Lista de Poemas
NÓS SOBREPUJAMOS O HUMANO!
Correm os amigos
e as amantes quando estamos
jogados às portas
do inferno;
com tantos tumores,
como Ana, muitos, mas muitos
espalharam por aí que tínhamos ambos
morrido,
esquecendo-se
de eque o Eterno também é nosso pai:
e eu estou aqui ainda a carregá-la
na lembrança e na poesia!
e as amantes quando estamos
jogados às portas
do inferno;
com tantos tumores,
como Ana, muitos, mas muitos
espalharam por aí que tínhamos ambos
morrido,
esquecendo-se
de eque o Eterno também é nosso pai:
e eu estou aqui ainda a carregá-la
na lembrança e na poesia!
151
TRISTE CONSTATAÇÃO
... sim,
desde pequeno
aprendi a bendizer
___ a escuridão;
e do deserto
fiz minha casa e minha angustiante
___ fortaleza:
mas o que
é que tenho visto sob
___ os postes de neons,
que
não seja pior do que
o que ocorre nos silêncios
e nos desejos esparramados
pelas escondidas
___ sombras?
desde pequeno
aprendi a bendizer
___ a escuridão;
e do deserto
fiz minha casa e minha angustiante
___ fortaleza:
mas o que
é que tenho visto sob
___ os postes de neons,
que
não seja pior do que
o que ocorre nos silêncios
e nos desejos esparramados
pelas escondidas
___ sombras?
147
HORA VAZIA IV
Fora-se teu sorriso
pueril,
fora-se teus desejos
febris,
for a-se aquele
sonho encantado, for a-se aquele
sentimento machucado;
ficaram
o amor, a dor e a saudade
se mmais nenhuma chance ou esperança
de te ver novamente
um dia,
bandonei-me
na eterna ausência teu olhar gentil
em uma fria solidão que parece
não ter mais fim!
pueril,
fora-se teus desejos
febris,
for a-se aquele
sonho encantado, for a-se aquele
sentimento machucado;
ficaram
o amor, a dor e a saudade
se mmais nenhuma chance ou esperança
de te ver novamente
um dia,
bandonei-me
na eterna ausência teu olhar gentil
em uma fria solidão que parece
não ter mais fim!
171
HÁ MOMENTOS EM QUE O SILÊNCIO E A ATITUDE DIZEM TUDO
Na delicadeza,
na espiritualidade
na sublimidade
como no fervor,
no rancor e no extremos
desejo que às vezes
se nos invade,
convém deixarmos
cessarem as vesanias e as palavras
e aflorarem de modo intendo
os sentimentos!
na espiritualidade
na sublimidade
como no fervor,
no rancor e no extremos
desejo que às vezes
se nos invade,
convém deixarmos
cessarem as vesanias e as palavras
e aflorarem de modo intendo
os sentimentos!
120
HORA VAZIA VI
Quando a hora
se veste de luto e se torna morta
como a própria amada
perdida,
nada mais
resta a fazer, senão tentar,
vã e enlouquecidamente, sobreviver ao abismo
e ao vazio que ficaram
em si mesmo!
189
HORA VAZIA XIX
Cruzei o deserto mais solitário,
enfrentei o inverno mais rígido,
adentrei a noite mais densa,
enfrentei os monstros os deuses
mais poderosos,
cruzei mares e oceanos ácidos,
deparei-me com a morte por várias vezes,
sempre te procurando e clamando
por teu nome,
tudo para que,
no momento em que te achei ali descansando
naquele silente e branco leito
esplêndido,
e, quando me aproximar
para de ti me despedir antes de tua eterna partida,
impediram-me com veemência acusando-me
de ser o responsavel pelo mal
que te acometeu
e condenando-me
a jamais ver de perto esses
lindos olhos e a continuar te amando como
sempre fizemos:
com projeções
além, muito além, da visão
e da luz e da lua
dos homens!
enfrentei o inverno mais rígido,
adentrei a noite mais densa,
enfrentei os monstros os deuses
mais poderosos,
cruzei mares e oceanos ácidos,
deparei-me com a morte por várias vezes,
sempre te procurando e clamando
por teu nome,
tudo para que,
no momento em que te achei ali descansando
naquele silente e branco leito
esplêndido,
e, quando me aproximar
para de ti me despedir antes de tua eterna partida,
impediram-me com veemência acusando-me
de ser o responsavel pelo mal
que te acometeu
e condenando-me
a jamais ver de perto esses
lindos olhos e a continuar te amando como
sempre fizemos:
com projeções
além, muito além, da visão
e da luz e da lua
dos homens!
