Lista de Poemas
hão sei de nenhum lugar...trovas
não sei de nenhum lugar
e a saudade não me larga
trago a morte a rondar
e a palavra tão amarga
preciso soltar minha voz
às palavras quero dar vida
sou rio a correr pra foz
sinto a vida na descida
já levo tanta hora vazia
já vão cessando os passos
e numa longa melancolia
aquieto mãos e braços
m'tempo anda alquebrado
nem a solidão o conforta
o olhar é pranto chorado
e a saudade me bate à porta
não sei de nenhum lugar
minha rua está deserta
um dia o coração vai parar
logo a saudade o liberta
natalia nuno
e a saudade não me larga
trago a morte a rondar
e a palavra tão amarga
preciso soltar minha voz
às palavras quero dar vida
sou rio a correr pra foz
sinto a vida na descida
já levo tanta hora vazia
já vão cessando os passos
e numa longa melancolia
aquieto mãos e braços
m'tempo anda alquebrado
nem a solidão o conforta
o olhar é pranto chorado
e a saudade me bate à porta
não sei de nenhum lugar
minha rua está deserta
um dia o coração vai parar
logo a saudade o liberta
natalia nuno
👁️ 223
bordadura de hera...
Ontem vazio de palavras meu diário.Nada escrito!
Olhei furtivamente para o meu dia.
Recordações baralhadas,um sentir esquisito.
E a vida astuta como serpente, me dizia:
O tempo voa, tem cuidado inocente coelhinho
Que nalguma esquina acabará teu caminho!
Mas hoje desenhei no diário uma cercadura
Assim, como que lembrando uma bordadura de hera!
Um canteiro mimoso para esquecer a vida dura
Também p'ra não me sentir objecto d'outra era.
Desenhei com uma pontinha de nostalgia
Já que o tempo se cola à minha ilharga, sem me deixar.
Recarreguei esperanças, em abastança, também alegria.
E assim saboreio em passo vagaroso este chão p'ra andar.
E é um previlégio esta ausência de mim, este abandono.
Fico na minha solidão, felizarda na ventura!
Esqueço as rugas do rosto, assomos de revolta e o Outono.
Aos altos e baixos que me envenenam, levanto muro.
Não faço com a Vida pacto, nem combinação...
Ela me virá à fala,me quererá ludibriar, mas será em vão.
Porque hoje estou em paz,o tempo me acirra, mas não me vence não!
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=101784 © Luso-Poemas
Olhei furtivamente para o meu dia.
Recordações baralhadas,um sentir esquisito.
E a vida astuta como serpente, me dizia:
O tempo voa, tem cuidado inocente coelhinho
Que nalguma esquina acabará teu caminho!
Mas hoje desenhei no diário uma cercadura
Assim, como que lembrando uma bordadura de hera!
Um canteiro mimoso para esquecer a vida dura
Também p'ra não me sentir objecto d'outra era.
Desenhei com uma pontinha de nostalgia
Já que o tempo se cola à minha ilharga, sem me deixar.
Recarreguei esperanças, em abastança, também alegria.
E assim saboreio em passo vagaroso este chão p'ra andar.
E é um previlégio esta ausência de mim, este abandono.
Fico na minha solidão, felizarda na ventura!
Esqueço as rugas do rosto, assomos de revolta e o Outono.
Aos altos e baixos que me envenenam, levanto muro.
Não faço com a Vida pacto, nem combinação...
Ela me virá à fala,me quererá ludibriar, mas será em vão.
Porque hoje estou em paz,o tempo me acirra, mas não me vence não!
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=101784 © Luso-Poemas
👁️ 241
trovas à vida ... soltas
Sorvo a Vida... e palpito
Vai a Morte colher-me breve
E logo meu coração aflito!?
Queixoso vai batendo leve.
Com o decorrer dos anos
Fiquei de sonhos despida
E com tantos desenganos
Minha barca anda perdida
Saudade de coisas perdidas
Brasas em conbustão lenta
Minhas esperanças ardidas
Minha alma vazia e cinzenta
natalia nuno
Vai a Morte colher-me breve
E logo meu coração aflito!?
Queixoso vai batendo leve.
