Lista de Poemas
ESFORÇA-TE
O vento leva-te a guerra e te traz a paz,
Vice-versa tanto faz, o importante é,
Seguir adiante e ir atrás do que te satisfaz,
Realizar os teus sonhos que busca por fé.
Querer ver qual é a tua capacidade,
De combater com toda a intensidade,
O que te prende em cadeias virtuais,
O que suga as tuas forças colossais.
Impedindo-te de alcançar as vitórias,
E romper as barreiras em glórias,
Que te darão o reconhecimento real
Do teu total e verdadeiro valor capital.
Vice-versa tanto faz, o importante é,
Seguir adiante e ir atrás do que te satisfaz,
Realizar os teus sonhos que busca por fé.
Querer ver qual é a tua capacidade,
De combater com toda a intensidade,
O que te prende em cadeias virtuais,
O que suga as tuas forças colossais.
Impedindo-te de alcançar as vitórias,
E romper as barreiras em glórias,
Que te darão o reconhecimento real
Do teu total e verdadeiro valor capital.
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A NOITE
A noite potencializa as mazelas e ofusca os sentidos,
Ainda mais com o álcool dentro dos bêbedos organismos,
E as alucinantes ervas, balas, e doces sugeridos.
A noite silencia os alaridos que se tornam expandidos,
Porque o que se falam ao pé do ouvido, não são gritos,
São gemidos abafados que se ouvem escondidos.
A noite expõe a negrura, excita o medo e a cara limpa esconjura,
O corpo nu, a vadiagem se dissemina, e evidencia na esquina,
A queda do império de um guru que cria fielmente na magistratura.
A noite é morte obscura, dia sem luz, vida fora das estradas,
Visão penumbrada, atrapadas na calada, corre-corres nas escadas,
A noite será longa para o que carrega uma cruz ou tu que dormes,
Mas escuridão curta e sedenta para os vermes multiformes.
Ipatinga, 14/12/2018
Erimar Santos.
Ainda mais com o álcool dentro dos bêbedos organismos,
E as alucinantes ervas, balas, e doces sugeridos.
A noite silencia os alaridos que se tornam expandidos,
Porque o que se falam ao pé do ouvido, não são gritos,
São gemidos abafados que se ouvem escondidos.
A noite expõe a negrura, excita o medo e a cara limpa esconjura,
O corpo nu, a vadiagem se dissemina, e evidencia na esquina,
A queda do império de um guru que cria fielmente na magistratura.
A noite é morte obscura, dia sem luz, vida fora das estradas,
Visão penumbrada, atrapadas na calada, corre-corres nas escadas,
A noite será longa para o que carrega uma cruz ou tu que dormes,
Mas escuridão curta e sedenta para os vermes multiformes.
Ipatinga, 14/12/2018
Erimar Santos.
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FUJAM!
Venham! Venham! Gritam uns,
Se apressem! Saiam! O outro brada.
Mas ninguém obedece, nada acontece.
O que há convosco? Soa a pergunta.
Acaso estais todos loucos?
O que os faz tão seguros? Fujam!
Redarguiram: _quem os fez guias de nós outros?
_Porventura não podemos sofrer o dano? Deixem-nos em paz!
_Um leão sozinho é pouco para conosco.
Se apressem! Saiam! O outro brada.
Mas ninguém obedece, nada acontece.
O que há convosco? Soa a pergunta.
Acaso estais todos loucos?
O que os faz tão seguros? Fujam!
Redarguiram: _quem os fez guias de nós outros?
_Porventura não podemos sofrer o dano? Deixem-nos em paz!
_Um leão sozinho é pouco para conosco.
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O AMOR A QUEM AMA
Entreter a vida sem alegria com coisas simples do dia a dia, estimular o coração com uma contagiante canção de amor, fazer sentir na pele o toque suave e macio das mãos daquela ou daquele que ama com satisfação.
Ter a certeza de que não haverá a solidão para a tristeza, que a alma estará feliz e segura porque o amor estará ao teu lado, pois se houver algum indício ele será a cura, o amor te guardará em teu seio e não te improperará, te guiará calado.
Não haverá prantos em teus olhos, porque o amor já os enxugou antes, junte os teus molhos de contentamento e jubile grandemente e ame triunfante, abrace fortemente a quem ama e deixe irradiar, aquecer, com esse fogo, viva chama.