131
HORA VAZIA XVIII
No silêncio da noite,
ao aroma da dama-da-noite que inebria,
com seu sedutor perfume, a escura
brisa,
espero-te,
solitariamente entre uma imaginação e outra,
entre um suspiro e outro, a imaginar a elegância
de tuas pétalas e a sinuosidade
de teu corpo,
para que realizemos,
uma vez mais nosso ato de amor
em segredo, somente sob o brilho do distante
olhar das estrelas!
ao aroma da dama-da-noite que inebria,
com seu sedutor perfume, a escura
brisa,
espero-te,
solitariamente entre uma imaginação e outra,
entre um suspiro e outro, a imaginar a elegância
de tuas pétalas e a sinuosidade
de teu corpo,
para que realizemos,
uma vez mais nosso ato de amor
em segredo, somente sob o brilho do distante
olhar das estrelas!
173
HORA VAZIA V
A morte
veio faminhtas e impiedosa,
a terra ainda
te come e goza em suas profundezas
escuras;
sem ter mais
como te alcançar, bebe, como e escrevo
a saudades, a dores e chuvas
de fogo,
nosso eterno amor
e nossos eternos momentos, congelados
naquela cabana hiemal onde
tanto nos amávamos,
como se
nunca houvessem se passado!
veio faminhtas e impiedosa,
a terra ainda
te come e goza em suas profundezas
escuras;
sem ter mais
como te alcançar, bebe, como e escrevo
a saudades, a dores e chuvas
de fogo,
nosso eterno amor
e nossos eternos momentos, congelados
naquela cabana hiemal onde
tanto nos amávamos,
como se
nunca houvessem se passado!
115
SOMOS UMA POSSIBILIDADE, NÃO NECESSARIAMENTE UMA REALIDADE
... e se o verbo se fez do caos,
e se o caos sempre existiu e continuará
existindo pelo inesgotável
do espaço-tempo,
e se surgiu neste meio
o sapiens que inundou e engravidou
a tudo com seu estranho
e alucinado dna,
sempre será possível
haver nova abnomalia, dentre as infinitas
possibilidades, originária de que tudo novamente
se possa reinaugurar!
e se o caos sempre existiu e continuará
existindo pelo inesgotável
do espaço-tempo,
e se surgiu neste meio
o sapiens que inundou e engravidou
a tudo com seu estranho
e alucinado dna,
sempre será possível
haver nova abnomalia, dentre as infinitas
possibilidades, originária de que tudo novamente
se possa reinaugurar!
115
VEM, PORQUE QUEM SABE FAZ A HORA ACONTECER!
... um sonho que não tenha fim,
dias sem abrenunciações de escuras noite,
sóis sem posteriores chuvas de fogo,
o generoso cântico de dádiva e da oferta,
o desejo em seu maior grau sem as consequências
nefastas da id,
uma relação sem quimeras impossíveis,
somente os sonhos e as fantasias que caibam
no sorriso de um retrato possível,
no mais, paz, respeito,
bem-querença, um pouco so de ciúme
para apimentar tudo
e amos, e muito amor,
e paixão, e muita paixão,
e texão e sexo gloriosos como se tivéssemos
hipnotizados com a erotica dança
de nossos corpos!
dias sem abrenunciações de escuras noite,
sóis sem posteriores chuvas de fogo,
o generoso cântico de dádiva e da oferta,
o desejo em seu maior grau sem as consequências
nefastas da id,
uma relação sem quimeras impossíveis,
somente os sonhos e as fantasias que caibam
no sorriso de um retrato possível,
no mais, paz, respeito,
bem-querença, um pouco so de ciúme
para apimentar tudo
e amos, e muito amor,
e paixão, e muita paixão,
e texão e sexo gloriosos como se tivéssemos
hipnotizados com a erotica dança
de nossos corpos!
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Comentários (7)
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SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
Lindo e provocante!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*