Com o decorrer dos anos
Fiquei de sonhos despida
E com tantos desenganos
Minha barca anda perdida
Saudade de coisas perdidas
Brasas em conbustão lenta
Minhas esperanças ardidas
Minha alma vazia e cinzenta
natalia nuno
👁️ 282
trovas campesinas...
Colhi um cesto de amoras
Vermelhas lá no silvado
Até me esqueci das horas
Só de te ter ao meu lado.
Olhei então as amoras!
Desejos havia à solta
Esqueci-me até das horas
Por te ter à minha volta.
Olhei teus olhos nos meus
Fiozinhos duma nascente
Brilharam os meus nos teus
No caminho me fiz gente.
Esqueci-me até da fadiga
Ao olhar-te ao meu lado
Cantastes-me uma cantiga
Escutei-te mas com cuidado.
Apanhei pedaços de estrelas
Das que me deste do teu céu
Colhi amoras mas ao colhê-las
Deu-me a fome... ai se me deu!
Nas tenras folhas do milho
Fui escrevendo, sonhos meus
Regressei envolta em sarilho
Porque acreditei, meu Deus?!
Promessas, promessas são!
E tudo ouvi da tua boca
Entreguei-te meu coração
Mas tua paixão era pouca.
rosafogo
natalia nuno
Quadras populares, escritas na aldeia em 2002.
Vermelhas lá no silvado
Até me esqueci das horas
Só de te ter ao meu lado.
Olhei então as amoras!
Desejos havia à solta
Esqueci-me até das horas
Por te ter à minha volta.
Olhei teus olhos nos meus
Fiozinhos duma nascente
Brilharam os meus nos teus
No caminho me fiz gente.
Esqueci-me até da fadiga
Ao olhar-te ao meu lado
Cantastes-me uma cantiga
Escutei-te mas com cuidado.
Apanhei pedaços de estrelas
Das que me deste do teu céu
Colhi amoras mas ao colhê-las
Deu-me a fome... ai se me deu!
Nas tenras folhas do milho
Fui escrevendo, sonhos meus
Regressei envolta em sarilho
Porque acreditei, meu Deus?!
Promessas, promessas são!
E tudo ouvi da tua boca
Entreguei-te meu coração
Mas tua paixão era pouca.
rosafogo
natalia nuno
Quadras populares, escritas na aldeia em 2002.
👁️ 320
morta d'amor...
morro à míngua de amor
morro à míngua de água
murcho tal qual a flor
e é grande a minha mágoa
o sol queimou-me o rosto
com a sua luz potente...
namorei-te era Agosto
e amei-te intensamente...
tanto amor, tanta esperança
olha no que deu amor!
hoje trago-te na lembrança
e na boca o teu sabor...
fechei ao coração a porta
e os olhos enxuguei...
não há dor se estou morta!
eu morta de amor fiquei.
natalia nuno
morro à míngua de água
murcho tal qual a flor
e é grande a minha mágoa
o sol queimou-me o rosto
com a sua luz potente...
namorei-te era Agosto
e amei-te intensamente...
tanto amor, tanta esperança
olha no que deu amor!
hoje trago-te na lembrança
e na boca o teu sabor...
fechei ao coração a porta
e os olhos enxuguei...
não há dor se estou morta!
eu morta de amor fiquei.
natalia nuno
👁️ 335
a(braços) com a saudade...
Lembro a aldraba da porta
lembro da candeia acesa
concentrada vou estranhando
não ver a família ceando
será que já está morta?
Essa é a cruel certeza!
Pelo postigo olho o firmamento
e no telhado em frente
ainda o velho cata-vento,
cheira a morno a madrugada
anjos habitam a capela mor
Esquecida? Só minha memória!
Por cada lembrança arrancada
rezo à Srª. da Vitória,
de quem sou devota com amor.
Apanho o tempo encostada à porta
além o rio... mais ao longe
a aldeia engalanada,
a passar vai o cortejo;
lá vou mais viva que morta
pedir à Santa um desejo.
A banda enche a paisagem de sons
e as raparigas vaidosas porque é festa
vestem de mil tons
e os rostos antigos voltam à rua
sinto-os sonolentos, de voz sumida
alguma debilidade,
efémeros momentos de felicidade
agora tristeza... no coração a saudade!