Ter a certeza de que não haverá a solidão para a tristeza, que a alma estará feliz e segura porque o amor estará ao teu lado, pois se houver algum indício ele será a cura, o amor te guardará em teu seio e não te improperará, te guiará calado.
Não haverá prantos em teus olhos, porque o amor já os enxugou antes, junte os teus molhos de contentamento e jubile grandemente e ame triunfante, abrace fortemente a quem ama e deixe irradiar, aquecer, com esse fogo, viva chama.
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O VINHO É RUBRO FEITO SANGUE
O vinho é rubro feito sangue na veia,
Que a ira bebe ante um sol escaldante,
Inebria e manieta o malfazejo numa teia,
Quando o seu espírito soa arrogante.
O sangue é o vinho da vida do desejo,
A alma é o indivisível que viaja invisível,
Desligada da matéria em um ensejo,
Se o vinho envenenar um aborrecível.
Numa garrafa cheia de infâmia e paixão,
Duma bebida, Rubra, forte e embriagante,
Por uma mistura que incendeia o coração,
Exala ódio pela má conduta de um amante.
Que a ira bebe ante um sol escaldante,
Inebria e manieta o malfazejo numa teia,
Quando o seu espírito soa arrogante.
O sangue é o vinho da vida do desejo,
A alma é o indivisível que viaja invisível,
Desligada da matéria em um ensejo,
Se o vinho envenenar um aborrecível.
Numa garrafa cheia de infâmia e paixão,
Duma bebida, Rubra, forte e embriagante,
Por uma mistura que incendeia o coração,
Exala ódio pela má conduta de um amante.
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NÃO HÁ PREÇO QUE PAGUE
Digamos que está tudo bem, que as coisas ainda vão melhorar, que a nossa felicidade vem, basta sabermos esperar, vivamos o cotidiano, tudo que é trivial, nada de excepcional, apenas o que é ordinário, sorriso no rosto, como se tivéssemos um exorbitante salário. Não nos desanimemos, sejamos otimistas, acreditemos não no que vemos, mas sim no que está oculto às vistas, não no que é palpável, e sim no que é intangível, creiamos no invisível. Há tempos e, tempos haverão que a fome abaterá o forte e o pão não será o suficiente, a carne não terá o seu sabor e a gordura não será a causa abundante. O fraco dirá sou forte e levantará e correrá e saltará feito bezerro no cevadouro, e alcançará um prêmio e não o trocará nem o venderá por grande carga de ouro. Os rios não mais irão em direção ao mar, os palácios estarão vazios sem ter quem os possa habitar, as máquinas, as memórias artificiais, a ciência, os sábios desta terra terão que se aniquilar. A vida perdida será a morte para quem a busca ganhar, mas pela perda se ganha a vida e há um preço que tesouro nenhum pode pagar.
👁️ 238
MÍSERA É POR TODOS OS MEIOS
Estar num estágio que nem os sábios e entendidos desta terra compreenderão, mas os simples e humildes enxergarão e louvarão.
Enxerga vermelho o sangue que é a vida, vermelho que também é sinal de alerta, vermelho que derrama a morte certa e indiscreta.
O que é a criatura? Quais são os seus anseios? O que a inquieta? Mísera é por todos os meios. Por que há atos que a sujam e outros que a tornam pura?
Ainda há dúvida? O Criador! O mundo volátil, as quedas na subida, a presa fácil, o abismo, o plano versátil, uma profunda descida.
A vida feito erva que seca desarraigada, o vermelho nas veias não significa nada, se o coração de cobiça está cheio, que para os olhos se alimentarem e as portas se fecharem, cegar o semelhante é o ilustre meio sem receio.
Enxerga vermelho o sangue que é a vida, vermelho que também é sinal de alerta, vermelho que derrama a morte certa e indiscreta.
O que é a criatura? Quais são os seus anseios? O que a inquieta? Mísera é por todos os meios. Por que há atos que a sujam e outros que a tornam pura?
Ainda há dúvida? O Criador! O mundo volátil, as quedas na subida, a presa fácil, o abismo, o plano versátil, uma profunda descida.
A vida feito erva que seca desarraigada, o vermelho nas veias não significa nada, se o coração de cobiça está cheio, que para os olhos se alimentarem e as portas se fecharem, cegar o semelhante é o ilustre meio sem receio.
