Lista de Poemas
devagar liberto o medo...
chega do mar a brisa,
e o sopro azedo do vento
e a vida precisa
de novo, o encantamento.
chega o Outono silencioso
com luz bruxuleante quase cega,
e o tempo sempre atento
me pega!
a vida é vasta ventura
é sonho não demora,
ah...esse tempo, faz tempo agora!
é hora,
surge a morte com sua trama
o reverso de quem sonha, de quem ama,
e é tão mais triste
o poeta em mim morrendo,
vive morto a ver a saudade crescendo...
e dói!
sobe-me a dor à garganta, sufoca,
devagar liberto o medo,
liberto-me da aspereza da morte
e à sorte em segredo,
sinto-me como ave que não sabe onde pousar,
agarro-me à vida que tem outras vidas
que procuro entrelaçar.
quero o tempo reter
enquanto puder
e depois devagarinho
seguir caminho
sem lamento, nem sofrimento,
talvez numa tarde de outono
como hoje, tocada pelo vento
e pela brisa do mar
apagar tudo do pensamento
bater asas e voar.
natalia nuno
e o sopro azedo do vento
e a vida precisa
de novo, o encantamento.
chega o Outono silencioso
com luz bruxuleante quase cega,
e o tempo sempre atento
me pega!
a vida é vasta ventura
é sonho não demora,
ah...esse tempo, faz tempo agora!
é hora,
surge a morte com sua trama
o reverso de quem sonha, de quem ama,
e é tão mais triste
o poeta em mim morrendo,
vive morto a ver a saudade crescendo...
e dói!
sobe-me a dor à garganta, sufoca,
devagar liberto o medo,
liberto-me da aspereza da morte
e à sorte em segredo,
sinto-me como ave que não sabe onde pousar,
agarro-me à vida que tem outras vidas
que procuro entrelaçar.
quero o tempo reter
enquanto puder
e depois devagarinho
seguir caminho
sem lamento, nem sofrimento,
talvez numa tarde de outono
como hoje, tocada pelo vento
e pela brisa do mar
apagar tudo do pensamento
bater asas e voar.
natalia nuno
👁️ 814
meu coração aperta-se...
os olhos nas vidraças,
baças
o olhar distante
o ruído da chuva incessante
meia atordoada e feliz, na efémera
duração dum sonho...
os dias de outono tão melancólicos
soltam-se fragmentos de memórias,
inesperados,
sento-me na margem da tristeza
e vejo meus sonhos a preto e branco
desenhados.
sopra o vento da incerteza
olho o céu cinzento sem pássaros
meus dedos estão estéreis
acentua-se a solidão,
já não seguro meus ais
nem o vento segura as folhas outonais.
até um pássaro sonâmbulo, que a primavera levou
num destino incerto,
fez ninho no meu peito,
encoberto...
e a saudade voltou
e eu sem saber que rumo dar ao pensamento
abrigo-me da vida na memória distante,
a caminho do nada,
a alma cansada,
e é, a criança que em mim
vive que segura a minha mão
enquanto o vento lá fora vai varrendo
as folhas, que caem ao chão.
natália nuno
baças
o olhar distante
o ruído da chuva incessante
meia atordoada e feliz, na efémera
duração dum sonho...
os dias de outono tão melancólicos
soltam-se fragmentos de memórias,
inesperados,
sento-me na margem da tristeza
e vejo meus sonhos a preto e branco
desenhados.
sopra o vento da incerteza
olho o céu cinzento sem pássaros
meus dedos estão estéreis
acentua-se a solidão,
já não seguro meus ais
nem o vento segura as folhas outonais.
até um pássaro sonâmbulo, que a primavera levou
num destino incerto,
fez ninho no meu peito,
encoberto...
e a saudade voltou
e eu sem saber que rumo dar ao pensamento
abrigo-me da vida na memória distante,
a caminho do nada,
a alma cansada,
e é, a criança que em mim
vive que segura a minha mão
enquanto o vento lá fora vai varrendo
as folhas, que caem ao chão.
natália nuno
👁️ 21
na memória das tardes...
na memória das tardes
há silêncio constante
e um olhar distante
repleto de saudades,
ouço o voo das abelhas
e o trinar das andorinhas
fazendo ninho nas telhas.
