Lista de Poemas
amo-te na noite em silêncio...
Amo-te na noite em silêncio
Viajo p'lo teu corpo sem me deter
Me aquieto depois nesse abandono
E de prazer me deixo morrer.
Dos teus olhos surge meu dia
Das tuas mãos a minha serenidade
Das tuas palavras a magia
Que lembram d'outros tempos de saudade.
Entre a felicidade surge incerteza
A vida nos parece ainda jovem
Bela é a sua plumagem...a beleza!
Mas já nos meus olhos chovem
águas precipitadas
como rio transparente.
Que foi feito do amor da gente?
Amo-te na noite em silêncio
Meus lábios se encendeiam
Faço o sonho acontecer,
enquanto teus braços me rodeiam...
Em delírio me deixo morrer!
Lembranças acaricio
nesta tarde de estio,
enquanto o sol se põe no poente.
Que foi feito do amor da gente?
O amor apenas vive enquanto queima
Quero voltar a ser tão tua como agora!
A vida foge, a vida teima,
de tanto olhar atrás passou a hora.
Instantes passados me vêem á mente.
AMOR...
Que foi feito do amor da gente?
Num último beijo me abandono
Na doçura da memória, aguardo o sono.
rosafogo
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=205172 © Luso-Poemas
Viajo p'lo teu corpo sem me deter
Me aquieto depois nesse abandono
E de prazer me deixo morrer.
Dos teus olhos surge meu dia
Das tuas mãos a minha serenidade
Das tuas palavras a magia
Que lembram d'outros tempos de saudade.
Entre a felicidade surge incerteza
A vida nos parece ainda jovem
Bela é a sua plumagem...a beleza!
Mas já nos meus olhos chovem
águas precipitadas
como rio transparente.
Que foi feito do amor da gente?
Amo-te na noite em silêncio
Meus lábios se encendeiam
Faço o sonho acontecer,
enquanto teus braços me rodeiam...
Em delírio me deixo morrer!
Lembranças acaricio
nesta tarde de estio,
enquanto o sol se põe no poente.
Que foi feito do amor da gente?
O amor apenas vive enquanto queima
Quero voltar a ser tão tua como agora!
A vida foge, a vida teima,
de tanto olhar atrás passou a hora.
Instantes passados me vêem á mente.
AMOR...
Que foi feito do amor da gente?
Num último beijo me abandono
Na doçura da memória, aguardo o sono.
rosafogo
natalia nuno
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👁️ 311
poesia amantíssima...
Um poeta toma refeições ligeiras
um bom poema é a sua dieta
predilecta...
uma fatia de nuvens, salpicada de nevoeiro
ou uma fatia de neblina matinal
salpicada de orvalho, e impregnada
de cheiro a flores...
e a adoçar uma luz sobrenatural.
e no rosto dos demais,
porque os julgam loucos
é visível o desprezo,
mas as estrelas não são mensageiras do céu?!
no caminho de vento agreste e de escuridão cerrada
só a poesia têm de seu,
assim retomam a caminhada,
o sol rompe o nevoeiro, volta ao poeta
a quimera, e a sua vida
é urdida por um destino maior,
a poesia que é um acto de amor!
natalia nuno
um bom poema é a sua dieta
predilecta...
uma fatia de nuvens, salpicada de nevoeiro
ou uma fatia de neblina matinal
salpicada de orvalho, e impregnada
de cheiro a flores...
e a adoçar uma luz sobrenatural.
e no rosto dos demais,
porque os julgam loucos
é visível o desprezo,
mas as estrelas não são mensageiras do céu?!
no caminho de vento agreste e de escuridão cerrada
só a poesia têm de seu,
assim retomam a caminhada,
o sol rompe o nevoeiro, volta ao poeta
a quimera, e a sua vida
é urdida por um destino maior,
a poesia que é um acto de amor!
