verdade,
foi a primeira vez que realmente
me senti bem: vi meu reflexo
nu e por inteiro!
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A ABERRAÇÃO
E mais uma vez o ser. A minha loucura e os vossos devaneios sobre tudo que naturalmente não nos há e, com o poder senciente de escolhas, estupramos e nos fazemos haver.
Pseudoanjos batem inúteis asas. Pássaros amantes se masturbam e fodem nos ninhos. A luz que reflete as retinas sapiens transforma todo um surreal e pseudorreal. Imperativistas e pensadores sobem aos mais nobres e altos palcos.
As mortalhas vivem a fabricar as coisas num já extinto mundo do qual não sabem. Até os que se vestem das mais ferozes tomam ao centro serus lugares. Todos rangindo os dentes, esquentando as peles e se masturbando com as imagens e qualquer refeição, por sequer poderem negar, serve-lhe às mentes e aos estômagos.
É realmente um horror esses voejos ao solo, mas eles de nada sabem. Podem, amar e foder como deuses ou anjos, mas desprivados do original pecado, que ocorreu em um ponto desconhecido, quântico e probabilístico do Cosmo, de onde surgiram suas abnomalias bastardas, com as quais construíram a grande e insuperável barreira de si mesmos: um infinito dentro de outros infinitos a que não conhecem estão.
Empanturram-se do escuro com a luz do que chamam Sol. E para se salvarem da morte, inventaram outra luz a que chamam de Deus. E fizeram dee seu Deus, escravo e o crucificaram.
Mas a carnificina não acaba por aí, porque absolutamente deles nada mais sobra sem que esteja desvirginado. E assim se vão cingindo, fartando-se e a tudo fodendo com a dilaceração e fragmentação do tempo e do espaço, que também não se há de modo separado, só para conseguirem fazer vigorar seu novo Universo, ao qual espamodiaram com suas razões sencientes e faustas.
Até ao mal inventaram para se contrapor ao bem, também idealisticamente inventado e ao qual nunca atingiram como esperavam. E se criaram um Deus do bem. Para o mal, deram o nome de Diabo.
Tornaram-se, pois, marujos por todos os tempos, por todos os lados e por todos os cantos, inclusive nas profundezas mais misteriosas, inadvertidos, com seus imensos, sublimes, mas frágeis poderes de escolha, que o mesmo abismo profundo do qual foram gerados, um dia, irá tragá-los. E, a não ser o caos, a quânticas e as infinitas possibilidades que não lhes pertencem, deles não restará mais nada no final, entrópico e estranho caldo!
Pseudoanjos batem inúteis asas. Pássaros amantes se masturbam e fodem nos ninhos. A luz que reflete as retinas sapiens transforma todo um surreal e pseudorreal. Imperativistas e pensadores sobem aos mais nobres e altos palcos.
As mortalhas vivem a fabricar as coisas num já extinto mundo do qual não sabem. Até os que se vestem das mais ferozes tomam ao centro serus lugares. Todos rangindo os dentes, esquentando as peles e se masturbando com as imagens e qualquer refeição, por sequer poderem negar, serve-lhe às mentes e aos estômagos.
É realmente um horror esses voejos ao solo, mas eles de nada sabem. Podem, amar e foder como deuses ou anjos, mas desprivados do original pecado, que ocorreu em um ponto desconhecido, quântico e probabilístico do Cosmo, de onde surgiram suas abnomalias bastardas, com as quais construíram a grande e insuperável barreira de si mesmos: um infinito dentro de outros infinitos a que não conhecem estão.
Empanturram-se do escuro com a luz do que chamam Sol. E para se salvarem da morte, inventaram outra luz a que chamam de Deus. E fizeram dee seu Deus, escravo e o crucificaram.
Mas a carnificina não acaba por aí, porque absolutamente deles nada mais sobra sem que esteja desvirginado. E assim se vão cingindo, fartando-se e a tudo fodendo com a dilaceração e fragmentação do tempo e do espaço, que também não se há de modo separado, só para conseguirem fazer vigorar seu novo Universo, ao qual espamodiaram com suas razões sencientes e faustas.
Até ao mal inventaram para se contrapor ao bem, também idealisticamente inventado e ao qual nunca atingiram como esperavam. E se criaram um Deus do bem. Para o mal, deram o nome de Diabo.
Tornaram-se, pois, marujos por todos os tempos, por todos os lados e por todos os cantos, inclusive nas profundezas mais misteriosas, inadvertidos, com seus imensos, sublimes, mas frágeis poderes de escolha, que o mesmo abismo profundo do qual foram gerados, um dia, irá tragá-los. E, a não ser o caos, a quânticas e as infinitas possibilidades que não lhes pertencem, deles não restará mais nada no final, entrópico e estranho caldo!
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E O FRONTE FOI MORTAL!
O sonho
dos dois imperadores do ego
e da soberbia
era simplesmente
o de se amarem, sem interferências
humanas, cosmológicas
ou divinas,
por toda e eternidade:
esquecemo-nos,
entretanto, que a morte não tem corpos,
nem cheiros, nem esperanças,
nem amor, nem dor,
nem nenhuma senciência
ou sonho qualquer!
dos dois imperadores do ego
e da soberbia
era simplesmente
o de se amarem, sem interferências
humanas, cosmológicas
ou divinas,
por toda e eternidade:
esquecemo-nos,
entretanto, que a morte não tem corpos,
nem cheiros, nem esperanças,
nem amor, nem dor,
nem nenhuma senciência
ou sonho qualquer!
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Comentários (7)
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fernanda_xerez
2018-08-17
SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
fernanda_xerez
2018-02-26
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
2018-01-09
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
fernanda_xerez
2017-12-23
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
fernanda_xerez
2017-12-23
Lindo e provocante!
Português
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Español
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*