Tantos anos...tantos passos!
Meus sentimentos estão baços
as paredes com bolor
fotografias na parede a envelhecer
descubro rostos pendurados
puxo a aldraba da porta
toda a sua gente morta
só ela não vai morrer,
tantos anos...tantos passos!
Meus sentimentos estão baços.
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=263114 © Luso-Poemas
lembro da candeia acesa
concentrada vou estranhando
não ver a família ceando
será que já está morta?
Essa é a cruel certeza!
Pelo postigo olho o firmamento
e no telhado em frente
ainda o velho cata-vento,
cheira a morno a madrugada
anjos habitam a capela mor
Esquecida? Só minha memória!
Por cada lembrança arrancada
rezo à Srª. da Vitória,
de quem sou devota com amor.
Apanho o tempo encostada à porta
além o rio... mais ao longe
a aldeia engalanada,
a passar vai o cortejo;
lá vou mais viva que morta
pedir à Santa um desejo.
A banda enche a paisagem de sons
e as raparigas vaidosas porque é festa
vestem de mil tons
e os rostos antigos voltam à rua
sinto-os sonolentos, de voz sumida
alguma debilidade,
efémeros momentos de felicidade
agora tristeza... no coração a saudade!
Tantos anos...tantos passos!
Meus sentimentos estão baços
as paredes com bolor
fotografias na parede a envelhecer
descubro rostos pendurados
puxo a aldraba da porta
toda a sua gente morta
só ela não vai morrer,
tantos anos...tantos passos!
Meus sentimentos estão baços.
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=263114 © Luso-Poemas
👁️ 286
aconchego familiar...
Cada qual ocupava o seu lugar à lareira, quando o frio apertava e aconchegava-se o lume com mais uma cavaca e assim durava o serão que nunca ía muito além do jantar pois no dia seguinte o trabalho duro esperava e a manhã depressa chegava. A mãe conduzia a conversa cujo tema era geralmente os afazeres e as resoluções do dia seguinte, falavam pouco, parecia quererem guardar as forças para o trabalho que tinham p'la frente...o pai era sempre o primeiro a ir à deita e então lembro bem, perguntava à mãe: a cama está aberta? Há coisas que não se esquecem, tal como: o jantar está pronto? A mulher trabalhava por dois, a mãe trabalhava na fiação e tecidos onde era chefe de armazém de linhos, e chegada a casa tinha os filhos a sogra e o marido que não perdoava a hora certa desta refeição nocturna...lembro que a comida era feita num fogareiro que trabalhava a petróleo, ou então nas brasas da lareira e tudo levava imenso tempo, ali, mesmo na lareira também se aquecia água para o banho e para lavar a loiça, o banho era semanal dentro dum alguidar de zinco, não se apaga de facto mesmo nada da memória ... entretanto enquanto durava o serão eu era a rainha dos sonhos e numa embriaguês tamanha, numa exaltação meu coração transbordava de alegria, tudo me parecia ser verdade, via-me no trapézio, onde tudo me era fácil, enchia meus sonhos de figuras ágeis e animadas e eram intensas as sensações, ousada representava só para mim peças de teatro que eu própria criava e era extraordinário... como era bela a infância! Achava ter muitos admiradores, era uma comediante infantil cheia de sucesso e vivia numa alegria contínua...a alegria era fundamental...ou seria uma tristeza alegre? Apenas a pureza de coração e uma alegria ingénua e deliciosa...não posso dizer com certeza, que foi uma infância muito boa, mas foi com toda a certeza uma boa infância.
natalia nuno
natalia nuno
👁️ 354
os serões da minha memória...