absorve-me o pensamento
aquele momento
em que me enlaçavas pela cintura
era eu uma folha leve levada p'lo vento.
fingia que me eras indiferente
mas quase o chão me faltava
quando sentia tua ausência
de tanto que te amava!
sonhava encostar-me ao teu peito
perdia-me na suavidade do beijo,
hoje fecho-me por dentro
para não sofrer o desejo.
já a noite tomba e eu vazia,
esqueço tudo, até de mim!
como se fosse fácil chegar ao fim
deste dia sem de ti me lembrar.
livro-me das palavras
para não cair na tentação
saudade dói, finjo não sentir
mas a dor assalta-me o coração,
deixo-me adormecer nas memórias passadas
tinjo de côr estes meus pensamentos
caminho com as feridas disfarçadas
amanhã ganharei asas e novos alentos.
natalia nuno
há silêncio constante
e um olhar distante
repleto de saudades,
ouço o voo das abelhas
e o trinar das andorinhas
fazendo ninho nas telhas.
absorve-me o pensamento
aquele momento
em que me enlaçavas pela cintura
era eu uma folha leve levada p'lo vento.
fingia que me eras indiferente
mas quase o chão me faltava
quando sentia tua ausência
de tanto que te amava!
sonhava encostar-me ao teu peito
perdia-me na suavidade do beijo,
hoje fecho-me por dentro
para não sofrer o desejo.
já a noite tomba e eu vazia,
esqueço tudo, até de mim!
como se fosse fácil chegar ao fim
deste dia sem de ti me lembrar.
livro-me das palavras
para não cair na tentação
saudade dói, finjo não sentir
mas a dor assalta-me o coração,
deixo-me adormecer nas memórias passadas
tinjo de côr estes meus pensamentos
caminho com as feridas disfarçadas
amanhã ganharei asas e novos alentos.
natalia nuno
👁️ 788
queixume saudoso...
comove-se o olhar fica perdido
molhado de chorar e já vencido
caem as geadas no rosto
e o sol já no poente, é posto.
recolhem-se os pássaros enquanto
há folhas nos ramos
e, recolhemo-nos nós enquanto
é tempo e nos amamos...
o tempo vai passando e atormenta
a dor dói, o coração sofre, e o olhar
lamenta...
hoje o vento faz-me companhia
num chorar triste, nem ele traz alegria,
tem vindo a crescer p'la tarde acima
com o destino de entrar-me pela janela
o meu destino é encontrar uma rima
para que ele fale dela,
invento e visto-me de memórias
caminho neste entardecer
e lembro tudo o que ficou por dizer.
os meus olhos entretêm-se a olhar
mesmo sem saírem daqui
estão sempre em outro lugar,
há tardes de Setembro em que o pensamento
me embala o coração,
basta-me um pouco de ilusão
e a cada pensamento, invento
um sonho mais formoso, que valha a pena
e o coração resiste mais e mais
a este queixume saudoso, a que
me dou neste poema...
natalia nuno
molhado de chorar e já vencido
caem as geadas no rosto
e o sol já no poente, é posto.
recolhem-se os pássaros enquanto
há folhas nos ramos
e, recolhemo-nos nós enquanto
é tempo e nos amamos...
o tempo vai passando e atormenta
a dor dói, o coração sofre, e o olhar
lamenta...
hoje o vento faz-me companhia
num chorar triste, nem ele traz alegria,
tem vindo a crescer p'la tarde acima
com o destino de entrar-me pela janela
o meu destino é encontrar uma rima
para que ele fale dela,
invento e visto-me de memórias
caminho neste entardecer
e lembro tudo o que ficou por dizer.
os meus olhos entretêm-se a olhar
mesmo sem saírem daqui
estão sempre em outro lugar,
há tardes de Setembro em que o pensamento
me embala o coração,
basta-me um pouco de ilusão
e a cada pensamento, invento
um sonho mais formoso, que valha a pena
e o coração resiste mais e mais
a este queixume saudoso, a que
me dou neste poema...
natalia nuno
👁️ 1 033
JÁ OS CHOUPOS SE VERGAM...
Já o trigo se dobra
ao amor p'lo vento
Também a vida me cobra
A plenitude do momento.
Já os choupos se vergam
sobre as águas do rio
Também meus olhos enxergam
Dias vindoiros de frio.