natalia nuno
👁️ 268
estrela... perdida
num tempo emprestado
permaneço a ele atada,
minha estrela perdida
num céu de tudo e de nada.
meu sorriso é
uma envergonhada manhã
nasce e morre cinzenta,
trago saudade de mim...
uma dor fina no peito, que
mal se aguenta
e parece não ter fim.
num vazio tropeço
o pensamento fantasma
que mal conheço.
sou eu e não sou!
o que tenho a perder
se nada restou?!
natalia nuno
permaneço a ele atada,
minha estrela perdida
num céu de tudo e de nada.
meu sorriso é
uma envergonhada manhã
nasce e morre cinzenta,
trago saudade de mim...
uma dor fina no peito, que
mal se aguenta
e parece não ter fim.
num vazio tropeço
o pensamento fantasma
que mal conheço.
sou eu e não sou!
o que tenho a perder
se nada restou?!
natalia nuno
👁️ 327
aragem...
É fina aragem que corre
A vida,
me persegue numa pressa amarga
Já o sorriso em mim morre
Com este tempo que não me larga.
Como flecha me mata
Me tira do meu encantamento
Tempo que não ata nem desata
Me destroça,
e me deixa em desalento.
Diáriamente invento uma alegria
Retiro qualquer pedra do caminho
E procuro de ti uma carícia
Um momento íntimo, um carinho.
Já o desânimo me cerca
Quase o nada me aniquila
Já o tempo faz com que me perca
Minha visão me mutila.
Assim vou fazendo a travessia
Deserto e mais deserto
Já se me priva o dia
Já a noite vem por perto.
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=174560 © Luso-Poemas
A vida,
me persegue numa pressa amarga
Já o sorriso em mim morre
Com este tempo que não me larga.
Como flecha me mata
Me tira do meu encantamento
Tempo que não ata nem desata
Me destroça,
e me deixa em desalento.
Diáriamente invento uma alegria
Retiro qualquer pedra do caminho
E procuro de ti uma carícia
Um momento íntimo, um carinho.
Já o desânimo me cerca
Quase o nada me aniquila
Já o tempo faz com que me perca
Minha visão me mutila.
Assim vou fazendo a travessia
Deserto e mais deserto
Já se me priva o dia
Já a noite vem por perto.
natalia nuno
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👁️ 293
escoam-se os dias...
Como um rosário de contas
escoam-se os dias sempre iguais
como é inconveniente pensar demais!
o coração é uma hera que sobrevive
ao tempo, à geada,
trago ainda o aroma a terra molhada
e a saudade como recompensa
galopando no meu peito...imensa!
o tempo passa resmungando
escapa-se por entre os dedos
enquanto o coração se apressa
a bater palpitando...
aos ouvidos,
surgem meus medos
emoções, nostalgia dolorosa
momentos de alheamento, desprendimento
passa por mim a brisa morna do outono
morre-me a voz na garganta
fica ermo o pensamento.
ao despertar do sono
é como se tudo, não existisse mais
escoam-se os dias sempre iguais
eu pássaro sem orientação
perdido, voando até à exaustão
ainda assim vou sonhando, pois
do sonho não posso nem quero abrir mão.
natalia nuno
escoam-se os dias sempre iguais
como é inconveniente pensar demais!
o coração é uma hera que sobrevive
ao tempo, à geada,
trago ainda o aroma a terra molhada
e a saudade como recompensa
galopando no meu peito...imensa!
o tempo passa resmungando
escapa-se por entre os dedos
enquanto o coração se apressa
a bater palpitando...
aos ouvidos,
surgem meus medos
emoções, nostalgia dolorosa
momentos de alheamento, desprendimento
passa por mim a brisa morna do outono
morre-me a voz na garganta
fica ermo o pensamento.
ao despertar do sono
é como se tudo, não existisse mais
escoam-se os dias sempre iguais
eu pássaro sem orientação
perdido, voando até à exaustão
ainda assim vou sonhando, pois
do sonho não posso nem quero abrir mão.
natalia nuno
👁️ 321
meditação...
