Lista de Poemas
AO AMOR NÃO SE BEBE EM POUCOS GOLES

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NUA

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NÃO IMPORTA ONDE, NEM COMO

👁️ 285
A SINA

👁️ 217
A CAMINHO DO NADA!
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A CIDADE DO SER
A mesma cidade
em duas divididas,
sem que lhes houvessem
barreiras ou divisas;
ambas as partes
com avidez pela vida,
ambas as partes a se digladiarem
em sismas.
Quando chegou
a fatídica hora do cataclisma,
rugiram, das portas trancadas,
as dobradiças;
evidenciaram-se,
das entranhas sencientes,
as sombras abissas;
e ressoaram,
em palavras afiadas,
as mortiças.
Ao leito frio,
de sobressalto,
acordava um homem
velho e confuso,
a olhar pela janela,
no silêncio soturno da noite,
a cidade que ainda
adormecia.
em duas divididas,
sem que lhes houvessem
barreiras ou divisas;
ambas as partes
com avidez pela vida,
ambas as partes a se digladiarem
em sismas.
Quando chegou
a fatídica hora do cataclisma,
rugiram, das portas trancadas,
as dobradiças;
evidenciaram-se,
das entranhas sencientes,
as sombras abissas;
e ressoaram,
em palavras afiadas,
as mortiças.
Ao leito frio,
de sobressalto,
acordava um homem
velho e confuso,
a olhar pela janela,
no silêncio soturno da noite,
a cidade que ainda
adormecia.
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COMO UMA BRISA
... não quero
ser o cão que perturba o teu
céu em silêncio,
nem o que
atravessa suas noites como
membro de uma matilha
em fúria:
permita-me
apenas ser como uma brisa
que ora te toca, ora te deixa, ora te ama,
ora te beija!
ser o cão que perturba o teu
céu em silêncio,
nem o que
atravessa suas noites como
membro de uma matilha
em fúria:
permita-me
apenas ser como uma brisa
que ora te toca, ora te deixa, ora te ama,
ora te beija!
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VOU TE AMAR UM POUCO MAIS
... por que
eu deva lavar os olhos
depois de chorar
por ti?
Por que
eu devia deixar de ouvir
o mar depois de te ver nele
a navegar?
Por que
eu devia deixar de olhar
para a lua e para as estrelas de é lá
que tu estás agora?
Por que
eu deveria ser um cidadão comum
e, só porque tu morreste, procurar logo
novo abrigo e novo corpo para
foder e amar?
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UM DIA DIFERENTE!

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DISTANTE DA TERRA
... estou perdido nos becos
de depois de tua morte, caí num breu
que parece não ter fim,
e tu te encontras
agora na casa de teu Senhor,
com fortes escudos e acompanhadas de anjos
não sapins que iriam te fazer
cair de novo;
estou vacilante
nisso a que chamam vida, como se andasse
constantemente sobre uma corda
bamb a
e tu estás
sendo preparada para conquistar, enfim,
a pureza plena e eterna a que
sempre quis;
estou vivo,
mas morto em carne andante,
e tu estás morta, sem mais rosto, pele,
ossos ou carne alguma,
mas vivíssima
neste lindíssimo e tranquilo novo lar
que Deus lhe deu!
de depois de tua morte, caí num breu
que parece não ter fim,
e tu te encontras
agora na casa de teu Senhor,
com fortes escudos e acompanhadas de anjos
não sapins que iriam te fazer
cair de novo;
estou vacilante
nisso a que chamam vida, como se andasse
constantemente sobre uma corda
bamb a
e tu estás
sendo preparada para conquistar, enfim,
a pureza plena e eterna a que
sempre quis;
estou vivo,
mas morto em carne andante,
e tu estás morta, sem mais rosto, pele,
ossos ou carne alguma,
mas vivíssima
neste lindíssimo e tranquilo novo lar
que Deus lhe deu!
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Comentários (7)
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fernanda_xerez
2018-08-17
SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
fernanda_xerez
2018-02-26
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
2018-01-09
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
fernanda_xerez
2017-12-23
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
fernanda_xerez
2017-12-23
Lindo e provocante!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*