A ave voa peregrina
p'lo poente dourado
Esqueci tempo de menina
Que passou...é passado!
Corre o regato no vale
Pressa leva no caminhar.
A esquecer todo o mal
Chovem m' olhos ao te olhar.
Passa o vento e faz rumor
Esquece a tarde q' o poente dourou
Como pássaro abrigo-me... amor!
Que o tempo de mim te levou.
Andam pardais nos olivais
Decoram paisagem alegremente
À vida se foge jamais,
ao sofrimento, ao tempo inclemente.
Tudo nela são passos contados
É viver cada momento
Agradecer de joelhos prostrados.
Os dias cobertos duma certa claridade
são agora sombrios ,são a forma
que é nos meus olhos...a saudade.
natalia nuo 2011
ao amor p'lo vento
Também a vida me cobra
A plenitude do momento.
Já os choupos se vergam
sobre as águas do rio
Também meus olhos enxergam
Dias vindoiros de frio.
A ave voa peregrina
p'lo poente dourado
Esqueci tempo de menina
Que passou...é passado!
Corre o regato no vale
Pressa leva no caminhar.
A esquecer todo o mal
Chovem m' olhos ao te olhar.
Passa o vento e faz rumor
Esquece a tarde q' o poente dourou
Como pássaro abrigo-me... amor!
Que o tempo de mim te levou.
Andam pardais nos olivais
Decoram paisagem alegremente
À vida se foge jamais,
ao sofrimento, ao tempo inclemente.
Tudo nela são passos contados
É viver cada momento
Agradecer de joelhos prostrados.
Os dias cobertos duma certa claridade
são agora sombrios ,são a forma
que é nos meus olhos...a saudade.
natalia nuo 2011
👁️ 1 044
Hoje lembrei ...
Hoje lembrei a adolescente que conservo na lembrança com comovido afecto, e recordei-a feliz e descontraída, no seu sapato alto e saia reduzida. Orgulhosa da sua aldeia e da sua gente que apesar de pobre , era rica de sentimentos, sendo eles que deram sentido e esperança ao desabrochar desta adolescente. Hoje, lembrei também dos rapazes de mãos rudes e palavras desajeitadas e dos bailes onde sonhava ser princesa sem castelo. Há diáriamente uma história que conto a mim própria que jorra desta fonte que é meu passado, ora alegre ora sombria mas sempre viva. A aldeia e eu seduzimo-nos mútuamente, há recordações que acarinho e evoco nas minhas horas sombrias e assim me vou distanciando, sentindo-me agora um ponto ínfimo no fim da caminhada.Devora-me o tempo, só a Poesia me reconforta e a memória é ainda guardiã do arquivo onde guardo recordações.
natalia nuno
natalia nuno
👁️ 1 081
longe de ser perfeita... trovas
venho de longe, cheguei
trago minha alma acesa
ao cair da tarde oscilei
já dobrada na incerteza
vim do ventre da nascente
trago comigo a saudade
de todos fiquei ausente
num tempo já sem idade
no rosto trago a certeza
de que já mal me conheço
se um dia teve beleza?
ao olhá-lo me entristeço!
trago memória da viagem
e a esperança ainda arde
estandarte da minha coragem
se Deus ma deu me a guarde
fui começo e sou o fim
depois desta caminhada
já que o destino quer assim
seguirei a minha estrada
lembro bem de onde venho
mas não sei para onde vou
a esperança a que me atenho
... o tempo não esvaziou!
de flores ladeio a estrada
canteiro de rosas e jasmim
venho da terra semeada
lá atrás a chorar por mim
- trago traços de utopia
- e longe de ser perfeita!
olhos marejados de maresia
a saudade em mim se deita
meu sonho então tropeçou
o olhar já pouco enxerga
a voz que não canta, cantou
mas a vontade não verga.
os versos são companhia
o espanto de querer viver
e a inocência se associa, a
esquecer, um dia, morrer.
natalia nuno
trago minha alma acesa
ao cair da tarde oscilei
já dobrada na incerteza
vim do ventre da nascente
trago comigo a saudade
de todos fiquei ausente
num tempo já sem idade
no rosto trago a certeza
de que já mal me conheço
se um dia teve beleza?
ao olhá-lo me entristeço!