Celebra-se a chuva
agitam-se os ares
fica teu alento humedecido
teus passos seguros
se assim o desejares...
o pulsar do sol
faz parte do teu dia
e na tua essência de terra
íntima festa com a natureza,
assim tua vida seria...
ao despertar o alvor
um raminho de giesta
na almofada... com amor,
e o sopro da brisa ao ouvido
continuaria a festa
numa melodia alada,
e a felicidade tão livre
faria sentido...
natália nuno
agitam-se os ares
fica teu alento humedecido
teus passos seguros
se assim o desejares...
o pulsar do sol
faz parte do teu dia
e na tua essência de terra
íntima festa com a natureza,
assim tua vida seria...
ao despertar o alvor
um raminho de giesta
na almofada... com amor,
e o sopro da brisa ao ouvido
continuaria a festa
numa melodia alada,
e a felicidade tão livre
faria sentido...
natália nuno
👁️ 281
sigo em frente...
meu poema é feito de vida
do aroma do cravo e da rosa
da água do rio vagarosa
do perfume que me corre no peito
de promessas ao vento
com pedaços do pensamento
e meu sonho a ele sujeito.
da razão, tempo e vontade
bens que trago da idade
e sempre me surpreendem
prendo-me a esta verdade
sentimento que nasce
em mim e é Saudade.
desajeitada,
bato asas de contente
e sigo em frente...
natalia nuno
do aroma do cravo e da rosa
da água do rio vagarosa
do perfume que me corre no peito
de promessas ao vento
com pedaços do pensamento
e meu sonho a ele sujeito.
da razão, tempo e vontade
bens que trago da idade
e sempre me surpreendem
prendo-me a esta verdade
sentimento que nasce
em mim e é Saudade.
desajeitada,
bato asas de contente
e sigo em frente...
natalia nuno
👁️ 246
morta d'amor...
morro à míngua de amor
morro à míngua de água
murcho tal qual a flor
e é grande a minha mágoa
o sol queimou-me o rosto
com a sua luz potente...
namorei-te era Agosto
e amei-te intensamente...
tanto amor, tanta esperança
olha no que deu amor!
hoje trago-te na lembrança
e na boca o teu sabor...
fechei ao coração a porta
e os olhos enxuguei...
não há dor se estou morta!
eu morta de amor fiquei.
natalia nuno
morro à míngua de água
murcho tal qual a flor
e é grande a minha mágoa
o sol queimou-me o rosto
com a sua luz potente...
namorei-te era Agosto
e amei-te intensamente...
tanto amor, tanta esperança
olha no que deu amor!
hoje trago-te na lembrança
e na boca o teu sabor...
fechei ao coração a porta
e os olhos enxuguei...
não há dor se estou morta!
eu morta de amor fiquei.
natalia nuno
👁️ 350
hei-de morrer serena...
minha estrela é tão fugaz
ao meu olhar entristecido
que já não sou capaz
de olhar minha face no espelho
sem ficar de olhar caído,
dói e dor física não é!
é dormente encruzilhada
vale sombrio...
que emsombra meu pensamento
vazio.
caminho pesarosa
ouvindo no espírito o murmúrio
do mar, onde pouso o olhar
e tudo parece tranquilo
numa realidade teimosa
de continuar a ser aquilo...
mas sou apenas a saudade do
que fui.
o que magoa?
é a alegria dos pássaros
como se não dessem p'la minha
solidão
e esta dor que me enfastia até à
exaustão...
onde foi que me perdi
a mim própria me interrogo,
onde me recolhi?
que minha voz murmura no mar
como maresia fina
lá longe à distância
onde me deixei menina.
não venham com pedras na mão
que não valerá a pena
nem me falem com compaixão
todo o dia acaba, de novo
principia...
hei-de morrer serena.
natalia nuno
rosafogo
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=245529 © Luso-Poemas
ao meu olhar entristecido
que já não sou capaz
de olhar minha face no espelho
sem ficar de olhar caído,
dói e dor física não é!
