Lista de Poemas
NÓS FIZEMOS ASSIM!

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À ETERNA NOITE!

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HÁ PEDRAS NO MEIO DO CAMINHO!
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ESQUECIMENTO
Junto a minhas coleções
de destrços, talvez ainda se achem
- esquecidos
de mim -,
alguns cacos brancos
de sonhos, ou algumas penas
remanescidas
da época
em que eu ainda passarinhava
e caranguejava
por aí;
mas, a quem ousar
adentrar-me os silentes, desérticos
e indecifráveis
umbrais,
é preciso cuidado
com esplendes miragens de sombras
transfiguradas em mortiças
luzes
e com
o angustiante vazio que parece
me escorrer da alma.
de destrços, talvez ainda se achem
- esquecidos
de mim -,
alguns cacos brancos
de sonhos, ou algumas penas
remanescidas
da época
em que eu ainda passarinhava
e caranguejava
por aí;
mas, a quem ousar
adentrar-me os silentes, desérticos
e indecifráveis
umbrais,
é preciso cuidado
com esplendes miragens de sombras
transfiguradas em mortiças
luzes
e com
o angustiante vazio que parece
me escorrer da alma.
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APRENDI A GOSTAR DA MADRUGADA
Aprendi a gostar
da madrugada
- escura, silenciosa
e solitária -:
nela não vejo
borboletas com asas flutuantes,
arcanjos com purezas
tremeluzentes,
marimbondos
com venenos horrentes
nem menestréis com atuações
mambembes.
da madrugada
- escura, silenciosa
e solitária -:
nela não vejo
borboletas com asas flutuantes,
arcanjos com purezas
tremeluzentes,
marimbondos
com venenos horrentes
nem menestréis com atuações
mambembes.
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SINGULAR SURGIMENTO
Do virgem
e puro seio de Deus, nasceu
uma raça,
talvez porque
ele estivesse permitido pore star
cansado de ser Deus,
talvez tenha
sido vítima de sua própria criação
quântica que jogou,
por si mesma,
os dados,
talves ele quisesse
ter alguma companhia ou filho que por si
mesmo escolhesse, pensasse
e se responsabilizasse:
depois disso,
Ele esteve por aqui e viu o erro cometido,
quando foi crucificado e, certamente
deve ter pensado:
"Como cometi tal erro,
certamente nenhum Criador foi por sua obra
tão julgado, maltratado
e condenado!"
e puro seio de Deus, nasceu
uma raça,
talvez porque
ele estivesse permitido pore star
cansado de ser Deus,
talvez tenha
sido vítima de sua própria criação
quântica que jogou,
por si mesma,
os dados,
talves ele quisesse
ter alguma companhia ou filho que por si
mesmo escolhesse, pensasse
e se responsabilizasse:
depois disso,
Ele esteve por aqui e viu o erro cometido,
quando foi crucificado e, certamente
deve ter pensado:
"Como cometi tal erro,
certamente nenhum Criador foi por sua obra
tão julgado, maltratado
e condenado!"
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TRAÍDO PELAS NÉVOAS!

