Lista de Poemas
Menos que Nada
Viajar para onde
Se tudo já foi descoberto?
Não sigo tema, linha alguma de estilo,
Mas fazer o que com esse travador menor?
Se houver um mar ou uma pílula eu tomo - sem seda e tudo,
Por um destino, um timo qualquer!
Não! Não e o cargo que quero.
Mas a essência e a culpa e a dor e a alma e a liberdade!
Oh, Meu Deus! Eu queria o Dom, a luz, a inspiração!
Ai mundo inteiro que possa me ouvir,
eu queria o meu trabalho e minha luz brilhando em tinta em verso e papel e anonimato!
Ouço os outros cantarem - penso que aquele seja meu canto
por tão parecer que dentro de mim saiu,
Leio os outros e gosto muito deles e não os invejo.
Mas de mim morro de pena e ódio por não saber o que fazer
dessa pena que pulsa que sonha na alma...
- que chora na mão!
Porque em mim... - não a porta que abra que encontre essa
criança perdida a brincar e gritar!
E os anos passam e veem e nunca entra nada em mim, nunca
nada sai em mim.
E eu nada de encontra essa já velha criança, talvez ate morta ou nem nascida!
Se tudo já foi descoberto?
Não sigo tema, linha alguma de estilo,
Mas fazer o que com esse travador menor?
Se houver um mar ou uma pílula eu tomo - sem seda e tudo,
Por um destino, um timo qualquer!
Não! Não e o cargo que quero.
Mas a essência e a culpa e a dor e a alma e a liberdade!
Oh, Meu Deus! Eu queria o Dom, a luz, a inspiração!
Ai mundo inteiro que possa me ouvir,
eu queria o meu trabalho e minha luz brilhando em tinta em verso e papel e anonimato!
Ouço os outros cantarem - penso que aquele seja meu canto
por tão parecer que dentro de mim saiu,
Leio os outros e gosto muito deles e não os invejo.
Mas de mim morro de pena e ódio por não saber o que fazer
dessa pena que pulsa que sonha na alma...
- que chora na mão!
Porque em mim... - não a porta que abra que encontre essa
criança perdida a brincar e gritar!
E os anos passam e veem e nunca entra nada em mim, nunca
nada sai em mim.
E eu nada de encontra essa já velha criança, talvez ate morta ou nem nascida!
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Em Casa
Há muito tempo que não escrevo!
Ate mesmo esses reles versos novos já eram velhos!
Qual tempo de mim vive em mim agora,
Porque que é então que estou aqui
Não sei?!
Essa utopia que deixou de ser dor
É que sabe.
Muitos calendários se passaram,
Muitas pinturas e montes se desgastaram
Mas eu contei cada dia
Eu dei por canta de cada gota de tinta
E eu notei cada grão de pedra
Que passou
Que ofuscou
Que rolou
E eu não estava aqui!
Ah...! Há muito tempo não escrevo que ate mesmo O Poete envelheceu!
Mas para mim tornaram-se novas todas aquelas coisas...
Hoje eu já não sou - - como foi antes!
Mas sou e sou casa vez mais - como nunca foi antes!
Ah, vontade de passar manteiga nas palavras
E come-las com pão e café
Enquanto eles me contam suas historia todas que eu não escrevi.
Ate mesmo esses reles versos novos já eram velhos!
Qual tempo de mim vive em mim agora,
Porque que é então que estou aqui
Não sei?!
Essa utopia que deixou de ser dor
É que sabe.
Muitos calendários se passaram,
Muitas pinturas e montes se desgastaram
Mas eu contei cada dia
Eu dei por canta de cada gota de tinta
E eu notei cada grão de pedra
Que passou
Que ofuscou
Que rolou
E eu não estava aqui!
Ah...! Há muito tempo não escrevo que ate mesmo O Poete envelheceu!
Mas para mim tornaram-se novas todas aquelas coisas...
Hoje eu já não sou - - como foi antes!
Mas sou e sou casa vez mais - como nunca foi antes!
Ah, vontade de passar manteiga nas palavras
E come-las com pão e café
Enquanto eles me contam suas historia todas que eu não escrevi.
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Experiência
Tive que despir-me , abrir o peito do ser e matar-me!
Todas as luzes que tinha eram sombras em reflexos de nunca as telas tido,
Só o sonho foi real porque não se realizou, ou, talvez, nem isso Porque sonhei um não sonho!
A ilusão da existência fez uma marionete da existência iludia,
do barulho da realidade presente um efeito doppler que nunca se acaba e nem nunca está por vim
Foi tudo porque fingir,
Porque tudo não passar de fingir saber o que é tudo
Doí a mente o não doer o que queria dever pensar
Sem resposta do porque renasci , afundo-me no tumulo
Ganho agora uma divina liberdade de mentir
por isso, preciso morrer novamente para esquecer que aprendi a sobreviver
e pagar-me de deverás com a borracha da não não existência!