é dormente encruzilhada
vale sombrio...
que emsombra meu pensamento
vazio.
caminho pesarosa
ouvindo no espírito o murmúrio
do mar, onde pouso o olhar
e tudo parece tranquilo
numa realidade teimosa
de continuar a ser aquilo...
mas sou apenas a saudade do
que fui.
o que magoa?
é a alegria dos pássaros
como se não dessem p'la minha
solidão
e esta dor que me enfastia até à
exaustão...
onde foi que me perdi
a mim própria me interrogo,
onde me recolhi?
que minha voz murmura no mar
como maresia fina
lá longe à distância
onde me deixei menina.
não venham com pedras na mão
que não valerá a pena
nem me falem com compaixão
todo o dia acaba, de novo
principia...
hei-de morrer serena.
natalia nuno
rosafogo
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👁️ 286
meu pé descalço...
meu pé descalço
vamos passando os dias a sonhar, vamo-nos rindo nos momentos de ilusão, e, há momentos em que cismamos que havemos de ser felizes, é que nem sempre a felicidade está presente... então, tomei ao tempo um tempo para sonhar, sem deixar que ele perturbe os meus sentidos...e na poesia quero soltar o que me vai na alma...minha história é tão antiga que algumas coisas já esvaziei da memória, sou então como uma jarra antiga onde as flores foram morrendo enquanto o pó foi crescendo sobre os móveis, agora tenho os cabelos brancos e a solidão me pegou. Mas, neste tempo que tomei ao tempo vou arrumando sentimentos e deixo que a tarde caia sobre meu rosto, tomo o atalho do meu coração que me leva às lembranças, revisito os cantos da minha aldeia e sinto-me uma andorinha acabada de chegar, trazendo nos olhos a primavera, estou descalça para não chegar tarde que o sol está a cair, já avisto o vermelho dos telhados, ouço o eco dos sinos e ao longe o verde dos frondosos salgueiros da beira rio...já ouço o cão ladrar dando sinal que alguém está para chegar, ele que foi testemunha da minha alegria de criança, lá está o portão que ainda chora o meu adeus, não sei se entre!? É que as paredes do meu quarto devem ter humidade, o tempo não se esquece de fazer danos, mas a saudade obriga-me a entrar, dou volta à chave, lá está a minha cama estreita nela já ninguém se deita, abro a janela espreito por ela o rio que canta a mesma melodia... e ele me olha como se visse ainda a menina esguia que nas águas se banhava e lá em baixo a horta que eu pensava estar morta de sede, e qual não é minha surpresa... meu pai a regar, olhou-me, e afagando-me com o olhar deixou-me saudosa no tempo...
natalia nuno
rosafogo
do meu blog "Memórias de mim"
vamos passando os dias a sonhar, vamo-nos rindo nos momentos de ilusão, e, há momentos em que cismamos que havemos de ser felizes, é que nem sempre a felicidade está presente... então, tomei ao tempo um tempo para sonhar, sem deixar que ele perturbe os meus sentidos...e na poesia quero soltar o que me vai na alma...minha história é tão antiga que algumas coisas já esvaziei da memória, sou então como uma jarra antiga onde as flores foram morrendo enquanto o pó foi crescendo sobre os móveis, agora tenho os cabelos brancos e a solidão me pegou. Mas, neste tempo que tomei ao tempo vou arrumando sentimentos e deixo que a tarde caia sobre meu rosto, tomo o atalho do meu coração que me leva às lembranças, revisito os cantos da minha aldeia e sinto-me uma andorinha acabada de chegar, trazendo nos olhos a primavera, estou descalça para não chegar tarde que o sol está a cair, já avisto o vermelho dos telhados, ouço o eco dos sinos e ao longe o verde dos frondosos salgueiros da beira rio...já ouço o cão ladrar dando sinal que alguém está para chegar, ele que foi testemunha da minha alegria de criança, lá está o portão que ainda chora o meu adeus, não sei se entre!? É que as paredes do meu quarto devem ter humidade, o tempo não se esquece de fazer danos, mas a saudade obriga-me a entrar, dou volta à chave, lá está a minha cama estreita nela já ninguém se deita, abro a janela espreito por ela o rio que canta a mesma melodia... e ele me olha como se visse ainda a menina esguia que nas águas se banhava e lá em baixo a horta que eu pensava estar morta de sede, e qual não é minha surpresa... meu pai a regar, olhou-me, e afagando-me com o olhar deixou-me saudosa no tempo...