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AMOR DE CHUVAS
Maldita hora
em que ela empunhava, enciumada,
aquelas navalhas
verbais:
ficava tão
dscontrolada e louca que nem parecia
ouvir que as largesse,
porque navalhas,
por não fazerem curvas, acabam
sempre retalhando o ser
a quem dizemos
amar!
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A ABERRAÇÃO
E mais uma vez o ser. A minha loucura e os vossos devaneios sobre tudo que naturalmente não nos há e, com o poder senciente de escolhas, estupramos e nos fazemos haver.
Pseudoanjos batem inúteis asas. Pássaros amantes se masturbam e fodem nos ninhos. A luz que reflete as retinas sapiens transforma todo um surreal e pseudorreal. Imperativistas e pensadores sobem aos mais nobres e altos palcos.
As mortalhas vivem a fabricar as coisas num já extinto mundo do qual não sabem. Até os que se vestem das mais ferozes tomam ao centro serus lugares. Todos rangindo os dentes, esquentando as peles e se masturbando com as imagens e qualquer refeição, por sequer poderem negar, serve-lhe às mentes e aos estômagos.
É realmente um horror esses voejos ao solo, mas eles de nada sabem. Podem, amar e foder como deuses ou anjos, mas desprivados do original pecado, que ocorreu em um ponto desconhecido, quântico e probabilístico do Cosmo, de onde surgiram suas abnomalias bastardas, com as quais construíram a grande e insuperável barreira de si mesmos: um infinito dentro de outros infinitos a que não conhecem estão.
Empanturram-se do escuro com a luz do que chamam Sol. E para se salvarem da morte, inventaram outra luz a que chamam de Deus. E fizeram dee seu Deus, escravo e o crucificaram.
Mas a carnificina não acaba por aí, porque absolutamente deles nada mais sobra sem que esteja desvirginado. E assim se vão cingindo, fartando-se e a tudo fodendo com a dilaceração e fragmentação do tempo e do espaço, que também não se há de modo separado, só para conseguirem fazer vigorar seu novo Universo, ao qual espamodiaram com suas razões sencientes e faustas.
Até ao mal inventaram para se contrapor ao bem, também idealisticamente inventado e ao qual nunca atingiram como esperavam. E se criaram um Deus do bem. Para o mal, deram o nome de Diabo.
Tornaram-se, pois, marujos por todos os tempos, por todos os lados e por todos os cantos, inclusive nas profundezas mais misteriosas, inadvertidos, com seus imensos, sublimes, mas frágeis poderes de escolha, que o mesmo abismo profundo do qual foram gerados, um dia, irá tragá-los. E, a não ser o caos, a quânticas e as infinitas possibilidades que não lhes pertencem, deles não restará mais nada no final, entrópico e estranho caldo!
Pseudoanjos batem inúteis asas. Pássaros amantes se masturbam e fodem nos ninhos. A luz que reflete as retinas sapiens transforma todo um surreal e pseudorreal. Imperativistas e pensadores sobem aos mais nobres e altos palcos.
As mortalhas vivem a fabricar as coisas num já extinto mundo do qual não sabem. Até os que se vestem das mais ferozes tomam ao centro serus lugares. Todos rangindo os dentes, esquentando as peles e se masturbando com as imagens e qualquer refeição, por sequer poderem negar, serve-lhe às mentes e aos estômagos.
É realmente um horror esses voejos ao solo, mas eles de nada sabem. Podem, amar e foder como deuses ou anjos, mas desprivados do original pecado, que ocorreu em um ponto desconhecido, quântico e probabilístico do Cosmo, de onde surgiram suas abnomalias bastardas, com as quais construíram a grande e insuperável barreira de si mesmos: um infinito dentro de outros infinitos a que não conhecem estão.
Empanturram-se do escuro com a luz do que chamam Sol. E para se salvarem da morte, inventaram outra luz a que chamam de Deus. E fizeram dee seu Deus, escravo e o crucificaram.
Mas a carnificina não acaba por aí, porque absolutamente deles nada mais sobra sem que esteja desvirginado. E assim se vão cingindo, fartando-se e a tudo fodendo com a dilaceração e fragmentação do tempo e do espaço, que também não se há de modo separado, só para conseguirem fazer vigorar seu novo Universo, ao qual espamodiaram com suas razões sencientes e faustas.
Até ao mal inventaram para se contrapor ao bem, também idealisticamente inventado e ao qual nunca atingiram como esperavam. E se criaram um Deus do bem. Para o mal, deram o nome de Diabo.
Tornaram-se, pois, marujos por todos os tempos, por todos os lados e por todos os cantos, inclusive nas profundezas mais misteriosas, inadvertidos, com seus imensos, sublimes, mas frágeis poderes de escolha, que o mesmo abismo profundo do qual foram gerados, um dia, irá tragá-los. E, a não ser o caos, a quânticas e as infinitas possibilidades que não lhes pertencem, deles não restará mais nada no final, entrópico e estranho caldo!
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VOSSO DEUS NÃO, MAS O NIHILLO TRATARÁ A TODOS DE IGUAL MODO!
Enquanto
os santos, os anjos e os representantes
despejam de suas hastes erectas
sêmens,
branqueando
o cálice de Cristo, com ultrajes
que deixariam o apostolad do diabo
assustados;
a nós cães,
pore les, de seus castelos, são proferidas
sentenças que não permitem que sequer
tenhamos um repouso de eterna
paz!
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Comentários (7)
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fernanda_xerez
2018-08-17
SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
fernanda_xerez
2018-02-26
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
2018-01-09
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
fernanda_xerez
2017-12-23
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
fernanda_xerez
2017-12-23
Lindo e provocante!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*