ludíbrio

O sono destemente,

um profundo sonhar

auxilia por um profundo hibernar.,

nas nuvens da alma lúdica

a libertação da agonia

o despertar do elixir transalpino de um allure.

que deixa calma a bela dama

que morre ao encontrar,

o desprezo da negra sombra

daquele que a fez chorar.

em seu corpo o véu que se rasga,

em pedaços suas pétalas a desgrenhar.

a lágrima acarina a deslizar,

a sua boca enveludada ao silêncio ,

almejando cantar ,

a voz das sereias a somatizar.

As velas apagam-se com o sopro do cavalheiro,

aproxima -se sem exitar ,

com a alma embriagada tocando o rosto,

impedindo o sono ,e a paz

um delirio sem luz

uma prata sem brilho

o descanso de uma flaminia

a sua luz a apagar.






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