Nesta morte pra vida ainda há as mesmas marcas daquela morte viva...
- o que é o que há ?
Todas as luzes que tinha eram sombras em reflexos de nunca as telas tido,
Só o sonho foi real porque não se realizou, ou, talvez, nem isso Porque sonhei um não sonho!
A ilusão da existência fez uma marionete da existência iludia,
do barulho da realidade presente um efeito doppler que nunca se acaba e nem nunca está por vim
Foi tudo porque fingir,
Porque tudo não passar de fingir saber o que é tudo
Doí a mente o não doer o que queria dever pensar
Sem resposta do porque renasci , afundo-me no tumulo
Ganho agora uma divina liberdade de mentir
por isso, preciso morrer novamente para esquecer que aprendi a sobreviver
e pagar-me de deverás com a borracha da não não existência!
Nesta morte pra vida ainda há as mesmas marcas daquela morte viva...
- o que é o que há ?
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Incomodo
Há muito tempo que não escrevo.
Tenho passando como mar encanado, jorrando por uma pequenina torneirinha não sei onde!
Em outro lugar, que não em mim, meus pensamento pensavam como todo preto no branco é branco e que veia o branco sem que enxergasse mesmo no escuro.
Fui gasto todo sem ser usado,incontrolavelmente, na certeza desse dia um dia chegar.
Exatamente agora, só um pequeno e infinito incomodo faz-me mover a pena...
O sol vai se pondo e passando pelas janelas das casas, menos na minha que não tenho, e trará a noite e todos dormiram. menos eu que na mentira de um sono sem sonho, sonho esses versos de verdade.
Tenho passando como mar encanado, jorrando por uma pequenina torneirinha não sei onde!
Em outro lugar, que não em mim, meus pensamento pensavam como todo preto no branco é branco e que veia o branco sem que enxergasse mesmo no escuro.
Fui gasto todo sem ser usado,incontrolavelmente, na certeza desse dia um dia chegar.
Exatamente agora, só um pequeno e infinito incomodo faz-me mover a pena...
O sol vai se pondo e passando pelas janelas das casas, menos na minha que não tenho, e trará a noite e todos dormiram. menos eu que na mentira de um sono sem sonho, sonho esses versos de verdade.
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espera
Quando a saudade corre mundos em mim, penso em correndo atirar-me em seus braços. mas a caminho disso lembro que devo deixar você pedir. ( coisa que raramente acontece. )
Eu poderia ler tantos livro se você ao menos pedisse ou mandasse mesmo eu segurar um, eu poderia ser tão mais seu se você ao menos falasse, " vem!"
Se acaso isso acontecesse o mundo seria outro, e eu arderia como outro Sol em cima de você.
Eu poderia ler tantos livro se você ao menos pedisse ou mandasse mesmo eu segurar um, eu poderia ser tão mais seu se você ao menos falasse, " vem!"
Se acaso isso acontecesse o mundo seria outro, e eu arderia como outro Sol em cima de você.
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Usina
A caneta a frente me sorrir imensamente parada e em silencio.
sinto um cheiro da amor vindo da folha em branco.
magicamente meu quarto se afeiçoa a uma taberna antiga
cuja,talvez, poetas anônimos se embriagavam de versos pra si mesmos.
Eu tenho muito passado empoeirado nos dedos para contar,
muita historia para colocar ponto final, pra criar ainda.
Eu gosto dessa visita literária na alma, disse charme que a inspiração veste
desse jogo de desejo, dessa união, desse estado de liberdade,
dessa insinuação de versos na alma, ate que a folha colha tudo caligraficamente.
Não tenho tema ao certo, não tenho livro a escrever
não tenho nome, não tenho diploma nem tenho...
ai, meu Deus! tanto coisa que nem cabe mais em mim.
Mas tem sina, buzina, usina dentro do coração.
e eu gosto dessa visita literária na alma, disse charme que a inspiração veste
e eu gosto desse jogo de desejo, dessa união, desse estado de liberdade,
e eu gosto dessa insinuação de versos na alma, ate que a folha colha tudo caligraficamente.
sinto um cheiro da amor vindo da folha em branco.
magicamente meu quarto se afeiçoa a uma taberna antiga
cuja,talvez, poetas anônimos se embriagavam de versos pra si mesmos.
Eu tenho muito passado empoeirado nos dedos para contar,
muita historia para colocar ponto final, pra criar ainda.