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AMANDA
Oh Divina gratidão por encher este coração de puro amor por ti!
Oh ingrata divisão que arrancou e que levou a minha AMANDA para si!
Oh devota vocação para amar em solidão e buscar a solução para trazê-la de volta!
Oh perfeita sensação que traz a emoção de alcançar a razão para deixá-la solta!
Oh vida em aflição que alimenta essa relação de atitudes complexas!
Oh desejo e confusão que aumenta a pressão em nossas mentes perplexas!
Oh verdade que me abranda e a virtude que demanda, que a guarde aonde anda!
Oh caminhos que a levaram, que sinais deixaram para encontrá-la AMANDA!
Ipatinga, 03/12/2018
Erimar Lopes.
Oh ingrata divisão que arrancou e que levou a minha AMANDA para si!
Oh devota vocação para amar em solidão e buscar a solução para trazê-la de volta!
Oh perfeita sensação que traz a emoção de alcançar a razão para deixá-la solta!
Oh vida em aflição que alimenta essa relação de atitudes complexas!
Oh desejo e confusão que aumenta a pressão em nossas mentes perplexas!
Oh verdade que me abranda e a virtude que demanda, que a guarde aonde anda!
Oh caminhos que a levaram, que sinais deixaram para encontrá-la AMANDA!
Ipatinga, 03/12/2018
Erimar Lopes.
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SEI QUE AMAR É O FOGO
Meu amor eu sei que amar é o fogo
Que alastra e queima em nós adentro
Que revira os sentidos e faz a cinza
Que depois é tirada e lançada ao vento.
Meu amor, o amor nos mata e nos dá a vida
Enche-nos de chagas, mas cura-nos a ferida
Já nos matou várias vezes, somos vida
Mata-nos de novo, e vivifica-nos querida.
Morremos de morte de amor por amarmos
Vivemos vida abundante ao sonharmos
Pela ferida sarada ao nos entrelaçarmos
Quando se escolheu viver para lutarmos.
Que alastra e queima em nós adentro
Que revira os sentidos e faz a cinza
Que depois é tirada e lançada ao vento.
Meu amor, o amor nos mata e nos dá a vida
Enche-nos de chagas, mas cura-nos a ferida
Já nos matou várias vezes, somos vida
Mata-nos de novo, e vivifica-nos querida.
Morremos de morte de amor por amarmos
Vivemos vida abundante ao sonharmos
Pela ferida sarada ao nos entrelaçarmos
Quando se escolheu viver para lutarmos.
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O QUE HÁ CONOSCO
O que há conosco que nos leva a pensar
Naquilo que se segue num breve olhar
Na calada da sombra, num breve sussurrar
No exílio da alma, num instante vulgar.
Que se esconde no corpo e não pode mostrar
Que na vida barganha e não se pode doar
Que o preço é tão alto e não se pode pagar
Sem ter sangue nas veias para se derramar.
Que o ódio é o pódio almejado a alcançar
Que na luta se frustra quando se ouve falar
Que na ira se acalma num breve cantar
Pois o sol já se pôs no horizonte fulgurar.
Nas águas do mundo para se afogar
Buscando o fôlego das criaturas do mar
Sem se sobressair e sem saber nadar
Fugindo da besta que te quer devorar.
Naquilo que se segue num breve olhar
Na calada da sombra, num breve sussurrar
No exílio da alma, num instante vulgar.
Que se esconde no corpo e não pode mostrar
Que na vida barganha e não se pode doar
Que o preço é tão alto e não se pode pagar
Sem ter sangue nas veias para se derramar.
Que o ódio é o pódio almejado a alcançar
Que na luta se frustra quando se ouve falar
Que na ira se acalma num breve cantar
Pois o sol já se pôs no horizonte fulgurar.
Nas águas do mundo para se afogar
Buscando o fôlego das criaturas do mar
Sem se sobressair e sem saber nadar
Fugindo da besta que te quer devorar.
👁️ 268
Comentários (3)
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ToPostComment
parabéns
2024-11-11
amei parabéns
Bárbara Pinardi
2022-09-20
Olá, Erimar. Tudo bem? Gostaria de pedir autorização para usar o seu poema https://www.escritas.org/pt/n/t/119320/o-sabio-homem-e-o-grande-rio
lagazaz
2020-09-12
Belo poema
1971
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