Eram duas mulheres mais velhas, e uma jovem casadoira sentadas ao fresco nas noites de verão nas escadas da sua casa simples, feitas de adobos reforçadas de lages também elas frescas, ali ficava eu ouvindo com atenção as queixas e os ais do peso dos dias, do tempo que não corria de feição para o joeirar do trigo, dos seus homens que andavam fartos de cavar a terra, e o quanto era difícil dar conta da vida! A moça, ouvia e não dizia uma palavra, não esmorecia e não pensava noutra coisa que não fosse o dia do casório quase, quase a chegar... ía aprontando o enxoval com os parcos haveres, fazendo um picô, uma bainha, caseando uma almofada, para que tudo desse certo nos tempos que se aproximavam e que pensava ela seriam de eterna felicidade. Que teria sido feito dela? Chamava-se Cesária , o namoro só era permitido ao domingo sob o olhar da mãe que não arredava pé, por sinal descalço, creio que nunca a vi calçada, descia e subia vezes sem conta a ladeira que a levava ao rio ou à horta para colocar a burra à nora ou colher vegetais, seu nome Rosa cuja vida foi de espinhos tal como as vidas das restantes mulheres da aldeia. Tempos difíceis aqueles, ali passei muitos serões era ainda criança ouvindo muitas histórias, no céu um luar bonançoso e lá em baixo no rio o cantar das rãs que nos vinha aos ouvidos como uma música longínqua soando como se fosse uma harmónica incansável. Os vaga-lumes também nos faziam companhia ziguezagueando dum lado para o outro, enquanto a noiva suspirava pela noite de núpcias...eu, não arredava pé ouvindo as inquietações das mais velhas, até que a mãe da janela da cozinha erguia a voz chamando por mim e eu lá ía com meu perfume delicado e doce, flor pura sem inquietações e nenhum desejo em mim a não ser o conforto possível da casa onde nasci.Todo este aroma da infância o sinto nestas memórias neste recordar neste invocar o passado com todo o meu frenesim, passado longínquo mas não morto que recordo nestes dias que se apagam em si mesmo , tudo é visão presente, nada morre, continua pulsando o coração e o pensamento, e o sonho torna visível o invisível... cega de ternura me agarro a esse eco da infância, como um recém nascido se agarra ao peito da mãe.
natalia nuno
natalia nuno
👁️ 339
escoam-se os dias...
Como um rosário de contas
escoam-se os dias sempre iguais
como é inconveniente pensar demais!
o coração é uma hera que sobrevive
ao tempo, à geada,
trago ainda o aroma a terra molhada
e a saudade como recompensa
galopando no meu peito...imensa!
o tempo passa resmungando
escapa-se por entre os dedos
enquanto o coração se apressa
a bater palpitando...
aos ouvidos,
surgem meus medos
emoções, nostalgia dolorosa
momentos de alheamento, desprendimento
passa por mim a brisa morna do outono
morre-me a voz na garganta
fica ermo o pensamento.
ao despertar do sono
é como se tudo, não existisse mais
escoam-se os dias sempre iguais
eu pássaro sem orientação
perdido, voando até à exaustão
ainda assim vou sonhando, pois
do sonho não posso nem quero abrir mão.
natalia nuno
escoam-se os dias sempre iguais
como é inconveniente pensar demais!
o coração é uma hera que sobrevive
ao tempo, à geada,
trago ainda o aroma a terra molhada
e a saudade como recompensa
galopando no meu peito...imensa!
o tempo passa resmungando
escapa-se por entre os dedos
enquanto o coração se apressa
a bater palpitando...
aos ouvidos,
surgem meus medos
emoções, nostalgia dolorosa
momentos de alheamento, desprendimento
passa por mim a brisa morna do outono
morre-me a voz na garganta
fica ermo o pensamento.
ao despertar do sono
é como se tudo, não existisse mais
escoam-se os dias sempre iguais
eu pássaro sem orientação
perdido, voando até à exaustão
ainda assim vou sonhando, pois
do sonho não posso nem quero abrir mão.
natalia nuno
👁️ 312
GRATO É RECORDAR...EM - ESTREMECIMENTOS DE ALMA - NATÁLIA CANAIS NUNO - EDIÇÕES VIEIRA DA SILVA
GRATO É RECORDAR (Natália Canais Nuno)
o passado vai caindo para um lugar que é o esquecimento, estilhaçado em bocados, numa névoa perdido... extinto no nada, conto agora com um futuro incerto e um presente inquietante entre a luz e a tristeza... lembro noites de ternura e o meu sorriso detém-se enquanto o sono não chega, na memória cruzam-se e inquietam-se os pensamentos, vendo-te deslizar de súbito pelos lençóis, o teu olhar a reflectir-se no escuro e o contínuo desejo de nada perder, perto dos sonhos ébrios ainda a vontade de me deixar quebrar entre teus braços...