Eu gosto dessa visita literária na alma, disse charme que a inspiração veste
desse jogo de desejo, dessa união, desse estado de liberdade,
dessa insinuação de versos na alma, ate que a folha colha tudo caligraficamente.
Não tenho tema ao certo, não tenho livro a escrever
não tenho nome, não tenho diploma nem tenho...
ai, meu Deus! tanto coisa que nem cabe mais em mim.
Mas tem sina, buzina, usina dentro do coração.
e eu gosto dessa visita literária na alma, disse charme que a inspiração veste
e eu gosto desse jogo de desejo, dessa união, desse estado de liberdade,
e eu gosto dessa insinuação de versos na alma, ate que a folha colha tudo caligraficamente.
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Versos de Criança
As arvores dão frutos
meu coração amor
os pássaros batem as asas,
meus lábios te beijam
as casas com seus talhados guardam pessoas,
meus braços te abraçam com amor
a noite o céu tem a lua
e no meu existir há a sua vida
Matemáticos inventaram cálculos,
Deus criou seus cabelos
As belas curvas da estrada
não são belíssimas como as da tua cintura
lagartas viram borboletas,
sapos viram príncipes
e eu... o homem que te ama.
versos são para todos
todos os dia sempre todo dia amanhece
ah...! e Tu me amas!
meu coração amor
os pássaros batem as asas,
meus lábios te beijam
as casas com seus talhados guardam pessoas,
meus braços te abraçam com amor
a noite o céu tem a lua
e no meu existir há a sua vida
Matemáticos inventaram cálculos,
Deus criou seus cabelos
As belas curvas da estrada
não são belíssimas como as da tua cintura
lagartas viram borboletas,
sapos viram príncipes
e eu... o homem que te ama.
versos são para todos
todos os dia sempre todo dia amanhece
ah...! e Tu me amas!
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Versos de Criança
As arvores dão frutos
meu coração amor
os pássaros batem as asas,
meus lábios te beijam
as casas com seus talhados guardam pessoas,
meus braços te abraçam com amor
a noite o céu tem a lua
e no meu existir há a sua vida
Matemáticos inventaram cálculos,
Deus criou seus cabelos
As belas curvas da estrada
não são belíssimas como as da tua cintura
lagartas viram borboletas,
sapos viram príncipes
e eu... o homem que te ama.
versos são para todos
todos os dia sempre todo dia amanhece
ah...! e Tu me amas!
meu coração amor
os pássaros batem as asas,
meus lábios te beijam
as casas com seus talhados guardam pessoas,
meus braços te abraçam com amor
a noite o céu tem a lua
e no meu existir há a sua vida
Matemáticos inventaram cálculos,
Deus criou seus cabelos
As belas curvas da estrada
não são belíssimas como as da tua cintura
lagartas viram borboletas,
sapos viram príncipes
e eu... o homem que te ama.
versos são para todos
todos os dia sempre todo dia amanhece
ah...! e Tu me amas!
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Triste Dádiva
Entrei na existência derrotado como lixo,
E nem me ensinaram a viver!
Enquanto muitos aos montes sorriam,
Sozinho aprendi a sofrer.
É uma Dádiva triste e Burra
A esperança de um dia vencer...
Na vida de quem nasci lixo,
Reciclar é morrer!
E nem me ensinaram a viver!
Enquanto muitos aos montes sorriam,
Sozinho aprendi a sofrer.
É uma Dádiva triste e Burra
A esperança de um dia vencer...
Na vida de quem nasci lixo,
Reciclar é morrer!
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Que me apaga enquanto brilha
Sonhar é cada vez mais difícil
Realizar é algo que só acontece em sonho!
Objetivo é uma trágica força
Que me apaga
Que me apaga enquanto brilha!
Eu! pobre Poeta
Enquanto reles Poeta,
Componho esses versos
Como um dia faram minha sepultura.
Mas antes dessa chuva de adeus
Sofro escuro...
- A agonia de nada poder ser!
Realizar é algo que só acontece em sonho!
Objetivo é uma trágica força
Que me apaga
Que me apaga enquanto brilha!
Eu! pobre Poeta
Enquanto reles Poeta,
Componho esses versos
Como um dia faram minha sepultura.
Mas antes dessa chuva de adeus
Sofro escuro...
- A agonia de nada poder ser!
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Comentários (2)
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danilo
2018-12-16
Obrigado
2017-05-29
Gostei de passar por aqui e conhecer um pouco do seu trabalho. Hoje tem tanta gente boa escrevendo por aí que é quase impossível dar conta de tudo!
Escrevo para saber que um dia sofrir, mas que também foi um Cezar, um Cezar para mim mesmo. Por isso, não publico nada, guardo aqui estas notas e ponto.
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