Lista de Poemas

AMOR ETERNO [Manoel Serrão]






Existem duas espécies de amores:

Os que sempre lembramos e os que ninguém esquece.
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@ A PsiCOPaTIA dO PoeTA @ [Manoel Serrão]

O
Ma
nOEL
SeRRão
é Um bArDo ToSCO,
dU pOEMaDO tOrTO.

O
Ma
nOEL
SeRrãO
É uM BardO CôXo,
dU VerSEJadO SOLto.


Ma
nOel
SeRRão
qUe nÃo é POetA
e NãO sABe fAzER pOEmA?
É uM VeRbOrráGiCO DoiDo d'Um PoeTAdO LoUCo!


 

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ALTERIDADE [Manoel Serrão]


 


Ser o não-ser do não-desejo.

Ser o não-ser do Ser-doente.
Ser o ser sã do Ser o elo.
Ser o Ser sim do ser d’per si.
Mas sede! O ser afeito em ti.
O Eu tornado o Outro, o Plural respeito!
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TRIÂNGULO DOS JOELHOS [Manoel Serrão]



No mudo
Triângulo dos joelhos.
A dor dos cotovelos?
São ossos duros de roer!
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IMPERATIVO AFIRMATIVO [Manoel Serrão]

 






Soletre.
Soletremos.
Mas a vida tem sempre um...
Sol-e-trai!

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NICHOS [Manoel Serrão]





Nichos...Nichos...
Onde guardar o criado
Lixo [do] [in] mundo?
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RAISON D’ÊTRE [Manoel Serrão]


D’onde venho? Lá d’onde venho o hálito do vento é quente,

E o sol é do oscular vermelho em brasa.

D’onde venho o amor é de quem consola,
E não da mulher que ama a casta.

Lá d’onde venho?
D’onde venho os antípodas são fantasmas,
E os malditos são abutres.

D’onde venho o desprezo imporcalha a urb
E a miséria feal assusta a fome.

D’onde venho?
Lá d’onde venho da metrópole-pós-industrial,
O amor e a vida são fuligem,
São fumaça quão detrito de indústria.

Lá d’onde venho só há homens pelo avesso,
Cada um cobrando o seu preço sem tabuleta de endereço
E a pandêmica xenofobia racial.

Lá d’onde venho não há raison d’être.

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REVELAÇÃO [Manoel Serrão]





Para Eu escrever - um poema -, é uma forma de fala com Deus.
E o Deus Uni-Verso se revela!

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DIGNIDADE [Manoel Serrão]







É irrenunciável o direito à dignidade humana.
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DOPAMINA [Manoel Serrão]


 




Café,  c
há, cafeína.

Ó cruz-credo "mina", fenilefrina?
A Modafinil turbina! Turbina!
É “bom despertar” a dopamina?
A serotonina com a noradrenalina, mudas não combinam!
Não vês, há um QI de cê-dê-efes,
E um QG de zumbis  perdidos topando
O tarja preto à tapa, sua droga!
 
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Comentários (1)

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321alnd
2019-03-06

Parabéns por seus textos e seus poemas, meu caro Manoel Serrão. Poesia é, como disse o grande poeta Octávio Paz, salvação e nós dois seremos salvos por ela, assim como todo aquele que faça da beleza o único pão para sua alma. Tenho igual honra em te-lo como leitor. Um forte e cordial abraço.