EM - ESTREMECIMENTOS DE ALMA - NATÁLIA CANAIS NUNO - EDIÇÕES VIEIRA DA SILVA
o passado vai caindo para um lugar que é o esquecimento, estilhaçado em bocados, numa névoa perdido... extinto no nada, conto agora com um futuro incerto e um presente inquietante entre a luz e a tristeza... lembro noites de ternura e o meu sorriso detém-se enquanto o sono não chega, na memória cruzam-se e inquietam-se os pensamentos, vendo-te deslizar de súbito pelos lençóis, o teu olhar a reflectir-se no escuro e o contínuo desejo de nada perder, perto dos sonhos ébrios ainda a vontade de me deixar quebrar entre teus braços...
EM - ESTREMECIMENTOS DE ALMA - NATÁLIA CANAIS NUNO - EDIÇÕES VIEIRA DA SILVA
👁️ 289
Comentários (11)
Iniciar sessão
ToPostComment
natalia nuno
2021-11-06
Grata por todo o apreço dado à minha Poesia, a todos desejo muita felicidade e que vossos sonhos se realizem. Um abraço
rosafogo
2018-12-15
A todos agradeço o apreço precioso aos meus poemas...obrigado! Abraço-vos
charlesburck
2018-12-14
A distância não nos impede as canções, vc canta lidamente ao teu amor
atal66
2018-10-22
Fica-se com o gosto de mel e amoras ao ler os seus pensamentos ...um momento de puro deleite
quaglino
2018-10-17
Poeta forte! Muito bom, muito bom mesmo. Quem sabe um dia chego lá. Parabéns de novo.
Natural de Lapas/Torres Novas
A Poeta nasceu na pequena aldeia Ribatejana chamada Lapas/ Torres Novas a 19/1, Estudou na Escola Industrial e Comercial de Torres Novas .
Participou nas seguintes Antologias: «Entre o sono e o sonho III» «trago-te um sonho nas mãos», «por um sorriso», «poiesis vol. XIII» e «poiesis vol. XXIX», «Viva Outubro 2009» e «Viva outubro 2010», «Licença poética 2011» , « Alma gémea 2011 antologia brasileira», «Tu cá, tu lá II», «Horizontes da Poesia III 2011», « Digo não ao não», «Na magia da noite», «Entre o sono e o sonho III» , «Mãe», « Poetar Contemporâneo 2012», « Cruzada da Poesia», «Horizontes da Poesia IV», «Horizontes de Poesia V» Antologia Poética Contemporânea «Entre o Sono e o Sonho IV», «A Palavra é uma Espada», «Amantes da Poesia 2014», «Horizontes da Poesia IX» «Utopia(s)», «Poetas da Cidade»… Antologias editadas por diversas Editoras situadas em Portugal e Brasil.
Colaborou no jornal da sua cidade natal «O Almonda»
Prefaciou as obras: « No Chão de àgua » do Poeta Paulo César,
O romance « Óh África...oh África Minha» do escritor José Silva, e
« Encontro-me nas Palavras» da Poeta Maria Antonieta Oliveira.
Livros seus editados/ de Poesia: «Pesa-me a Alma» em 2011 Editora Lua de Marfim e «A Melodia do Tempo» em 2014 pela mesma editora.
Com o 3º livro de Poesia editado na Roménia com o nome de «Moldura da Saudade» ou «Margini de dor». O quarto livro «Estremecimentos d'Alma» editado pelo editor Vieira da Silva em 2017......................todos os meus poemas estão registados no IGAC
Entre 2016 e 2018 participou em cerca de quatro dezenas de Antologias a convite........
Português
English
Español
Caraca, muito bom mesmo. Alma poeta.
Contundente, muito bom mesmo. Parabéns.
Obrigada :)
obrigado
Fernando Pessoa Entre o sono e o sonho, Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho, Corre um rio sem fim.
Parabéns pela beleza da escrita!