Lista de Poemas

Eu tenho

Eu tenho
Um toque que o meu passado não me deixa realizar;
Um desejo que o meu toque não consegue cumprir;
E tenho em mim todas essas expectativas, como o sono tem sede de sonho.

Oculta nos olhos que sorriem
As lágrimas que eu guardo em forma de silencio;
Nas cicatrizas que ainda doem
A esperança da cura

Porque eu tenho sobre mim as asas dos anjos
Que do céu vêem me fazer voar com eles
Quando tudo pesa sobre mim.
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Isso


Isso representa todos os gritos ocultos de minha emoção. Isso representa muito silencio e ainda muito mais barulho. Isso representa tudo que ainda não foi. Isso representa todo o meu orgulho humilhado, passado rasgado em paginas de não! E o meu futuro isso também representará. Isso representa todos que olharam para mim, mas não me viram; isso representa a grande luta, a grande montanha que nunca se moldará os grãos. Isso representa uma ilusão antes mesmo idealizada.

Isso representa a minha própria controvérsia; Isso não foi o que quis é o que antes mesmo fiz, mas parece destino buscado. Isso é o brilho que fugiu da luz e que na trave se perdeu. Isso é a magoa que me dei de castigo. Isso são minha carta de exclusão e o meu direito de fugir também! Isso é o sepulcro sagrado. Isso é a pedra bem no meio do caminho que chora águas. Isso não se define por ser de infinitas definições. Isso é o sinal de que o meu ser chucro existe, embora pareça que não! Isso são os livros que li e as musicas que ouvi


Isso é meu abraço muito apertado no imenso frouxo da solidão, é a vergonha da minha vergonha ainda maior. Isso é como aprender a amar e perdoar e principalmente a perdoar! Isso é como me olhar no espelho e me esquece. Isso é meu próprio sinal para a placa de contra mão. Isso é tudo que refutei e me refutaram o que meu era por direito. Isso é flecha maldita e sagrada que ancorou no meu peito. Isso não tem jeito, não satisfeito só respeito? Por direito?! Se um homem vira magoa e a si mesmo só magoas faz, por Deus eu rejeito - Não quero mais...
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Foi preciso


Como se os meus sonhos não valessem a pena, preguei os meus olhos numa palmatória e depois a joguei fora para a minha realidade madrasta não mais me bater. Pouco tempo após, como se tivesse valido a pena, acordado dormia e não tinha mais coragem para sonhar! Também via a magoa e o gosto de fel se transformar em saudade física. Com a qual construir uma cadeira de balanço aonde sentava e via à tarde que passava levemente, como a brisa que levava as folhas do chão. Desse mesmo jeito se ai também minha vida. Só não tinha folhas no não chão, mas havia eu e a doe em mim! E a brisa era o tempo. E ele não limpava o chão como a brisa, mas sim, me tatuava a aquela dor e soprava para não doer. Ou melhor, passava para não dor! E isso foi preciso...
- Realmente foi! Mas não vale a pena mais. Porque agora as minhas percas se multiplicaram em vidas e despertado da meia vida de pesadelos, vejo que há muita realidade pra sonhar, pouco tempo pra dormir e pouca realidade pra acordar.
Eu Fiz, Inutilmente de não fazer o que era pra ter sido feito dos meus "sonhos", o termo apertado que, sem ocasião, uso para viver; e também essa chula e talvez ate nem literatura. na qual na folha me prego para que no futuro, como agora no presente, me submeter ao passado, mas com gloria e luz e força e abraço!
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Que castigo cada um faz da vida

Que castigo cada um faz da vida! que mentira é dizer que não...
Quanta esperança assim é perdida, no caminho de quem só tem ilusão.

Será que pesa tanto a magoa física, que tudo afoga na lagoa do esquecimento,
Será que de tanto envelhecer, não morre um sentimento?
Será que dói mais a palavra não dita ou a dor de saber que não,
Será que vale mais a pena guardar um segredo ou pegar o preço da libertação?

- Quantos caminhos! Que lágrimas! É preciso percorrer, para fazer enxergar aquilo que se pode ver!?