trago memória da viagem
e a esperança ainda arde
estandarte da minha coragem
se Deus ma deu me a guarde
fui começo e sou o fim
depois desta caminhada
já que o destino quer assim
seguirei a minha estrada
lembro bem de onde venho
mas não sei para onde vou
a esperança a que me atenho
... o tempo não esvaziou!
de flores ladeio a estrada
canteiro de rosas e jasmim
venho da terra semeada
lá atrás a chorar por mim
- trago traços de utopia
- e longe de ser perfeita!
olhos marejados de maresia
a saudade em mim se deita
meu sonho então tropeçou
o olhar já pouco enxerga
a voz que não canta, cantou
mas a vontade não verga.
os versos são companhia
o espanto de querer viver
e a inocência se associa, a
esquecer, um dia, morrer.
natalia nuno
👁️ 1 081
venho de longe, cheguei ...trovas
venho de longe, cheguei
trago minha alma acesa
ao cair da tarde oscilei
já dobrada na incerteza
vim do ventre da nascente
trago comigo a saudade
de todos fiquei ausente
num tempo já sem idade
no rosto trago a certeza
de que já mal me conheço
se um dia teve beleza?
ao olhá-lo me entristeço!
trago memória da viagem
e a esperança ainda arde
estandarte da minha coragem
se Deus ma deu me a guarde
fui começo e sou o fim
depois desta caminhada
já que o destino quer assim
seguirei a minha estrada
lembro bem de onde venho
mas não sei para onde vou
a esperança a que me atenho
... o tempo não esvaziou!
de flores ladeio a estrada
canteiro de rosas e jasmim
venho da terra semeada
lá atrás a chorar por mim
- trago traços de utopia
- e longe de ser perfeita!
olhos marejados de maresia
a saudade em mim se deita
meu sonho então tropeçou
o olhar já pouco enxerga
a voz que não canta, cantou
mas a vontade não verga.
os versos são companhia
o espanto de querer viver
e a inocência se associa, a
esquecer, um dia, morrer.
natalia nuno
trago minha alma acesa
ao cair da tarde oscilei
já dobrada na incerteza
vim do ventre da nascente
trago comigo a saudade
de todos fiquei ausente
num tempo já sem idade
no rosto trago a certeza
de que já mal me conheço
se um dia teve beleza?
ao olhá-lo me entristeço!
trago memória da viagem
e a esperança ainda arde
estandarte da minha coragem
se Deus ma deu me a guarde
fui começo e sou o fim
depois desta caminhada
já que o destino quer assim
seguirei a minha estrada
lembro bem de onde venho
mas não sei para onde vou
a esperança a que me atenho
... o tempo não esvaziou!
de flores ladeio a estrada
canteiro de rosas e jasmim
venho da terra semeada
lá atrás a chorar por mim
- trago traços de utopia
- e longe de ser perfeita!
olhos marejados de maresia
a saudade em mim se deita
meu sonho então tropeçou
o olhar já pouco enxerga
a voz que não canta, cantou
mas a vontade não verga.
os versos são companhia
o espanto de querer viver
e a inocência se associa, a
esquecer, um dia, morrer.
natalia nuno
👁️ 1 101
bem estar que me leva ao orgasmo..
quando escrevo, há sonhos
que se concretizam,
desejos que se amenizam
e minha esperança é a janela
de onde avisto a saudade passada
e futura
é o tudo e o nada
e as palavras recaem sobre ela
com formas de ternura
e a voz duma vida inteira
quando escrevo dói-me a alma
e ao fim duma tarde de canseira
volto atrás, procuro no entardecer
a calma
faço-me gaivota de novo em vôo
ah...se pudesse voltar além!
se pudesse ir mais aquém!
da criatura que fui e sou...
mas é tarde e a escuridão
apaga em mim os passos
abafa o soluço vindo do coração
tolhe-me as mãos e os braços.
quando escrevo há segredos
nos meus dedos,
iniciam a escrever em liberdade
letras de fogo de fé e saudade
tombam porém em chuvas de loucura
escrevem e dançam
uma dança de amargura
a tudo alheios
à hora, ao instante, menos às lembranças
que estão presentes em abastança
agora e sempre plenas de esperança
quando escrevo, sou como a rosa rubra
que exala o odor,
aguardo a palavra que espero
livre
autêntica, que vibre
com paixão e amor...
quando escrevo o passado
surge iluminado
e o céu, o meu céu aqui...