natalia nuno
rosafogo
do meu blog "Memórias de mim"
👁️ 369
Comentários (11)
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natalia nuno
2021-11-06
Grata por todo o apreço dado à minha Poesia, a todos desejo muita felicidade e que vossos sonhos se realizem. Um abraço
rosafogo
2018-12-15
A todos agradeço o apreço precioso aos meus poemas...obrigado! Abraço-vos
charlesburck
2018-12-14
A distância não nos impede as canções, vc canta lidamente ao teu amor
atal66
2018-10-22
Fica-se com o gosto de mel e amoras ao ler os seus pensamentos ...um momento de puro deleite
quaglino
2018-10-17
Poeta forte! Muito bom, muito bom mesmo. Quem sabe um dia chego lá. Parabéns de novo.
Natural de Lapas/Torres Novas
A Poeta nasceu na pequena aldeia Ribatejana chamada Lapas/ Torres Novas a 19/1, Estudou na Escola Industrial e Comercial de Torres Novas .
Participou nas seguintes Antologias: «Entre o sono e o sonho III» «trago-te um sonho nas mãos», «por um sorriso», «poiesis vol. XIII» e «poiesis vol. XXIX», «Viva Outubro 2009» e «Viva outubro 2010», «Licença poética 2011» , « Alma gémea 2011 antologia brasileira», «Tu cá, tu lá II», «Horizontes da Poesia III 2011», « Digo não ao não», «Na magia da noite», «Entre o sono e o sonho III» , «Mãe», « Poetar Contemporâneo 2012», « Cruzada da Poesia», «Horizontes da Poesia IV», «Horizontes de Poesia V» Antologia Poética Contemporânea «Entre o Sono e o Sonho IV», «A Palavra é uma Espada», «Amantes da Poesia 2014», «Horizontes da Poesia IX» «Utopia(s)», «Poetas da Cidade»… Antologias editadas por diversas Editoras situadas em Portugal e Brasil.
Colaborou no jornal da sua cidade natal «O Almonda»
Prefaciou as obras: « No Chão de àgua » do Poeta Paulo César,
O romance « Óh África...oh África Minha» do escritor José Silva, e
« Encontro-me nas Palavras» da Poeta Maria Antonieta Oliveira.
Livros seus editados/ de Poesia: «Pesa-me a Alma» em 2011 Editora Lua de Marfim e «A Melodia do Tempo» em 2014 pela mesma editora.
Com o 3º livro de Poesia editado na Roménia com o nome de «Moldura da Saudade» ou «Margini de dor». O quarto livro «Estremecimentos d'Alma» editado pelo editor Vieira da Silva em 2017......................todos os meus poemas estão registados no IGAC
Entre 2016 e 2018 participou em cerca de quatro dezenas de Antologias a convite........
Caraca, muito bom mesmo. Alma poeta.
Contundente, muito bom mesmo. Parabéns.
Obrigada :)
obrigado
Fernando Pessoa Entre o sono e o sonho, Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho, Corre um rio sem fim.
Parabéns pela beleza da escrita!