Que castigo! Cada um faz da vida, mas quanto perdão nos dá a esperança; mentira...
- é dizer que não!

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Rfúgio


Refúgio! Quantas caras de silencio você tem?
Quantas celas que não são celas você tem!
Quanto de quem você faz existe só em quem te fez -, Refúgio?!
Quem ousará invente-ter e amar-te - Que si ache digno!
Refúgio! -, Que em mil mentiras em uma só verdade estar.

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Aluno

Quero cantar minhas musicas - deixe-me cantar minhas musicas
- minhas musicas que nunca cantaram;
Quero canta-las como quem ler o poema
E sente um doido prazer de não entender o que entendeu
e tenta ler outro
Pra não poder rascar o livro!

Voar!
essa incerta tristeza também me dá asas;
quero voar como já mais voaram
e de algum lugar do céu
encontrar o brilho que a realidade ofuscou em mim

...De repente a descoberta:
realmente não poder cantar ou voar!
nesse estúpido momento de adultério com a vida...
- alguém me ensina a chorar?
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Cachoeiras

As cachoeiras choram as lagrimas de minha poesia paralitica.
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Aluno

Quero cantar minhas musicas - deixe-me cantar minhas musicas
- minha canções que já mais cantaram;
Quero canta-las como quem ler o poema
E sente um doido prazer de não entender o que entendeu
e tenta ler outro pra não rasgar o livro livro!

Voar!
essa incerta tristeza também me dá asas;
quero voar como já mais voaram
e de algum lugar do céu
encontrar o brilho que a realidade ofuscou em mim

...De repente a descoberta:
realmente não poder cantar ou voar!
nesse estúpido momento de adultério com a vida...
- alguém me ensina a chorar?
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Aluno

Quero cantar minhas musicas - deixe-me cantar minhas musicas
- minhas musicas que nunca cantaram;
Quero canta-las como quem ler o poema
E sente um doido prazer de não entender o que entendeu
e tente ler outro
Por não poder rascar o livro!

Voar!
essa incerta tristeza também me dá asas;
quero voar como já mais voaram
e de algum lugar do céu
encontrar o brilho que a realidade ofuscou em mim

...De repente a descoberta:
realmente não poder cantar ou voar!
nesse estúpido momento de adultério com a vida...
- alguém me ensina a chorar?
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A parte pelo todo

Ah, Estou farto!
Tenho a própria fabrica de balas em cima de mim, mas não consigo comprar uma!
Para realizar os sonhos dos que dormem sobre mim, 'carteiradamente' condenado estou a não dormir! - mas se eu tivesse um canudo poderia - e balançando
o rabinho - acordar cedo! Cedo: que é pra não dar tenho para sonhar!

Já não quero ter nem olhos de tanto ver o que querem que eu veja. Mas tenho que ter olho! Porque se não, quem vai pilotar seus aviões carregados de júbilos!


Estica-me um braço os donos, e o outro suas marcas e prazeres! E assim como um cordeiro a quem ofereceram um sacrifício tolo, ainda sustendo na cruz de minha força suas ciências e filosofias!
E eu nem reclamo e eu nem reclamo reclamo:

As vagas de hoje tem velocidade 3G e nem levam mais o marca de seu dono no couro!
O vaqueiro também mudou: usa terno e gravata e alguns têm ate carrego! Mas a marcar, indelével marca, a dor de ser propriedade e nunca dono de propriedade, essa marca ele tem na sua carteira de trabalho.
Olha o bonde... Perdi-o!
Olho o Senhor senhor senhorizando no seu ultra carro com faróis de luzes de galáxias!
- Senhor, Senhor!
Viu-me?
Não viu?
Não me viu! Seu carro estava rapidíssimo e de farol ligado!
Mas os miseráveis são Eles! Porque quando roubaram a minha vida não quiseram pagar por minha Bosta...
- só porque fedia!
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Comentários (2)

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danilo
2018-12-16

Obrigado

2017-05-29

Gostei de passar por aqui e conhecer um pouco do seu trabalho. Hoje tem tanta gente boa escrevendo por aí que é quase impossível dar conta de tudo!