mesmo ao lado
e ainda que me perca no futuro
e veja tudo em mim escuro
não me amarguro
porque me sinto maior
que o tamanho dum sonho
quando escrevo há um mundo
de felicidade
um bem estar que m' leva ao orgasmo,
me põe um brilho no olhar,
um sabor doce na boca
logo tristeza é coisa pouca!
e as lembranças são viagem
na praia do meu pensamento
num vai vem surgem agora
pra logo irem embora,
estendo o meu lençol de luar
e escrevo até cansar...
breve tomarei o meu lugar
para lá da curva
onde a vida me irá entregar
a mim, águia nascida para voar.
natalia nuno
👁️ 20
hoje pus-me a pensar...trovas soltas
o que é mais importante
não é o que fiz ou não...
é ver a vida tão distante
o tempo ter sempre razão
do grão se faz farinha
que é pão para sustento
já minha vida caminha
sem vontade nem alento
bom mesmo era esquecer
q'a vida é pequena demais
tanto me foi dado saber...!
mas saber... nunca é a mais.
pra quê tanto amanhecer
eu na névoa mergulhada
vai-se a tarde e ao anoitecer
cabelos brancos são geada
trago os olhos sem sossego
os passos sem esperança
se mais à vida me apego
mais ela vem à lembrança.
natalia nuno
👁️ 1 044
Comentários (11)
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natalia nuno
2021-11-06
Grata por todo o apreço dado à minha Poesia, a todos desejo muita felicidade e que vossos sonhos se realizem. Um abraço
rosafogo
2018-12-15
A todos agradeço o apreço precioso aos meus poemas...obrigado! Abraço-vos
charlesburck
2018-12-14
A distância não nos impede as canções, vc canta lidamente ao teu amor
atal66
2018-10-22
Fica-se com o gosto de mel e amoras ao ler os seus pensamentos ...um momento de puro deleite
quaglino
2018-10-17
Poeta forte! Muito bom, muito bom mesmo. Quem sabe um dia chego lá. Parabéns de novo.
Natural de Lapas/Torres Novas
A Poeta nasceu na pequena aldeia Ribatejana chamada Lapas/ Torres Novas a 19/1, Estudou na Escola Industrial e Comercial de Torres Novas .
Participou nas seguintes Antologias: «Entre o sono e o sonho III» «trago-te um sonho nas mãos», «por um sorriso», «poiesis vol. XIII» e «poiesis vol. XXIX», «Viva Outubro 2009» e «Viva outubro 2010», «Licença poética 2011» , « Alma gémea 2011 antologia brasileira», «Tu cá, tu lá II», «Horizontes da Poesia III 2011», « Digo não ao não», «Na magia da noite», «Entre o sono e o sonho III» , «Mãe», « Poetar Contemporâneo 2012», « Cruzada da Poesia», «Horizontes da Poesia IV», «Horizontes de Poesia V» Antologia Poética Contemporânea «Entre o Sono e o Sonho IV», «A Palavra é uma Espada», «Amantes da Poesia 2014», «Horizontes da Poesia IX» «Utopia(s)», «Poetas da Cidade»… Antologias editadas por diversas Editoras situadas em Portugal e Brasil.
Colaborou no jornal da sua cidade natal «O Almonda»
Prefaciou as obras: « No Chão de àgua » do Poeta Paulo César,
O romance « Óh África...oh África Minha» do escritor José Silva, e
« Encontro-me nas Palavras» da Poeta Maria Antonieta Oliveira.
Livros seus editados/ de Poesia: «Pesa-me a Alma» em 2011 Editora Lua de Marfim e «A Melodia do Tempo» em 2014 pela mesma editora.
Com o 3º livro de Poesia editado na Roménia com o nome de «Moldura da Saudade» ou «Margini de dor». O quarto livro «Estremecimentos d'Alma» editado pelo editor Vieira da Silva em 2017......................todos os meus poemas estão registados no IGAC
Entre 2016 e 2018 participou em cerca de quatro dezenas de Antologias a convite........
Caraca, muito bom mesmo. Alma poeta.
Contundente, muito bom mesmo. Parabéns.
Obrigada :)
obrigado
Fernando Pessoa Entre o sono e o sonho, Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho, Corre um rio sem fim.
Parabéns pela beleza da escrita!